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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

ORDEM DOS MÚSICOS PARTICIPA DAS FESTIVIDADES DE 7 DE SETEMBRO

Maestro Rubens Justh (centro) coordenou a primeira participação da OMB/CRESP em um desfile cívico em Osasco
Foto: Ribas Martins

Pela primeira vez na história da Ordem dos Músicos, a autarquia federal integrou uma festividade cívica do dia da independência. Orientados pelo Maestro Rubens Justh, delegado da Subseção da OMB em Osasco, uma banda formada por músicos da região entre outros representantes da Ordem dos Músicos de São Paulo, Ribas Martins e Willian Fernando, homenagearam a festa da independência como parte integrante do desfile.

A singela homenagem prestada pelo grupo seleto de músicos, relembrou a presença da música existente em todos os segmentos das forças armadas, através de suas bandas, fanfarras e orquestras sinfônicas.


Músicos desfilaram relembrando a existência das bandas marciais e fanfarras em todas as esferas militares
Foto: Ribas Martins

Grupo seleto de músicos registrou a presença pela 1ª vez da OMB em um desfile cívico
Foto: Ribas Martins

segunda-feira, 12 de março de 2012

ACERVO CULTURAL AGOSTINHO DOS SANTOS

Agostinho dos Santos nasceu em 25 de abril no Bexiga, cidade de São Paulo e começou sua carreira em programas de calouros logo tornando-se crooner de orquestras.
Em 1951 assinou contrato com a rádio América e depois com a rádio Nacional de São Paulo. No início, cantou ao lado de Angela Maria, Sylvia Telles, Maysa e outros nomes.
Gravou "Meu Benzinho", sucesso que lhe garantiu troféus como Roquete Pinto e Discos de Ouro.
Gravou com Vinicius de Moraes e Tom Jobim em trilhas de filmes... Em novembro de 1962 participou do Show de Bossa Nova no Carnigie Hall, em Nova York, interpretando "Manhã de Carnaval" acompanhado ao violão por Luiz Bonfá, logo depois, viajou para a Europa, América do Sul e Estados Unidos.
Foi responsável pelo lançamento de Milton Nascimento, inscrevendo (a revelia de Milton), três de suas canções no II Festival da Canção em 1967 (Travessia, Morro Velho e Maria minha fé).
Faleceu num trágico acidente aéreo em Paris em julho de 1973.

Saiba mais sobre Agostinho dos Santos:

http://agostinhodosantos.blogspot.com/

Vídeos:













O Acervo Cultural de Agostinho dos Santos realiza encontros musicais de Chorinho, Anos 60/70 (Videoke), Samba, MPB e Seresta, todas as terças, quartas, sextas e domingos.

Informações:

Rua Prof. Gieg, 15 - V. Tupi - São Bernardo do Campo - CEP 09760-090
(Altura do n. 700 da Rua dos Vianas)
Atendimento: 2ª a 6ª a partir das 16h - Sábados e domingos a partir das 12h
E-mail: aferraduranancyebras@ibest.com.br
Tel: 11 4330-9468 / 7462-2654


Curso online de A Voz como Instrumento de Trabalho

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

EPTV inicia venda de DVD com vida e obra de Carlos Gomes

Material exibido em outubro de 2009 em comemoração aos 30 anos da EPTV, mescla jornalismo e dramaturgia para resgatar trajetória de um grande nome da música lírica mundial

 A EPTV, emissora afiliada à Rede Globo, premia os amantes da música brasileira ao lançar comercialmente o requintado DVD Acordes de uma vida, sobre a trajetória do maestro campineiro Carlos Gomes. O material, exibido em rede pela emissora no final do ano passado, apresenta sofisticados padrões de produção, com recursos de jornalismo e teledramaturgia condensados em alta definição.

“Trata-se de um presente à cidade de Campinas e aos admiradores do imortal maestro”, diz Ciro Porto, diretor de jornalismo da EPTV. “Antonio Carlos Gomes ultrapassou a importância regional para transformar-se num dos maiores nomes da música lírica mundial, e até hoje não foi superado por nenhum outro compositor de óperas na América. Ele merecia essa homenagem”, ressalta.

Segundo Porto, quem adquirir o DVD terá a oportunidade de conhecer detalhes curiosos da vida de Carlos Gomes, como sua intimidade com o poder imperial; suas eternas dificuldades financeiras; o gosto pelas coisas simples do interior; a separação traumática da mulher e a perda de 3 de seus 5 filhos − “sem falar no desprezo do Brasil por ele quando já estava no fim da vida”, diz o jornalista. Carlos Gomes morreu aos 60 anos, de câncer.

O documentário termina com a reconstituição do velório de Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, que contou com a participação de 100 músicos de bandas da região de Campinas interpretando O Guarani − exatamente como aconteceu em 1896, quando bandas cariocas prestaram a última homenagem a Carlos Gomes.

Acordes de Uma Vida pode ser adquirido pelo site www.eptv.com/shopping e pelo telefone (19) 3776-6446, ao preço de R$ 21,90 mais despesas de frete.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Deputado Capez realiza Sessão Solene “Tribuno a Nelson Gonçalves”


Na foto: Eder Jofre e Nelson Gonçalves

Nesta segunda-feira, às 20h00, por iniciativa do Deputado Estadual Fernando Capez (PSDB), será realizada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Sessão Solene “Tributo a Nelson Gonçalves”.


Foram convidadas diversas autoridades, cantores, artistas e sociedade civil. A ideia de fazer a cerimônia, que conta com apoio total de sua filha Liliam Gonçalves, tem por objetivo prestar uma homenagem ao inesquecível cantor Nelson Gonçalves, que fez grande sucesso nas décadas de 40 e 50.
Naquela época, destacou-se com as músicas “Maria Bethânia” (Capiba), “Normalista” (Benedito Lacerda/Davi Nasser), “Caminhemos” (Herivelton Martins) e “Renúncia” (Roberto Martins/Mário Rossi). Apaixonado por música, sempre foi atento aos novos talentos.
Chegou a gravar músicas de diversos nomes da nova geração brasile ira e com grandes personalidades do rock nacional, como Ângela Rô Rô, Kid Abelha e Lulu Santos. Por mais de 50 anos, Nelson dedicou-se a sua grande paixão: a música. Durante sua carreira, gravou mais de 2.700 canções. Vendeu cerca de 78 milhões de discos. Ganhou 38 discos de ouro e 20 de platina. Foi agraciado pela RCA com o Prêmio Nipper, recebido apenas por ele e por Elvis Presley.
No próximo dia 21, Nelson iria completar 90 anos. Durante os anos que precederam a sua morte, foi definido como o “último dos moicanos”, em referência ao seu estilo de cantar, que empregava o vozeirão, do qual dizia nunca ter cuidado, pois foi um fumante por mais de 60 anos. Faleceu em 18 de abril de 1998. Nessa Sessão Solene, serão relembrados momentos especiais da história vivida por Nelson. Já foram convidadas diversas autoridades dos Três Poderes, bem como pessoas que fizeram parte da vida do cantor.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

100 ANOS DE ATAULFO ALVES dia 28/05

Inquestionável é a contribuição deixada por Ataulfo Alves para a música popular brasileira e também a influência que exerceu sobre várias gerações de compositores e intérpretes. Ao filho cantor e também compositor, mais do que a qualquer outro músico brasileiro, cabe a missão de manter viva na memória do povo essa obra de inestimável valor artístico.
Ataulpho Alves Jr. interpreta canções inesquecíveis, que fazem parte da vastíssima obra deixada pelo autor, como “Atire a Primeira Pedra” e “Saudades da Amélia” (parcerias com Mário Lago), “Mulata Assanhada” e “Meus Tempos de Criança”. Completando o repertório estão: “Vai Mas Vai Mesmo”, “Pois É”, “Infidelidade” (com Américo Seixas), “Leva Meu Samba”, “Laranja Madura”, “Você Passa Eu Acho Graça” (com Carlos Imperial), “Na Cadência do Samba” e ainda composições próprias como “Exclusivo do Povo” (Ataulpho Jr. e Helio Matheus) e “Reverso” (Ataulpho Jr. e Delcio Carvalho), entre outras.


Para acompanhá-lo nesse show histórico, Ataulpho Jr. traz Odair Menezes & Cia. O consagrado cavaquinista, tem a tradição interpretativa dos grandes sambistas como principal característica. Seu grupo é um quarteto, formado pelo violão de Renatinho Sete Cordas, a percussão de Borrão e o ritmo marcado por Miguel do Pandeiro, além, é claro, do indispensável cavaquinho de Odair, todos eles são conhecidos compositores das rodas do samba paulistano.

Projeto Adoniran - Oito e Meia

Show: Ataulpho Alves Júnior
Músicos: Ataulpho Alves Júnior (voz), Odair Menezes (cavaco), Renatinho Sete Cordas (violão de 7 cordas), Borrão (percussão) e Miguel do Pandeiro (ritmo).
Dia 28 de maio – quinta-feira – às 20h30Memorial da América Latina – Sala dos Espelhos - http://www.memorial.sp.gov.br/
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/SP - Tel: (11) 3823-4600
Ingressos: Grátis (não há distribuição de ingressos; a sala será aberta às 20 horas).
Duração: 1 hora - Censura: Livre – Capacidade: 100 lugares. Ar condicionado. Acesso universal. Estacionamento (Portão 15) sem manobrista: R$ 10,00. Entrada/pedestres: Portão 12.
Realização: Fundação Memorial da América Latina
Produção: PG Music
Próxima Apresentação: Vania Abreu – 18 de junho – (Auditório Simon Bolívar)

Ataulpho Alves Júnior

Filho do grande cantor e compositor da MPB, Ataulpho Alves Júnior começou a cantar com a irmã Matilde e o amigo Aluízio, no trio Os Herdeiros do Samba, nome dado pelo seu pai, Ataulfo Alves que os ensaiava junto com Jayme Florence (o Meira do violão). O Trio acabou e Ataulpho Jr. seguiu sozinho e se apresentou pela primeira vez, em 1963, na TV Record de São Paulo, no programa Bossaudade, comandado por Elizeth Cardoso, sua madrinha musical. No dia 5 de agosto de 1965, seu pai passou o seu tradicional "lenço branco" para o filho dizendo: "Toma o lenço, meu filho, e vai defender o que é nosso de geração a geração." Até 1969, quando Ataulpho Alves morreu, os dois trabalharam juntos em diversos shows pelo Brasil, e Ataulpho Jr. chegou a gravar o seu primeiro compacto pela Continental, mas só a partir de 1973, já contratado pela RCA Victor, a carreira deste cantor e compositor começou a tomar impulso.

Personalíssimo, Ataulpho Alves Júnior herdou do pai a tradição, fazendo de seu canto e sua música um novo estilo de interpretação, sem perder a sua característica de cantor brasileiro. Tem no sangue a arte musical herdada também do avô, Capitão Severino de Souza, violeiro de Minas Gerais. Descompromissado com o modismo ele apresenta na diversidade de seu repertório o empenho em mostrar o que há de melhor na música brasileira. Intérprete múltiplo, ele apresenta em cada música uma vertente do seu talento que, sem fazer concessões, caminha lentamente em direção não do sucesso imediato, mas no prestígio profissional que cristaliza e enobrece a vida do verdadeiro artista.

Em 1976, gravou o seu primeiro sucesso, "Os Meninos da Mangueira", de Rildo Hora e Sérgio Cabral, ficando em primeiro lugar em todo Brasil. Logo vieram os outros sucessos: "Feira Livre" (tema de Dona Xepa - Rede Globo 1977); "Pedro Sonhador" (samba mais bonito do ano de 1977 - Troféu Repórter - Chacrinha) e várias outras canções. Em 1984, realizou o show Leva Meu Samba - 15 Anos Sem o Mestre Ataulpho, dirigido por Túlio Feliciano e supervisionado por Hermínio Bello de Carvalho e Rildo Hora. Ataulpho Jr. cantou ao lado de Elizeth Cardoso em vários projetos e cidades brasileiras, cujo show rendeu o LP Leva Meu Samba com os clássicos de Ataulfo Alves. Excursionou duas vezes pela Europa (92/93 e 97/98), apresentando-se em várias cidades e em dezenas de espaços importantes, inclusive cantou para o Presidente de Portugal, Dr. Jorge Sampaio, em 1997. Depois disso, fez shows importantes, em São Paulo e Rio de Janeiro, e apresentou o espetáculo Os Herdeiros do Samba, no Rioscenarium (RJ), onde Diogo Nogueira foi o convidado (filho de João Nogueira, outro ícone brasileiro).
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