terça-feira, 21 de abril de 2009

1º. INSTRUMENTAL FECAP

As próximas atrações, que encerram o projeto: Sujeito a Guincho (25 de abril) e Homenagem a Mozar Terra, com Octeto Gafieira Chic (26 de abril)
Com dois anos e meio de atividades – foi inaugurado em setembro de 2006 – o Teatro FECAP já apresentou mais de 40 espetáculos diferentes com alguns dos principais artistas da melhor música popular brasileira dos mais diversos gêneros e estilos.

Agora, em abril de 2009, com o 1º. Instrumental FECAP se inicia uma série voltada exclusivamente para a valorização do trabalho do instrumentista brasileiro, um dos mais renomados no mundo da música. O Instrumental FECAP será realizado em dois meses do ano, um em cada semestre, sempre com um tema específico. O primeiro é Arranjadores. Com seis espetáculos em abril, a série destaca o trabalho de Radamés Gnattali, Nailor Proveta, Laércio de Freitas, Cristóvão Bastos, Luca Raele e Mozar Terra.

O conceito é simples: tirando partido de sua acústica excepcional, dos equipamentos de gravação lá instalados, que o tornam um verdadeiro teatro/estúdio e do princípio de ceder aos artistas os masters das gravações e a totalidade dos direitos sobre as mesmas, o Teatro FECAP decidiu apoiar com vigor a música instrumental brasileira, criando uma série permanente de mostras (a princípio duas ao ano), que pretendem levar ao público alguns dos inúmeros trabalhos da música instrumental brasileira, que tem encantado público e crítica pelo mundo afora e que tão pouco espaço merecem no Brasil.

A programação do terceiro fim de semana é a seguinte:
- 25 de abril de 2009 sábado 21 horas
Sujeito a Guincho - Quinteto de Clarinetes
A formação mais que original, a performance, o repertório e especialmente os arranjos que surpreenderam a cena musical desde o aparecimento deste quinteto. Arranjos de Luca Raele, um dos fundadores do grupo, e de Nelson Ayres, Sérgio Burgani, Diogo Maia e Mauricio Carrilho.

Formado em 1991 por alguns dos principais clarinetistas de São Paulo, tem como objetivo levar ao conhecimento do público a riqueza de timbre, expressividade e versatilidade da clarineta através de obras originais ou adaptadas.

Seus integrantes possuem larga experiência como solistas e cameristas atuando tanto no gênero erudito como no popular, tendo obtido importantes premiações individuais no meio artístico nacional, tais como: Concurso Sul América, Prêmio Eldorado de Música, Funarte, EPTV, Associação Paulista dos Críticos de Artes, etc.

ProgramaIntermezzo op 118, n.2 (J. Brahms); Clarinet Machine (Luca Raele); Ouro Sobre Azul (E. Nazareth); A Vida Curta Mas Interessante das Moscas (André Mehmari); Cabo Pitanga (Laércio de Freitas, arr. de Diogo Maia); Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva); Quinteto para 2 clarinetas e meia (Luca Raele); Vila Ipojuca (Léa Freire); Lullaby (André Mehmari); Chiclete com Banana (Gordurinha, arr de Maurício Carrilho); Choro Negro (Paulinho da Viola, arr de Nelson Aires); O Ovo (Hermeto Pascoal, arr de Sérgio Burgani)

[arranjos de Luca Raele, exceto quando indicado o arranjador]

- 26 de abril de 2009 domingo 19 horas
Homenagem a Mozar Terra, com Octeto Gafieira CHic
Músico de músicos, o precocemente desaparecido pianista, compositor e, principalmente, arranjador Mozar Terra terá seus arranjos lembrados e executados por seus grandes amigos e admiradores, parceiros na mesma banda, músicos da elite do instrumental paulista contemporâneo: Lea Freire, Teco Cardoso, Sizão Machado, Edu Ribeiro, Sidney p, Jorginho Trombone, Rubinho Antunes e Mané Silveira, que formam o Octeto Gafieira Chic que tocava com Terra.

Repertório: Ascensão; Braços Abertos; Flor da Serra; Mirante; Luzes de Vênus; Entre o Céu e a Serra; Mestiça; E O Palhaço Chorou; A Sereia Voou; Subterrânea; Fantasia para Lívia (todas de Mozar Terra) e Ícaro (Antenor Bogea). Todas em arranjos originais de Mozar Terra.


Sobre Mozar Terra
Pianista, compositor e arranjador, nasceu em Lavras em 1950 e faleceu em 2006. Os primeiros contatos com a música vieram do ambiente familiar. A partir dos quatorze anos, iniciou-se profissionalmente tocando nos bailes da cidade. Em mais de trinta anos de carreira, conquistou o respeito do público especializado em música instrumental, bem como de músicos brasileiros e internacionais, por sua originalidade como compositor e sua linguagem marcadamente brasileira.
Viveu na França durante mais de dez anos, morou na Dinamarca por um período de cinco anos, realizou uma série de concertos nos Estados Unidos, sempre ao lado de artistas de renome no cenário musical.
Trabalhou como pianista e arranjador ao lado dos bateristas Milton Banana, Edison Machado e Nenê, acompanhou músicos como Caetano Veloso, Lúcio Alves, Emílio Santiago e Joyce.
Teve característica mais forte seu trabalho pessoal como compositor e arranjador, aliados ao seu talento de pianista.
Experiente na arte de ensinar, fez parte do corpo docente do Danish Jazz Center, na Dinamarca e do Rotterdam Conservatorium, na Holanda; foi responsável por masterclass de Piano Popular Brasileiro no Festival de Inverno de Campos do Jordão em 1995 e 1996; entre 1998 e 2000 foi professor no Depto de Música da Fundação Anglo-Brasileira.
Ao longo de 1995 integrou o Quarteto Livre ao lado de Sizão Machado, Teco Cardoso e Tutty Moreno, lançando o Cd “Pra Que Mentir?” e acompanhando a cantora e compositora Joyce em inúmeras turnês pelo Brasil, Japão e Europa; no mesmo período, gravou como pianista e arranjador, diversos dos songbooks de Almir Chediak.
Seu último registro musical foi em 6 de dezembro de 2005, no Theatro São Pedro, em São Paulo, ao lado de alguns dos mais célebres músicos brasileiros.

O TEATRO FECAP
O Teatro FECAP é o espaço da música brasileira em São Paulo. Desde a sua inauguração em setembro de 2006, com quatro semanas de shows de Paulinho da Viola, o Teatro FECAP vem apresentando o melhor da música brasileira em seus diversos gêneros, quase sempre com espetáculos especialmente concebidos, que se beneficiam de sua extraordinária acústica e aparelhagem sonora.

Entre os artistas que passaram por seu palco estão: Rosa Passos, João Bosco, Martinho da Vila, Arnaldo Antunes, Roberta Sá, Tânia Maria, Eduardo Gudin & Leila Pinheiro, Raul de Souza, Roberto Menescal & Andy Summers, Mônica Salmaso & Pau Brasil, Toninho Ferragutti, Joyce, Ângela RoRo, Quarteto Maogani, Proveta, Cristina Buarque & Terreiro Grande, Germano Mathias, Mario Adnet, Proveta, Ângela Ro Ro, Boca Livre, Chico César, Teresa Cristina & Grupo Semente, Toninho Horta, Pife Muderno, Leny Andrade, Quinteto Violado, Nana Vasconcelos & Yamandú Costa, Altamiro Carrilho, Dominguinhos, Zé Renato e Moraes Moreira.

Ficha técnica do Teatro FECAP: Homero Ferreira (Direção artística), Américo Marques da Costa (Direção de produção), Thyago Bráulio (Produção executiva), David Alexandre e Camila Speciali (Produção executiva), Alberto Ranellucci (som), Carlos Rocha (som), Rafael Valim (som), Silvestre J. R. e equipe (iluminação), Valéria Marchesoni (design gráfico).


1º. Instrumental FECAP – Arranjadores – Serviço:

Local: Teatro Fecap (Av. Liberdade, 532, tel. 2198.7719 - http://www.fecap.br/)

Datas: 25 de abril, sábado, 21h – Sujeito a Guincho
26 de abril, domingo, 19h – Homenagem a Mozar Terra

Lotação: 400 lugares

Duração: 80 minutos

Preços: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)

Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 21h; domingo, das 14h às 19h, no próprio teatro.

Internet: basta acessar o portal da FECAP (http://www.fecap.br/) e entrar a página do Teatro.

Central de Ingressos: através do telefone (11) 2198.7719. De segunda a domingo das 9h às 21h.
(Cartão de Crédito: Master, Visa e Dinners).

Estacionamento c/ manobrista: R$ 12,00

Acesso para deficientes físicos
Teatro: Ar condicionado, wine bar, jardim anexo e centro permanente de exposições de imagens da MPB.

RECOMENDADO PARA MAIORES DE 12 ANOS
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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Guarulhos promove oficinas gratuitas de guitarra

As inscrições começam na próxima semana e são voltadas a músicos iniciantes e de nível médio interessados em aprimorar conhecimentos de heavy metal, jazz, funk, MPB e blues
Entre os dias 22 e 24/4, o Conservatório Municipal de Arte de Guarulhos recebe inscrições para duas oficinas de guitarra, que vão ajudar os músicos a aprimorarem seus conhecimentos em torno de estilos musicais como o Heavy Metal, Jazz, Funk, MPB e Blues. No total, serão oferecidas 60 vagas, sendo 12 para estudantes iniciantes, 28 para pessoas com conhecimento médio em música e outras 20 para alunos ouvintes. As inscrições são gratuitas.
As aulas de heavy metal, ou rock pesado, serão ministradas por Pedro Esteves, a partir de 4 de maio, às segundas-feiras, das 13 às 18 horas e às quartas-feiras, das 8 às 13 horas. Já as oficinas com Armando Leite começam no dia 5 de maio e serão realizadas sempre às terças-feiras, das 8 às 19 horas, abordando estilos como a MPB, o Jazz, o Funk e Blues.
As oficinas serão realizadas entre os meses de maio e dezembro, com carga horária de uma hora por semana. Durante a oficina, os participantes terão a oportunidade de aprender sobre formação harmônica, improvisação melódica, desenvolvimento de técnicas e formação de repertório.
Para fazer a inscrição, os interessados devem comparecer ao Conservatório Municipal de Arte de Guarulhos (Av. Tiradentes, 2.529, Vila São Jorge), das 8 às 18 horas. O preenchimento das vagas será de acordo com a ordem de chegada. Mais informações pelo telefone 2087-7442.

*Ex-Libris*
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4º Nikkey Matsuri - 25 e 26 de Abril

*Fotos: Fran Rojas

Foto1: Taikô Ryukyu
Foto 2: Ninjutsu




4º Nikkey Matsuri, o Festival Japonês de São Paulo será nos dias 25 e 26 deste mês
O Festival Nikkey Matsuri, tradicional evento de cultura japonesa será realizado nos dias 25 e 26 deste mês no Clube Escola Jardim São Paulo, rua Viri, 425, ao lado da estação do Metrô, a melhor opção para se chegar ao local.

Nos dois dias de realização, das 10 às 20 horas, o Festival contará com apresentações de danças típicas, taikô, com as presenças dos principais grupos de tambor japonês do país, como Requios Gueinou Doukokai, Ryukyu Koku Matsuri Daiko Brasil e Himawari Taikô, música, kendô, ninjutsu (arte dos ninjas), oficinas de artes como origami e kirigami, ioiô profissional, cosplay e muito mais.
* Rafael Matsunaga (foto: Osmar Maeda)

Na parte artística estão confirmadas as presenças de intérpretes consagrados da comunidade nipo-brasileira como Joe Hirata, Karen Ito e Mauricio Miya.

Solidariedade

O Festival Nikkey, como nos anos anteriores, contará com a "Barraca do Bem" (de arrecadação de alimentos não perecíveis), e participação das quatro entidades assistenciais da comunidade nipo-brasileira: Yassuragui Home, Kibô no Iê, Ikoi no Sono e Kodomo no Sono. Além disso, o grupo Soho promoverá o “Soho Solidário”, quando uma equipe de profissionais fará cortes e tratamento de cabelo a preços populares. A renda dessa atividade será integralmente destinada para entidades assistenciais indicadas pela organização.

As quatro entidades assistenciais da comunidade nipo-brasileira (Yassurague Home, Kibô no Iê, Kodomo no Sono Ikoi no Sono), como nos anos anteriores, prometem muitas novidades nas seções de gastronomia e artesanato.

Gastronomia

Na praça de alimentação, o festival Nikkey Matsuri terá ainda iguarias que são conhecidas do público como yakissoba, temaki, harumaki, tempurá, dorayaki, udon, okinawa sobá e delicias brasileiras como espetinhos de camarão, carne, pastel, sanduíches de pernil e “buraco quente”, uma especialidade da União Cultural Guarulhense.
A seção de doces estará recheada de guloseimas japonesas e brasileiras como sucos naturais, açaí
e sorvetes, incluindo o “Melona”.
*Fotos de Fran Maeda: Odori (dança típica) Taikô Ryukyu

O Nikkey Matsuri é organizado pelas seguintes entidades nikkeis: ACET – Associação Cultural e Esportiva Tucuruvi, ACEOVM – Associação Cultural e Esportiva Okinawa Santa Maria, ACENBI – Associação Cultural e Esportiva Nipo-brasileira Imirim, Associação Cultural e Esportiva Nipo-brasileira Vila Nova Cachoeirinha, Associação Cultural e Esportiva Campo Limpo, UCEG – União Cultural e Esportiva Guarulhense e ANC – Anhanguera Nikkei Clube.

Mais informações, inclusive fotos das edições anteriores do Festival, podem ser acessadas no site http://www.nikkeymatsuri.nw.org.br/
Comissão Organizadora - 4º Nikkey Matsuri
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Dominguinhos conta história de vida e descreve trajetória artística em entrevista aberta ao público

Ele é co-autor de vários sucessos perenes da MPB. A lista é vasta: “Eu só quero um xodó”, “De volta pro aconchego”, “Gostoso demais”, “Isso aqui tá bom demais”, “Pedras que cantam”, “Quem me levará sou eu”, “Abri a porta”, “Tenho sede”, “Lamento sertanejo”, “Quando chega o verão”, “Tantas palavras”... e tantas outras.
Filho musical do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, parceiro e amigo de artistas como Chico Buarque, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Nando Cordel, Anastácia, Fagner, Fausto Nilo e Abel Silva, ele é simplesmente Dominguinhos.
O cantor, compositor, instrumentista e sanfoneiro pernambucano concede entrevista aberta ao público, compartilhando sua história de vida e descrevendo sua trajetória artística, dentro do programa Nomes do Nordeste, nesta quarta-feira, 22, às 19 horas, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108).Com entrada franca, a entrevista integra, ainda, a programação da série Choro no Centro, que o CCBNB-Fortaleza realiza para comemorar – durante Abril inteiro – o Dia Nacional do Choro (23, quinta-feira), data em que também transcorre o aniversário de nascimento de Pixinguinha (1897-1973). No decorrer do mês, estão sendo apresentados dez shows gratuitos de chorinho com grupos cearenses jovens e veteranos.

História de vida e trajetória artística

José Domingos de Moraes, o Dominguinhos, nasceu na cidade serrana de Garanhuns, no estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil, em 12 de fevereiro de 1941. Seu pai, mestre Chicão, foi um famoso tocador e afinador de foles de oito baixos. Hoje com 68 anos, Dominguinhos começou a tocar sanfona aos seis anos de idade, juntamente com mais dois irmãos, em feiras livres e portas de hotéis do interior daquele estado.
Com oito anos de idade, conheceu Luiz Gonzaga na porta de um hotel em que este se apresentava com o trio “Os Três Pinguins”, formado por ele e mais dois irmãos. Luiz Gonzaga acabou se tornando o seu padrinho artístico. Em 1954, mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar com o pai e com o irmão mais velho no município de Nilópolis, na Baixada Fluminense. Nesta ocasião, recebeu do padrinho Luiz Gonzaga uma sanfona de presente.
Seu nome artístico foi sugestão do próprio Luiz Gonzaga, que considerou que o seu apelido de infância, Neném, não o ajudaria na trajetória artística. Com a sanfona ganha do próprio Gonzagão, passou a percorrer o interior do Rio de Janeiro na companhia dos irmãos, apresentando-se em circos e arrasta-pés.
Em 1957, aos 16 anos, fez sua primeira gravação, tocando sanfona num disco de Luiz Gonzaga, na música “Moça da feira”, de Armando Nunes e J. Portela. No mesmo ano, em viagem ao Espírito Santo, com Borborema e Miudinho, formou um trio, batizado de Trio Nordestino. Tomou contato com outros ritmos musicais e aprendeu a tocar samba e bolero.
Voltou ao Rio de Janeiro e formou um conjunto que passou a atuar em dancings, boates e inferninhos nas zonas da malandragem. Tocou na gafieira Cedo Feita, Churrascaria Gaúcha, boate Babalaica e Dancing Brasil. Em 1965, foi convidado por Pedro Sertanejo, então diretor da recém-inaugurada gravadora Cantagalo, para gravar um LP destinado ao público migrante nordestino e, com isso, voltou a tocar forrós e baiões.
Em 1967, fez parte de uma excursão de Luiz Gonzaga ao Nordeste, como sanfoneiro e motorista. Também fazia parte do grupo a cantora pernambucana Anastácia. Os dois iniciaram então uma carreira artística conjunta e um relacionamento amoroso, que os levou ao casamento.
Observado pelo empresário Guilherme Araújo tocando num show de Luiz Gonzaga, em 1972, foi convidado por ele a trabalhar com Gal Costa e Gilberto Gil. Viajou para a França com Gal, acompanhando a cantora baiana em apresentação no Midem, em Cannes. De retorno ao Brasil, participou do show “Índia”, da mesma cantora.
Posteriormente, trabalhou um ano e meio com Gilberto Gil, que gravou o maior sucesso de Dominguinhos, em parceria com Anastácia, “Eu só quero um xodó”, que conheceria em pouco tempo cerca de 20 regravações, inclusive algumas no exterior. Participou como instrumentista em inúmeros shows de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia.
Participou do primeiro disco gravado por Elba Ramalho, “Ave de prata”, em 1979. Em 1980, participou do II Festival Internacional de Jazz de São Paulo. Em 1981, participou, com destaque, do programa “Som Brasil”, na TV Globo.
Na década de 1980, suas composições “De volta pro aconchego” (gravada por Elba Ramalho) e “Isso aqui tá bom demais” (gravada por ele e Chico Buarque), ambas em parceria com Nando Cordel, foram incluídas na novela “Roque Santeiro”, da TV Globo, o que fez aumentar nacionalmente sua popularidade.
Em 1984, o cantor e compositor Chico Buarque gravou em seu disco “Chico Buarque” a canção “Tantas palavras”, parceria de Chico e Dominguinhos, que obteve grande sucesso. Em 1985, a composição “Esse mato, essa terra”, composta em parceria com a cantora, sua esposa, Maria de Guadalupe, foi incluída na trilha sonora do filme “Aventuras de um Paraíba”, de Marco Altenberg.
Em 1993, criou o Projeto Asa Branca, com patrocínio da Caixa Econômica Federal, destinado a levar shows de música popular para praças públicas de diversos estados brasileiros. Em 1997, lançou o CD “Dominguinhos e convidados cantam Luiz Gonzaga”, pela gravadora Velas (de Ivan Lins e Vitor Martins). No mesmo ano, compôs a trilha sonora do filme “O cangaceiro”, de Aníbal Massaini Neto.
Teve suas composições registradas por diferentes intérpretes, entre os quais Fagner, que gravou “Quem me levará sou eu”, e Maria Bethânia, que gravou “Lamento sertanejo”. Em 1999, lançou pela gravadora Velas o seu 41º disco, “Você vai ver o que é bom”, no qual interpreta, entre outras: “O riacho do imbuzêro”, letra inédita de Zé Dantas, dada a Dominguinhos pela viúva do compositor pernambucano; “Quem era tu”, parceria com Nando Cordel, que faz uma homenagem bem-humorada aos grupos “É o tchan” e “Terra Samba”; e “Prece a Luiz”, em parceria com Climério, uma homenagem a Luiz Gonzaga nos 10 anos de sua morte.
Em 50 anos de carreira, Dominguinhos recebeu seis Prêmios Sharp. Em 2000, lançou o seu 54º trabalho, gravado ao vivo durante dois shows no SESC Pompéia, em São Paulo, com destaque para “De volta pro aconchego”, “Gostoso demais” e “Isso aqui tá bom demais”, todas de sua autoria (em parceria com Nando Cordel), “Abri a porta” e “Forró do Dominguinhos”, estas em parceria com Gilberto Gil. O CD foi lançado com um show na casa de espetáculos Olimpo, no Rio de Janeiro. Em seguida, fez shows em São Paulo e realizou turnê pelo Nordeste.
Em 2001, foi o grande homenageado no 11º Festival de Inverno de Garanhuns, sua cidade natal, com um concerto sinfônico. No mesmo ano, participou do 1º Festival de Sanfona do Maranhão, juntamente com Waldonys, Sivuca, Renato Borghetti, o argentino Antonio Tarragô e os estadunidenses Geno Delafose e Mingo Saldival.
Em 2002, teve participação especial, com seu acordeom, no CD “Sertão”, gravado pelo cantor e compositor baiano Gereba, em comemoração aos 100 anos de lançamento do livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha.
No início de 2003, gravou com Sivuca e Oswaldinho do Acordeom um disco que registrou o encontro de três dos maiores sanfoneiros em atividade no País, produzido por José Milton, com repertório escolhido na hora e arranjos feitos no próprio estúdio, no qual aparecem composições como “Maria Fulô” e “Feira de Mangaio”, de Sivuca, além de muitas de autoria de Luiz Gonzaga, resultando numa homenagem natural ao Rei do Baião.
Ainda nesse ano, participou na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, do show comemorativo dos 45 anos do Trio Nordestino. Em 2004, apresentou-se fazendo dupla com Elba Ramalho, em temporada de shows no Canecão, também no Rio. O repertório contou com sucessos de carreira da cantora e do compositor, como “De volta pro aconchego”, parceria de Dominguinhos com Nando Cordel, além de levar ao palco surpresas como a canção “Xote de navegação”, de Dominguinhos e Chico Buarque.
Em 2005, a cantora Elba Ramalho lançou um CD que registrou a temporada de show no Canecão com o sanfoneiro, revivendo grandes obras deste que foram grandes sucessos em sua interpretação. No CD, Elba afirma ser Dominguinhos um dos maiores músicos do mundo, respaldada por muitos artistas como Gilberto Gil e Chico Buarque. No álbum, ela revive, entre outros, “De volta pro aconchego”, clássico de sua carreira.
Nesse mesmo ano, Dominguinhos participou, como atração consagrada, nos festejos juninos do circuito tradicional nesses eventos, que engloba cidades nordestinas como Caruaruc, Campina Grande e Recife.
Em 2006, após cinco anos sem lançar disco solo, lançou o CD “Conterrâneos”, com repertório que mescla inéditas, como “Vivendo a brincar”, “Cai fora”, “Oi que balanço bom” e regravações como “Acácia amarela”, parceria de Luiz Gonzaga com Orlando Silveira, a toada “Carece de explicação”, com Clodo Ferreira, “Tempo menino”, o coco “Gavião peneirador” e “Feito mandacaru”.
A faixa-título, “Conterrâneos”, conta com a participação da cantora Guadalupe. O disco, que traz capa de Elifas Andreato, conta também com a participação do sanfoneiro Waldonys, na quadrilha “Eita Paraíba”, de Chico Anysio e Sara Benchimol.
Também em 2007, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD “Yamandu + Dominguinhos”, em que os dois instrumentistas tocam num dueto de violão e sanfona. No disco, cada um tocou sem se prender ao estilo do outro, resultando em um repertório bem diversificado que incluiu, entre outras, os choros “Perigoso”, “Chorando baixinho” e “Pedacinho do céu”, as nordestinas “Feira de Mangaio”, “Xote miudinho” e “Asa Branca”, e as sulistas “Bagualito”, “Prenda minha” e, ainda, “Estrada do sol” e “Wave”.
Em 2008, foi o grande homenageado nos Prêmios TIM e Multishow de Música. Na ocasião do show de entrega dos prêmios, apresentou diversos números em duetos. Em maio do mesmo ano, apresentou-se com Alceu Valença na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, dentro do projeto “Pé no mundo”, interpretando seus sucessos. Em junho do mesmo ano, foi atração do programa “Viola, minha viola”, apresentado por Inezita Barroso, na TV Cultura. Em fevereiro de 2009, foi homenageado no 10º Festival Jazz e Blues, realizado durante o carnaval em Fortaleza e Guaramiranga, cidade serrana cearense localizada no Maciço de Baturité.
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Camisetas Transfer

quinta-feira, 9 de abril de 2009

IVETE SANGALO arrasou em cima do seu trio DEMOLIDOR

A musa baiana Ivete Sangalo agitou o público do Carnabeirão no show em dia 05/04 com sua nova música de trabalho “Cadê Dalila” que “estourou” no Festival de Verão de Salvador (BA).
Junto com a nova música, a artista inaugurou o novo figurino e o seu novo Trio elétrico Demolidor 3 que foi construído devido a uma parceria de grandes empresas como MB Produções, Caco de Telha Entretenimento, GGD Metals (alumínio), Selenium (fabricante de alto-falantes), 18 sound (drivers) e Machine (amplificadores). O carro tem 24 m de comprimento, 130m2 de palco e área VIP para convidados; uma passarela que dá a volta em todo o trio facilitando a movimentação da cantora. Na parte interna a artista tem um camarim privativo com um chuveiro, uma verdadeira suíte de luxo. E para a equipe técnica e músicos, um lounge que acomoda a todos com muito conforto. Todos os espaços foram feitos com muita harmonia e utilizando a técnica milenar chinesa do Feng-shui.

Segundo dados do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), em 2008 três das músicas mais executadas ao vivo no país foram cantadas por Ivete Sangalo. Não é à toa que é a artista mais lucrativa do Brasil. As músicas mais tocadas no ano foram “100% Você”, "A Galera" e "Não Precisa Mudar".
Além disso, durante o carnaval de Salvador Ivete bateu outro recorde, a cantora liderou pelo terceiro ano consecutivo o maior tempo de exposição na televisão com mais de 14 horas na telinha.
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Broches

III FESTIVAL DE MÚSICA E EXPOSIÇÃO DE ARTES DA FAMÍLIA PAULINA

A celebração do Ano Paulino é inspiração para o III Festival de Música e Exposição de Artes, organizado pela família paulina, que acontecerá em 21 de junho de 2009, das 14h às 18h, na FAPCOM – Faculdade PAULUS de Comunicação e Tecnologia. Com o propósito de tornar o apóstolo Paulo mais conhecido também por meio da música, o festival incentiva os participantes a comporem obras sobre o apóstolo, enfocando sua biografia e ensinamentos.
Aberto para todos os estilos musicais, os candidatos podem se inscrever em grupo ou individualmente. Músicos, autores de letras ou intérpretes profissionais que já possuírem melodias gravadas comercialmente não poderão concorrer.
As demais manifestações artísticas como poesias, pinturas, esculturas, peças de teatro entre outros, serão contempladas pelo festival, porém não haverá premiação para estes materiais. O evento somente disponibilizará um espaço para a exposição dos trabalhos.
Com o intuito de conduzir o povo aos caminhos do Senhor e difundir sua Palavra, o festival incentiva a disseminação da música cristã, que necessita de pessoas capacitadas, inspiradas pelo Espírito Santo, para que sua melodia toque a alma dos ouvintes e cumpra sua missão na Igreja.
Consulte o regulamento e premiação do festival no site: http://www.paulinos.org.br/

Serviço:
Inscrições: até 30 de abril de 2009 no site www.paulinos.org.br/novo
Local do evento: FAPCOM
Rua Major Maragliano, 191 Vila Mariana
Data: 21 de junho de 2009
Horário: das 14h às 18h
Informações: (11) 5088-7966
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Camisetas Transfer



DJ JASON comanda a noite do Hip-Hop em 15/04

Quarta-feira é noite de hip hop na Heaven e quem comanda a pick up no dia 15 de abril é o DJ Jason Salles que começou a discotecar em meados de 98. Sales inclui em seu repertório mais de 10 mil músicas e está sempre se atualizando nas novas tecnologias de discotecagem. O DJ já se apresentou com grandes nomes do cenário hip hop, como Marcelo D2, Max B.O., Thaíde, Cabal e Xis, além de já ter tocado para nomes como o cantor Lenny Kravitz, na festa que ele ofereceu quando se apresentou no Brasil e Jorge Ben Jor. O DJ também abriu o show do cantor Akon no Brasil.

Na sexta-feira, 17, e sábado, 18, os DJs Jeff Paiano e Marcynho fazem a festa e agitam a pista com o melhor do house e hip hop. Os DJs tem papel importante na noite, Marcynho já participou de shows de personalidades como Nando Reis, Jota Quest e Marcelo D2, além de já ter passado por casas noturnas conceituadas de São Paulo e outros Estados.


Sobre a Heaven:

A Heaven inaugurou em 2003, no coração dos Jardins, em São Paulo, e é considerada hoje o templo do Hip Hop e black music. Em junho de 2008, a casa foi reaberta após reformas para acomodar melhor seu público.

O ambiente da casa é inovador e predominam as cores azul e branca na decoração. A Heaven abre suas portas aos públicos todas as quartas, sextas e sábados.



Serviço
Mulheres: R$ 60,00. Homens: R$ 120,00.

Heaven
Rua Augusta, 3.000 – São Paulo (esquina com Rua: Estados Unidos)
Tel: 3083-3264
http://www.heavenclub.com.br/
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Adotar é tudo de bom ganha trilha composta por LUCAS LIMA

Música criada para o programa da PEDIGREE® sensibiliza e mobiliza para a causa dos cachorros abandonados
O programa Adotar é tudo de bom acaba de conquistar mais um aliado, a música. Mobilizado e sensibilizado pela a causa dos cachorros abandonados, o músico Lucas Lima criou uma trilha sonora para a campanha da PEDIGREE®, que visa encontrar um lar para mais de 100 mil cães nos próximos quatro anos.


"Eles me chamaram com a ideia para fazer uma trilha que seria utilizada em um para educar as pessoas sobre a campanha. Topei na hora, pois, além de ser ‘cachorreiro’, adoro qualquer tipo de trabalho com música. Gostei demais de participar desta campanha e acho que o resultado final ficou muito bonito, vale conferir", convida o músico Lucas Lima.

A música de Lucas Lima é mais um importante canal de mobilização populacional para o programa Adotar é tudo de bom. A campanha, que teve início no final de 2008, já conseguiu encontrar um novo lar para mais de 2 mil cachorros.
"A música é de uma sensibilidade incrível e consegue dar o tom da nossa campanha, sendo mais uma ferramenta na conscientização e mobilização populacional para a causa", explica Cynthia Schoenardie, gerente responsável pelo programa Adotar é tudo de bom.
Com o objetivo de mudar a realidade dos mais de 20 milhões de cães que vivem nas ruas de todo o Brasil, o Adotar é tudo de bom é uma iniciativa global da PEDIGREE® que foca seu trabalho na sensibilização, conscientização e mobilização da população para a causa e a educação sobre a posse/guarda responsável.
O programa ainda atua diretamente no apoio a abrigos que resgatam cães e promovem a adoção consciente. Para todo produto PEDIGREE® vendido, a empresa se compromete a fazer uma doação para ajudar as instituições de cães participantes da campanha. A meta é doar até R$ 1 milhão nos primeiros 12 meses. As doações valerão para todo produto PEDIGREE® comercializado até o dia 31 de outubro 2009.
Confira o novo vídeo motivacional da campanha com a trilha musical de Lucas Lima aqui:

MARS Brasil
A Mars Brasil é uma divisão da Mars, Incorporated, uma das maiores fabricantes de alimentos do mundo. Com aproximadamente R$ 600 milhões em vendas anuais, as divisões de alimentos, chocolates e confeitos e produtos para animais de estimação são símbolos de excelência para produtos de alta qualidade. Sediada em Guararema, SP, a Mars Brasil conta com mais de 1.300 associados em cinco unidades, incluindo três fábricas. A empresa é proprietária de algumas das marcas mais populares do mundo, incluindo M&M’S®, SNICKERS®, TWIX®, UNCLE BEN’S® e os produtos para animais de estimação PEDIGREE® e WHISKAS®.
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SESC POMPEIA LANÇA NOVO EP FUNGOS FUNK

Com a participação de B-negão, Digão (Raimundos), Egypcio (Tihuana), Marku Ribas e Alyand (Dead Fish), Fungos Funk lança novo EP no projeto Plataforma
No dia 16 de março (quinta-feira), às 21h, a Choperia do SESC Pompeia recebe o grupo Fungos Funk, lançando seu novo trabalho de título homônimo. O show faz parte do projeto Plataforma, que lança CDs e DVDs de artistas e bandas e conta com as participações especiais de B-negão, Digão (Raimundos), Egypcio (Tihuana), Marku Ribas e Alyand (Dead Fish).

O novo disco da banda surgiu de uma despretensiosa parceria que começou na Internet. O novo EP, lançado apenas em Vinil 7’, foi prensado em Londres através do selo Vinyl Land e contém 3 músicas inéditas da banda, entre elas “Tudo que eu Quero” – música título de vídeo clipe.

A BANDA

Com 10 anos de carreira, os Fungos Funk se conheceram na adolescência, em Juiz de Fora – MG. Com som rápido, cheio, grave e ao mesmo tempo suave, suingado e divertido, Funk-Core é o nome do que o Fungos Funk faz. Zebu (vocal), Pow (vocal), JC (baixo), Criolo (guitarra) e Bizorro (bateria), formam a Fungos Funk Freak Family.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAS

B-negão, Digão (Raimundos), Egypcio (Tihuana), Marku Ribas e Alyand (Dead Fish).

Serviço: SESC POMPEIA APRESENTA FUNGOS FUNK, LANÇANDO O EP HOMÔNIMO
Rua Clélia, 93
Dia 16 de abril de 2009. Quinta, às 21h.
SESC Pompeia (Choperia)
Ingressos: R$ 4,00 a R$ 16,00
Lotação: 800 pessoas
Duração: 90 minutos
Não é permitida a entrada de menores de 18 anos.
Telefone para informações: (11) 3871-7700

Funcionamento da bilheteria do SESC Pompeia – de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 20h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Ingressos podem ser adquiridos em todas as unidades do SESC, incluindo CineSESC.

Assista o Fungos Funk no Youtube:





http://www.youtube.com/watch?v=ikphOk3KYn8

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Moda

FESTIVAL INSTRUMENTAL DE GUARULHOS seleciona 30 músicos para a fase semifinal

Yamandu Costa, Amauri Falabella, Cezar do Acordeon e Índio Cachoeira concorrem ao prêmio; final do festival terá apresentações de Altamiro Carrilho e Guinga, Egberto Gismonti e Arismar do Espírito Santo
Os organizadores do III Festival Instrumental selecionaram 30 finalistas para a fase semifinal, que será realizada entre os dias 15 e 17 de abril, em Guarulhos (Grande São Paulo). Músicos conhecidos como Yamandu Costa, Amauri Falabella, Cezar do Acordeon e Índio Cachoeira concorrem a prêmio em dinheiro e troféus. A final será realizado no dia 18 de abril, no Teatro Adamastor, do Centro, e contará com apresentações de grandes nomes da música brasileira, como Altamiro Carrilho, Guinga, Egberto Gismonti, Arismar do Espírito Santo & Grupo e Izaias & Seus Chorões.
Dos 30 semifinalistas, 12 participarão da grande final. Em sua terceira edição, o festival recebeu inscrições de músicos de todo o País. Nesse ano, haverá uma seletiva só para músicos de Guarulhos, que será realizada no dia 15 de abril, definindo dois finalistas. As outras dez vagas serão definidas nos dias 16 e 17 de abril.
O evento é promovido pela Capucho Produções, com patrocínio da Secretaria de Cultura de Guarulhos e incentivo cultural do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo. O festival busca incentivar a música instrumental contemporânea, despertando o interesse da população pela arte como fonte de cultura e lazer.
Além das seletivas e da grande final, o 3º Festival Instrumental de Guarulhos promoverá oficinas nos dias 16, 17 e 18 de abril. Inscrição e mais informações devem ser feitas pelo telefone 2229-1647.
Na final, dia 18 de abril, serão premiadas as melhores músicas e intérpretes. O primeiro, segundo, terceiro e quarto colocados receberão, respectivamente, R$ 7 mil, R$ 4 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil, além de troféus. Haverá premiação também para o Melhor Arranjo e Melhor Instrumentista, e um prêmio por Aclamação Popular, com prêmios de R$ 1 mil cada um e troféu.
Abaixo, seguem os nomes dos 30 selecionados para a fase semifinal do III Festival Instrumental.
Abner Ortega (Guarulhos-SP)Música: SAMBA QUEBRADO
Alex Buck (São Paulo – SP)Música: NOTAS SOBRE PEÇA
Alfredo Del-Penho (Rio de Janeiro – RJ)Música: MARIA CLARA
Amauri Falabella (Guarulhos-SP)Música: TOME CHEIROSO
Cezar do Acordeon (Guarulhos-SP) Música: SOPRA VALDIR
Daniel Migliavacca (Curitiba – PR)Música: VIDA BOA
Dino Barioni (São Paulo-SP)Música: CASCADANTA
Edson Sant’Anna (São Paulo – SP)Música: VALSA PARA DÊNIA
Filipe Dias (Vila Velha – ES)Música: MINHA BOSSA
Guilherme Correa (Sorocaba – SP)Música: VILA AMÉLIA
Henrique Júnior (Guarulhos-SP)Música: BOSSA 64
Índio Cachoeira (Guarulhos-SP)Música: VIOLA ANDINA
Jacinto Kahwage (Belém – PA)Música: CHORO DA VEZ
João Callado (Rio de Janeiro – RJ)Música: CHORO PRA DOIS
João Poleto (São Paulo – SP)Música: LÁ PELAS NOVE
José Leite (Guarulhos-SP)Música: UM OLHAR DE MULHER
José Paulo Becker (Rio de Janeiro - RJ)Música: ALEGRE E FELIZ
José Helder (Guarulhos-SP)Música: FOGO NA QUIÇAÇA
Marcelo Lemos e Itamar Pereira (Guarulhos-SP)Música: INTEIRAMAR
Marcos Alves (Rio de Janeiro – RJ)Música: GALHO DE ARRUDA
Marcos Frederico (Belo Horizonte - MG)Música: ESPERANDO A CHUVA
Marcos Paiva (São Paulo-SP)Música: EDISON Nº.5
Marquinho Mendonça (São Paulo – SP)Música: EQUATORIAL
Paulo Cardoso (Caxias do Sul - RS)Música: TEMPRANO
Ricardo Dutra (Guarulhos-SP)Música: CURUMIM
Ricardo Mac Cord (Rio de Janeiro – RJ)Música: XAVANTINA
Thiago França (São Paulo - SP)Música: A MULATA É A TAL
Walflan Ribeiro (Guarulhos-SP)Música: QUERO MAIS
Yamandu Costa (Rio de Janeiro - RJ)Música: MIMOSA
Zé Barbeiro (São Paulo-SP)Música: CLARINETISTA ENCHENDO O SAX
SUPLENTES André Scheller (Guarulhos-SP)Música: PÃO DE QUEIJOLouise Woolley (São Paulo-SP)Música: PASSOU...Walter Pinheiro (São Paulo-SP)Música: CHORO JAZZSCH
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BANDA GLÓRIA e CRISTINA BUARQUE no SESC Vila Mariana dia 14/4


Banda Glória e Cristina Buarque lançam CD com clássicos do samba no
SESC Vila Mariana, dia 14/4

Álbum “Banda Glória Convida Cristina Buarque” traz canções de Cartola e Candeia, entre outros grandes nomes de nossa música.

A Série Lançamentos do SESC Vila Mariana promove um encontro histórico para os amantes do samba, no dia 14 de abril, às 21h: Banda Glória e Cristina Buarque dividem o palco para o lançamento do CD “Banda Glória Convida Cristina Buarque”. O repertório do terceiro CD da banda foi escolhido a dedo pela cantora. O disco é composto por 14 faixas, incluindo canções inéditas de Cartola (“Um Casal que Chora”) e Candeia (“Bemóis”).

Liderados pelo violonista Fred Mazzuchelli, os experientes músicos da Banda Glória criam diversos climas para as interpretações de Cristina: são sambas-canção, sambas de morro, marchinhas e outras levadas em composições de Ataulfo Alves, Mario Lago e Lupicínio Rodrigues, entre outros.

O álbum “Banda Glória Convida Cristina Buarque” e o show de lançamento no SESC Vila Mariana são verdadeiros presentes para quem aprecia a boa música brasileira porque promovem o casamento perfeito de vozes, ritmos e paixões pelo patrimônio cultural: de um lado, a Banda Glória, consagrada no cenário de São Paulo por promover noitadas dançantes que exaltam a beleza de sambas, chorinhos e outros ritmos; de outro, Cristina Buarque, cantora portelense, figura importante na perpetuação de obras de sambistas da velha guarda, que convive com o samba desde sua infância - os pais tocavam piano, sua irmã Miúcha já cantava e tocava violão e o irmão Chico Buarque estava para se tornar um dos compositores mais representativos da música brasileira.


Sobre a Banda Glória

Formada em 1998, a Banda Glória segue inovando e fazendo um som único e elegante. Seus 15 músicos trazem ao palco arranjos sofisticados de sambas, chorinhos, xotes, foxes, marchinhas, baiões e maxixes. Composições primorosas da música popular brasileira, muitas delas esquecidas no tempo, são recuperadas e apresentadas em uma forma refinada e vibrante.
Quem vai ao show da Banda Glória não apenas aprecia a sutileza dos arranjos. O entusiasmo é transbordante e a “ofegante epidemia” da dança a todos contagia. A Banda Glória cria uma atmosfera completamente alegre e descontraída, lotando o salão de pessoas de todas as idades. Todos se juntam na transcendência da boa música e da dança: é impossível resistir passivo à inundação de alegria que brota, por exemplo, das já consagradas interpretações de Turma do Funil, Pirata da Perna de Pau, Vai Passar, Portela na Avenida e tantas outras pérolas de nossa música.

A Banda Glória é formada por pelos músicos: Frederico Mazzucchelli, voz, violão e direção musical; Luciano Barros, violão 7 cordas, voz e arranjos; Milton Mori, cavaquinho e arranjos; Josiane Mello, voz; Gustavo Ruiz, violão 7 cordas e arranjos; Andréia Dias, voz e percussão; Maurício Freire, baixo e voz;; Guilherme Kastrup, bateria e percussão; Beto Schkolnick, bateria e percussão; Simone Julian, flauta e sax; Dado Magnelli, flauta e sax; Fernando Butrico, sax; Lloyd Bonnemaison, sax;; Camila Lordy, teclados e arranjos e Rubi, voz. Os músicos da Banda Glória participam de outras formações musicais, e atuam, em muitos casos, com artistas renomados como Chico César, Vanessa da Mata, José Miguel Wisnik, Wandi Doratiotto e Adriana Calcanhoto, entre outros. Na Banda Glória seus talentos se fundem, resgatando contribuições, criando formas e inovando arranjos a partir das múltiplas tradições e tendências da música brasileira.


Cristina Buarque
A cantora portelense Maria Christina Hollanda Ferreira nasceu em São Paulo, filha do historiador paulista Sérgio Buarque de Hollanda e da carioca Maria Amélia Alvim Buarque de Hollanda.

Embalada pelo ambiente musical de infância Cristina arava, ao ouvir os sambistas antigos apresentados por seu irmão mais velho, o terreno em no qual pisaria anos mais tarde. Em meados da década de 60, apresentou-se com o quarteto vocal formado com as irmãs Ana Maria e Maria do Carmo (Piii) e a amiga Helena, em colégios, programas de televisão e, às vezes, acompanhando o irmão compositor.

Gravou pela primeira vez em 1967, registrando “Chorava no meio da rua” no LP Onze sambas e uma capoeira (Discos Marcus Pereira), que trazia somente músicas de Paulo Vanzolini. No ano seguinte participou do terceiro LP de Chico Buarque (“Chico Buarque de Hollanda - Volume 3, RGE”), cantando com ele “Sem fantasia”.

Seu primeiro LP, “Cristina”, lançado pela RCA em julho de 1974, revelou o sucesso “Quantas lágrimas”, samba do portelense Manacéia, comercializado posteriormente em compacto simples. Nesse período, quase sempre convidada pelo produtor de seus três primeiros discos, Fernando Faro, apresentou-se em programas da TV Cultura, de São Paulo, como o MPB Especial.

A artista seguiu gravando álbuns próprios durante as décadas de 1970, 80 e início dos anos 90, além de participar de vários trabalhos de outros artistas ou em homenagem a grandes nomes, como Pixinguinha.

A década de 2000 marcou a volta de Cristina aos álbuns de carreira, após cinco anos sem gravar, com o lançamento de “Ganha-se pouco, mas é divertido”, celebrando o sambista fluminense Wilson Batista (1913-1968).

Discreta, a artista segue emprestando sua voz a obras memoráveis de nossa música, como no CD com a Banda Glória, que o público de São Paulo terá o privilégio de conferir ao vivo, no SESC Vila Mariana, dia 14.

Serviço:

Série Lançamentos - Banda Glória Convida Cristina Buarque
Dia 14 de abril, terça, às 21h

SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
http://www.sescsp.org.br/

Ingressos à venda em todas as unidades do SESC:
R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 5,00 (trabalhador no comércio de bens e serviços matriculado no SESC e dependentes )
Teatro (608 lugares) – acesso a portadores de deficiência
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Assista a Banda Glória no Youtube:


http://www.youtube.com/watch?v=_W5L_7m_o3s

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Fabio Jr. canta para as mães na Campanha do Magazine Luiza


Certeiro, ele emociona mais uma vez! “Mãe, às vezes, você parece que é mãe de todo mundo... amor tão puro, amor tão raro...”. Essas são algumas palavras da nova composição que o consagrado cantor Fábio Jr. preparou para a Campanha do Dia das Mães das lojas Magazine Luiza. E, para a surpresa das fãs, o lançamento da campanha foi realizado hoje (07/04), na coletiva de imprensa do Magazine Luiza.

O cantor, a diretora de Marketing da rede, Anelise Nascente, e o diretor geral da Ogilvy & Mather, Fernando Musa, apresentarão o filme com a música “Mãe”, que também tem Fábio Jr. participando como ator. E, para presentear todas as mães do Brasil, o cantor e o Magazine Luiza prepararam um CD para os consumidores das lojas espalhadas por todo o país.

SAIBA MAIS SOBRE A HISTÓRIA DO CANTOR:

Segundo dos três filhos de Antônio Luiz e Nilva, o paulistano Fábio Correa Ayrosa Galvão nasceu na manhã do dia 21 de novembro de 1953 e foi criado no bairro do Brooklyn com seus irmãos Danilo e Heraldo.
A família de classe média não era rica, com o pai taxista e a mãe professora de piano, e desde cedo o jovem Fábio trabalhou – com os irmãos – na banca de jornais com a qual o pai encarava o orçamento familiar. Já naquela fase, Fábio sonhava estar na capa de revistas como as que entregava na casa dos fregueses. Afinal, desde o início da adolescência, os programas musicais na televisão foram sua grande paixão e, estimulado pelo violão presenteado pelo pai, Fábio formou um trio vocal com seus irmãos – Os Colegiais, pouco depois rebatizado de Os Namorados, grupo que inicialmente participou do “programa preparatório” do Festival de Música Infantil da TV Bandeirantes e depois do programa Mini-Guarda, apresentado pelos também artistas mirins Ed Carlos, Mário Marcos e Enza Flori por cerca de um ano – entre 1967 e 1968. Naquela ocasião, o estímulo para o prosseguimento na carreira artística veio por um elemento externo – um diretor de televisão que desafiou o empenho do cantor adolescente ao dizer-lhe que ele não sabia cantar, mas que poderia dedicar-se à dramaturgia. Fábio ingressou no tele-teatro – comandado pela lendária Cacilda Becker e dirigido por Walter George Durst -, estreando com a peça “Inês de Castro, A Rainda Depois de Morta”, e chegou a participar de especiais na TV Cultura, ao lado de atores consagrados como Paulo Autran e Etty Frazer.
Mas a paixão pela música permaneceu e felizmente também o estímulo dos pais. Levados pelo pai a rádios e shows, Os Namorados acabaram conhecendo o músico e produtor Arnaldo Saccomani, que em 1970 os levou para cantar numa gravação de Ronnie Von e acabou produzindo um primeiro compacto para a Polydor. O cantor Christie estava estourado mundialmente com “Yellow River” e o grupo gravou uma versão em português, intitulada naturalmente “Rio Amarelo” e que foi o lado principal daquele primeiro disquinho. Mas, historicamente, o lado B é mais importante pois trazia “A Saudade Que Ficou”, uma das primeiras músicas compostas por Fábio. O compacto não aconteceu, nem tampouco seu sucessor, lançado no ano seguinte pela mesma Polydor - com uma versão para o sucesso internacional “What Have They Done To My Song Ma”.
Fábio não desanimou da carreira musical, ainda que o grupo tenha praticamente terminado no início dos anos 70, quando – já na maioridade – ele teve empregos em lojas de departamentos e também fazendo transporte escolar em São Paulo.
Os três irmãos dos Namorados acabaram se reunindo novamente alguns meses mais tarde, como Bossa 4 e depois – já com a cantora Malu – renovaram-se sob o nome artístico de Grupo Arco-Íris, que chegou a gravar um único compacto simples pelo selo Sinter em 1973. A última formação do grupo vocal foi imediatamente sucedida por seu fim definitivo, quando – naquele mesmo ano – Fábio passou a integrar (como corista) a banda Uncle Jack, que acompanhava o cantor Pete Dunaway em shows e discos. E, vendo o talento de seu acompanhante, o artista principal deu a chance de Fábio vocalizar o lado B de seu compacto “I ´ll Be Fine” pela Mercury naquele ano de 1973. Creditado ao Uncle Jack, a faixa “In My Song” trazia a voz de Fábio – que naquele ano também gravaria “My Baby” com o Uncle Jack para uma coletânea. Mas, com o eventual fim do Uncle Jack em 1974, nosso artista teve a chance de gravar novamente – agora pela MGM - um compacto com a canção “Don´t Let Me Cry”, creditado a um certo Mark Davis. Incluída na trilha sonora de uma telenovela, a música fez enorme sucesso e no ano seguinte a direção da MGM gravou e lançou um álbum daquele cantor misterioso. Mas Fábio Galvão queria ser conhecido com seu próprio nome e, principalmente, cantar em português. O produtor Caion Gadia reuniu Fábio e o também cantor e compositor Silvio Brito no programa “Aleluia”, no ar por nove meses na TV Tupi, e já naquele momento Fábio passou a adotar o pseudônimo artístico Fábio Jr. – para não haver confusão com o ator Flávio Galvão. Foi o momento em que Fábio, contratado pela Philips, fincou o pé e acabou gravando seu primeiro LP creditado a Fábio Jr. em 1976. No repertório, diversas parcerias com o letrista Paulo Coelho e também uma releitura de “A Noite do Meu Bem”, clássico de Dolores Duran. Mas o disco não aconteceu.
Fábio foi então lembrado pelo diretor Walter George Durst, que selecionava elenco para uma nova novela da TV Globo. Chamado pelo telefone para fazer o papel reservado especialmente para um ator paulistano, Fábio mudou-se para o Rio de Janeiro e estaria no elenco da novela “Despedida de Casado” – não tivesse a mesma sido censurada às vésperas de sua estréia no final de 1976. Acabou então estreando em “Nina”, no ano seguinte, e em seguida estrelou o caso especial – que eventualmente virou série – “Ciranda, Cirandinha”, ao lado de Lucélia Santos, Denise Bandeira e Jorge Fernando. Naquele ano de 1978, Fábio estava determinado a firmar-se também como cantor e compositor e invadiu a sala dos diretores da TV Globo com todos os discos que gravara até então – como Os Namorados, Grupo Arco-Íris, Uncle Jack, Mark Davis e Fábio Jr. A determinação do jovem ator foi tamanha que, no episódio “Toma Que O Filho é Teu”, ele teve a chance de cantar sua música “Pai”, ainda inédita. A novelista Janete Clair gostou da canção e ela tornou-se tema de “Pai Herói” – novela global que estreou em janeiro de 1979, ano em que Fábio Jr. foi contratado pela gravadora Som Livre e finalmente encontrou o caminho do sucesso.
Conduzindo com sabedoria sua carreira desde 1979, ano em que participou do longa-metragem “Bye Bye Brasil”, de Cacá Diegues, ao lado de Betty Faria, José Wilker e Zaira Zambelli, Fábio ingressou numa agenda frenética de gravações de discos e novelas, além de shows por todo país. No período das décadas de 80 e 90, gravou diversos discos, participou de várias novelas e apresentou um programa de TV, com surpreendente simultaneidade, cravando na história de nossa cultura o feito inédito de artista de sucesso tanto como cantor, compositor, apresentador e ator. Fábio Jr. é um artista completo!
No século XXI, a notoriedade alcançada pela musicalidade reflete em sucessos e dia após dia conquista fãs por todo o Brasil. Com um carisma inigualável e uma carreira brilhante, Fábio Jr. é consagrado.



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