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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Amelita Baltar faz apresentação única no Teatro Bradesco

A cantora de tango argentina Amelita Baltar chega a São Paulo no dia 26 de Julho para apresentação única no Teatro Bradesco. Famosa pela interpretação da canção Balada para un loco, a musa do compositor Astor Piazzolla volta ao Brasil e promete cativar a platéia com grandes sucessos de sua carreira.

Conhecida por sua voz original e pelo talento dramático de suas interpretações, Amelita e sua banda apresentarão um repertório que inclui tradicionais tangos, temas folclóricos, clássicos de Piazzolla e Ferrer, além de algumas surpresas reservadas para a noite do show.
Tendo se apresentado pela primeira vez no Brasil em 1971 na companhia de Astor Piazzolla, nos últimos anos Amelita Baltar se apresentou em diversas cidades da Suécia, Finlândia, Holanda e Espanha, com grande sucesso de público e crítica. Além da capital paulista, a cantora também se apresentará no Rio de janeiro, Florianópolis, Porto Alegre, Brasilia e Belo Horizonte. Mais informações http://www.brancoproducoes.com/  

Sobre Amelita Baltar:
Seu primeiro álbum solo, de 1968, recebeu o Prêmio Revelação no "Festival Nacional do Disco", realizado em Mar del Plata. Neste mesmo ano, foi ouvida por Astor Piazzolla, que a convidou para estrelar a opereta "María de Buenos Aires", composta em parceria com Horacio Ferrer.
Este trabalho foi o início de uma união longa e frutífera. Piazzolla e Ferrer encontraram em Amelita a intérprete ideal, e juntos, fizeram parcerias em mais de 30 obras, marcando uma época histórica da música popular argentina, que atingiu seu clímax com "Balada para un loco".
Amelita se torna a musa de Piazzolla e também sua esposa, e nos anos subseqüentes vão aparecer juntos nos palcos de toda a América Latina e na Europa, com
apresentações que vão desde o Olympia de Paris ao Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
Separada de Piazzolla, Amelita continuou sua carreira de sucesso na Argentina e em turnês na Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Suíça, Turquia, Chipre, Brasil, México, Uruguai, Chile e Estados Unidos. Amelita fez teatro, novelas e cinema. Todos estes anos, continou a gravar LPs e CDs, editados em várias partes do mundo.
Junto com o Ballet Stagium, realizou, nos anos 90, em todo o Brasil, o espetáculo "Tango", dedicado a Piazzolla e apresentado em mais de 20 cidades, entre o famoso Teatro Amazonas, em Manaus, e o Municipal, de São Paulo.

Serviço - AMELITA BALTAR
Teatro Bradesco. São Paulo
Realização: Branco Produções e Artrec Produções


Clientes Bradesco tem 25% de desconto no valor do Ingresso* na bilheteria do teatro, além de um guichê de atendimento exclusivo. (até 4 ingressos/sessão por titular do cartão, limitado a 200 ingressos/ sessão)
25% de desconto válido para usuários dos cartões Zaffari Card, Bourbon Card e Rancho Card (até 2 ingressos por titular do cartão, limitado a 200 ingressos/ sessão)
50% de desconto para idosos e estudantes
20% desconto para assinantes do jornal Folha de S. Paulo

** Descontos não cumulativos

** *ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo

Banda:
Aldo Saralegui - Piano
Sebastian Barbui - Baixo
Ariel Hernández - Bandoneon
Demian González - Bateria

Vendas:
Ingresso Rápido: 4003-1212
http://www.ingressorapido.com.br/
Bilheteria Teatro Bradesco: Piso Perdizes do Bourbon Shopping São Paulo - Rua Turiassú, 2100, 3º piso, Pompéia/ Horário de funcionamento: Domingo a Quinta das 12h às 20h, Sexta e Sábado das 12h às 22h.

Classificação: Livre

quinta-feira, 24 de junho de 2010

CAUBY EM SHOW PARA CAMPANHA DO AGASALHO 2010

Foto: Marco Maximo

Cauby in Concert é o nome do show inédito de Cauby Peixoto, que foi apresentado no dia 16 de junho, no Memorial da América Latina. A renda do show foi revertida para a Campanha do Agasalho 2010, realizada pelo Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo.

O espetáculo Cauby in Concert  foi dividido em dois blocos. Na primeira parte o intérprete passeia pelos sucessos da sua carreira como “Conceição” (Dunga e Jair Amorim, “Bastidores” (Chico Buarque) e “Nono Mandamento” (Nelson Gonçalves), acompanhado por um trio jazzístico formado por Ronaldo Rayol (violão), André Bedurê (baixo) e Nahame Casseb (bateria).

A outra metade do show é dedicada apenas a canções inéditas em sua voz; momento em que Cauby faz um duo com Ronaldo Rayol, com quem está gravando o primeiro CD no formato voz e violão em seus 58 anos de carreira. Neste bloco ele canta "Viola Enluarada" (Marcos e Paulo Sérgio Valle), “Beatriz” e “As Vitrines” (Chico Buarque), “Cadeira Vazia” (Lupicínio Rodrigues), “Guerreiro Menino” (Gonzaguinha), “O Que Tinha de Ser” (Tom e Vinicius) e “Nada Por Mim” (Paula Toller). "São músicas que eu sempre admirei, mas nunca gravei ou cantei em meus shows”, explica o artista.

No final do ano passado Cauby Peixoto lançou o impecável álbum Cauby Interpreta Roberto, dedicado à obra de Roberto Carlos, e já prepara o lançamento do DVD Cauby Sings Sinatra, gravado em maio no Teatro Fecap, em São Paulo, pela TV Cultura. O show promete registrar ainda algumas canções desses dois novos trabalhos.

terça-feira, 4 de maio de 2010

CAUBY PEIXOTO CANTOU SINATRA NO TEATRO FECAP

O cantor Cauby Peixoto fez pela primeira vez um show com o repertório inteiramente dedicado ao seu ídolo Frank Sinatra. Em duas apresentações, nos dias 1 e 2 de maio, no Teatro Fecap, em São Paulo ( www.teatrofecap.com.br ), o cantor interpretou as mais famosas canções que foram sucesso na voz de Frank Sinatra.
Com direção musical de Ronaldo Rayol e Thiago Marques Luiz, a banda que acompanhou Cauby em sua apresentação foi composta por: Ronaldo Rayol (violão e guitarra), Hanilton Messias (piano), Eric Budney (baixo acústico), Nahame Casseb (bateria), Ubaldo Versolatto (sax alto), Marcelo Monteiro (sax barítono), Amilcar Rodrigues (trompete) e Duarsen de Campos (trombone).

Frank Sinatra (1915-1998) é um dos artistas mais importantes da música popular do século XX, com uma extraordinária carreira de 60 anos em discos, shows, rádio, televisão e cinema. Intérprete único, dono de linda voz, fraseado e dicção impecáveis, ótimo gosto para escolher repertório, arranjadores e músicos. Sinatra adorava o jazz e seus intérpretes e cantava como ninguém a música dos maiores compositores de seu tempo, principalmente americanos, mas nem sempre (afinal, foi ele quem ligou para o Tom Jobim em uma tarde no bar Veloso, em Ipanema...).

Repertório:

Strangers in the Night (Bert Kaempfert/Singleton/Snyder) é a canção que recolocou Sinatra em primeiro lugar nas paradas de sucessos dos EUA e de dezenas de países em 1966.

The world we knew (Over and over), outra do maestro alemão Kaempefert, mais um dos sucessos pop de Sinatra em meados de 60.

Let me try again (Caravelli/Jourdan) foi gravada em 1973 no disco Ol’ Blue Eyes is Back

All the way (Sammy Cahn/Jimmy Van Heusen, dupla que compôs diversos sucessos do cantor) é o mais popular dos compactos de Sinatra para a Capitol nos anos 50. Tema do filme The Joker is Wild, recebeu o Oscar de melhor canção de 1957.

Fly me to the moon (Bart Howard), gravada em 1964, com arranjo de Quincy Jones e a Orquestra de Count Basie. Uma daquelas canções com a cara de Sinatra.

S’wonderful (George e Ira Gershwin), gravada pela primeira vez nos anos 40 para a Columbia Records, onde Sinatra iniciou sua carreira solo

I've got you under my skin (Cole Porter) outra com a marca Sinatra. A gravação clássica é a de 1956, arranjo de Nelson Riddle, para o disco Songs for Swinging Lovers, da Capital.

Moon river (Henry Mancini/Johnny Mercer), a canção tema do filme Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s, de Blake Edwards, 1961), foi gravada em 1964, com arranjo de Riddle, para um disco com grandes músicas de filmes.

Ol’ man river (Jerome Kern/Oscar Hammerstein II), do clássico musical Show Boat, cuja versão mais conhecida do cantor está em The Concert Sinatra, outra parceria com Nelson Riddle.

Night and day (Cole Porter), canção do musical The Gay Divorcee foi gravada por Sinatra em cinco discos diferentes.

Something (George Harrison), Sinatra considerava essa composição do Beatle “uma das mais belas canções de amor já escritas”.

Laura (Johnny Mercer/David Raksin), do filme homônimo de Otto Preminger, também gravada na Columbia na primeira década solo de Sinatra, os anos 40.

Triste (Tom Jobim), foi gravada em 1969, com arranjo de Eumir Deodato, para aquele que seria o segundo disco de Sinatra com Jobim e que acabou sendo Sinatra e Cia., uma mescla de canções do genial compositor brasileiro com música pop americana.

My Way (Paul Anka/François/Revaux/Thibault), a canção francesa que ganhou letra em inglês de Paul Anka se transformou em um das marcas de Sinatra. Gravada em 1968 com arranjo de Don Costa.

Theme from New York, New York (Fred Ebb/John Kander), composta para o musical de Martin Scorsese de 1977, foi gravada por Sinatra em 1979, com arranjo de Don Costa, para o disco triplo Trilogy. Sinatra chamava a música de “o hino”.

Sobre CAUBY PEIXOTO

Cauby Peixoto nasceu em Niterói, em 1931, em uma família de músicos de qualidade: filho do violonista Cadete, sobrinho do famoso Nonô (Romualdo Peixoto), grande pianista que popularizou o samba naquele instrumento, além de ser primo do grande cantor Ciro Monteiro. Seus irmãos também se destacaram na área artística: Moacyr Peixoto como pianista, Arakén Peixoto como trompetista e Andyara como cantora.
Sua carreira teve início em programas de calouros no início dos anos 50. Pouco depois, gravou seu primeiro disco e trocou o Rio por São Paulo para ser o crooner das boates Oásis e Arpége. Logo se destacou por usar a linda voz na interpretação dos grandes sucessos da música americana. De volta ao Rio, entrou para o elenco da Rádio Nacional. Em meados dos anos 50, já era o cantor mais famoso da rádio brasileira, sucedendo ao grande Orlando Silva, e provocando a loucura das fãs, mais ou menos como seu ídolo Frank Sinatra provocara nas adolescentes, as bobby-soxers, em seu início de carreira nos anos 40.
A identificação de Cauby com Sinatra, Bing Crosby e Cia, e com o fantástico repertório de standards americanos, o levou a tentar a sorte nos Estados Unidos a partir de 1955. Lá, com o pseudônimo de Ron Coby, se apresentou em nightclubs e chegou a gravar com o respeitado maestro Percy Faith. Cauby voltou aos EUA ainda na década de 50, fez temporadas de mais de um ano, foi chamado pela imprensa de “Elvis Presley brasileiro”, mas o sonho de uma carreira internacional não se concretizou.
Em compensação, no Brasil, emplacava sucesso após sucesso, participava de filmes, cantava na noite, nos principais programas de rádio e televisão, aderia às canções dos estilos que iam aparecendo, formava a extraordinária bagagem que o transforma com cerca de 60 anos de carreira, em um dos artistas de maior longevidade na música popular mundial. Cauby Peixoto é sucesso até hoje.

SHOW - CHICO BUARQUE - HISTÓRIAS E CANÇÕES

quarta-feira, 31 de março de 2010

Grupo 3doRio completa 50 anos de carreira

O Grupo 3doRio Passou por 27 países em mais de 4.000 apresentações ao vivo nos diversos segmentos de Shows, Bailes, Convenções e Teatro. Ganhou vários prêmios publicitários com a série de 13 filmes da campanha do Banco Bamerindus, com o jingle criado por Walter Santos e Tereza Souza— “O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa... é a poupança Bamerinduuuuus”. Quem não se lembra desse jingle...

Foi contratado com exclusividade pela TV Bandeirantes, TV Globo, CNT-Gazeta e TV Cultura.

No teatro, o grupo apresentou o show “Quem vem lá?” com texto de Marcos César e direção de Marcos Gebara, contando a sua vivência pelos países por onde tocou, com música e humor.

Diferente, criativo e bem humorado, esbanja jovialidade, cativa e atrai todas as atenções, com músicas, piadas e interpretações impagáveis. Uma deliciosa interação com o público num show de som, luzes e cores, apoiado por uma equipe competente e equipado com sonorização de alta tecnologia, iluminação e transporte.

Ainda mantém no bairro de Interlagos o seu estúdio de ensaio e gravação, por onde já passaram nomes como: Leandro e Leonardo, Moacyr Franco, Skank, Banda Metalurgia, Roberta Miranda, Capital Inicial, Tom Zé, entre outros.


COMPONENTES DO GRUPO:

MIGUEL— MIGUEL JOSÉ MAIMONE

Nascido em Conchas, Estado de São Paulo, é apaixonado pela arte musical. Viajou durante 10 anos por 27 países da Europa, Oriente e América, agregando grande conhecimento e aprimoramento musical que acabou tornando-se multinstrumentista. Buscou inovações nas técnicas musicais e humorísticas, retornou ao Brasil, agregando uma forte pitada de humor em suas apresentações. Participa de programas de televisão e campanhas publicitárias, notabilizando o trabalho do 3doRio.

Instrumentos: CONTRA-BAIXO FRAMUS, SURDO ELETRÔNICO, SAX SOPRANO, SAX TENOR, SAX ALTO, CLARINETE, TROMBONE, REQUINTA, FLAUTA e GUITARRA GIBSON


SESTINI—JOSÉ AMÉRICO SESTINI

Com notável diferenciamento humorístico, Sestini tornou-se uma figura indispensável nas apresentações no 3doRio, nos esquetes de programas de televisão e campanhas publicitárias.
O Paulista tornou-se baterista e percussionista, viajou durante 10 anos pela Europa, Oriente e América, como companheiro de Miguel, em suas apresentações pelos mesmos 27 países.

Instrumentos: BATERIA LUDWING, OCTAPAD, BATERIA ELÉTRICA R8, D4, SAX ALTO, CLARINETA e BONGÔ.

CATU— ADERVAL LUÍZ ARVANI

Nasceu em São Paulo— Capital. É professor de educação física, passou grande parte de sua vida dedicada aos esportes, disputando grandes títulos pelo Clube Paulistano. Conquistou lugar privilegiado na Seleção Brasileira de Voleibol e participou da Olimpíada de 72 em Munique.
Mas a música falou mais alto!
Com forte veia artística, Catu, é o mais novo integrante do 3doRio, mostrando seus excepcionais talentos como tecladista, guitarrista e vocalista.

Instrumentos: SINTETIZADORES T3, PROTEUS , KANWAS, YAMAHA DX-7

Site: www.3dorio.com.br
Contato: 5669-3039 / 5561-0107 / -9359-7727
3dorio@uol.com.br
Rua Professor Cândido Nogueira da Mota, 292
Interlagos - São Paulo – SP - CEP 04786-070

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

CANTORAS DO RÁDIO em entrevista no Programa Ensaio da TV Cultura

Cantoras da era de ouro do rádio mostram que estão inteiras, e podem ser vistas no Ensaio da TV Cultura
*“Não estamos na ordem do dia, mas estamos em dia e em ordem”, afirma o trio, que fala sobre o documentário Cantoras do Rádio e conta histórias curiosas de suas carreiras

Quem não se vê em ares de nostalgia quando escuta um trecho da canção “Nós somos as cantoras do rádio, levamos a vida a cantar...”? E é esse clima que vai tomar conta dos telespectadores na noite de quarta-feira (16/9), a partir das 22h10, durante o programa Ensaio, da TV Cultura, quando Fernando Faro conversa com Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas e Ellen de Lima, cantoras da era de ouro do rádio brasileiro.

Num bate-papo tranquilo e cheio de histórias curiosas, o trio conta detalhes de suas trajetórias e lembra das músicas que marcaram suas carreiras. Sobre o documentário recém-lançado Cantoras do Rádio, de Ricardo Cravo Albin, Carmélia revela que “o filme é a glória da nossa trajetória, é a oportunidade de perpetuarmos nosso trabalho e passarmos para a história da música brasileira. É também um grande presente para nosso fim de carreira. Diria que é o happy end das Cantoras do Rádio”. Para elas, o roteiro veio para reafirmar o valor que as cantoras do rádio ainda possuem: “A intenção é mostrar o nosso valor, a nossa geração. É mostrar que estamos vivas, inteiras e bonitinhas”, conta Carminha. E Ellen acrescenta: “Podemos não estar na ordem do dia, mas estamos em dia e em ordem”.

Entre as histórias e confissões do trio, algumas se tornam públicas durante o programa. Carmélia Alves fala do período que cantava no programa de calouros de Ary Barroso e como virou rainha do baião; Ellen de Lima, que começou dessa mesma forma, conta que no início imitava Ângela Maria e que, mais tarde, adquiriu seu estilo de cantar; e Carminha Mascarenhas se emociona ao lembrar que virou cantora para conquistar o pianista Raul Mascarenhas, quando o viu tocar no clube de sua cidade.

No repertório, Carmélia canta Sabiá lá na Gaiola (Hervê Cordovil), seu primeiro sucesso; Pau de Arara (Guio de Moraes e Luiz Gonzaga); Kalu (Humberto Teixeira) e Qui nem Jiló (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira). Ellen de Lima lembra A noite do meu bem (Dolores Duran); Orgulho (Nelson Wederkind e Waldir Rocha) e o bolero de Fernando César, Vício. Carminha Mascarenhas traz Toalha de Mesa, composta em parceria com Dora Lopes; Samba da Madrugada, de mesma autoria, e que atualmente faz sucesso na voz de sua neta, Mariana Belém; e Mensagem (Aldo Cabral e Cícero Nunes), homenageando a cantora Isaura Garcia. Para fechar, todas cantam juntas canções como: Palpite Infeliz (Noel Rosa), Eu não tenho onde morar (Dorival Caymmi) e Conto de Areia (Toninho/ Romildo Bastos).

O programa conta ainda com a presença do historiador Ricardo Cravo Albin, que fala como seu roteiro do show se transformou no documentário sobre as artistas, e traz trechos do filme, inclusive com a quarta cantora, Violeta Cavalcante, que não participa do Ensaio por problemas de saúde.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

CÓLERA: 30 ANOS SEM PARAR


No próximo sábado, dia 22 de Agosto, a banda Cólera irá marcar uma nova fase de sua longa carreira: o Hangar 110, local de memoráveis shows do grupo, será palco para a gravação do DVD de 30 anos, vídeos da tour na Europa em Out/2008, e exposições de fotos e cartazes históricos e mais 2 horas de show com setlist que irá repassar o melhor de cada época, desde 1979 até a atual. Além disso, haverá sorteio do LP alemão “The Best of”, uma coletânea com um pouco de cada álbum da banda em vinil verde e capa de papel reciclado.
Confira a programação completa e não perca, vai ser histórico!

Agrotóxico
Lançando o CD+DVD “Pelos Escombros”; vídeo documentário no telão; primeiro show no Brasil depois da tour européia (julho/agosto/09).

Excluídos
De volta aos palcos apresentando músicas inéditas do próximo CD.
Sanitarium
Abrindo a festa às 19h00

Hangar 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 – Metro Armênia
A casa abre às 18:30
Tel: 11 3229-7442
Ingressos: Antecipado = R$ 10 (galeria do Rock, loja 255 e Flame) – Na porta = R$ 15
Apoio: Fusa Records e Redstar Records

Cólera, o início pioneiro:
A banda surgiu em outubro de 1979, na estação São Bento do Metrô, em São Paulo. Redson no baixo e vocal; Helinho na guitarra e Pierre, na bateria.
Desde o início, conta com os irmãos Redson e Pierre: são 30 anos sem parar.
Em maio de 1980, com a participação do backing vocal Kino como “frontman”, a banda gravou uma apresentação no programa OLIMPOP (Olimpíada da Música Popular), gravação que hoje faz parte do acervo da TV Cultura e consta no documentário Botinada, produzido por Gastão Moreira para a ST2 em 2006.
Hoje, tem sua formação clássica reativada, com a volta de Val, no baixo. Foi assim que gravaram 1982, o primeiro álbum de punkrock nacional, Grito Suburbano (Punkrock discos/1982); ao lado de Inocentes e Olho Seco.
Ainda em 1982, a banda participou do festival “O Começo do Fim do Mundo” no Sesc Pompéia (SP) ao lado de outras 19 bandas do gênero como Restos de Nada, Ratos de Porão, Olho Seco, etc.
Em 1983, lançou o LP SUB, uma coletânea ao lado de RDP, Psykoze e Fogo Cruzado. O show de lançamento aconteceu no Circo Voador, RJ, tendo como abertura Os Paralamas do Sucesso, Inocentes, Coquetel Molotov e mais 13 bandas.
Em 1984, o álbum “Tente Mudar o Amanhã”, foi o primeiro lançamento do recém fundado selo “Ataque Frontal”, onde Redson era um dos sócios. Foram 7 anos de produção independente em vinil, que teve outras bandas,Grinders, Varsóvia, Kães Vadius, a coletânea Ataque Sonoro com Ratos de Porão, Lobotomia e mais 8 bandas de São Paulo, ABC e Rio de Janeiro.
Em 1985, a banda começa uma turnê pelo Brasil passando por Salvador, Curitiba, Rio de Janeiro, BH e mais 40 cidades. São Paulo teve como evento, o show de lançamento do LP Tente Mudar o Amanhã, no Teatro Lira Paulistana, onde foi registrado o álbum CÓLERA E RATOS DE PORÃO AO VIVO, álbum hoje raríssimo.
Em 1986, o segundo álbum do Cólera, “Pela Paz em Todo Mundo” foi consagrado como um dos mais importantes do estilo. Com mais de 30 mil cópias vendidas no Brasil, EUA e Europa, o álbum rendeu 2 turnês pelo Brasil e uma turnê européia (a seguir).
Em 1987, o Cólera “quebrou o muro”, sendo a primeira banda do gênero rock nacional a realizar uma tour fora do país. “Saímos do Brasil para a Europa em fevereiro de 1987, com 18 show marcados, para uma tour de 3 meses, mas o interesse lá foi tanto, que fechamos a tour com 56 shows em 10 países, durante 5 meses.” A tour passou por Alemanha, França, Bélgica, Espanha, Áustria, Dinamarca, Noruega, Países Bascos, Suíça e Holanda.
Esta quebra de barreira, permitiu a outras bandas brasileiras como Sepultura, Viper, RDP, Torture Squad, Ação Direta, Replicantes, Dead Fish e muitas outras bandas, seguirem o mapa do circuito underground europeu.
Com a influência da tour de 1987 na Europa, a banda volta ao Brasil e lança, em 1989, pela Devil Discos o álbum ativista “Verde, Não Devaste!”, outro disco temático, abrindo um assunto ainda não popular no Brasil; A ECOLOGIA!
O álbum apresenta na capa uma expressão realista da devastação, e ainda com um fanzine tamanho ofício, com os principais poluentes, formas de contaminação e de prevenção. Premiado pelos leitores de revistas de rock nos anos 90 como a melhor capa de disco independente da década.
Durante os anos 90, foram 4 turnes pelo Brasil. A quarta e mais importante, foi a tour de 20 Anos. O aniversário teve data especial em São Paulo, com show de 3 horas (3 entradas de 1 hora cada), num concerto/festa, onde foram gravados ao vivo; CD com 21 faixas, video VHS com 29 musicas, livro ilustrado e pôster. Todos os itens envoltos em uma embalagem especial (uma caixa parecida com o jogo WAR), material lançado pela Devil Discos em 2001.
Mas uma grande façanha ainda estaria por ser realizada. Em 2004, a banda realiza outra tour na Europa, com 26 shows em 7 países, em 1 mês. A tour, lançamento do álbum “Deixe a Terra em Paz!”, (Devil Discos) teve um outro lançamento, “The Best of Grito Suburbano”, pela Dirty Faces Records”. Capa de papel grosso e reciclado, encarte com a história política do Brasil durante a existência da banda e as letras, tudo traduzido em inglês. Dentro 2 vinis; 1 LP verde e 1 EP de 7” com 4 musicas ao vivo.
Ainda em 2004, pelo Brasil, o álbum “Deixe a Terra em Paz!” gerou 2 turnês nacionais, 2 clipes, palestras e muito barulho em rádios e programas de TV.
Em 2006, um registro de importância histórica em CD; “Primeiros Sintomas” resgata as 20 primeiras músicas da banda, compostas entre outubro de 1979 (mês de inicio) e abril de 1980.13 delas, até então totalmente inéditas.
Em seguida, outro lançamento comemorativo: o CD, “1.9.9.2. Mundo Mecânico, Mundo Eletrônico” split com o ep “É Natal!?”, lançado juntos num só CD, completando os lançamento em comemoração aos 25 anos da banda, tudo com muitos shows pelo Brasil.
Na estrada
2008, Oct, 3 – “Hamburg in Concert with CÓLERA from Brazil”, mais uma tour na Europa; 27 shows em 6 países, França, Bélgica, Alemanha, República Tcheca, Áustria e Finlândia.
2009 – A banda está terminando de compor 16 músicas novas que farão parte do próximo álbum; ACORDE! ACORDE! ACORDE!
O álbum é temático, com a proposta de acordar com 3 acordes!
Dentre várias sonoridades e ritmos, a banda apresentará uma sequencia de 5 faixas que, juntas, formarão a “Ópera do Chaos”. Uma ópera punk.
O material está previsto para 2009 e deve sair pela Deck Disc.

”30 ANOS SEM PARAR”Este é o título da tour que a banda começou desde janeiro de 2009, por Jundiaí (SP), e já passou por Campinas, Manaus, Curitiba e São Paulo, Rio de Janeiro, Cabo Frio, Nova Friburgo, Jaraguá do Sul, Balneário Camboriu, Porto Alegre, Caxias do Sul, Piracicaba e, ainda tem mais 7 estados para percorrer no segundo semestre.
Na tour, a banda apresenta um pouco da sonoridade de cada época, um apanhado de músicas desde os primeiros álbuns até o mais recente, Deixe a Terra em Paz!, e ainda incluindo uma ou duas inéditas que estarão no próximo álbum, “ACORDE ACORDE ACORDE”
A discografia completa da banda está no site: www.colera.org
Formação:
Redson – vocal e guitarra
Pierre – bateria
Val – baixo

Assista o vídeo da Banda:

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dona Inah é convidada do Conversa com Verso > 25/7


O projeto Conversa com Verso recebe dia 25 de julho (sábado) a sambista Dona Inah. A apresentação acontece no Centro Cultural e Estudos Superiores Aúthos Pagano, às 16 horas, com entrada franca.

O Conversa com Verso privilegia e apresenta, além das canções interpretadas pelos artistas convidados, bate papo com a plateia, que pode interagir com perguntas e comentários. Entre uma e outra canção, Dona Inah fará relatos sobre sua carreira e seu peculiar trabalho de interpretação.

A artista, acompanhada por violão e percussão, fará um passeio pelas músicas do seu novo CD Olha Quem Chega, trabalho sobre a obra do compositor paulistano Eduardo Gudin, representado pelas canções "Praça 14 Bis", "Verde", "Ainda Mais", "Mente" e "Velho Ateu". O roteiro inclui ainda músicas de seu primeiro álbum, Divino Samba Meu.


Para concorrer a uma camiseta do projeto e a um CD da convidada, os interessados devem confirmar presença pelo e-mail conversacomverso@conversacomverso.com.br

Projeto: Conversa em Verso
Convidado: Dona Inah
Bate papo com o público e interpretação de canções do CD Olha Quem Chega.
Dia: 25 de julho - sábado - às 16 horas
Local: Centro Cultural e de Estudos Superiores Aúthos Pagano
Rua Tomé de Souza, 997 - Sítio Lapa/SP - Tel: (11) 3836-4316
Entrada franca (não há distribuição de ingressos; a porta será aberta às 15h45).
Duração: 60 min – Capacidade: 60 lugares. Não possui estacionamento.
Produção: Celina Lucas e Lourdes Casquete
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Adesivos

segunda-feira, 22 de junho de 2009

WANDERLÉA no Teatro Fecap > 26, 27 e 28/6

Gravação de dvd no dia 28 com Johnny Alf, Arnaldo Antunes e Ó do Borogodó

Wanderléa recebeu em abril desse ano o prêmio de melhor cd de música popular da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) por seu trabalho mais recente, Nova Estação, em que mostra uma faceta musical pouco conhecida do grande público, com obras de Chico Buarque, Johnny Alf, Arnaldo Antunes e Luiz Melodia. É esse repertório, acrescido de uma e outra canção da Jovem Guarda, que Wanderléa interpretará no show Nova Estação que apresentará no Teatro FECAP, entre os dias 26 e 28 de julho. Nessa última apresentação – domingo, 28 – será gravado o DVD homônimo com as participações especiais de Johnny Alf, Arnaldo Antunes e Ó do Borogodó.

No palco, Wanderléa será acompanhada por Lalo Califórnia (direção musical, arranjos, violão e guitarra), Hanilton Messias (piano), Marcos Rogério (teclados), Khristiano Oliveira (baixo) e Luis Antunes (bateria) e Jadde Flores (percussão).

O repertório é composto por: Nova estação (Luiz Guedes/Thomas Roth), Dia branco (Geraldo Azevedo), Samba da preguiça (Roberto Carlos/Erasmo Carlos), Salve linda canção sem esperança (Luiz Melodia), Mil perdões (Chico Buarque), My Funny Valentine (R. Rodgers/L. Hart), Chiclete com banana (Jackson do Pandeiro/Almira), Adeus América (Haroldo Barbosa/Geraldo Jacques), Eu quero um samba (Haroldo Barbosa/Janet de Almeida), A banca do distinto (Billy Blanco), Choro chorão (Martinho da Vila), Eu e a brisa / O que é amar (Johnny Alf), Se tudo pode acontecer (Arnaldo Antunes), Todos estão surdos (Roberto Carlos/Erasmo Carlos), Imenso amor (Renato Corrêa/Wanderléa), Mais que a paixão (Egberto Gismonti/ João Carlos Pádua), Ternura (Levitt/Karen, versão de Rossini Pinto), Ginga de mandinga (Jorge Mautner), Kriola (Hélio Matheus).

O espetáculo é uma produção da Lua Shows, direção geral e roteiro de Thiago Marques Luiz e Wanderléa, direção musical e arranjos de Lalo Califórnia.

WANDERLÉA e NOVA ESTAÇÃO
É tempo de nova estação para Wanderléa, que retorna ao disco com repertório inédito após mais de uma década, no CD Nova Estação (www.luamusic.com.br). Com produção de Thiago Marques Luiz e Lalo Califórnia, o trabalho é descrito assim pela cantora: “Recebi muitos convites para voltar a gravar, mas todos com uma expectativa de mercado com a qual não quis me comprometer. Queria algo que refletisse não só o que eu havia feito, mas também o que faço e posso fazer. E isso só com algo que me trouxesse muito prazer, e Thiago conspirou para que assim fosse. Os gêneros são os mais variados, mas a unidade se faz pela forma com que eu e Lalo trabalhamos. A confiança com que sua direção musical me cerca, traz uma descontração maior e a certeza do que pretendemos”.

O repertório, selecionado por Thiago e Wanderléa, traz desde um sucesso de Jackson do Pandeiro (Chiclete com banana) a uma balada de Arnaldo Antunes (Se tudo pode acontecer) passando por Martinho da Vila (Choro Chorão), Chico Buarque (Mil perdões), Geraldo Azevedo (Dia Branco), Rodgers & Hart (My Funny Valentine), Thomas Roth (Nova Estação), sem esquecer Roberto & Erasmo Carlos (Samba da preguiça e Todos estão Surdos.

Wanderléa é mineira, de Governador Valadares, onde começou a cantar em programas de rádio. Aos nove anos, foi morar no Rio de Janeiro e logo se tornou atração de programas para crianças, apresentando vários gêneros musicais. Seu primeiro álbum Wanderléa (CBS), saiu em 1963. É na gravadora que conhece Roberto e Erasmo Carlos, com quem passa a apresentar, em 1965, o programa Jovem Guarda (TV Record/São Paulo), uma das maiores audiências da TV brasileira e que Wanderléa considera a mais importante experiência na sua vitoriosa carreira de quatro décadas. Com o fim do programa, ela segue firme como estrela do pop brasileiro em discos históricos como Wanderléa Maravilhosa (1972), Feito Gente (1975), Vamos que eu já vou (1977) e Mais que a paixão (1978).

O TEATRO FECAP

O Teatro FECAP é o espaço da música brasileira em São Paulo. Desde a sua inauguração em setembro de 2006, com quatro semanas de shows de Paulinho da Viola, o Teatro FECAP vem apresentando o melhor da música brasileira em seus diversos gêneros, quase sempre com espetáculos especialmente concebidos, que se beneficiam de sua extraordinária acústica e aparelhagem sonora.

Entre os artistas que passaram por seu palco estão: Rosa Passos, João Bosco, Martinho da Vila, Arnaldo Antunes, Roberta Sá, Tânia Maria, Eduardo Gudin & Leila Pinheiro, Raul de Souza, Roberto Menescal & Andy Summers, Mônica Salmaso & Pau Brasil, Toninho Ferragutti, Joyce, Ângela RoRo, Quarteto Maogani, Proveta, Cristina Buarque & Terreiro Grande, Germano Mathias, Mario Adnet, Proveta, Ângela Ro Ro, Boca Livre, Chico César, Teresa Cristina & Grupo Semente, Toninho Horta, Pife Muderno, Leny Andrade, Quinteto Violado, Nana Vasconcelos & Yamandú Costa, Altamiro Carrilho e Dominguinhos.

Ficha técnica do Teatro FECAP: Homero Ferreira (Direção artística), Américo Marques da Costa (Direção de produção), Thyago Bráulio (Produção executiva), David Alexandre e Cristiane Barros (Produção executiva), Alberto Ranellucci (som), Carlos Rocha (som), Rafael Valim (som), Silvestre J. R. e equipe (iluminação), Valéria Marchesoni (design gráfico).

WANDERLÉA em NOVA ESTAÇÃO no TEATRO FECAP - Serviço
Local: Teatro Fecap (Av. Liberdade, 532, tel. 2198–7719 - www.teatrofecap.com.br)
Datas e horários: 26, 27 e 28 de junho – sexta e sábado, 21h – domingo, 19h
Gravação de dvd em 28 de junho com as participações de Johnny Alf, Arnaldo Antunes e Ó do Borogodó
Lotação: 400 lugares
Duração: 90 minutos
Preços: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 21h; domingo, das 14h às 19h, no próprio teatro.
Internet: www.teatrofecap.com.br
Central de Ingressos: através do telefone (11) 2198–7719. De segunda a domingo das 9h às 21h.
Cartão de Crédito: Master, Visa e Dinners).
Estacionamento c/ manobrista: R$ 12,00
Recomendado para maiores de 12 anos
Acesso para deficientes físicos
Teatro: Ar condicionado e wine bar
Mais informações: (11) 2198–7719

quarta-feira, 10 de junho de 2009

BAR BRAHMA APRESENTA “NANINHA”

A tradicional “Feijoada com Samba” um dos projetos mais tradicionais do Bar Brahma agora em CD

O sábado é um dos dias mais concorridos do tradicional Bar Brahma, localizado no famoso cruzamento das avenidas ‘Ipiranga e São João’, devido ao projeto “Feijoada com Samba”, parada obrigatória dos amantes do samba e também de uma deliciosa feijoada, que tem como sua principal atração o sambista Naninha, com mais de 20 anos de carreira.
A compilação dos momentos especiais desses mais de sete anos de som contagiante e clima descontraído estão reunidos no CD “Bar Brahma Apresenta: Naninha”, recém lançado pela Lua Music. O álbum de 15 faixas gravado ao vivo em um sábado animado de novembro, 2008, traz o melhor do samba de raiz e conta com participações especiais de Mauro Diniz, Reinaldo, Benito de Paula e da bateria da Escola de Samba Unidos de Vila Maria, berço do cantor Naninha.
O repertório diversificado escolhido por Naninha e por sua interação com o público reúne canções de nomes consagrados do Samba, como Batuque na Cozinha (Martinho da Vila), Espelho (João Nogueira e Paulo César Pinheiro), Não Deixe o Samba Morrer (Edson e Aloísio), além de inéditas que, com certeza, serão grandes sucessos – Natureza (Almir Guineto e Mi Barros), Eterno Filme (Arlindo Cruz e Luiz Carlos da Vila), Meu Pavilhão, Meu Bem Querer (Waguinho, Darlan e Fabinho LS), entre outras. “Eu jogava as canções no show e a galera respondia”, assim explica Naninha a seleção das música.
A mesma espontaneidade, transparência e simplicidade de Naninha no seu dia-a-dia estão presentes no CD e, é claro, nos shows, já que o álbum nada mais é do que o publico encontra todos os sábados no Bar Brahma.
O registro histórico é o primeiro de uma série que o Bar Brahma pretende lançar dos artistas da casa. A coletânea não poderia ter começado de maneira melhor.

Mais Sobre Naninha:

Milton Bezerra Vanderlei, popularmente conhecido como Naninha, é o caçula de seis irmãos e neto de um dos integrantes do bando de Lampião, o falecido sanfoneiro Luís Marques .Nasceu em 09/08/72, na comunidade da Vila Maria em São Paulo/SP, local no qual reside até hoje. Seguindo o caminho dos pais desde muito novo ingressou na Escola de Samba Unidos de Vila Maria, sendo hoje diretor musical e um dos garotos-propagandas mais ativos da escola, sendo responsável por muitos projetos sociais para a comunidade.
Naninha, que recebeu esse apelido desde criança devido ao grande apetite por “bananinha”, nasceu com o dom do samba, aprendeu a tocar de ouvido ao acompanhar um dos irmãos mais velhos em rodas de samba. Mas, não pense que parou por aí, como todo profissional dedicado desde sempre procura aprimorar seus talentos, começou a estudar cavaquinho com Edézio Pires aos 17 anos, na seqüência aprendeu a tocar tamborim, pandeiro, banjo, fez aulas de canto com o grande mestre Isabeh, faz fonoaudiologia, passa com Otorrinolaringologista, entre outras rotinas para manter todo seu potencial vocal e artístico.
A decisão definitiva pela carreira musical se deu aos 17 anos ao ser convidado para tocar banjo e logo depois vocal na banda “Nova Morada”, que o acompanha até hoje. Durante muito tempo intercalou a vida de músico com trabalhos paralelos como borracheiro e mecânico.
Suas principais influências são Leci Brandão, Monarco da Portela, Mauro Diniz e Jorge Aragão, sendo este último seu primeiro padrinho, tendo o batizado no Terra Brasil, casa em que tocou por 14 anos, acompanhando vários grupos e cantores que participaram daquele point de domingo que ficou famoso em todo o Brasil, rendendo até alguns CDs que fizeram grande sucesso.
Depois foram oito anos no Consulado da Cerveja e outros seis no Mistura Brasileira, entre outras casas sempre lotadas, como: Carioca Club, Cervejaria Pólo Norte, Bar Avenida e Bovinu’s.
Faz parte de sua carreira participações e aberturas em shows de artistas consagrados no mundo do samba, como Jorge Aragão, Almir Guineto, Reinaldo, Sensação, Arlindo Cruz e Sombrinha, Fundo de Quintal, Leci Brandão, Benito de Paula, Exalta Samba, Monarco da Portela, Mauro Diniz e muitos outros.
A parceria com o Bar Brahma, que já dura sete anos, iniciou-se de maneira curiosa. Um dos sócios do Bar, Álvaro Aoás, queria dar uma agitada nos sábados do local e por indicação de uma amiga foi assistir a um show do cantor no Consulado da Cerveja, lá mesmo fecharam parceria para um ano, o sucesso foi tanto que não parou mais.
Estão em seu currículo participações em importantes eventos como:
- Lançamento do livro “Esqueci de te Esquecer”, do autor Cid Luiz Jardim, da Rádio Transcontinental FM, realizado no Terra Brasil;
- Gravação do CD “Melhores do Ano 2001”, na ADPM, com Mauro Diniz.
- Gravação da coletânea de sucessos “Pagode do Milênio”, produzido por Jorge Hamilton e J.H. Produções;
- Gravação do 1°, 2º, 3º e 4º CD ao vivo do Terra Brasil;
- Programa Boteco, apresentado por Ratinho no SBT com: Dudu Nobre e Reinaldo.
- Participação no programa Zapping, da Rede Record.
- Gravação do 1º CD “Ao vivo Consulado da Cerveja” (com a Participação Especial de Arlindo Cruz); da
- Participação no programa “Mulheres em Foco”, da Rede Mulher;
- Participação especial no CD “Canta Apoteose”, de Mauro Diniz;
- Participação especial no programa “Passarela do Samba”;
- Participação especial no CD do Grupo “Um Toque a Mais”;
- Torneio de Tênis 2007 / 2008 em Costa de Sauípe;



Faixas do CD:

1 Pout-Pourri Um – 3`39” (Batuque na cozinha / Canta canta minha gente /Quem é do mar / Samba do trabalhador - Martinho da Vila / Darcy da Mangueira – Fermata / Warner / Universal MGB / Vitale);
2 Pout-Pourri Dois – 3`36” (Sorriso negro / Nascente da paz - Jorge Portela e Adilson Barbado / Adilson Victor e Sombrinha – Universal MGB);
3 Aquarela Brasileira – 3’32” (Silas de Oliveira – Irmãos Vitale);
4 Pout-Pourri Três – 3’59” (Disritmia / Retalhos de cetim - Participação Especial Benito di Paula - Martinho da Vila / Benito di Paula – Universal MGB / Irmãos Vitale);
5 Espelho – 4’48” (João Nogueira e Paulo Cesar Pinheiro - EMI);
6 Atalho – 3’53” (Participação Especial de Reinaldo - Cleber Augusto, Djalma Falcão e Jorge Aragão – Nowa / Warner);
7 Pout-Pourri Quatro – 4`31” (Vivo isolado do mundo / Vai Vadiar- Alcides Malandro Histórico / Monarco e Alcino Correa – Irmãos Vitale / Universal Publishing / Warner Chappell);
8 Pout-Pourri Cinco – 3`42” (Não deixe o samba morrer / Maneiras - Edson e Aloísio / Silvio da Silva – Vitale / Warner);
9 Natureza – 4`41” (Almir Guineto e Mi Barros – Direto);
10 Na rua na chuva, na fazenda – 3`43” (Hyldon – Warner);
11 Parabéns pra você – 4’32” (Participação Especial Mauro Diniz - Mauro Diniz e Sereno – Warner / Euterpe);
12 Amizade – 3`15” (Djalma Falcão, Bicudo e Cleber Augusto – Warner);
13 Eterno Filme – 3`47” (Arlindo Cruz e Luiz Carlos da Vila – Universal MGB / Warner)
14 Canto das Três Raças – 4`04” (Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte – EMI);
15 Meu Pavilhão, Meu Bem Querer – 6`16” (Exaltação à Unidos de Vila Maria - Participação Especial G.R.C.S.E.S. Unidos de Vila Maria – Waguinho, Darlan e Fabinho LS – Direto).


Ficha Técnica:
Produtor Fonográfico: Lua Music
Idealização e Concepção: Álvaro Aoás
Produtor Executivo: Vanessa Torres e Robson Bocca por BBS Shows
Produtor Musical: Robson Bocca
Arranjos: Mauro Diniz (faixas 1, 4, 6, 7, 10, 11, 12 e 14), Chanel (faixas 2, 3 e 9), Kabup e
Marcio Saraiva (faixas 5, 8, 13 e 15)
Assistente de produção: Tatiani Patrício
Técnico de Captação de Áudio: Jeziel Liasch
Técnico de P.A. e Monitor: Lucas Campos por Bar Brahma
Técnico de gravação (overdubs): Fernando por Estúdio Lua Music
Técnico de mixagem: Wellington Quirino por Atlantis Studio
Técnico de Masterização: Ignácio por Lua Music
Direção de Arte: Marcos Antonelli por BBHouse

Abaixo canções para download:
Clique, ouça e faça download da canção “Homenagem a Martinho da Vila”- Pout-Pourri: Batuque na cozinha/ Canta Canta Minha Gente / Quem é do Mar / Samba do Trabalhador.
www.bbsshows.com.br/01_homenagemmartinho.mp3

Clique e ouça a inédita “Natureza”. Composição de Almir Guineto e Mi Barros.
www.bbsshows.com.br/09_natureza.mp3
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domingo, 24 de maio de 2009

ROBERTO JUSTUS faz show-palestra “Só Entre Nós”

A música dá o tom à inovação e à paixão pela atitude vencedora no empreendedorismo
Inovador, sempre! Assim pode ser definido o publicitário, empresário e apresentador Roberto Justus. Hoje, com 29 anos de carreira, Justus enfrenta mais um desafio e faz palestra de empreendedorismo com música: o show-palestra “Só Entre Nós”. Acompanhado de nove músicos e dois backing vocals, Justus, transmite mensagens que unem atitudes vencedoras à persistência na realização de sonhos, construção de relacionamentos e, em especial, visão de futuro.

O CEO do Grupo Newcomm, presidente da Y&R, agência líder de mercado, e apresentador do reality show “O Aprendiz”, exibido pela TV Record, surpreende. No show-palestra “Só Entre Nós”, homônimo do seu CD de estréia, faz convergir temas da realidade empresarial com as interpretações de músicas dos Beatles, Frank Sinatra, Elvis Presley, Elton John, entre outras. “O meu show-palestra é uma forma diferente de passar mensagens. A idéia é incentivar com palavras e fatos da realidade e também entreter o público com música”, ressalta Justus.

“Só entre nós” empolga e motiva a platéia. As músicas vão surgindo como uma referência das diferentes passagens da vida pessoal e profissional do empresário. “I´ve Got You Under My Skin”, de Frank Sinatra, por exemplo, soa como uma metáfora perfeita para ilustrar algo que é essencial para Justus: a necessidade imperativa de nos apaixonarmos por tudo o que fazemos. “Falando em paixão, eu entendo que ela não deve se restringir apenas à vida amorosa, mas a todas as coisas da vida. Só é um verdadeiro empreendedor aquele que ama o que faz”, revela. Com a canção “Garota de Ipanema”, interpretada em inglês e português, Justus faz uma homenagem a sua sogra Helo Pinheiro, a eterna garota de Ipanema.

As canções, tal qual o conteúdo do show-palestra, vão fluindo na sequência de cada etapa do repertório. Para o empresário, a música “What a Wonderful World” evidencia que a felicidade deve ser procurada nas coisas simples da vida. Já em “Yesterday” ele enfatiza que o segredo do êxito é a persistência naquilo em que se acredita. “Can´t Take My Eyes Off Of You” completa a mensagem de que nunca devemos desistir dos sonhos. “O meu objetivo no show-palestra é mostrar que tudo é possível, mas que é vital que se acredite nos sonhos para realizá-los”, completa. Passando por canções em inglês e português, o show-palestra “Só Entre Nós” encerra em grande estilo, com a música “Emoções” de Roberto Carlos.

Com iluminação e cenário da Show Design, dirigido e conduzido por Rodrigo Carelli, diretor há quatro anos do Premio Multishow e realizador de grandes shows - Ana Carolina, Capital Inicial, Gilberto Gil, Zezé Di Camargo & Luciano e Fábio Jr.-, o show-palestra “Só Entre Nós”, reúne canções envolventes e estabelece uma grande interação entre o cantor e o público.

Sobre Roberto Justus
Roberto Justus é um dos mais reconhecidos empresário da comunicação no Brasil. Em 29 anos, sempre à frente de agências responsáveis por campanhas memoráveis, revelou inúmeros talentos criativos e entrou para a história da publicidade brasileira, a qual desfruta grande respeito internacional. Como desdobramento dessa vitoriosa trajetória, soma-se o sucesso de audiência conquistado pelo reality show “O Aprendiz”, da Rede Record. Na direção do Grupo Newcomm, sociedade formada em 2004 com o grupo inglês WPP – maior grupo da publicidade mundial –, Justus comanda as agência Y&R, Energy, Wunderman e Ação Produções Gráficas.
Cursou Administração de Empresas na Universidade Mackenzie, além de vários cursos de extensão no exterior. Durante a sua carreira, conquistou destacadas premiações. Ele também escreveu dois livros, Construindo uma vida, autobiografia com foco em administração de negócios, que vendeu mais de 80 mil exemplares, e Empreendedor, ambos a quatro mãos com o publicitário e crítico de cultura Sérgio Augusto de Andrade. Numa das epígrafes do livro Construindo uma vida, uma frase de Henry Ford sintetiza com precisão a sua forma de ver os negócios: “Não se constrói uma reputação com o que ainda não foi feito.”
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Mural:
Miniatura Corda

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Dominguinhos conta história de vida e descreve trajetória artística em entrevista aberta ao público

Ele é co-autor de vários sucessos perenes da MPB. A lista é vasta: “Eu só quero um xodó”, “De volta pro aconchego”, “Gostoso demais”, “Isso aqui tá bom demais”, “Pedras que cantam”, “Quem me levará sou eu”, “Abri a porta”, “Tenho sede”, “Lamento sertanejo”, “Quando chega o verão”, “Tantas palavras”... e tantas outras.
Filho musical do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, parceiro e amigo de artistas como Chico Buarque, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Nando Cordel, Anastácia, Fagner, Fausto Nilo e Abel Silva, ele é simplesmente Dominguinhos.
O cantor, compositor, instrumentista e sanfoneiro pernambucano concede entrevista aberta ao público, compartilhando sua história de vida e descrevendo sua trajetória artística, dentro do programa Nomes do Nordeste, nesta quarta-feira, 22, às 19 horas, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108).Com entrada franca, a entrevista integra, ainda, a programação da série Choro no Centro, que o CCBNB-Fortaleza realiza para comemorar – durante Abril inteiro – o Dia Nacional do Choro (23, quinta-feira), data em que também transcorre o aniversário de nascimento de Pixinguinha (1897-1973). No decorrer do mês, estão sendo apresentados dez shows gratuitos de chorinho com grupos cearenses jovens e veteranos.

História de vida e trajetória artística

José Domingos de Moraes, o Dominguinhos, nasceu na cidade serrana de Garanhuns, no estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil, em 12 de fevereiro de 1941. Seu pai, mestre Chicão, foi um famoso tocador e afinador de foles de oito baixos. Hoje com 68 anos, Dominguinhos começou a tocar sanfona aos seis anos de idade, juntamente com mais dois irmãos, em feiras livres e portas de hotéis do interior daquele estado.
Com oito anos de idade, conheceu Luiz Gonzaga na porta de um hotel em que este se apresentava com o trio “Os Três Pinguins”, formado por ele e mais dois irmãos. Luiz Gonzaga acabou se tornando o seu padrinho artístico. Em 1954, mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar com o pai e com o irmão mais velho no município de Nilópolis, na Baixada Fluminense. Nesta ocasião, recebeu do padrinho Luiz Gonzaga uma sanfona de presente.
Seu nome artístico foi sugestão do próprio Luiz Gonzaga, que considerou que o seu apelido de infância, Neném, não o ajudaria na trajetória artística. Com a sanfona ganha do próprio Gonzagão, passou a percorrer o interior do Rio de Janeiro na companhia dos irmãos, apresentando-se em circos e arrasta-pés.
Em 1957, aos 16 anos, fez sua primeira gravação, tocando sanfona num disco de Luiz Gonzaga, na música “Moça da feira”, de Armando Nunes e J. Portela. No mesmo ano, em viagem ao Espírito Santo, com Borborema e Miudinho, formou um trio, batizado de Trio Nordestino. Tomou contato com outros ritmos musicais e aprendeu a tocar samba e bolero.
Voltou ao Rio de Janeiro e formou um conjunto que passou a atuar em dancings, boates e inferninhos nas zonas da malandragem. Tocou na gafieira Cedo Feita, Churrascaria Gaúcha, boate Babalaica e Dancing Brasil. Em 1965, foi convidado por Pedro Sertanejo, então diretor da recém-inaugurada gravadora Cantagalo, para gravar um LP destinado ao público migrante nordestino e, com isso, voltou a tocar forrós e baiões.
Em 1967, fez parte de uma excursão de Luiz Gonzaga ao Nordeste, como sanfoneiro e motorista. Também fazia parte do grupo a cantora pernambucana Anastácia. Os dois iniciaram então uma carreira artística conjunta e um relacionamento amoroso, que os levou ao casamento.
Observado pelo empresário Guilherme Araújo tocando num show de Luiz Gonzaga, em 1972, foi convidado por ele a trabalhar com Gal Costa e Gilberto Gil. Viajou para a França com Gal, acompanhando a cantora baiana em apresentação no Midem, em Cannes. De retorno ao Brasil, participou do show “Índia”, da mesma cantora.
Posteriormente, trabalhou um ano e meio com Gilberto Gil, que gravou o maior sucesso de Dominguinhos, em parceria com Anastácia, “Eu só quero um xodó”, que conheceria em pouco tempo cerca de 20 regravações, inclusive algumas no exterior. Participou como instrumentista em inúmeros shows de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia.
Participou do primeiro disco gravado por Elba Ramalho, “Ave de prata”, em 1979. Em 1980, participou do II Festival Internacional de Jazz de São Paulo. Em 1981, participou, com destaque, do programa “Som Brasil”, na TV Globo.
Na década de 1980, suas composições “De volta pro aconchego” (gravada por Elba Ramalho) e “Isso aqui tá bom demais” (gravada por ele e Chico Buarque), ambas em parceria com Nando Cordel, foram incluídas na novela “Roque Santeiro”, da TV Globo, o que fez aumentar nacionalmente sua popularidade.
Em 1984, o cantor e compositor Chico Buarque gravou em seu disco “Chico Buarque” a canção “Tantas palavras”, parceria de Chico e Dominguinhos, que obteve grande sucesso. Em 1985, a composição “Esse mato, essa terra”, composta em parceria com a cantora, sua esposa, Maria de Guadalupe, foi incluída na trilha sonora do filme “Aventuras de um Paraíba”, de Marco Altenberg.
Em 1993, criou o Projeto Asa Branca, com patrocínio da Caixa Econômica Federal, destinado a levar shows de música popular para praças públicas de diversos estados brasileiros. Em 1997, lançou o CD “Dominguinhos e convidados cantam Luiz Gonzaga”, pela gravadora Velas (de Ivan Lins e Vitor Martins). No mesmo ano, compôs a trilha sonora do filme “O cangaceiro”, de Aníbal Massaini Neto.
Teve suas composições registradas por diferentes intérpretes, entre os quais Fagner, que gravou “Quem me levará sou eu”, e Maria Bethânia, que gravou “Lamento sertanejo”. Em 1999, lançou pela gravadora Velas o seu 41º disco, “Você vai ver o que é bom”, no qual interpreta, entre outras: “O riacho do imbuzêro”, letra inédita de Zé Dantas, dada a Dominguinhos pela viúva do compositor pernambucano; “Quem era tu”, parceria com Nando Cordel, que faz uma homenagem bem-humorada aos grupos “É o tchan” e “Terra Samba”; e “Prece a Luiz”, em parceria com Climério, uma homenagem a Luiz Gonzaga nos 10 anos de sua morte.
Em 50 anos de carreira, Dominguinhos recebeu seis Prêmios Sharp. Em 2000, lançou o seu 54º trabalho, gravado ao vivo durante dois shows no SESC Pompéia, em São Paulo, com destaque para “De volta pro aconchego”, “Gostoso demais” e “Isso aqui tá bom demais”, todas de sua autoria (em parceria com Nando Cordel), “Abri a porta” e “Forró do Dominguinhos”, estas em parceria com Gilberto Gil. O CD foi lançado com um show na casa de espetáculos Olimpo, no Rio de Janeiro. Em seguida, fez shows em São Paulo e realizou turnê pelo Nordeste.
Em 2001, foi o grande homenageado no 11º Festival de Inverno de Garanhuns, sua cidade natal, com um concerto sinfônico. No mesmo ano, participou do 1º Festival de Sanfona do Maranhão, juntamente com Waldonys, Sivuca, Renato Borghetti, o argentino Antonio Tarragô e os estadunidenses Geno Delafose e Mingo Saldival.
Em 2002, teve participação especial, com seu acordeom, no CD “Sertão”, gravado pelo cantor e compositor baiano Gereba, em comemoração aos 100 anos de lançamento do livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha.
No início de 2003, gravou com Sivuca e Oswaldinho do Acordeom um disco que registrou o encontro de três dos maiores sanfoneiros em atividade no País, produzido por José Milton, com repertório escolhido na hora e arranjos feitos no próprio estúdio, no qual aparecem composições como “Maria Fulô” e “Feira de Mangaio”, de Sivuca, além de muitas de autoria de Luiz Gonzaga, resultando numa homenagem natural ao Rei do Baião.
Ainda nesse ano, participou na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, do show comemorativo dos 45 anos do Trio Nordestino. Em 2004, apresentou-se fazendo dupla com Elba Ramalho, em temporada de shows no Canecão, também no Rio. O repertório contou com sucessos de carreira da cantora e do compositor, como “De volta pro aconchego”, parceria de Dominguinhos com Nando Cordel, além de levar ao palco surpresas como a canção “Xote de navegação”, de Dominguinhos e Chico Buarque.
Em 2005, a cantora Elba Ramalho lançou um CD que registrou a temporada de show no Canecão com o sanfoneiro, revivendo grandes obras deste que foram grandes sucessos em sua interpretação. No CD, Elba afirma ser Dominguinhos um dos maiores músicos do mundo, respaldada por muitos artistas como Gilberto Gil e Chico Buarque. No álbum, ela revive, entre outros, “De volta pro aconchego”, clássico de sua carreira.
Nesse mesmo ano, Dominguinhos participou, como atração consagrada, nos festejos juninos do circuito tradicional nesses eventos, que engloba cidades nordestinas como Caruaruc, Campina Grande e Recife.
Em 2006, após cinco anos sem lançar disco solo, lançou o CD “Conterrâneos”, com repertório que mescla inéditas, como “Vivendo a brincar”, “Cai fora”, “Oi que balanço bom” e regravações como “Acácia amarela”, parceria de Luiz Gonzaga com Orlando Silveira, a toada “Carece de explicação”, com Clodo Ferreira, “Tempo menino”, o coco “Gavião peneirador” e “Feito mandacaru”.
A faixa-título, “Conterrâneos”, conta com a participação da cantora Guadalupe. O disco, que traz capa de Elifas Andreato, conta também com a participação do sanfoneiro Waldonys, na quadrilha “Eita Paraíba”, de Chico Anysio e Sara Benchimol.
Também em 2007, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD “Yamandu + Dominguinhos”, em que os dois instrumentistas tocam num dueto de violão e sanfona. No disco, cada um tocou sem se prender ao estilo do outro, resultando em um repertório bem diversificado que incluiu, entre outras, os choros “Perigoso”, “Chorando baixinho” e “Pedacinho do céu”, as nordestinas “Feira de Mangaio”, “Xote miudinho” e “Asa Branca”, e as sulistas “Bagualito”, “Prenda minha” e, ainda, “Estrada do sol” e “Wave”.
Em 2008, foi o grande homenageado nos Prêmios TIM e Multishow de Música. Na ocasião do show de entrega dos prêmios, apresentou diversos números em duetos. Em maio do mesmo ano, apresentou-se com Alceu Valença na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, dentro do projeto “Pé no mundo”, interpretando seus sucessos. Em junho do mesmo ano, foi atração do programa “Viola, minha viola”, apresentado por Inezita Barroso, na TV Cultura. Em fevereiro de 2009, foi homenageado no 10º Festival Jazz e Blues, realizado durante o carnaval em Fortaleza e Guaramiranga, cidade serrana cearense localizada no Maciço de Baturité.
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Camisetas Transfer

sábado, 7 de março de 2009

Chico Cesar no projeto Intimidades do "Sesc Pompéia"

Incluindo exposição de artistas visuais, shows de Renato Teixeira,Chico César e Lobão, o projeto inicia dia 25 de março e segue até o dia 26 de abril

No mês de março, o SESC Pompeia realiza o projeto Intimidades, que inclui exposição de obras de sete artistas visuais, shows e performances. A curadoria do projeto Intimidades selecionou obras como vídeos, gravuras, fotografias, pinturas e objetos para comporem um mesmo conjunto expositivo.

Em busca de um sentido para a arte, a Unidade apresenta uma exposição (de 25 de março a 26 de abril), com obras de diversos artistas que revelam a intimidade como as particularidades das relações sociais que aparecem em sorrisos e apertos de mão, segredos contados ao pé do ouvido, intimidades de casais, familiares, animais, natureza, de cerimônias e festas, objetos dos fundos das gavetas, frases anotadas secretamente em diários, apetrechos esparramados no chão da sala aos domingos, expressões nos rostos das noivas ou mesmo gestos do cotidiano. Os artistas que expõem são: Domitília Coelho e Paulo D`Alessandro; Leya Mira Brander; Mauro Piva; Mônica Rubinho; Rochelle Costi; Roseli Nery; Victor Lema Rique e Ondina Castilho. A exposição é gratuita e livre para todos os públicos e pode ser visitada das 10h às 21h, de terça a sábado e aos domingos e feriados, das 10h às 20h, na Área de Convivência do SESC Pompeia.


SOBRE AS OBRAS /EXPOSIÇÃO

Vídeos: 2.44 - Plano Vídeo sobre a horizontalidade onde os corpos podem sair do confinamento que a gravidade impõe e deslizar, repousar, descansar, respirar, encontrar novas formas de se compor. Vídeo performance – 12‘16”. Autores: Ondina Castilho e Victor Lema Riqué Performance: Ondina Castilho e Victor Lema Riqué. Finalização: Mario Meirelles.

Crepúsculo Vídeo sobre o eu e você. Vídeo performance – 10’ – 2007, Brasil. Autores: Ondina Castilho e Victor Lema Riqué. Performance: Ondina Castilho e Victor Lema Riqué. Finalização: Mario Meirelles.

Siempre Hay una Cama Y Una Ventana Vídeo que trabalha poeticamente com a imagem da cama, o limite do quarto e a transparência da janela. Baseado em textos de Samuel Beckett (“Malone Morre”), Marcel Proust (“A Morte de Baldassare Silvande”) e Leon Tolstoi (”A Morte de Ivan Illicht”). Vídeo performance - 2007. Autor: Victor Lema Riqué. Performance: Ondina Castilho. Finalização: Mario Meirelles.

OUTRAS OBRAS

A Estranha Ideia de Ser Gente Gente com vontades tão iguais e ao mesmo tempo tão singulares e íntimas, como a necessidade de ter memória, construir histórias, poder sonhar, amar, pensar, ter razão, ter identidade, estar viva por algum tempo, e saber disso, entre tantas outras coisas. Essa idéia de parentesco íntimo e coletivo entre os seres humanos está presente nas obras de Mônica Rubinho, instalações, fotos, objetos e desenhos.
Instantes As fotografias apresentadas pela dupla Domitilia e D’Alessandro nesta exposição são um recorte do seu acervo de fotografias de casamentos realizados desde 1995, colocando em suspensão imagens que tratam a intimidade com leveza, sensibilidade e humor, no flagrante de momentos triviais e especiais desta ocasião festiva, cerimonial.
Pequenas coisas que importam A exposição da série de pinturas consiste em trabalhos feitos a partir de fotografias que o artista tirou, onde aparecem gestos das mãos dele com sua mulher, se tocando, segurando uma a outra e mesas de restaurantes. É uma pesquisa sobre a intimidade em lugares públicos e sobre o ato de tocar e ser tocado. Com que frequência tocamos, com que frequência somos tocados, como percebemos o toque e que valores damos a ele? Obra de Mauro Piva.
Quartos Exposição fotográfica que apresenta a observação da artista sobre os hábitos e costumes populares. A intimidade urbana é investigada aqui através de seus recantos de repouso. O registro fotográfico de simples ambientes encontrados dentro do espaço urbano - os domínios do lar, instalações comerciais ou religiosas - mais do que oferecer belas fotos como resultado, nos propõe um vasto material de pesquisa. Ao observar, por exempIo, a maneira como o cidadão se relaciona com o espaço, as cores e as texturas que escolhe para conviver, de que forma ele ilumina seu cotidiano, quais os objetos que ele conserva de seu passado, vem à tona dados antropológicos de fundamental importância para a compreensão do ser urbano que esconde na intimidade do ambiente doméstico os segredos maiores de sua existência. Todas as fotos foram tomadas com objetiva grande anguIar , utilizando-se apenas da luz ambiente disponível. Fotografar o leito, entre as prováveis quatro paredes que protegem o sono ou a falta dele. Buscar do personagem informações fornecidas apenas pelos elementos que vigiam seu sono, com os quais ele se relaciona todos os dias e todas as noites de suas semanas. Que superfície acolherá seu corpo, que marcas lhe guardará? Que paredes lhe servirão de cúmplices sempre que fechar seus olhos rumo ao abandono da consciência? De onde vem a luz que todo o dia lhe desperta para mais um dia? O que primeiro vê? O que primeiro lhe vê? Fotos de Rochelle Costi.
Relicários Exposição de série que apresenta compartimentos que guardam preciosidades, pequenos objetos que se tem apreço, assim como relíquias. São objetos banais, de uso cotidiano, ínfimos, mas que na sua ausência tornam as tarefas difíceis ou impossíveis.Ressalta-se assim, o valor das pequenas coisas e também de pequenos gestos esquecidos pelo ritmo acelerado em que se vive hoje. Obras de Roseli Nery.
Sem Título Exposição de gravuras de Leya Mira Brander. Os motivos das imagens vêm de diferentes lugares: coisas que vê e coisas que gostaria de ver. A palavra escrita também tem muita importância na obra, e acompanha imagens na forma de textos e poemas.

SOBRE OS SHOWS

Os talentos de expoentes da música brasileira participam de um bate-papo com o jornalista Cunha Jr. e na sequência interpretam suas principais canções. O projeto Intimidades desvenda as influências, os tons, os sons e as particularidades de suas carreiras.

Nos dias 27, 28 e 29 de março (sexta e sábado, às 21h e domingo, às 18h), o SESC Pompeia apresenta Chico César, Renato Teixeira e Lobão, no Teatro da Unidade.

SOBRE OS ARTISTAS: Chico César iniciou a carreira com a banda Cuscuz Clã e em 1994 lançou pela gravadora Velas o CD "Aos Vivos". O seu primeiro sucesso foi "À Primeira Vista" (também gravado por Daniela Mercury), seguido de "Mama África". Ganhou reconhecimento nacional com o disco "Cuscuz-Clã”, de 1996. Em 2005, o compositor lançou o seu sexto CD, "De uns tempos pra cá". O álbum traz canções autorais compostas por Chico desde a década de 80, num formato camerístico com o Quinteto da Paraíba.

Renato Teixeira Começou a compor na adolescência, quando morava no interior de São Paulo. Na década de 60 mudou-se para a capital do estado e classificou a música "Dadá Maria", interpretada por Gal Costa no festival da TV Record de 1967. Ficou famoso por ser o compositor de "Romaria", gravada por Elis Regina em 1977. Com a fama, lançou no ano seguinte "Romaria", seu terceiro LP solo e primeiro a ter alguma repercussão. Atuando como modernizador da música regional sem descaracterizá-la, participou de coletâneas e gravou o CD "Renato Teixeira e Pena Branca & Xavantinho", em 1992. Participou também, ao lado de Xangai, Cida Moreira, Elomar, Geraldo Azevedo, Sivuca e outros, do disco "Cantorias e Cantadores", lançado em 1997. Lobão Aprendeu violão e bateria na adolescência e teve sua primeira banda Vímana, ao lado de Lulu Santos, Ritchie, Luis Paulo e Fernando Gama. Depois do fim da banda, Lobão continuou atuando como baterista profissional, tocando com Luís Melodia, Walter Franco e Marina. Em 1980, participa da primeira formação da Blitz, saindo do grupo antes do estouro. Dois anos mais tarde grava o primeiro álbum solo, "Cena de Cinema", que começou como uma precária fita cassete que chegou à Rádio Fluminense. Fez tanto sucesso que a RCA Victor comprou o disco e o lançou comercialmente. Serviço: SESC POMPEIA REALIZA O PROJETO INTIMIDADES
Exposição: Visitação de 25 de março a 26 de abril de 2009. Terça a sábado, das 10h às 21h. Domingos e feriados, das 10h às 20h.
Área de Convivência. Grátis - Classificação indicativa: Livre

Shows: Dias 27 (Chico César), 28 (Renato Teixeira) e 29 de março (Lobão). Sexta e sábado, às 21h e domingo, às 18h.
Teatro. Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos.
Ingressos: R$ 6 a 24,00
Lotação: 358 pessoas
Duração: 90 minutos

SESC POMPEIA
Rua Clélia, 93
Telefone para informações: (11) 3871-7700
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal http://www.sescsp.org.br/

Assessoria de Imprensa – Sesc Pompéia

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