segunda-feira, 17 de maio de 2010

Inscrições abertas para o 8º Festival Yosakoi Soran

Grupos de qualquer lugar do Brasil já podem se inscrever para o grande carnaval japonês. As inscrições vão de 18 de maio a 21 de junho

Mais uma vez, a cidade de São Paulo será a capital da cultura japonesa no Brasil, com a realização do 8º Festival Yosakoi Soran no Espaço Via Funchal, em 25 de julho. O evento, considerado o grande carnaval japonês, já está com as inscrições abertas e grupos de qualquer lugar do Brasil formados por escolas, associações e entidades ligadas à cultura japonesa no país, podem participar.

Este ano as inscrições estão limitadas a 20 grupos, com o mínimo de oito dançarinos cada, nas categorias: Juvenil (idade média de 15 anos) e Adulto (acima de 15 anos). O regulamento estipula o uso obrigatório do Naruko (chocalho japonês) e da expressão Soran Bushi durante a coreografia. A apresentação deverá durar no máximo cinco minutos e poderá ser criada com base em qualquer ritmo e gênero musical. Os grupos serão avaliados pelos critérios de técnica, harmonia, criatividade e conjunto. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 18 de maio até 21 de junho, exclusivamente pelo site: www.yosakoisoran.org.br.

O evento acontecerá no dia 25 de julho, no Espaço Via Funchal. Serão premiados os três primeiros colocados em cada categoria e um grupo destacado como o Grand Prix. Ao todo, serão distribuídos R$ 20 mil em prêmios.

Mais informações pelo telefone (11) 3541-1809 e e-mail: yosakoisoran@gmail.com.

Yosakoi Soran

O Yosakoi Soran nasceu há 18 anos da mistura de dois estilos musicais regionais do Japão (Yosakoi Bushi e Soran Bushi). O Yosakoi – “a noite vem” - é um tipo de música originária da província de Kouchi, dançada pelos jovens nas ruas, de maneira viva e vibrante. Soran é uma canção folclórica rítmica, comum entre os pescadores de Hokkaido, que usam a expressão como um grito de guerra.

Um universitário de Hokkaido conheceu o Yosakoi ao passar por Kouchi e decidiu introduzi-lo em sua cidade natal, acrescentando elementos do Soran. Dessa combinação surgiu, em 1991, o primeiro Festival de Yosakoi Soran no Japão, com 10 equipes e 1.000 participantes, que dançaram para cerca de 200 mil pessoas.

No Brasil, o Festival ocorre sempre no inverno, logo após o encerramento da etapa japonesa, e tem o objetivo de se transformar em um grande Carnaval japonês por aqui. As duas primeiras edições do Festival de Yosakoi Soran tiveram apresentações ao ar livre, no bairro da Liberdade, em 2003, e no Parque do Ibirapuera, em 2004 (com apresentação também no Ginásio do Ibirapuera). Desde 2005, os grupos se apresentam na Via Funchal, localizada na Vila Olímpia, em São Paulo, em dois horários, às 12h e às 17h.

8º Festival Yosakoi Soran
Inscrições gratuitas
Prazo: De 18/05/2010 até 21/06/2010
Ficha de inscrição e regulamento no site: www.yosakoisoran.org.br
Apresentação: 25/07/2010, no Espaço Via Funchal, às 12h e às 17h.
Informações: (11) 3541-1809 e yosakoisoran@gmail.com

NATURA PATROCINA NOVO CD DE GILBERTO GIL

Fé na Festa, que será lançado no início de junho e traz 13 canções, sendo nove inéditas, tem o patrocínio exclusivo da Natura por meio do Natura Musical. Este é o 56º disco da carreira de Gilberto Gil. O conceito e projeto gráfico da capa é do designer André Vallias com foto de Beti Niemeyer. Com selo da Geléia Geral, o disco será distribuído em todo o Brasil pela gravadora Universal Music.

Acesse o Portal Natura Musical (www.naturamusical.com.br) e ouça a música 'O livre atirador e a pegadora', uma das faixas do CD.

Natura Musical

É o programa de apoio à cultura brasileira da Natura com foco em música. Lançado em 2005, beneficiou projetos de diferentes estágios e processos da música brasileira patrocinando mais de 130 projetos em todas as edições de edital público e seleção direta. Ao todo, 17 estados das cinco regiões do Brasil foram contemplados e mais de 500 mil pessoas beneficiadas.

Entre os patrocinados até aqui, destacam-se as últimas turnês de Arnaldo Antunes, Lenine, Céu e Marisa Monte. Há também projetos de resgate da memória como o site biográfico Caymmi Acervo Digital; e o Livro-CD Jongos do Brasil; além de projetos de pesquisa e gravação de CD. O filme 'O Mistério do Samba', que retrata a história da Velha Guarda da Portela, também teve o patrocínio do Natura Musical.

Em 2010, ao completar 5 anos de existência, o Natura Musical está ampliando a sua atuação com o lançamento de dois novos canais de comunicação: o Portal Natura Musical (www.naturamusical.com.br) que reúne conteúdos exclusivos e inéditos de artistas brasileiros; e o programa de Rádio Natura Musical, apresentado pela jornalista Patrícia Palumbo e veiculado, diariamente, nas rádios Eldorado FM (SP), Litoral FM (Santos-SP), e Paradiso FM (RJ).

Entre os patrocinados deste ano, destacam-se os CDs e turnês inéditas de Carlinhos Brown e Vanessa da Mata; o grupo Cidadão Instigado e o guitarrista Edgar Scandurra; os lançamentos de CD de Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho, do cantor Marcelo Jeneci; e ainda o filme 'A Música Segundo Tom Jobim', documentário de longa metragem, que apresenta, pela primeira vez, a obra musical de Tom Jobim.

Sobre a Natura

A Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta. Criada em 1969, a partir de um laboratório e uma pequena loja em São Paulo, hoje, a empresa possui cerca de 6,2 mil colaboradores e registrou no ano de 2009, receita bruta de R$ 5,8 bilhões, um crescimento de 19,3% em relação ao ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 6 83,9 milhões, 32,1% superior ao registrado em 2008. A Natura está presente no Brasil, Argentina, Peru, Chile, México, Colômbia e França - onde mantém uma loja e um centro-satélite de pesquisa e tecnologia. Na Bolívia, Guatemala, Honduras e El Salvador, atua por meio de distribuidores. Sua força de vendas é formada por mais de 1 milhão de consultoras, sendo 875 mil no Brasil e 160 mil no exterior.

Trama lança segundo trabalho do trompetista Guizado

Com produção de Guilherme Guizado Mendonça e participação das cantoras Céu e Karina Buhr, a Trama disponibiliza o novo trabalho do artista para download legal e gratuito, no site: www.albumvirtual.trama.com.br, a partir de 21 de maio.

Toda a aura festiva e o colorido que envolve a celebração mexicana de seus antepassados permeia o novo álbum de Guizado, não por acaso, batizado de Calavera, caveira em espanhol. Num plano imaginário, o que se propõe é preencher as ruas da cidade com música e sonho, a fim de redefinir o cotidiano. Nesse sentido, o trompetista, que lança seu segundo trabalho em estúdio, exalta a cidade e a teia de relações que a ela imprime sentido.

Musicalmente falando, Calavera continua exposto às mesmas influencias e conceitos do trabalho anterior (Punx), ou seja, aquilo que define a identidade do Guizado: o rock que se apropria de recursos da música eletrônica e da liberdade de improvisação do Jazz. Então, a diferença entre os dois registros sonoros está no tempo dedicado a cada obra. No segundo disco, gravado nos estúdios da Trama, Guilherme conta que pode imprimir mais informações que aos poucos foi descobrindo, relembrando e pesquisando. “No primeiro álbum, o desafio foi reproduzir em estúdio a energia de apresentações ao vivo”.

As 13 faixas de Calavera são compostas de arranjos que passeiam por diversas fontes. Guilherme buscou estruturas melódicas orientais dos Bálcãs do leste europeu, dos Mouros e dos hispânicos. O hip-hop, o tecnobrega e, claro, o rock estão presentes. Arranjos orquestrais de Henri Mancini, Herb Albert e Tihuana Brass também foram referencias. Contudo, o principal traço de diferença deste trabalho é, sem dúvida, a voz. A cena alternativa paulistana conheceu o Guizado através do trompete, sem incursões vocais; apenas texturas e colagens davam colorido ao som. Agora, a voz chega como um instrumento a mais no grupo. “Tivemos o cuidado de tratar a voz de diversas maneiras, usando muitos efeitos e sobreposições para criar climas e atmosferas onde a voz ficasse quase que como uma névoa em meio à massa sonora instrumental”.

As faixas “Skatephaser” e “Girando” contam com Céu e Karina Buhr, respectivamente. “Emanação dos sonhos” é uma composição em parceria com Maurício Takara e ao engenheiro de som Bernardo Pacheco foi dada a co-produção das faixas “Calavera” e “Girando”. Isso porque a tecnologia presente no estúdio foi tratada com uma ferramenta a mais no processo de criação.

Calavera começou de forma singular. O trompetista passava tardes sozinho, elaborando as bases eletrônicas, samples, gravando sintetizadores e editando tudo para depois, dar forma, ainda que embrionária, às músicas. O passo seguinte foi gravar os instrumentos. Muitas músicas acabaram nascendo durante o processo de gravação.

O resultado celebra a vida e a criação, tanto nas letras como nos arranjos instrumentais de todo o disco. “O ritmo forte das batidas nos acorda para a realidade do dia a dia, o pé no chão que é preciso para se manter em sintonia com a vida que pulsa e nos cobra atitudes”.


Bio
Guilherme Menezes, mais conhecido como Guizado, iniciou seus estudos aos 14 anos de idade, com Guitarra e bateria, sendo que aos 17 anos passou definitivamente para o trompete. Formou-se Bacharel em trompete pela Faculdade Santa Marcelina. Como músico profissional atuou em diversos trabalhos como: Elza Soares, Lulu Santos, Nação Zumbi, Cidadão Instigado, Karina Buhr, Céu, Curumin, Mauricio Takara, Instituto, entre outros. Atualmente, além, de atuar em diversos trabalhos, tem se dedicado à careira solo, liderando a banda que também responde pelo nome Guizado, na qual atua, não somente como trompetista, mas como arranjador, compositor, produtor e idealizador de todo o trabalho e conceito.
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Álbum Virtual

O Álbum Virtual teve início em 2008 com o lançamento de Danç-Êh-Sá ao Vivo, de Tom Zé e, na seqüência, Artista Igual Pedreiro, Macaco Bong; Donkey, Cansei de Ser Sexy; Chapter 9, Ed Motta; C_mpl_te, Móveis Coloniais de Acaju.

A proposta da Trama é trazer a experiência física do CD para dentro do computador; alinhando assim o modelo de distribuição fonográfica ao modo de consumo da música. Deste modo, a Trama disponibiliza gratuitamente encarte, extras e ficha técnica no hotsite de cada artista.

Todo download feito no Álbum Virtual é legal e o conteúdo oferecido não tem proteção DRM, ficando o público livre para copiar e salvar em vários formatos. O pacote para download traz uma série de facilidades para quem quiser, por exemplo, transferir os arquivos direto para o iPod ou iTunes.

O lema “De graça pra você e remunerado pro artista” é o fio condutor do projeto. “TV e rádio abertas funcionam assim há mais de 50 anos. A Trama acredita que esse é o caminho natural para a música”, defende o presidente João Marcello Bôscoli.

As obras foram patrocinadas pela VR, Volkswagen e Audi. Hoje, todo o catálogo da Trama encontra-se disponível no site para streaming. Por motivos legais, apenas os lançamentos (após 2008) podem ser baixados.

Teatro Humboldt abre portas para o projeto Almanaque do Choro Brasileiro

Quarteto de Choro contará um pouco da historia desse estilo musical

No dia 20 de maio, às 20 horas, o Teatro Humboldt recebe o Projeto Almanaque do Choro, comandado por um Quarteto de Choro, composto por Ivan de Andrade (flauta, clarinete e sax), Gustavo Cândido (cavaquinho e violão tenor), Jorginho Silva (cavaquinho) e Samuel Silva (violão de sete/seis cordas), que tem uma proposta diferente: apresentar músicas e comentários sobre um dos mais versáteis ritmos nacionais.

O choro é uma das mais antigas músicas populares urbanas em atividade, com cerca de 150 anos de existência, e foi a grande escola dos mais importantes músicos brasileiros, como Anacleto de Medeiros, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha (estes considerados os pilares da musica instrumental brasileira), Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Hermeto Paschoal, Tom Jobim, Baden Powell, Villa-Lobos, Radamés Gnattali, entre tantos outros.

Mais do que apresentações musicais, o quarteto irá explanar curiosidades e fatos históricos do Choro, passando por músicas, compositores e intérpretes do século XIX, XX e da nova geração da música instrumental brasileira.

Há mais no ritmo do Choro do que se percebe a princípio e, nesta quinta-feira, o Almanaque do Choro vai dar uma verdadeira aula executando ritmos que fazem parte ou contribuíram para formar o gênero: tango brasileiro, polca, lundu, maxixe e valsa.

Ficha Técnica do Projeto:
Direção Musical e Arranjos: Gustavo Cândido – Ivan de Andrade
Produção Geral: Gustavo Cândido
Coordenação Geral: Gustavo Cândido

Músicos:
Ivan de Andrade - Bacharel em Saxofone pela Faculdade de Música Carlos Gomes e formado em Arranjo e Orquestração pela ULM (hoje EMESP), já foi aluno de grandes nomes como Vinicius Dorin, Marta Ozzetti, Claudio Leal e Vitor Alcântara. Participou como arranjador e integrante do musical Saltimbancos, no Teatro Bibi Ferreira, produziu Fabio Cadore e os arranjos de sopro do 1º cd de Amleto Barboni. Tocou e gravou com diversas bandas e artistas, como Leci Brandão, Arlindo Cruz, Grupo Sensação, Joca Freire, Edu Batata, Império da Casa Verde, Prado’s Blues Band, entre outros. Atua como integrante da banda Projeto Coisa Fina, diretor musical e integrante do show de Susie Mathias e também do cantor e compositor Ricco Nunes.

Gustavo Cândido - Formado em cavaquinho pela Universidade Livre de Música (ULM). Esteve à frente do projeto Almanaque Musical, Casa do Choro, Show de Samba e Especial Waldir Azevedo como coordenador, diretor musical e instrumentista. Já fez apresentações com o Duo Revendo o Passado, Quinteto Chorado, Quinteto Paulista de Choro, Quinteto Paulistano, Trio Paulista de Choro e Grupo Conversa Afinada e já acompanhou e tocou com artistas como a cantora Márcia, Luciana Rabello, Ruth Eli, Barão do pandeiro, Nei Silva, Roberto Seresteiro, Luizinho Sete Cordas, Canhotinho (Demônios da Garoa), Arnaldinho do Cavaco e etc. Em janeiro de 2010, participou da gravação do documentário sobre o Bar Cidão (famoso por ter apresentações diárias de música brasileira). Seu último trabalho em gravações foi no mais novo disco do sambista paulista Osvaldinho da Cuíca que esta sendo produzido pelo Quinteto em Branco e Preto.

Jorginho Silva - Cavaquinista desde os oito anos, aprendeu a tocar parabéns pra você como sua primeira obra musical. Solista aos 12 anos entrou para a Universidade Livre de Música (ULM) já tocando choro como autodidata. Estudou cavaquinho e se formou através da Prof.ª Ana Cláudia César, do grupo de choro Choronas, onde teve um apoio muito grande musicalmente, chegando a ser indicado para tocar no programa Antena Paulista na Rede Globo. Tocou no teatro São Pedro com o grupo regional de choro Quinteto Chorado e com este fez varias aparições em eventos culturais. Tocou com pessoas influentes no meio musical como, Luciana Rabello, Maurício Carrilho, Três do Choro, Jane Bandolim e Luizinho Sete cordas. Participou do I festival nacional do Choro em Mendes - RJ, organizado pela Escola Portátil de Música. Atualmente trabalha num grupo de forró pé-de-serra tradicional que se chama “Ó” do Forró.

Samuel Silva - Músico atuante, faz apresentações instrumentais de choro e samba com o G.R.T.P Morro das Pedras, Terreiro Grande, Orquestra de Samba e Choro de São Mateus e Quinteto Paulista de Choro. Já acompanhou vários artistas como Wilson Moreira, Cristina Buarque, Márcia, Nei Silva, Tereza Gama, Aldo Bueno, Roberto Seresteiro e Teresa Cristina. Participou das gravações dos CDs de Nei Silva, Marquinhos Dikuã e Emerson Urso.

Projeto Quintas Musicais: Criado em 2007 pelo Teatro Humboldt, tem como intuito abrir espaço para a apresentação de grupos musicais qualificados e de formações diversas em seu palco. Os shows ocorrem a cada quinze dias, sempre às quintas-feiras. O principal objetivo é fomentar as produções musicais eruditas e/ou de caráter instrumental no bairro de Interlagos, região um pouco mais afastada dos pólos comuns de atividades culturais da capital.

Serviço:
Local: Teatro Humboldt (Av. Eng. Alberto Kuhlmann, 525 – Interlagos)
Data: 20 de maio de 2010
Horário: 20h
Duração: 1 hora
Capacidade: 430 lugares.
Estacionamento: grátis, 250 vagas
Ar condicionado.
Acesso a portadores de deficiências.
Indicação etária: livre
Ingressos: R$ 20,00, com meia entrada para estudantes e idosos.
Ingressos para grupos pedagógicos: Previamente inscritos, R$ 5,00 por aluno e os professores não pagam.

Para Kassab, a virada deste ano está mais diversificada e democrática

Depois de acompanhar diversas atrações da Virada Cultural 2010, o prefeito Gilberto Kassab prestigiou na manhã deste domingo (16) a 6ª Bunka Matsuri - A festa da cultura japonesa no bairro da Liberdade. O evento beneficente reúne exposições de arte, shows de música e dança, além de praça de alimentação com pratos típicos e bazar de produtos japoneses. Durante a visita, o prefeito apreciou as exposições da Bunkyo - Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social e ressaltou que a diversidade da Virada Cultural permite a integração entre as diversas comunidades que residem na Capital.

Ronaldo Camargo, Alda Marco Antônio,
Alexandre de Moraes, Carlos Augusto Cali,
Gilberto Kassab e Alberto Goldman -
Foto: Vilma Gonçalves / Secom
"A Virada Cultural é muito diversificada e por isso temos a oportunidade de nos integrarmos a cultura das diversas comunidades que vivem em São Paulo e se misturam com os paulistanos. Hoje viemos a Bunka Matsuri para celebrar junto com a comunidade japonesa, uma das comunidades mais expressivas da cidade, os resultados parciais da Virada Cultural. Os números já mostram que, mais uma vez o evento foi um sucesso e vai se consolidar no calendário dos grandes eventos de São Paulo", disse Kassab.

Ele ressalta que este ano a Virada está mais diversificada e democrática. "A Prefeitura trabalhou para superar os índices e a qualidade da edição passada. Em 2009, foram quase quatro milhões de pessoas participando da festa e este ano esperamos superar as expectativas. A segurança e a limpeza estão mais eficientes, o número de atrações aumentou assim como os locais dos eventos", assinala Kassab.

Foto: Vilma Gonçalves / Secom
O prefeito aproveitou a visita para conhecer a exposição de Yutaka Toyota (foto), artista plástico japonês que, em 2010, completa 50 anos de arte. Além disso, Kassab admirou a exposição de Ikebana, arte milenar de arranjos florais, e prestigiou o Museu Histórico da Imigração Japonesa onde observou objetos e fotografias dos primeiros imigrantes e recebeu explicações sobre como era feita a viagem até o Brasil.




Foto: Vilma Gonçalves / Secom
Abertura
 
Sábado à noite (15/5) o prefeito prestigiou, ao lado do Governador Alberto Goldman, o início das 24 horas ininterruptas da 6ª Edição da Virada Cultural na Praça Júlio Prestes, Centro, ao som de Barbarito Torres e Ignacio Mazacotte da banda Buena Vista Social Club. Enquanto o ritmo cubano embalava a multidão, Kassab assistiu a animada apresentação e ressaltou as inovações realizadas na festa em relação à edição do ano passado.

A Virada Cultural 2010 está mais heterogênea e inclusiva com shows dos mais variados ritmos, apresentações de dança e circo, sessões de cinema, Parada Cosplay, entre outras atrações. Este ano o evento incorporou espaços do bairro da Luz para aumentar o número de atrações nas 24 horas ininterruptas de lazer e cultura.

Há que se ressaltar também a ampliação da presença da Guarda Civil Municipal (GCM) que aumentou a fiscalização de venda de produtos ilegais e bebidas alcoólicas. Mil homens, 173 viaturas e 20 Bases Comunitárias Móveis estão nas ruas distribuídos nas cinco regiões da cidade (Centro, Norte, Sul, Leste e Oeste). O objetivo é realizar uma ação articulada e integrada com as Subprefeituras, Polícia Militar e Civil e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Foto: Fabio Arantes / Secom
Programação noturna
Após participar da abertura, o prefeito foi ao Sesc Pompéia, na Zona Oeste, onde assistiu as apresentações de danças regionais dos grupos "As Pastorinhas" e "Babado de Chita". Na Choperia do mesmo local, o prefeito acompanhou um grande baile onde um grupo de pessoas dançaram os mais diversos estilos musicais como samba-rock, rock dos anos 60 e ritmos caribenhos.

Às 22h, Kassab e sua comitiva seguiram para a Estação da Luz onde puderam apreciar a apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Lírico que interpretaram Carmina Burana. Centenas de pessoas fizeram silêncio enquanto o grupo espalhava sua música pelo centro da cidade tão acostumado com o som dos carros e trens da CPTM. O espetáculo foi aplaudido de pé pela emocionada platéia.

Ele ressaltou que este megaevento traz uma grande movimentação econômica com receita significativa para a cidade. "Os hotéis estão ocupados. É grande o número de pessoas que vieram do interior e de outros estados. A Virada simboliza um grande evento do Brasil que vai da cultura popular à erudita. Enfim, é um evento que nos enche de orgulho", salientou.

Subprefeitura Cidade Tiradentes abre inscrição para o 3° Festival de Funk

Até o dia 7 de junho estão abertas as inscrições para os interessados em participar do 3º Festival de Funk, organizado pela Subprefeitura Cidade Tiradentes. Com o propósito de abrir as portas para os funkeiros paulistanos ainda desconhecidos, além de tirar o estigma de que esse ritmo musical estimula a violência, uso de drogas e apelo sexual, o festival chega à terceira edição consagrado como um dos principais eventos do distrito do extremo leste da Capital.
O festival será realizado no dia 19 de junho, às 14h, no fim da avenida dos Metalúrgicos, próximo do Terminal Velho de ônibus. O evento conta com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura e da Red Bull - Funk-se Tour.
Os interessados (grupo, MC, dupla ou bonde) deverão se inscrever na Subprefeitura Cidade Tiradentes, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na Estrada do Iguatemi, 2.751 (Supermercado Negreiros) ou na Estação da Juventude, rua Pedro Iovine, 161, próximo do Terminal Velho de ônibus.
Para a inscrição será necessário a ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada pelo responsável do grupo; a autorização dos pais dos menores de 18 anos participantes do grupo; e uma cópia da letra de cada música concorrente.
Cada participante poderá concorrer com até três músicas. As músicas terão de ser de autoria própria do grupo inscrito e as letras não poderão conter nenhum tipo de estímulo a qualquer tipo de violência, nem palavrões. Todos os inscritos passarão por uma pré-seleção, que escolherá os participantes do festival.
Premiação

Os vencedores receberão os seguintes prêmios:

1º lugar - Inclusão de cinco músicas na coletânea do CD 3º Festival Funk, com direito a 200 cópias, sendo que uma das músicas será mixada pelo DJ Sany Pitbull, considerado um dos melhores do Brasil.
2º lugar - Gravação de três músicas no CD 3º Festival Funk, com direito a 100 cópias.
3º lugar - Gravação de duas músicas no CD 3º Festival Funk, com direito a 100 cópias.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Curso de formação musical para educadores da rede municipal de ensino

Neste mês de maio, a Secretaria Municipal de Educação dá início ao curso É só cantar, voltado para educadores de toda a rede municipal de ensino. A formação é uma oportunidade para os professores se familiarizarem com a música por meio do canto e da leitura e escrita musicais. Serão abertas três turmas, com até 30 participantes cada uma, que se reunirão em dias e horários diferentes durante a semana e realizarão atividades em conjunto aos sábados. Ao todo, o curso contará com 60 horas de trabalho.
Durante os 30 encontros, que ocorrerão até dezembro, o participante vivenciará músicas folclóricas e infantis, aprenderá a se expressar por meio de diferentes atividades que envolvam a música e formará conjuntos musicais, sem contar as experiências com o canto. Entre os conteúdos abordados no curso estão os compassos, o conjunto coral, os sons naturais e culturais e suas características.
Para fazer a inscrição, os professores devem encaminhar até o próximo dia 21 um e-mail para com o assunto: curso "É só cantar". A mensagem deve conter nome completo, RF, unidade de exercício, telefones para contato e a turma que deseja integrar (veja quadro abaixo). Mais informações pelos telefones 5539-0385 e 5539-2457.

Turma Dia Horário
Turma "A" Quarta-feira Das 19h40 às 21h40
Turma "B" Quinta-feira Das 15h às 17h
Turma "C" Sexta-feira Das 19h40 às 21h40

4ª EDIÇÃO DO CIRCUITO DE AULAS-ESPETÁCULO DA AAPG

A AAPG, em parceria com a Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo, leva a edição 2010 do evento a sete cidades do Estado e conta com o patrocínio do Itaú Unibanco.
Em 2010, para comemorar os 15 anos de Projeto Guri, a Associação Amigos do Projeto Guri (AAPG), prepara uma série de iniciativas em celebração a essa importante data na trajetória da organização. Entre elas está a quarta edição do seu Circuito de Aulas-Espetáculo, que ocorre de 11 a 19 de maio e tem por objetivo levar música de qualidade a cidades do Estado de São Paulo. A AAPG atua em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, por meio de um contrato de gestão com a Secretaria de Estado da Cultura, e nesta edição do Circuito destacará a Cultura Popular Paulista. O tema escolhido para essa edição pretende retratar as ricas manifestações culturais com apresentações de estilos como samba, choro e moda de viola.
Jaú, Pirassununga, Vinhedo, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Garça e Taubaté são as cidades que recebem o Circuito de Aulas-Espetáculo 2010. Todas as apresentações são gratuitas e têm por objetivo reunir, além dos alunos do Projeto Guri, a população local, que terá a oportunidade de conhecer as riquezas da cultura paulista e suas vertentes, por meio da apresentação de artistas como Osvaldinho da Cuíca, o grupo de choro Izaías e seus Chorões, o diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas Ivan Vilela, o violoncelista Di Freitas e o grupo liderado por Hamilton de Holanda, recém-premiado na categoria de melhor solista no Prêmio da Música Brasileira 2009. (Abaixo informações completas).
O Circuito de Aulas-Espetáculo é um projeto especial da AAPG que promove apresentações interativas de músicos brasileiros com o objetivo de fortalecer e ampliar a formação cultural dos alunos do Projeto Guri, seus familiares e as comunidades onde as apresentações são realizadas. Os artistas mesclam, ao seu show usual, elementos didáticos, como conceitos sobre teoria e técnica musical, e interagem com os alunos dos Polos participantes e com a plateia formada pelo público das cidades onde as apresentações acontecem.
Para essa nova temporada, a AAPG convidou artistas que representem com fidelidade a cultura cultivada no Estado de São Paulo. “Todas as apresentações, bem como a escolha dos músicos e dos grupos musicais, foram cuidadosamente planejadas. Acreditamos que a experiência musical, obtida por meio das Aulas-Espetáculo, marcará para sempre a vivência, não só de nossos alunos, mas também de toda a comunidade local, que poderá desfrutar desse benefício”.
A AAPG, que conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio do Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria de Estado da Cultura, recebe nesta edição o importante patrocínio do Itaú Unibanco. Nas cidades onde serão realizadas as Aulas-Espetáculo, destacamos ainda a parceria com as Prefeituras e Secretarias de Cultura locais.
“Reconhecemos a educação e cultura como os principais fatores que podem contribuir com o desenvolvimento econômico e social do país. Por isso, temos prazer em colaborar com um projeto como este, que está em sintonia com nossas diretrizes e propostas de atuação, especialmente por considerar a formação de crianças e adolescentes”, afirma Ricardo Terenzi, diretor de Relações Institucionais do Itaú Unibanco.
Apresentações:

15 anos comemorados com muita música, números e resultados.


A Associação Amigos do Projeto Guri (AAPG), organização social de cultura desde 2004, atua na gestão do Projeto Guri, por meio de um contrato de gestão com a Secretaria de Estado da Cultura. A missão da AAPG é promover, com excelência, a educação musical e a prática coletiva de música, tendo em vista o desenvolvimento humano de gerações em formação.

O Projeto Guri é o principal projeto da AAPG e existe desde 1995. O Guri é um projeto socioeducativo que oferece continuamente, nos períodos de contra-turno escolar, cursos de iniciação e teoria musical, coral e instrumentos de cordas, madeiras, sopro e percussão. Atualmente o Projeto Guri atende cerca de 40 mil alunos em 301 municípios do Estado de São Paulo. Além do Governo do Estado – seu principal parceiro mantenedor – a AAPG conta com o apoio de prefeituras, organizações sociais, empresas e pessoas físicas.

As empresas que queiram colaborar com a AAPG e contribuir para o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens podem usufruir de leis de incentivo fiscal como a Lei Rouanet e o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD).

Pessoas físicas também podem contribuir com a AAPG e suas doações serão destinadas ao Programa de Bolsas de Estudos do Projeto Guri. Visite nosso site: www.projetoguri.org.br ou entre em contato com Mobilização de Recursos pelo tel. (11) 3874 3357.

Sobre o Itaú Unibanco

Criado a partir da fusão entre os bancos Itaú e Unibanco, anunciada em novembro de 2008 e aprovada pelo Banco Central em 18 de fevereiro de 2009, o Itaú Unibanco é hoje um dos 10 maiores bancos do mundo em valor de mercado. Sua atuação se estende a mais de mil municípios brasileiros, além de agências e escritórios em outros países das Américas, Europa e Ásia. Atualmente se destaca nos mercados brasileiros de cartões de crédito, que lidera por meio das bandeiras Itaucard e Unicard, e é o maior private bank da América Latina.

Desde o anúncio da fusão, o Itaú Unibanco está focado na integração das operações. Atualmente os clientes já compartilham a mesma rede de caixas eletrônicos, composta por cerca de 30 mil pontos de atendimento em todo o país. Além disso, as tarifas de serviços prioritários foram unificadas pelo menor valor e, desde o final de março, os dois bancos passaram a contar com uma única ação negociada no mercado de capitais. Em 29 de abril, foi apresentada a nova política de sustentabilidade, que se seguiu à padronização do código de negociação (ticker) das ações do Itaú Unibanco Holding S.A nas bolsas de Valores de São Paulo e Buenos Aires e das ADRs negociados na Bolsa de Valores de Nova York.

Com 102 mil colaboradores em todo o Brasil, o Itaú Unibanco conta hoje com uma rede de 4,9 mil agências e postos de atendimento bancário e mais de 30,2 mil caixas eletrônicos. Em 2009, a instituição registrou lucro líquido de R$ 10,1 bilhões, com R$ 608,3 bilhões em ativos consolidados e R$ 50,7 bilhões de patrimônio líquido.

No terceiro trimestre, o Itaú Unibanco foi considerado líder do setor no Brasil e na América Latina, de acordo com avaliação da revista The Banker; recebeu da Revista Euromoney o prêmio de “Melhor Banco no Brasil” pela 11ª vez, e foi considerado pelo Guia Exame de Investimentos Pessoais o “Melhor Banco em Gestão de Fundos de Investimento”. O Itaú Private Bank foi apontado pela revista Private Banker International (PBI) como o melhor Banco da América Latina.

Pepsi Música - concurso de bandas de pop rock - abre inscrições em São Paulo

Pepsi Música - concurso de bandas de pop rock - abre inscrições para jovens músicos amadores e estudantes da cidade de São Paulo

Essa é a primeira vez que o concurso acontece na capital paulista. O projeto é sucesso na região Sul do Brasil, desde 2007. A edição deste ano terá como padrinho o cantor Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas Roque Clube e Raimundos, que além de selecionar os semifinalistas e finalistas do concurso será o produtor das bandas vencedoras na gravação e edição de um videoclipe

A partir de 7 de maio (sexta-feira) começam as inscrições para o Pepsi Música. Fruto de uma parceira entre a Pepsi e o Kzuka/Grupo RBS, o projeto é destinado para bandas escolares da cidade de São Paulo e estados de Rio Grande do Sul e Santa Catarina que tenham como estilo musical o pop rock. O objetivo do Pepsi Música é estimular a revelação de novos talentos e tem como prêmios: shows, gravação de CD, videoclipe e apoio de divulgação no início da carreira.

Para participar os integrantes da banda devem ser músicos amadores (50% da banda deve estar matriculada em escola), maiores de 13 anos e menores de 21 anos, completos até o último dia das inscrições em 13 de junho (domingo).

Os interessados devem enviar um vídeo de autoria exclusiva do(s) componente(s) da banda, não podendo ser cover, conter samplings, e quaisquer outros itens que caracterizem plágio. Para mais informações, detalhes do regulamento, preenchimento do cadastro e envio do vídeo deve ser feito pelo site www.pepsimusica.com.br , que estará no ar a partir do dia 7 de maio (sexta-feira).

Essa é a quarta edição do Pepsi Música e a edição 2010 está dividida em duas regiões: Projeto São Paulo (podem participar somente as escolas públicas e privadas da capital paulista) e Projeto Rio Grande do Sul/Santa Catarina (podem participar escolas públicas e privadas de todas as cidades dos dois estados).

Em edições anteriores, além dos prêmios recebidos o Pepsi Música proporcionou aos jovens estudantes a possibilidade de dividirem o palco com grupos conhecidos como o Black Eyed Peas, O Rappa e a cantora Pitty. "O Pepsi Música oferece a essas bandas amadoras a oportunidade de ter os seus trabalhos reconhecidos e analisados por profissionais do meio musical, além da experiência de gravar em estúdio, dividir o palco com artistas renomados e gravar um álbum. O Pepsi Música pode ser o início de uma carreira profissional promissora, destaca Luciana Fortuna, Diretora de Marketing PepsiCo - Divi são Bebidas.

O Pepsi Música é constituído de três fases: classificatória, eliminatória e final. Na fase classificatória todos os vídeos inscritos passarão por um processo seletivo e análise de Tico Santa Cruz. Dez bandas da cidade de São Paulo e outras dez bandas incluindo os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão classificadas para a próxima etapa

Nas eliminatórias todas as vinte bandas selecionadas para essa fase semifinal participarão de uma gravação musical em estúdio. Tico Santa Cruz indicará cinco grupos de São Paulo e mais cinco do Rio Grande do Sul/Santa Catarina para irem direto para a final. As outras cinco bandas de cada seletiva participarão de uma votação popular realizada pelo site oficial do concurso, que selecionará para final as duas bandas mais votadas de cada região para se juntar as demais finalistas.

Na fase final todas as bandas classificadas participarão de um show, entre os meses de setembro e outubro de 2010, em local e data a ser definido. O resultado será divulgado nesse evento ao término das apresentações.

As bandas vencedoras do Projeto São Paulo e do Projeto Rio Grande do Sul/Santa Catarina serão premiadas cada uma delas com:

• gravação e edição de 1 videoclipe;
• 15 horas em estúdio profissional com assessoria de produção de Tico Santa Cruz
• 1.000 cd's prensados
• abertura de um show de uma banda nacional, no Pepsi On Stage

Sobre o Pepsi Música
Diversão e comprometimento. Estas são as palavras do projeto Pepsi Música, que nasceu em 2007 em Porto Alegre. O concurso de jovens bandas tem como foco em 2010 os estudantes de 13 e 21 anos da cidade de São Paulo e dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O projeto é uma parceria entre a Pepsi e o Kzuka, a primeira edição se restringiu aos colégios de Porto Alegre e região. Em 2008, os organizadores ampliaram a cobertura para todo o estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em 2010, o projeto chega a cidade de São Paulo. Mais do que entretenimento, o Pepsi Música estimula a revelação de novos t alentos e tem como prêmios shows, gravação de CD e apoio de divulgação no início da carreira.

2007 - participação de bandas dos colégios da cidade de Porto Alegre e região
Após as eliminatórias realizadas nos colégios e julgadas por músicos gaúchos e comunicadores da Rádio Atlântida, foram mais de 55 mil votos em 5 dias para a escolha da banda vencedora. A banda vencedora do concurso dividiu o palco do Pepsi On Stage com a banda internacional The Black Eyed Peas, além de ganhar R$ 5 mil em instrumentos musicais.

2008 - participação de bandas de colégios dos estados de Rio Grande do Sul e Santa Catarina
As eliminatórias também ocorreram dentro dos colégios, atingindo mais de 40 mil jovens gaúchos e catarinenses. As quatro bandas finalistas do Rio Grande do Sul e as quatro de Santa Catarina foram a júri popular por meio de votações online. Mais de 1,5 milhão de votos pela internet determinaram a banda vencedora que ganhou a gravação de um CD demo e teve a oportunidade de se apresentar no Pepsi On Stage ao lado de uma das bandas mais conceituadas do cenário nacional: O Rappa.

2009 - participação de bandas de colégios dos estados de Rio Grande do Sul e Santa Catarina
Nesse ano um time de profissionais renomados da música do sul do país apadrinharam o projeto: Fred Endres (produtor, Dj e guitarrista da banda Comunidade Ninjitsu), Lelê (produtor de bandas locais como Fresno e Cachorro Grande) e Gonzaga (divulgador). Esses padrinhos escolheram as quatro finalistas do concurso. A 5ª banda finalista foi decidida por voto popular, através de 100 mil votos únicos. Além disso, os vídeos postados obtiveram visibilidade nacional, através do site you tube (atingiram a marca dos 100 vídeos mais vistos no site). A banda Jack Off, de Florianópolis, foi a grande vencedora, e levou para a casa os seguintes prêmios: gravação de 3 músicas em estúdio profissional, assessoria de divulgação local, 1.000 cd's prensados e abriu o show da Pitty no palco do Pepsi On Stage.

PepsiCo no Brasil
A Divisão de Bebidas da PepsiCo está presente no Brasil desde 1953 com a marca Pepsi-Cola. A PepsiCo é a quinta maior empresa do segmento de bebidas e alimentos do mundo. Maior mercado na América do Sul, o Brasil vem se mostrando para a Pepsi-Cola mundial um amplo campo para crescimento em longo prazo. Grande parte deste aumento é resultado da expansão da distribuição da Pepsi, hoje realizada por meio da rede da AmBev

Sobre a PepsiCo
A PepsiCo foi fundada em 1898 nos Estados Unidos e atualmente é uma das maiores companhias de alimentos e bebidas do mundo com faturamento em 2008 de US$ 43 bilhões. A companhia emprega mundialmente aproximadamente 200.000 funcionários e seus produtos são comercializados em mais de 200 países. No Brasil, a companhia tem feito parte da vida e do dia-a-dia dos brasileiros desde 1953 através de marcas preferidas e líderes de mercado como Elma Chips e Lucky (snacks), Quaker (cereais), Toddy e Toddynho (achocolatados), Coqueiro (pescados), Gatorade e Propel (bebidas esportivas), Lipton (chá pronto), Frutzzz, H2OH! e Pepsi-Cola (bebidas com gás) e Kero Coco e Trop Coco (água de coco). A PepsiCo conta com 14 plantas estrategicamente localizadas por todo o território nacional e 9 mil funcionários, além de quase 100 filiais de vendas de onde são distribuídos produtos inovadores que lideram a preferência dos consumidores e estão presentes no café da manhã, no almoço, no lanche e no jantar de milhões de brasileiros.
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Sobre o Kzuka
O Kzuka (www.kzuka.com.br) é uma empresa do Grupo RBS, voltada à solução em comunicação e relacionamento com o público jovem, que atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Por meio de uma plataforma multimídia e da criação e execução de ações no media, consegue envolver de maneira completa e efetiva a marca do cliente com o seu target. Em 2010, o Kzuka completa dez anos.

Prefeitura de São Sebastião promove concurso de bandas neste final de semana

A Prefeitura de São Sebastião promove neste final de semana, na Rua da Praia, o 1º Confaban (Concurso de Fanfarras e Bandas), a ser realizado no sábado 15/05, às 16h e no domingo, a partir das 9h.

O evento, realizado pela Sectur (Secretaria de Cultura e Turismo), reunirá na Rua da Praia fanfarras simples, fanfarras com uma válvula e bandas marciais.
Entre as concorrentes ao título a se apresentarem no primeiro dia estão as fanfarras das escolas estaduais "Padre Chico" de Lagoinha, "Vicente Leporace" e da Obra Social Dom Bosco, ambos de São Paulo, "Professor Cid Boucault" de Mogi das Cruzes, "Professora Maria Tereza de Souza" de Caraguatatuba, "Sudário Ferreira" de Franca e a Interescolar de Ipaussu, além das fanfarras municipais de Ferraz de Vasconcelos, de Potim e de Araçatuba.
A fanfarra marcial "Walter Weiszflog" de Caieiras, a fanfarra simples "Ângelo do Esmeraldo" de São Vicente e do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Sul de Minas - Campos Muzambibho, de Muzambinho (MG), também se apresentarão no sábado 15, além das fanfarras "Professora Maria Tereza de Souza", de Caraguatatuba e da EE "Sudário de Ferreira", de Franca.
A previsão para a apresentação dessas 13 corporações é de seis horas, aproximadamente.
Entre as corporações a disputarem o Confaban no domingo 16, estão as fanfarras da escola estadual "Professor Alberto Salotti" e do Colégio "Albert Einstein" ambas de São Paulo, a fanfarra municipal de Atibaia, as bandas marciais "Fundação Lia Maria Aguiar" de Campos do Jordão, "Alexandre Giuliano Gallo" de Bariri, "Sônia Maria" de São José dos Campos, "Show Sea Drum Corps", também de Campos do Jordão, "Júlio Dinis" de Guaianases e "Sônia Araújo" de Goiânia (GO).
As bandas marciais municipais de Itapevi, de Ilha Solteira, de Sapucaí-Mirim e de Atibaia, no mesmo dia, também disputarão o pódio ao lado da banda marcial de Birigui, da orquestra de metais & percussão "Instituto Eduardo Stella", de São Paulo, capital e da Corporação Musical da EE "Yolanda Ascêncio" de São Caetano do Sul, além da banda municipal de Bragança Paulista e corporação musical de São Vicente.
A apresentação das 18 corporações está estimada em sete horas e meia.

Maestrina Muriel Waldman - Paixão por música clássica

De um total de 131 maestros contemporâneos listados na Wikipedia, apenas 4 são mulheres e dentre elas se destaca a egípcia Muriel Waldman

Antigamente a escolha da profissão era realizada pela família, dentro de um contexto tradicionalista e mesmo assim a maestrina não abdicou do seu sonho e de sua vocação


Membro de uma lista que inclui Chiquinha Gonzaga como a primeira mulher a reger uma orquestra no país, a maestrina, física, professora e pianista Muriel Waldman destaca-se por ter mudado de profissão depois de permanecer durante 15 anos como professora de física em escolas particulares.
Formou-se regente pela Faculdade Santa Marcelina e obtendo posteriormente o título de mestre em musicologia e práticas interpretativas pela ECA/USP. Foi regente da Banda Juvenil do Estado de São Paulo, da Orquestra de Câmara Paulista, da Orquestra Filarmonia e do coro e orquestra da Sociedade Pro Musica Sacra de São Paulo. Foi também criadora do Coral Renascença da Universidade Livre de Música Tom Jobim de São Paulo, onde atua como professora.
Fez também curso de análise e regência das cantatas de Johann Sebastian Bach na International BachAkademie em Stuttgart, na Alemanha, sob orientação de Helmut Rilling. Foi também aluna de Roberto Farias, Aylton Escobar, Lutero Rodrigues, Eleazar de Carvalho, Ernani Aguiar e Naomi Munakata.
Como compositora, foi aluna de Osvaldo Lacerda e Almeida Prado, tendo recebido em 1982 o Troféu Bach.

Um caminho difícil porém glorioso e muito gratificante

De origem Egípcia, filha única, o pai francês e a mãe italiana, hoje com 65 anos, a maestrina mantém acesa a magia e o encantamento pelas notas musicais que tanto a emocionaram quando aos cinco anos, ouviu pela primeira vez a ópera Aída em Alexandria no Egito.
Desde então a música nunca mais deixou de fazer parte de sua vida. Quando tinha dez anos, a família fugiu do Egito e refugiou-se no Brasil, país que os acolheu e onde puderam construir uma nova vida.
Preocupados com o futuro de Muriel e sua fascinação pela música, seus pais insistiram para que ela tivesse uma formação na área científica, pois na época mulheres regentes simplesmente não existiam. Sempre determinada, casou-se, teve dois filhos, formou-se em física e seguiu o seu sonho.
Em 1986 regeu pela primeira vez uma orquestra, durante um festival, um momento sublime em sua vida.
Atualmente, Muriel Waldman é regente dos coros Vox Aeterna, dedicado exclusivamente à música sacra, e Canticorum Jubilum, com repertório erudito sacro e profano, bem como da Orquestra de Cordas Laetare.
Em 2008 criou o projeto “Quem tem medo de música clássica” que levou a orquestra jovem de cordas a se apresentar em escolas públicas do Estado de São Paulo, em parceria com a Secretaria de Cultura.
A maestrina sentia falta do público jovem nas salas de concerto e ficou preocupada, pois se os jovens não participam dos concertos hoje, certamente quando adultos também não frequentarão e nem tão pouco seus filhos. Por isso decidiu fazer o caminho inverso, levar a música ao alcance dos jovens que estão distantes das salas de concertos, em escolas de preferência distantes, com apresentações descontraídas e repertório composto de músicas dos estilos Barroco, Clássico, Romântico, Moderno e Contemporâneo, com obras de Vivaldi, Mozart, Mendelssohn, Mascagni, Tchaikovsky, Britten, Farkas, Janacek, Ernani Aguiar e Guerra Peixe.
Apesar da falta de patrocínio atual, já foram contempladas mais de 14 escolas na Grande São Paulo com aproximadamente 3 mil alunos, familiares e professores emocionados pelas apresentações que misturam música e cultura.
Para Muriel “as maestrinas brasileiras ainda tem um longo caminho a percorrer, mas o mais importante nesta profissão é a intuição, a sensibilidade, o senso de organização e a paixão música clássica”.
E conclui, “quando estou regendo a magia acontece, alguma coisa flui e quando sinto o silêncio do público tenho a certeza de que estão todos – eu, músicos e público – em uma sintonia perfeita compartilhando de uma mesma emoção. Este é o meu objetivo: emocionar”.

Informações gerais sobre a orquestra e os coros:
www.laetare.com.br e www.voxaeterna.org

DJ ALPISTE NO GOSPEL NIGHT "A FESTA"

No próximo dia 14 de maio, DJ Alpiste participa do "Gospel Night, A Festa", no Rio de Janeiro. Para quem acompanha a agenda do artista em todo o Brasil, dessa vez a balada será no Clube Recreativo Português, localizado no coração da Taquara, em Jacarepaguá. Como já é de costume, o DJ promete relembrar grandes sucessos, como: "Inimigo" e "Quebrada", além de presentear o público carioca com músicas do novo trabalho "Invencível". Quem comparecer ao evento vai poder ver Alpiste em mais uma brilhante performance. É só chegar e conferir!

Serviço:
Gospel Night A Festa – Primeira Edição de 2010
Data: Sexta-Feira - Dia 14 de maio de 2010.
Horário: 22 horas
Local: Clube Recreativo Português de Jacarepaguá

Endereço: Rua Ariapó, 50 – Taquara, Rio de Janeiro - RJ
Ingressos: 1º Lote R$8,00 / 2º Lote R$10,00 / 3º Lote R$12,00 / 4º Lote R$15,00 / Camarote R$ 80,00
Parte da renda do evento será destinada aos Projetos Sociais dos Talentos do Amanhã
Maiores Informações: 21 2471-9072 / 21 7833-6694 / ID8*76156 www.gospelnight.com.br

Revista Soma apresenta nova edição

Publicação gratuita está disponível nos pontos de distribuição e download no site http://www.maissoma.com/


A Soma foi a Belo Horizonte encontrar uma figura mítica da música brasileira: Arnaldo Baptista. Um dos gênios criativos da Tropicália, ao lado dos Mutantes, Baptista saiu da banda nos anos 1970 direto para uma espiral de depressão e loucura – uma trajetória muitas vezes comparada à do ex-Pink Floyd Syd Barret. Após tentar o suicídio em 1982, viveu em reclusão em um sítio em Juiz de Fora com a nova mulher, Lucinha Barbosa. Depois de anos de ostracismo por parte da imprensa e do público, sua importância foi sendo resgatada a partir dos anos 1990. O último grande episódio desse resgate aconteceu no ano passado, com o lançamento do elogiadíssimo documentário Lóki?. No apartamento do casal, o editor Mateus Potumati e o fotógrafo Fernando Martins tiveram acesso total a uma mente peculiar, que recomeçou do zero como um disco rígido formatado depois de um bug quase irreparável.

Outra mente que teve forças para se reinventar – e alçar voos altíssimos – foi a de Jun Matsui, tatuador brasileiro que trabalhou como dekassegui no Japão, descobriu seu talento para a arte e chegou a desenhar corpos de membros da Yakuza. De volta ao Brasil, ele se tornou um dos profissionais mais respeitados do pais, com seu estilo carregado inconfundível e seu ethos de trabalho digno de um monge zen. Por Tiago Moraes.

Se os dois começaram do zero, Eugene Hutz não partiu nem disso. Filho de ciganos, criado na Ucrânia soviética, ele driblou a opressão do regime comunista e o preconceito étnico com um do-it-yourself de causar inveja a qualquer punk de um país capitalista. O líder do Gogol Bordello falou com Matias Maxx sobre gipsy punk, morar no Rio e trabalhar em Hollywood com o peito aberto de quem não se choca nem deslumbra com nada, mas não perde a intensidade de viver.

Thais Beltrame também gosta de virar o mundo do avesso. Seus desenhos delicados e solitários pulsam com uma reflexão obsessiva sobre o papel do artista e sua obrigação de sacudir a zona de conforto – sua e do público. Por Marina Mantovanini.

Possibilidades infinitas a quem vê o mundo a partir da experiência-zero.

E mais:

Shuffle . Tiago Nicolas, o Amauri Jr. indie, troca sua ideia de som com o DJ e produtor Zegon, do N.A.S.A., que trabalhou com meio mundo da música brasileira e internacional.

Alessandra Leão . Bala Que Rasga o Luar . Em turnê do seu segundo disco solo, Dois Cordões, a compositora pernambucana (ex-Comadre Fulozinha, de onde também saiu Karina Buhr) experimenta o esplendor de uma carreira que chamou a atenção de David Byrne e promete ser o próximo grande passo da música pernambucana no Brasil e no mundo. Por Arthur Dantas

Ensaio de Fotos . Retorvisor, por Michel Gomes . Trabalho autoral melancólico e com técnicas variadas de um ótimo novo nome da fotografia brasileira.

Entre (Outros) . Nesta edição, trabalhos de Raquel Schembri, Hermes!, Alex Vieira, Binho Martins e Tuila Barbosa. Patrocínio cultural Nike Sportswear.

Nekro . Veneno Remédio . No comando do Boom Boom Kid, o argentino Nekro é provavelmente o maior nome do harcore latino-americano em todos os tempos. Suas vendas de discos chegaram perto dos milhões e ele chegou até a inspirar um personagem de novela. Com uma entrega no palco parecida com a de um Iggy Pop, ele une emoções íntimas a temas políticos radicais. Por Arthur Dantas.

Rincón Sapiência . ÁfricaZonaLesteBrasil . A cena hip-hop de São Paulo vive um momento incrível, e Rincón Sapiência é a prova mais recente disso. Aos 21 anos e prestes a lançar o primeiro disco, o MC da Zona Leste mistura bom humor e batidas de reggae para falar da realidade de São Paulo com um olhar inédito, que lembra o de um Lupe Fiasco. Por André Maleronka.

Mariana Abasolo . Fé No Mistério . Prestes a estrear sua segunda individual, no Espaço +Soma, a artista paulistana falou com Marina Mantovanini sobre desenho, colagens, pirataria e com uma obsessão sua: acabar com a ideia de que cultura é artigo de luxo.

Blitz The Ambassador . Boombox Suicida . Uma das grandes novidades no hip-hop internacional em 2009, o rapper natural de Gana unificou o rap com suas raízes africanas no elogiado disco de estreia Stereotype. Ele falou sobre seu “afrotronic hop”, que ganhou gente como Nas e Big Daddy Kane, com Daniel Tamenpi.

Diego de Moraes . Anjo Exterminado . Com uma qualidade de composição que remonta ao melhor de Jards Macalé, Tom Zé e Walter Franco, o goiano Diego de Moraes é o ponta-de-lança da novíssima música brasileira. Fenômeno nos festivais independentes pelo interior do Brasil, ele falou com Hígor Coutinho sobre Stooges, Maiakóvski, Bob Dylan, White Stripes, Roberto de Campos e Lula Côrtes com a naturalidade de quem, aos 22 anos, já tem experiência de sobra.

Quem Soma . Baixo Ribeiro . Em entrevista a Mateus Potumati, Ribeiro explica porque o papel do artista é objeto principal do trabalho da Choque Cultural, que, antes de ser uma galeria, leva a ferro e a fogo uma missão educativa inédita no Brasil.

Seleta . Especial Cleptomania . Em sua cruzada incansável pelas coleções mais originais do Brasil, Mentalozzz fala com um colecionador de copos roubados (que, por motivos óbvios, não quis revelar sua identidade) para abordar esse assunto tão controverso no mundo do colecionismo. Desta vez, ele conta ainda com uma ajuda de peso: o psicólogo Jacob Pinheiro Goldberg.

Quadrinhos . Nik Neves explora a relação entre tempo e dinheiro em uma HQ que remete a Chris Ware. Rafael Sica publica a terceira história de sua série inédita e perturbadora para a +Soma. Gabriel Góes, da revista Samba, explora o instinto animal em “Cavalos, Camelos e Cachorros”.
Obras Primas . Na nova coluna da revista, Pedro Pinhel faz um back-to-back com dois discos aparentados. Nesta edição, ele explora as relações entre a pérola soul Curtis (1970) e o icônico disco de rap Kurtis Blow (1980).

Reviews . Discos . Discos . Salve Jorge!, caixa de Jorge Ben, Rock Rocket EP (Rock Rocket), The Convoy Tour – The 25 Years of the Ex (The Ex), Sobre Todas e Qualquer Coisa (M. Takara 3), por Arthur Dantas. Grey Oceans (Cocorosie) e Plano de Fuga Pra Cima dos Outros e de Mim (Letuce), por Marina Mantovanini. New Amerykah Part 2 – Return of the Ankh (Erykah Badu), Plastic Beach (Gorillaz) e A Sufi and a Killer (Gonjasufi), por Daniel Tamenpi. Snakes For The Divine (High on Fire), por Mateus Potumati. Filme . Distrito 9 (Neill Blomkamp), por Mateus Potumati.

Serviço
Revista +Soma #017 (maio/junho 2010)
Realização Kultur Studio
108 páginas . colorida . Papel couchê fosco 115g Miolo / 230g Capa
Anunciantes: Nike Sportswear, Volcom, Converse, Element, MCD, Nixon, Pintar.
Distribuição Gratuita (58 pontos em 11 cidades, veja em www.maissoma.com/info) . 10 mil exemplares
Também em PDF no site www.maissoma.com

Yamaha Musical promete agitar a Expo CIEE

Quem gosta de musica vai ter uma grande surpresa nessa nova edição da Expo CIEE. Durante três dias – entre os dias 14 a 16 de maio - será possível conhecer os principais lançamentos de instrumentos musicais no Brasil.

Em sua 13ª edição, a Feira do Estudante promovida pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) contará com inúmeros expositores e atividades voltadas para os jovens. Ciente de como a música pode auxiliar o processo de integração e educação dentro da sociedade, a Yamaha Musical estará presente com um stand de 300m² no qual será promovida uma mostra geral de instrumentos.

Nele é possível experimentar todos os equipamentos e ter o gostinho de tocar sua musica favorita em instrumentos de ponta com padrões internacionalmente conhecidos.

Serviço
13ª Feira do Estudante – CIEE
De 14 à 16 de Maio
Das 10h00 às 20h00
Pavilhão da Bienal do Ibirapuera
São Paulo – SP
Av. Pedro Álvares Cabral S/N
Fone: 5576-7600

Confirmados shows do Green Day no Brasil


Doze anos após sua última passagem pelo Brasil, o Green Day, um dos principias expoentes do gênero punk rock no mundo, estará de volta ao Brasil: em outubro eles trazem para o país sua nova turnê, que será vista em shows em Porto Alegre (13 de outubro), Rio de Janeiro (15 de outubro – HSBC Arena), Brasília (17 de outubro) e São Paulo (20 de outubro – Arena Anhembi).

Com 20 anos de carreira, o Green Day já vendeu cerca de 25 milhões de discos em todo o mundo e ganhou quatro prêmios Grammys. Formada pelo vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong, pelo baixista Mike Dirnt e pelo baterista Tre Cool, já lançaram 10 albuns – o último deles 21st Century Breakdown, chegou às lojas em maio do ano passado, e já na primeira semana ocupou o topo da lista dos mais vendidos da revista Billboard. Este foi o primeiro disco lançado pela banda desde American Idiot, de 2004, que ganhou dois prêmios Grammys e emplacou cinco singles.

Com o novo album, o Green Day provou que está mais adorado que nunca: o CD teve uma recepção positiva da crítica e ficou em primeiro lugar nas paradas em quatorze países diferentes, atingindo ouro ou platina rapidamente em todos eles. O desempenho de 21st Century Breakdown nas paradas é o melhor atingido pelo Green Day em toda a sua carreira, já com cinco singles ("Know Your Enemy", "21 Guns", "East Jesus Nowhere", "21st Century Breakdown" e “Last Of The American Girls”), uma canção na trilha do filme “Transformers”, o Grammy de melhor album de rock e três estatuetas no último MTV Video Music Awards.

Desde o começo do ano a banda já está com o pé na estrada. Durante os meses de maio, junho e julho eles farão várias apresentações pela Europa e, em agosto e setembro, o espetáculo será visto pelos norteamericanos e canadenses. Em outubro, finalmente, o Brasil está na rota. Preparem-se.

Site: www.greenday.com

Realização: http://www.mondoentretenimento.com.br/

Assista o Vídeo:



SERVIÇO:
GREEN DAY – SÃO PAULO
Início das vendas: 25 de maio
Abertura dos portões: 16h
Horário do show: 22h
Classificação: 14 anos
Preço dos ingressos:
Pista premium
R$ 250 (inteira)
R$ 125 (meia)
Pista
R$ 180 (inteira)
R$ 90 (meia)
BILHETERIA OFICIAL (SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA):
MorumbiShopping – Estacionamento Piso G1
Horário de Funcionamento:
De segunda a sábado das 12h00 às 20h00
Domingos e feriados das 14h00 às 20h00

Formas de pagamento:
dinheiro, cartões de crédito VISA, Mastercard e American Express, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.
PONTOS DE VENDA (COM TAXA DE CONVENIÊNCIA):
Shopping Anália Franco
Rua Regente Feijó, 1739 – Piso Orquídeas
Horário de funcionamento:
De segunda a sábado das 12h00 às 20h00
Domingos e feriados das 14h00 às 20h00
Central de Turismo Express (Shopping Santana Park - Piso Térreo)
Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 - Santana - - São Paulo-SP
Horário de funcionamento:
De segunda a sábado das 10h00 às 22h00.
Domingo e feriados das 14h00 às 20h00.

Central de Turismo Express (Localizado no Bar Brahma)
Avenida São João, 677 - Centro - São Paulo - São Paulo-SP
Horário de funcionamento:
De segunda a sexta das 9h00 às 21h00.
Sábado, domingo e feriados das 9h00 às 19h00.

* SITE: www.livepass.com.br

Formas de pagamento: todos os cartões de crédito.

* CALL CENTER: 4003 1527 (custo de ligação local)

Horário de Funcionamento: das 9h00 às 21h00 de segunda-feira a sábado.
Formas de pagamento: todos os cartões de crédito.

*os ingressos adquiridos pelo site e call center são acrescidos de taxa de conveniência de 15% (quinze por cento) sobre o valor do ingresso e taxa de entrega por compra, conforme a região de entrega.



GREEN DAY – RIO DE JANEIRO


Início das vendas: 29/05

Abertura dos Portões: 18h
Horário do Show: 22h30
Classificação: 14 anos
Preço dos ingressos:
Desconto HSBC: 10%, somente em ingressos inteira

Pista Premium
R$ 300 (inteira)
R$ 150 (meia)

Pista
R$ 180 (inteira)
R$ 90 (meia)

Nivel 1
R$ 200 (inteira)
R$ 100 (meia)

Arquibancada
R$ 100 (inteira)
R$ 50 (meia)

Suites
R$ 300 (inteira)
R$ 150 (meia)
BILHETERIA OFICIAL (SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA):

HSBC Arena – Av.Embaixador Aberlado Bueno, 3401
Horário de Funcionamento: das 10h00 às 18h00 todos os dias
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito VISA, Mastercard e American Expresss, cartões de débito VISA Eletron e Redeshop/Maestro.

* SITE: www.livepass.com.br

Formas de pagamento: todos os cartões de crédito.

* CALL CENTER: 4003 1527 (custo de ligação local)

Horário de Funcionamento: das 9h00 às 21h00 de segunda-feira a sábado.
Formas de pagamento: todos os cartões de crédito.

*os ingressos adquiridos pelo site e call center são acrescidos de taxa de conveniência de 15% (quinze por cento) sobre o valor do ingresso e taxa de entrega por compra, conforme a região de entrega.

“Histórias das minhas canções”, do compositor Paulo César Pinheiro

O COMPOSITOR DE MAIS DE 2000 MÚSICAS E 150 PARCERIAS DESCREVE PERSONAGENS, FATOS E CENÁRIOS DE SUAS CANÇÕES MAIS SIGNIFICATIVAS

Chega às livrarias em maio, editado pela LeYa, “Histórias das minhas canções”, do compositor Paulo César Pinheiro. O autor selecionou 65 canções, em meio à sua vastíssima produção, para revelar histórias guardadas além das letras e das melodias. Juntas, elas compõem a linha mestra da obra de Paulo César e ilustram também importantes páginas da história da música popular brasileira.

Paulo César Pinheiro, compositor prolífico, de mais de 1000 músicas gravadas num universo de 2000 compostas, possui uma trajetória peculiar. Sua gama de parceiros vai de Pixinguinha a Lenine, passando por João Nogueira, Baden Powell, Joyce, Tom Jobim, D. Ivone Lara - para citar poucos. Ao longo de mais de 40 anos de carreira – iniciada profissionalmente com a gravação de “Lapinha” por Elis Regina, em 1968 – conviveu com outros grandes nomes da MPB, intérpretes, arranjadores, músicos, poetas. Participou dos populares festivais de música da década de 60; acompanhou o surgimento da bossa nova, a evolução das escolas de samba, a censura sistemática à música e o esforço, também constante e intenso, para superá-la.

Faz parte dessa época, por exemplo, a canção “Pesadelo”, feita com a intenção de ser um protesto explícito, já que Paulo César estava cansado das metáforas compulsórias. O grupo MPB-4 adorou a canção, mas tinha certeza de que não passaria pela censura. Se passasse, gravariam, foi a aposta que fizeram- e que Pinheiro ganhou, usando uma ardilosa artimanha, narrada em detalhes no livro.

Numa linguagem informal, como se batesse um papo com o leitor numa mesa de bar, Pinheiro vai desfiando deliciosas histórias que envolvem algumas de suas músicas mais conhecidas. “Tô voltando”, por exemplo, sucesso na voz de Simone, nasceu de um telefonema do parceiro, o músico Maurício Tapajós, que após meses de turnê pelo país dizia-se cansado; só lhe consolava pensar que estava voltando. A frase permaneceu martelando na cabeça de Pinheiro e, com a volta de Tapajós, virou canção. Que tempos depois, se tornaria um hino da anistia e do retorno dos exilados políticos ao Brasil – para orgulho do autor, mesmo não tendo sido esta a inspiração inicial. Aliás, são várias as situações narradas em que as músicas tomam rumos inesperados: numa viagem à Cuba, por exemplo, o autor ouviu e acompanhou anonimamente, numa espécie de luau, uma versão em espanhol de “Vou deitar e rolar” (também conhecida por “Quaquaraquaquá”, imortalizada na voz de Elis Regina).

Generoso, o poeta compartilha intimidades da criação e as idiossincrasias do compositor – que não gosta de fazer parceria com quem não conhece, por exemplo. Descreve as muitas formas pelas quais os caprichosos deuses da música se expressam - e essa variedade de manifestações, contadas em minúcias, consiste em mais uma qualidade do livro. Nele, o leitor acompanhará detalhes sobre a canção que demorou 20 anos para ser concluída; a que surgiu na mente quase inteira (como se fora uma mensagem recebida misteriosamente), canções que foram fruto de desafios; outras feitas durante longos períodos - em um trabalho semelhante à carpintaria das letras, da descoberta da melodia por trás das palavras e vice versa.

A motivação para compor vem das mais diversas situações: desde atender ao desejo da estrela da MPB que quer mostrar sua virtuose a uma iniciante (“Cai dentro”), até celebrar a recuperação do amigo, depois de meses de sofrimento por causa de uma separação (“Refém da solidão”). “Portela na avenida” foi a resposta ao pedido da portelense Clara Nunes, sua mulher na época, que queria exaltar a escola. Pinheiro impôs-se o desafio de fazer algo no mínimo à altura de “Foi um rio que passou em minha vida”, de Paulinho da Viola. Tentou durante algum tempo, mas foi preciso desistir para poder perceber finalmente a imagem que dispararia sua inspiração. Também para Clara, após sua morte e instigado pelo amigo e parceiro João Nogueira, Paulo César compôs “Um ser de luz” - que nunca conseguiu cantar.

Outra característica interessante na carreira de Paulo César Pinheiro é o fato de ter transitado entre diferentes gêneros, movimentos e grupos, sem nunca ter se fixado exclusivamente em um deles. Assim, mesmo identificado com o samba em grande medida, surge vigoroso afirmando: “Eu sou mameluco/sou de Casa Forte/sou de Pernambuco/eu sou o Leão do Norte”, os versos que fez para o amigo e parceiro Lenine.

“Histórias das minhas canções” começa com “Viagem”, parceria com João de Aquino feita aos 14 anos - entre um jogo de bola de gude e o olhar de censura do pai. A narrativa, no entanto, não segue uma ordem cronológica, mas afetiva. Assim, o leitor navega em diferentes épocas da música e da cultura brasileira; passeiam pelas páginas do livro figuras ilustres e variadas como Carlos Drummond de Andrade, Dorival Caymmi, Tom Jobim, Aldir Blanc, Mauro Duarte, Sivuca. Uma viagem completa e emocionante pelos últimos 40 anos de história da MPB.


Ficha Técnica
Título: Histórias das minhas canções / 65 canções
Autor: Paulo César Pinheiro
Formato: 16X23 com
Brochura
Nº de páginas: 256
Preço: 44,90


Sobre o autor
Paulo César Pinheiro é poeta, cantor e compositor, autor de dez livros de poesia, três romances – o último deles, “Pontal do Pilar”, editado pela LeYa. Gravou dez discos, compôs dois musicais. Ganhou um prêmio Grammy pela canção “Saudade de amar”, em parceria com Dori Caymmi, em 2002; recebeu no ano seguinte o prêmio Shell pelo conjunto da obra.

Sobre a LeYa
A LeYa nasceu em Portugal, em janeiro de 2008, como empresa holding na qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras nacionais e duas das mais bem-sucedidas editoras africanas. Compõem a LeYa as seguintes editoras: ASA, Caderno, Caminho, Casa das Letras, Dom Quixote, Estrela Polar, Gailivro, Livros d'Hoje, Lua de Papel, Ndjira (Moçambique), Nova Gaia, Nzila (Angola), Oceanos, Oficina do Livro, Quinta Essência, Sebenta, Teorema e Texto. A força destas marcas e a qualidade do que produzem, aliadas aos objetivos ambiciosos e à dinâmica de grupo, fazem da LeYa uma empresa forte e coesa nos seus objetivos gerais e diversa nos seus programas editoriais.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Virada Cultural promete incrementar ainda mais o turismo em São Paulo

Observatório do Turismo espera cerca de 330 mil pessoas de fora da cidade durante o evento e retorno com turismo de R$ 115,5 milhões;

SPTuris fará roteiro especial do Turismetrô.

Maior evento na América Latina com centenas de atrações gratuitas acontecendo simultaneamente e durante 24 horas ininterruptas, a já consagrada Virada Cultural se transformou em um ícone paulistano, reunindo milhões de pessoas - paulistanos e turistas - atraídos pela diversidade e qualidade das atividades oferecidas.

Realizado pela Prefeitura de São Paulo por meio de sua Secretaria de Cultura e que conta com parceria da São Paulo Turismo (SPTuris), Secretaria de Cultura do Estado e Sesc-SP, o evento já entrou definitivamente para o calendário turístico da capital paulista e reforça a vocação moderna e vanguardista da cidade que, além dos negócios e eventos, possui uma ampla oferta cultural, aliada a uma gama de equipamentos voltados ao entretenimento - sem igual na América Latina.

A Virada terá centenas de artistas e uma infinidade de atrações entre os dias 15 e 16 de maio. O melhor da cultura brasileira representada por vários estilos de música, dança, teatro, performances acrobáticas e circenses, intervenções urbanas, exposições, instalações e muito mais. E, entre as atrações internacionais estão os cubanos Barbarito Torres e Ignácio Mazacotte (Buena Vista Social Club), as bandas de Janis Joplin e Frank Zappa, além de Booker T. e Living Colour. A programação completa está em www.viradacultural.org

De acordo com as estimativas do Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo (núcleo de estudos e pesquisas da São Paulo Turismo) - que se baseou em levantamentos oficiais realizados nas cinco últimas edições - este ano a Virada deverá atrair para a capital paulista cerca de 330 mil visitantes, a maioria deles proveniente do interior do Estado. Esse número representa um aumento de 10% em relação a 2009.

O evento, que está cada vez mais consagrado no Brasil e até mesmo em outros países - inclusive pautando o noticiário internacional - a Virada deve movimentar em São Paulo em cerca de R$ 115,5 milhões somente com o turismo este ano, número que coloca o evento como um dos mais relevantes da capital paulista para a atividade turística.

"A Virada Cultural é um dos mais importantes eventos da cidade por várias razões. Além de ser a grande festa da cultura e que leva as pessoas a tomarem a cidade como sua, principalmente o Centro, celebra nossas economias criativas e nossos talentos e mostra que São Paulo é diversidade e vanguarda. Não é à toa que foi sucesso desde sua primeira edição e, a cada ano, atrai mais e mais turistas vindos de toda parte do país e até mesmo do exterior", afirma Caio Luiz de Carvalho, presidente SPTuris, empresa municipal de promoção turística e eventos que é responsável ainda pela infraestrutura da Virada.

Turismetrô Especial da Virada Cultural

O programa de roteiros da SPTuris em parceria com o Metrô, o Turismetrô, terá um roteiro especial para a Virada Cultural, além dos seis outros trajetos regulares. Sucesso em edições anteriores, essa já é a terceira vez que o roteiro especial é promovido pela empresa.

O percurso, único que é noturno, passará por algumas atrações do evento e, como de costume, será acompanhado por um guia especializado que narra parte da história da cidade, além de uma intervenção artística, na Praça do Patriarca.

O roteiro terá saída somente no sábado, dia 15, em três horários: às 18h, às 20h e às 22h. Como em todos os roteiros fixos, é necessário adquirir os bilhetes no balcão do Turismetrô, que fica da Estação Sé, de onde partem os passeios. Para este roteiro, é necessário apenas um bilhete, ou seja, o custo é de R$ 2,65. Os demais roteiros acontecem normalmente no domingo, às 9h (Sé, Paulista e Memorial da América Latina) e às 14h (Sé, Luz e Memorial do Imigrante). Mais informações no site: www.cidadedesaopaulo.com/turismetro.

Trajeto:
* Estação Sé rumo à Estação São Bento de Metrô
* Parada no Largo de São Bento
* Caminhada pela rua São Bento até a Praça Antonio Prado
* Continuidade pela rua São Bento
* Largo do Café até a Praça do Patriarca - intervenção artística (cena do gari)
* Saída na rua Anchieta
* Pateo do Collegio
* Retorno à Estação Sé.

Serviço: Turismetrô - Especial Virada Cultural
Data: sábado, 15 de maio de 2010.
Horários: das 18h às 19h40; das 20h às 21h40; das 22h às 23h40.
Máximo de 2 grupos de 25 participantes cada, por horário de saída.
Bilhetes de metrô necessários: 1.
Onde adquirir: Estação Sé do Metrô - Balcão Turismetrô

Veja algumas atrações da Virada durante o percurso do Turismetrô Virada Cultural:

Praça da Sé
Pista Sé
18h - João Fonseca
20h - Jonas Rosio
22h - Gui Milani
Catedral da Sé
Acompanhados do músico Zé Nigro, o Laborg criou a apresentação "Hermes". Inspirados pelos textos atribuídos a Hermes Trimegistus, em especial a Tábua Esmeraldina (ou Tábua de Esmeralda), o Laborg volta a discutir as relações do mundo macroscópico com o microscópico, em suas texturas, formas e comportamentos. Relacionando imagens de vídeos e filmes em domínio público com imagens geradas pelo Laborg ao vivo, "Hermes" explora algumas das leis propostas na Tábua Esmeraldina. Às 18h.

Largo de São Bento
O palco é do Urban Trash Art (UTA), onde o espaço dos artistas é a rua. A matéria-prima, o lixo. A fonte de inspiração, o improviso. "Ocupação de espaços públicos, arte efêmera e que sai do lixo, recriação do que está reinutilizável", como definem os artistas Pado e Rodrigo Machado, que criaram projeto UTA: apropriam-se do lixo urbano para fazer arte.

Pateo do Collegio
Palco do Eu Sozinho
19h -Nô Stopa
20h30 - Edvaldo Santana
22h -Swami Jr.
23h30 -Tião Carvalho
Visual Farm
Munidos de um acervo histórico de pinturas e gravuras realizadas por artistas entre os séculos 16 e 19, a Visual Farm desenvolve um novo espetáculo de projeções para a Virada 2010. O local escolhido é simbólico: o Pátio do Colégio, marco zero da capital. Utilizando uma técnica conhecida como pintura de luz, a Visual Farm cobre a fachada de 1.000 m² do histórico edifício paulista com projeções monumentais e uma trilha sonora clássica e envolvente. O uso de tecnologia e um estilo de animação não narrativa nos transportam não apenas para o passado, mas também para um futuro em que a arquitetura antiga pode ser transformada através da projeção de imagens, alterando profundamente suas características visuais sem tocar na sua estrutura física. A partir das 18h.

Infraestrutura do evento

A Virada Cultural vem neste ano com uma nova formatação, objetivando principalmente o bem-estar das milhões de pessoas que circulam pelas ruas do centro de São Paulo. A distância entre os palcos será maior, o que dará mais mobilidade e fluidez aos participantes. Entre eles, dezenas de trupes performáticas serão responsáveis pela interação com o público e circularão pelas ruas, farão intervenções em edifícios em trapézios, escadas, viadutos e becos, com apresentações inusitadas e surpreendentes.

E para que o público possa melhor se localizar entre as atrações, serão instalados 80 totens de sinalização em locais estratégicos.

Outra característica importante, que certamente garantirá o conforto da população, serão os bolsões de serviços sanitários. O número de banheiros químicos será de cerca de 1.000 no total e eles ficarão em grandes espaços abertos - como, por exemplo, próximo aos dez grandes palcos - para serem facilmente localizados pelo público e terem sua limpeza facilitada. As equipes de limpeza também ficarão nos bolsões.

Toda a estrutura será de grande porte. A região central da cidade contará com nada menos que 31 espaços especialmente montados para a Virada. Cerca de 2 mil pessoas trabalharão na produção do evento. O público presente contará com nada menos que 800 mil Watts de potência de som e 10 mil KVAs para iluminação.

A segurança e a eficiência do atendimento médico também serão pontos primordiais no evento. Haverá uma base de coordenação, com mapeamento de toda a área da Virada. De lá, profissionais especializados comandarão 200 brigadistas, o deslocamento das 57 ambulâncias e 20 UTIs móveis, e ainda 800 seguranças particulares, prontos para agir a qualquer momento. E também centenas de homens da Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana garantirão a ordem durante a Virada. Postos de Policiamento e três postos médicos estarão localizados em pontos estratégicos para atender o público. Serão ainda utilizados 2.400 metros de grades para isolamento e 500 barricadas.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

VIRADA CULTURAL: O CHORO VOLTA AO CENÁRIO BRASILEIRO COM TRÊS DOS MELHORES BANDOLINISTAS DO MUNDO

Virada Cultural terá “Encontro de Bandolins” com o americano Mark Marshall, a alemã Caterina Lichtenberg e o brasileiro Danilo Brito, que idealizou o espetáculo

Mark Marshall
Pela 1ª vez no Brasil, os três principais bandolinistas do mundo serão destaque em terras tupiniquins no “Encontro dos Bandolins” na Virada Cultural produzido pela Orpheu Music. Os bandolinistas, o brasileiro Danilo Brito, o americano Mark Marshall e a alemã Caterina Lichtenberg apresentarão o que há de melhor no choro com suas habilidades particulares, virtuosismo, criatividade e um repertório atual e sincronismo que os músicos possuem. “Somos amigos e já desenvolvemos vários trabalhos em conjunto, será uma apresentação única e imperdível”, afirma o músico Danilo Brito que idealizou o encontro. O espetáculo será realizado no dia 16 de maio, domingo, na Estação da Luz às 13h em São Paulo.

O evento trará uma jornada musical que apresentará, por meio do tempo e dos estilos, musicas feitas por alguns dos maiores intérpretes do mundo, do século XVII ao contemporâneo, da Europa às Américas, com esses bandolinistas conhecedores da história e mestres em interpretação. Os estilos, alguns dos mais populares e respeitados do mundo, entre a música clássica européia, a música instrumental brasileira contemporânea, choro, o jazz, o bluegrass e a música contemporânea norte-americana.

Cada um vai apresentar obras populares consagradas e produção inédita de seus estilos dominantes.

<< Caterina Lichtenberg toca um bandolim de estilo Europeu (de bojo côncavo) e outro estilo Barroco (de 12 cordas) tocado com a pena de uma ave. Mike Marshall toca um bandolim norte-americano Gibson e Danilo Brito o bandolim brasileiro, inspirado no modelo português. “Embora estes bandolins tenham a mesma afinação, o timbre e a sonoridade são interessantemente peculiares”, acrescenta Brito.

Na segunda parte do concerto, os participantes serão premiados com o encontro de todos os estilos, em que os três intérpretes compartilham seu conhecimento e criatividade no estilo do outro, incluindo algumas músicas escritas e arranjadas especialmente para este espetáculo. “Será uma experiência original que traz ao público a oportunidade de, em um mesmo espetáculo, conhecer culturas de lugares e tempos diferentes, repertório variado e alguns dos mais intensos e virtuosos artistas do mundo, mostrando sua amplitude musical, sua evidente admiração mútua e seu excelente humor”, finaliza o bandolinista.

Sobre Danilo Brito
<< Danilo Brito é um jovem bandolinista com uma carreira prodigiosa de talento e reconhecimento. Aos 19 anos foi nomeado o melhor instrumentista brasileiro pelo júri mais respeitado do Brasil (Prêmio VISA). Com sua interpretação própria, virtuosidade e criatividade musical desde a infância tornou-se um grande conhecedor dos estilos brasileiros, seus intérpretes e compositores. Danilo Brito é dos raros instrumentistas que domina técnica e interpretação e totalmente autodidata. Sua escola é o Choro, gênero musical pai do samba, que combina ritmo, melodia e improviso. Aprendeu música escutando os velhos LPs de seu pai, desde o nascimento e, ainda criança, participando de rodas de choros das tradicionais lojas de música do centro de São Paulo.

Serviço:
Encontro de Bandolins – Virada Cultural
Quando: 16 de maio, domingo, às 13h
Onde: Estação da Luz: Orquestra (Estação da Luz)
Livre para todos os públicos
Informações: http://www.viradacultural.org/

STRÉIA DA BANDA REFÉNS TRAZ UMA BELA SURPRESA AO CENÁRIO MUSICAL BRASILEIRO

Por Felipe Machado*

Que o Brasil é um caldeirão de ritmos, cores e culturas não é novidade para ninguém. O que é novidade é ver – e ouvir – tudo isso reunido em uma única banda, como se a maioria dos estilos musicais brasileiros coubesse em cima do mesmo palco. E, mais interessante ainda, é ver toda essa diversidade musical se misturando para dar origem a um belo disco... de rock.

O primeiro disco dos Reféns é assim. Abre com ‘Futuro Pra Quem’, um som moderno com letra de cunho social e mensagem positiva: Pense no mundo melhor pra você / Faça a vida valer / Pense no dia e em cada manhã / Seja você. As letras, de maneira geral, resgatam a crítica social imortalizada pelo rock dos anos 70. Já em canções como ‘Tente Ser um Homem Bom’, os Reféns abusam dos contratempos e soam como uma banda de roqueiros virtuosos; em outra, como ‘Sem Motivo’, alternam riffs melódicos e guitarras pesadas no melhor estilo das bandas de rock pesado dos anos 90.

Talvez pela formação eclética, talvez pela origem variada de seus integrantes, o CD dos Reféns é um tubo de ensaio onde acontece uma alquimia sonora. O elemento-chave dessa combustão é a vocalista e guitarrista Michelle Abu. Apesar de jovem, a bela roqueira baiana é uma multi-instrumentista que acumula uma experiência impressionante. Sua história começa nos anos 90, em Salvador, tocando violão e percussão com as bandas DendêCumJah e Didá. Pouco depois já era percussionista de Margareth Menezes, um dos nomes mais populares da música baiana. No final de 99, dividiu o palco com o lendário Naná Vasconcelos, um dos maiores percussionistas do mundo. Vieram então turnês internacionais, com o Circo Picolino e com o maestro italiano Aldo Brizzi, além de participações em projetos como o CD/DVD ‘Acústico’, do Ira!, e o Maquinado, de Lúcio Maia, da Nação Zumbi.

Mas por que Michelle trocou as baquetas pela guitarra? “Toco a guitarra de uma forma percussiva, quase como uma extensão da bateria.” É verdade: a guitarra de Michelle é uma usina de ritmo de onde sai um groove poderoso, diferente da maioria dos guitarristas de rock. E os outros Reféns não ficam atrás: o guitarrista Rovs Pascoal, de Rio Claro, interior de São Paulo, já tocou com nomes consagrados como Zélia Duncan, Frejat, Luis Melodia e Fafá de Belém. O baixista Luis Fernando Neto, também baiano, estudou no lendário Musician’s Institute, na Califórnia. LF não é um daqueles baixistas que ficam no seu canto, marcando apenas o ritmo. Ele é responsável por algumas das frases mais interessantes do disco, fazendo um belo contraponto às guitarras de Rovs. O baterista Gigante, outro de Rio Claro, também leva a técnica a sério: formado pela Unicamp, apresenta batidas originais e foge do ‘quatro por quatro’ convencional.

Essa experiência ultra-variada foi fundamental na criação do som dos Reféns. Em primeiro lugar, pela qualidade dos músicos. É bom ouvir bons instrumentistas numa época em que todo mundo usa o computador para esconder as limitações musicais. A segunda razão é que músicos com a cabeça aberta conseguem criar além dos clichês.

O disco dos Reféns é uma bela surpresa no cenário musical brasileiro. De uns tempos para cá, parece que o rock virou coisa de criança, com sons fáceis e mensagens infantis. Reféns é um rock para todas as idades, não apenas para adolescentes ligados na última tendência de roupas e penteados. Os Reféns não seguem uma moda; seguem uma ideia, um sonho. Acredite: isso faz uma grande diferença.


* Felipe Machado é músico, escritor, jornalista e atua como editor de multimídia de O Estado de São Paulo

Clique e ouça:

Futuro Pra Quem

http://dl.dropbox.com/u/1960544/Disco%20Refens/1-01%20Futuro%20Pra%20Quem.mp3

Tente Ser um homem bom

http://dl.dropbox.com/u/1960544/Disco%20Refens/102%20Tente%20Ser%20um%20Homem%20Bom.mp3



MAIS SOBRE:

Michelle Abu - Passou por tantos palcos e por tantas experiências musicais diferentes, que a licenciatura em música pela Universidade Federal da Bahia é um mero detalhe. Já fez parte das bandas DendêCumJah, Maria + Zé, Sucataria, e além da banda Reféns mantém o projeto com a banda Ménage.

Michelle também apresenta um currículo invejável e que agrega experiência musical em diversos segmentos da música, entre os artistas estão: Margareth Menezes, Cássia Eller, Sandra de Sá, Daúde, Naná Vasconcelos, Silvia Patrícia (pop rock), Alex Mesquita (instrumental), Roberto Mendes, Zeca Baleiro, Caetano Veloso, Virginia Rodrigues, Arnaldo Antunes, Wanessa Camargo, Maquinado, Maria Preá, Criolina, Aço do Açúcar, Marcela Bella, Motirô, Elza Soares e Marcelo Nova, Benzina A.K.A. Scandurra e Já foi indicada ao Troféu Caymmi na categoria de melhor percussionista/baterista



Rovs Pascoal - Tem um extenso currículo profissional, a começar pelos incontáveis projetos musicais que participou ao lado de grandes nomes da música brasileira como Arnaldo Antunes, Rubi, Junio Barreto, João Bosco, Jair Rodrigues, Kleber Albuquerque,Trash pour Quatro, Andréia Dias, Cérebro Eletrônico, Maryana Aydar, Zélia Duncan, Frejat, Fernanda Porto e Paula Lima, só para citar alguns. Nos últimos anos realizou turnês nacionais e internacionais com artistas populares como Chrystian & Ralf, Zezé di Camargo e Wanessa Camargo. Além do show business Rovs é responsável por diversas campanhas e jingles publicitários para as produtoras A Voz do Brasil, Cine e FLAP. Como arranjador e produtor, trabalhou com Elza Soares, Rita Ribeiro, Maria Alcina, Ângela Ro Ro, Luis Melodia, Simoninha, Fabiana Cozza, Ataulfo Alves Jr, Fafá de Belém e Moisés.



Luis Fernando Neto - Nascido na Bahia começou seus estudos de Música na AMA (Academia de Música Atual) em Salvador em 1985 com os professores Aderbal Duarte, Sérgio Souto e Moisés Gabriele. Em 1995 graduou-se no Musicians Institute (B.I.T) na Califórnia tendo como professores Steve Bailey, Jeff Berlin, Aléxis Skljerviski, Putter Smith, Bob Magnusson, Gary Willis, Tom Warrington. Toca contrabaixo elétrico, fretless e acústico.Participou como contra baixista em diversas gravações de álbuns de artistas como Riachão (sambista), Galvão (novos baianos), Marcio Mello (compositor), Álvaro Assmar (blues man), dentre outros. Dividiu os palcos com músicos dos mais diversos segmentos musicais, entre eles, os já citados Galvão, Álvaro Assmar, Marcio Mello além de Sarajane, Emanuele Araújo, Baby do Brasil, Douglas Las Casas, Ted Falcon, Phil Degreg, Fernando Nunes, Pollaco, Carlos Ezequiel, Lupa Santiago e integrou o Trêmula ao lado de Peu Souza, Pollaco e Cia.
Gigante – É formado em música popular pela Unicamp e atualmente, além de ser o baterista da banda Reféns é também pesquisador de estilos musicais e desenvolve diversas produções independentes como baterista, arranjador e percussionista. Em sua trajetória profissional lançou projetos variados que vão do pop ao experimentalismo, e da música raiz às concepções de música eletrônica. Em paralelo ao trabalho com Reféns, Gigante também faz parte das bandas Meretrio, Clube de Bolso e Eletrogroove.