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sábado, 26 de janeiro de 2013

Livro “Nos Acordes do Jazz & Blues”


LANÇAMENTO

Livro “Nos Acordes do Jazz & Blues” conta a história do Festival que transformou o Carnaval serrano do Ceará e tornou-se um dos maiores eventos do gênero no país

Há 13 anos a cena musical cearense vivenciou o início de uma nova realidade. O mercado se abria para sons até então restritos a um público bem específico, frequentador de poucas casas noturnas da capital. O jazz e o blues estavam longe de serem os gêneros mais ouvidos no Estado – como ainda não são – mas, de lá para cá, alcançaram uma visibilidade considerável, caindo nas graças de um público numeroso, beneficiando principalmente os personagens principais desta cena: os instrumentistas destes e de ritmos afins.

O Festival Jazz & Blues, lançado pela Via de Comunicação e Cultura, é reconhecido como a mola mestra dessa nova realidade musical no Ceará, ao nadar contra a corrente em 2000, levando à cidade de Guaramiranga músicos locais e nacionais com seus instrumentos a tiracolo, para tocar jazz e blues nos quatro dias de Carnaval. Como toda festa momina que se preze, a “ressaca” também estava no contexto e, a partir de 2002, o Festival passou a contar com mais quatro dias de boa música em Fortaleza, depois da quarta-feira de cinzas.

Muitas águas rolaram de 2000 para cá. O Festival cresceu, estendeu-se a vários outros municípios cearenses com um importante trabalho de formação que começa bem antes do Carnaval. O evento se notabilizou e é hoje considerado um dos maiores do gênero realizado no País. Nomes ilustres da música, como César Camargo Mariano, Paquito D’Rivera, Stanley Jordan, Scott Henderson, Toots Thielemans, Ivan Lins, Manassés de Souza e uma infinidade de grandes artistas estão na história do Festival Jazz & Blues, que agora é contada no livro "Nos Acordes do Jazz & Blues - Memórias do Festival Jazz & Blues de Guaramiranga".

Idealizado e coordenado pelas diretoras da Via de Comunicação e Cultura, Maria Amélia Mamede e Rachel Gadelha, e pelo jornalista Dalwton Moura, responsável por projeto editorial, pesquisa, texto e edição, o livro cobre toda a história do Festival, desde a sua concepção, revelando o porquê da escolha de Guaramiranga como cidade sede, os impactos econômicos, culturais e sociais ao longo de 13 anos. A obra, viabilizada com apoio da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará e da Coelce, um dos patrocinadores mais assíduos do festival, traz uma completa retrospectiva musical do evento, com detalhes sobre cada um das centenas de shows promovidos ao longo de sua história.

Tudo fartamente ilustrado com imagens colhidas pelo fotógrafo Chico Gadelha, que cobriu todas as edições do festival e agora compartilha com o público a emoção imortalizada em instantes decisivos, na magia de grandes artistas cearenses, brasileiros e internacionais nos palcos do Festival. O livro é apresentado com um design atraente, fruto do projeto gráfico assinado por Caio Castelo.

Assim, “Nos Acordes do Jazz & Blues” é um registro minucioso de cada noite do Festival em Guaramiranga e Fortaleza, com detalhes de cada apresentação e informações das atrações, dos protagonistas da música cearense a grandes nomes nacionais e internacionais. Os leitores que já compareceram ao festival poderão fazer um passeio pela memória, revivendo cada apresentação, em texto e imagens. Os que ainda não conhecem o evento serão convidados a um mergulho na história de um festival que reúne ousadia e pioneirismo, qualidade artística e diálogo entre matrizes culturais, excelência em produção cultural e integração com a comunidade, ações de responsabilidade social e ambiental.

Além das atrações de cada ano e de inúmeros depoimentos de protagonistas e espectadores do festival, o livro traz entrevistas com uma atração musical de cada ano. Entre os entrevistados, Hermeto Pascoal, Yamandu Costa, Arismar do Espírito Santo, Nuno Mindelis, Chico Pinheiro, Artur Menezes, Adelson Viana, Jefferson Gonçalves, Moacir Bedê, Samuel Macêdo, da Banda dos Meninos da Casa Grande, entre vários que fazem parte da história do Festival.

O livro retrata o evento, seu conceito, suas realizações e contribuições ao público e à cena cultural cearense, em toda a sua abrangência: do período de produção anterior ao Carnaval, os dias do Festival na serra e o pós-Festival, com o impacto social, econômico e cultural para o Ceará, formação profissional e artística, bastidores, equipe de produção, espectadores e Poder Público.
“O livro é um mergulho na história do Festival, de modo que as pessoas que foram a uma determinada edição possam revivê-la através dos textos e das imagens, em uma obra que destaca a importância artística do evento e os inúmeros momentos de emoção, nos encontros entre artistas e público, unidos pela música”, ressalta Dalwton Moura.

"É também um documento informativo e iconográfico da música cearense, tendo em vista a escassez de projetos desse tipo, no formato livro. Através da retrospectiva das 13 edições do festival realizadas até aqui, os leitores podem acompanhar o desenvolvimento de grandes nomes da nossa música, a evolução do nosso cenário musical e seu diálogo com artistas do Brasil e de vários países. Tudo em uma atmosfera especial, em uma pequena cidade do interior do Ceará, nos encontros possibilitados pelo Festival", complementa.


SERVIÇO

Livro Nos Acordes do Jazz & Blues (2013. 220págs). Idealização e coordenação: Maria Amélia Mamede e Rachel Gadelha. Projeto editorial, pesquisa, texto e edição: Dalwton Moura. Fotos: Chico Gadelha. Projeto gráfico: Caio Castelo. Apoio: Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará e Coelce. Lançamento: Dia 09 de fevereiro, às 17h30, na Cidade Jazz & Blues, em Guaramiranga, por ocasião do Festival Jazz & Blues 2013. Preço: R$ 39,00. O livro estará à venda na loja do Festival em Guaramiranga e nos shows em Fortaleza.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Lançamento do método Violão - Samba, Choro & Cia 1 e 2

domingo, 3 de janeiro de 2010

JOHN de Cyntia Lennon / Lançamento

Larousse lança "John" de Cynthia Lennon

Livro revela John Lennon - um homem irritante, adorável, cruel, engraçado, talentoso e carente.

Cynthia Lennon, primeira esposa de John, fala pela primeira vez dos anos que passou com ele e os decorridos até sua morte, dos incidentes, das dores e humilhações, das causas de sua separação e do preço que pagou por ter sido mulher de John Lennon

Cynthia Lennon é testemunha viva dos acontecimentos que formaram uma das maiores lendas da música. Ela conheceu John Lennon na faculdade de Artes, se casaram em 1962, tiveram um filho (Julian Lennon) e se divorciaram em 1968, logo depois de John ter conhecido Yoko. O relacionamento entre eles, que coincidiu com o começo dos Beatles, estendeu-se pelos dez anos mais importantes do grupo.
Em John, lançamento da editora Larousse do Brasil, Cynthia Lennon, pela primeira vez, não apenas lança uma luz nova e fascinante sobre aquela época lendária, mas também conta a história pessoal, completa e extraordinária de seu casamento com John Lennon até sua morte em 1980. Segundo ela, sua história narra um período em que John estava no seu auge criativo; em que era brilhante, apaixonado, honesto e aberto; em que amava a família e os Beatles. Uma época antes de as drogas e a fama o terem feito destruir tantas coisas que ele antes valorizava.
Desde o assassinato de John em Nova York, em 1980, Cynthia permaneceu em silêncio sobre muito do que se seguiu à tragédia. Na obra, ela conta o seu lado da história, fala com franqueza sobre o lado cruel, assim como a face adorável de John, seu jeito irritante, engraçado e carente e revela que sempre o amou e nunca abandonou o luto pela sua morte.

Em John, Cynthia Lennon fala também da infância difícil de Lennon, que tinha um pai ausente, fala da morte de sua mãe e do período em que viveu com a sua tia Mimi, uma mulher autoritária, rígida e fria. Narra os tempos da faculdade de Artes, quando formou os Quarrymen - mais tarde viriam a ser conhecidos como Silver Beatles e depois The Beatles -, as aventuras em Hamburgo, fala do manager Brian Epstein, que pegou uma banda desorganizada e a transformou numa banda de garotos bem vestidos e "bem comportados", o sucesso dos singles dos Beatles, o preço da fama, as drogas, a viagem à Índia (Rishikesh), o namoro com Yoko Ono, o fim dos Beatles e a sua morte.
Em um momento surpreendente do livro Cynthia releva que John bateu nela depois de tê-la visto dançar com seu companheiro dos primórdios dos Beatles, Stuart Sutcliffe

“No entanto, no dia seguinte na faculdade, me seguiu até o banheiro das garotas no porão. Quando saí, ele estava esperando, com um olhar sombrio no rosto. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ergueu a mão e me deu um tapa no rosto, fazendo minha cabeça bater nos canos da parede atrás de mim. Sem dizer uma palavra, afastou-se, me deixando confusa, trêmula e com a cabeça muito dolorida. Eu fiquei chocada, muito chocada, ao ver que John havia sido fisicamente violento. Podia suportar suas explosões, seu ciúme e sua possessividade, mas violência física já era demais”.

“John” tem prefácio do filho Julian Lennon, que chama de “caminho árduo” o fato de ser filho de John Lennon. Ele conta que amava seu pai, um homem que o decepcionou muitas vezes e que viu poucas vezes.


John
Autora: Cynthia Lennon
Editora: Larousse do Brasil
Pág: 350
Tradução: Estúdio Sabiá
Preço: R$ 49,90
Imprensa: Iara Filardi
55 11 3855-2201 / 55 11 7746-2559
imprensa@larousse.com.br

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domingo, 27 de dezembro de 2009

Livro conta a história da Orquestra Tabajara

Criada em 1933, a Tabajara é a mais famosa orquestra popular brasileira e um dos mais férteis celeiros de grandes instrumentistas do país. Inspirada nas big bands americanas, foi decisiva para a modernização da música brasileira. Em Orquestra Tabajara de Severino Araújo - a vida musical da eterna big band brasileira (Companhia Editora Nacional), o autor Carlos Coraúcci narra essa história, humana e musical, desses grandes craques da música, coroada pelo sucesso de crítica, reconhecimento de seus pares e, fundamentalmente, pelo sucesso de público.
A atualidade de sua herança sonora mantém-se viva graças à inventividade dos músicos que passaram pela orquestra (registrada em mais de cem discos), ao alto nível e à abrangência de seu repertório - que percorre desde temas clássicos de gêneros genuinamente brasileiros, como o frevo e o choro, até standards da canção americana - e à excelência musical de seu maestro, Severino Araújo.
Talento múltiplo, Severino tem lugar garantido na história da MPB como compositor (é dele Espinha de bacalhau, peça essencial do repertório do choro), instrumentista exímio, seguro band leader e genial arranjador.

Em uma época fecunda de grandes maestros e arranjadores, como Radamés Gnatalli, Guerra Peixe e Leo Peracchi, cujo centro de gravidade eram as rádios Tupi e Nacional, Severino conquistou lugar entre os maiores. Com seus arranjos "agressivos" e totalmente diferentes do que se fazia na época (nas palavras do saxofonista e clarinetista Paulo Moura, ele próprio um ex-Tabajara), sua influência perdura até hoje. Este livro agradará tanto aos fãs de Severino Araújo e seus músicos endiabrados quanto a musicólogos, pesquisadores e apreciadores da música em geral, curiosos por conhecer mais a fundo nossa MPB.
Carlos Henrique Coraúcci, escritor e memorialista, nasceu em Franca-SP. É autor de Um show de rádio - a vida de Estevam Sangirardi (São Paulo, A Girafa, 2006) e organizador de Histórias... que a história não contou- fatos curiosos em 60 anos de rádio e TV, de Paulo Machado de Carvalho Filho (São Paulo, Companhia Editora Nacional, 2006).
Serviço:
Livro: Orquestra Tabajara de Severino Araújo - a vida musical da eterna big band brasileira
Autor: Carlos Henrique Coraúcci
Editora: Companhia Editora Nacional
Páginas: 296 texto / caderno com mais de 50 fotos / Total de páginas: 336
Preço: R$ 39,90
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