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domingo, 18 de abril de 2010

PROJETO: LANÇA QUE EU GOSTO

CARLINHOS ANTUNES E ORQUESTRA MUNDANA LANÇAM O DVD “AFRICANITA” NO SESC PINHEIROS DIA 21 DE ABRIL

Este trabalho é o resultado de três concertos realizados em janeiro deste ano, gravado ao vivo no Auditório Ibirapuera em São Paulo.


Carlinhos Antunes e a Orquestra Mundana sobem ao palco do Teatro Paulo Autran – SESC Pinheiros no dia 21 de abril para lançar o DVD “Africanita”. A apresentação conta com as participações especiais das cantoras Romy Martinez, canto guarani (Paraguai) e Fanta Konatê, cantos africanos (Guiné) e das bailarinas Deborah Nefussi e Ursula Corrêa, que farão uma intervenção de dança flamenca. Este espetáculo foi gravado ao vivo durante três concertos realizados este no ano Auditório Ibirapuera com a participação de Badi Assad, Barbatuques, Mawaca, do ator Paulo Betti, de Petit Mamadi Keita da Guiné e das bailarinas Deborah e Úrsula.

O multi-instrumentista e historiador Carlinhos Antunes têm como principal característica viajar e pesquisar sons de diversas partes do mundo e do Brasil com isso adquirindo uma vastíssima carreira nacional e internacional. Foi assim que surgiu a Orquestra Mundana, como resultado dos trabalhos de pesquisa e sons que Antunes realiza desde 1996 intitulados “São Paulo de Todos os Povos”. Neste trabalho Antunes faz fusões entre a cultura brasileira e várias outras culturas que direta ou indiretamente constituem nossas raízes mais profundas.

O repertório que ilustra o DVD é bastante eclético, onde o tango e o chamamé se misturam ao choro brasileiro, a musica klesmer e a cigana do leste europeu se misturam ao frevo, os ritmos, as vozes e instrumentos africanos se juntam ao baião e a capoeira e o flamenco dialoga com a catira. Carlinhos Antunes quer mostrar por que a ginga, a bossa, o samba brasileiro se tornou símbolo de respeito e consideração em todo mundo. Um verdadeiro mergulho em nossas raízes.


• Repertório

1Baião de cinco |Gabriel Levy
2Xaxados y perdidos |Carlinhos Antunes
3Nandus Dance | Mynta- tema indiano
4 Nde Ratypykua |Paraguai
5Calicaribe | Carlinhos Antunes
6Sombras da Romãzeira |Carlinhos Antunes
7Alfonsina y El Mar |Ramirez e Luna
8Tarana folc indiano
9Africanita |Carlinhos Antunes
10Djoli |folc Guiné
11 Bispo do Rosário | Carlinhos Antunes


• FICHA TÉCNICA

Carlinhos Antunes |violão,viola,cuatro, charango, kora n’goni e tiple-
Luis Cabrera (Cuba) | saxofone e flauta-
Laura Solokowics (Argentina) | oboé e corne inglês-
Thomas Rohrer (Suíça) | rabeca, saxofone e flauta irlandesa-
Danilo Penteado | piano, cavaquinho, bandolim e baixo acústico
Beto Angerosa | bateria e percussão do mundo
Luiz Kinugawa | percussão africana
Rui Barossi | baixo acústico
Gabriel Levy | acordeom
Direção artística e musical | Carlinhos Antunes
Gustavo Brejer | Som
Silvestre e Carol | Luz
Junior | Roldie
Mundano Produções e Vanessa Soares | Produção


Instrumentação
A instrumentação da orquestra é original e variada, com uma gama imensa de timbres e sons, representados pelo:

N’goni,- harpa africana
rabeca,- violino rústico
violino, -
saxofone,
acordeom,
flautas, - da Irlanda e áfrica
kora africana, - harpa africana
viola caipira,
violão,
cavaquinho,
piano ou teclado,
cuatro venezuelano, - espécie de cavaco da venezuela
percussão africana (djembe e balafon), percussão latina (cajón),
percussão brasileira (pandeiro, berimbau),
percussão árabe (derbak),
contra-baixo,
pandeiro,
derbak árabe- percussão típica
djembe-percussão africana


• SOBRE A CARLINHOS ANTUNES E ORQUESTRA MUNDANA
Para comemorar os 25 anos de carreira, o multi-instrumentista e historiador Carlinhos Antunes formalizou a fundação da Orquestra Mundana no concerto realizado no SESC Pompéia em São Paulo, em 2005, onde gravou um CD com o mesmo nome. Essa Orquestra surge como resultado dos trabalhos de pesquisa e sons que Antunes realiza desde 1996 intitulados “São Paulo de Todos os Povos”, que fusiona a cultura brasileira com várias culturas que direta ou indiretamente constituem nossas raízes mais profundas. Os trabalhos mais recentes que ilustram essa experiência sonora estão registrados nos cd e dvd “Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana”, gravados ao vivo, no Auditório Ibirapuera e no Sesc Pompéia em São Paulo, e no cd “Orquestra mediterrânea”, gravado ao vivo no Sesc Pinheiros. O cd e Dvd da Orquestra Mediterrânea foram lançados pelo selo Sesc São Paulo e estão à venda nas unidades do Sesc de todo o Brasil. Há outros Cds e Dvds que ilustram o trabalho de Antunes e da Orquestra (veja relação abaixo). Onde quer que a Mundana se apresente, no Brasil ou no exterior, há sempre convidados especiais, cantor, cantora, bailarina ou bailarino, ator, grupo vocal ou instrumentista. Isso, além de enriquecer o repertório da Orquestra, faz com que ela nunca se acomode e seus músicos estejam sempre abertos a novas experiências, misturas e trocas culturais. A Orquestra Mundana é uma formação original e atípica por vários motivos. Esta mais enquadrada nos padrões de uma orquestra popular e utiliza uma série de elementos (instrumentos musicais, dialetos, modos, ritmos), que não são comuns ao nosso dia a dia musical, e nos remetem às nossas profundas ancestralidades, indígenas, européias, africanas e mouras. Além disso, contempla músicos de diversas partes do mundo e do Brasil que atuam e vivem em diversos países e culturas e incorporaram esta vasta experiência em suas composições, arranjos e pesquisas. Daí a facilidade com que a Orquestra Mundana transita por várias linguagens, da música clássica, ao jazz, da música barroca à regional brasileira, do choro a musica do mundo.

• Veja: www.myspace/carlinhosantunes
www.carlinhosantunes.com.br (em fase de atualização)
www.musicosdobrasil.com.br/carlinhosantunes


Discografia de Carlinhos Antunes
1-Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana (cd)-Tratore-2006
2-Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana-(DVD) Africanita-Tratore-2010
2-Orquestra Mediterrânea (cd+dvd) selo Sesc-2006
3-Sete Dias em Burkina-documentário- co-produção com SESC TV-2008
4-Paisagem Bailarina (cd) Lua Music -2002
5-Mundano-(cd)Lua Music-2003
6-Quarteto Stout,Rohrer,Barossi,Antunes- Projeto -Escócia Brasil-lançamento 2010
7-Índios Kalapalo (dvd+livro) selo Sesc-2007
8-Bonsai Romã (dvd) Tv Cultura-2005
9-Sobre Todas as Cordas (dvd) Sesc Tv-2004
11-Festa Lorca (documentário) Sesc Tv-1998
12-Latinidades (documentário) Sesc Tv-2003
13-Trio Atlântico (cd+dvd) selo Albacarma (França)-2007
14-Carlinhos Antunes e Pascal Lefeuvre Duo (cd) selo Albacarma (França)-2007
15-Samambaia- Quinteto- Espanha-1992-Selo Dodô Records



• CARLINHOS ANTUNES E ORQUESTRA MUNDANA
Dia: 21 de abril, quarta - feira às 18h
Local: Teatro Paulo Autran – 1010 lugares
Duração: 1h20
Não recomendado para menores de 10 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 25/03
R$ 20,00; R$ 10,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).


• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

FRANCIS HIME NO SESC PINHEIROS - DIAS 27 E 28/02

No show, o músico comemora seus 70 anos apresentando composições inéditas e trilhas de cinema compostas por ele.


Dias 27 e 28 de fevereiro o compositor, pianista e maestro carioca, Francis Hime, apresenta-se no SESC Pinheiros com show em comemoração aos seus 70 anos. Os espetáculos acontecem no Teatro Paulo Autran, sábado às 21h e domingo às 18h. Neste show, o músico faz uma síntese de seu trabalho apresentando novas composições com velhos amigos e parcerias inéditas como a que fez com o cantor Moska na música “Há controvérsias”.
O espetáculo foi dividido em dois momentos. No primeiro, o compositor sobe ao palco acompanhado apenas do piano, interpretando músicas de alguns dos filmes musicados por ele. Cenas de “Dona Flor e seus Dois Maridos”, “O Homem que Comprou o Mundo”, “A Estrela Sobe”, “Um Homem Célebre”, “A Noiva da Cidade”,” Marcados para Viver” e” Marilia e Marina” compõem o cenário enquanto Francis Hime se apresenta. Para o pianista estas composições representam um momento espacial do show “Estes arranjos também refletem as lembranças que trago desses filmes, dos sentimentos dos seus personagens, da memória de determinadas cenas, como se eu tecesse musicalmente as seqüências”, diz o compositor.

Na segunda parte o maestro apresenta composições inéditas acompanhado dos músicos Gabriel Improta (Guitarra e Violão), André Santos (Baixo), Diego Zangado (Bateria), Marcio Marlard (Cello), Dirceu Leite (Sopros), Marcelo Bernardes (Sopro), Malu e Eliza (Vocal). Neste momento do show o público poderá conhecer as composições que Francis Hime fez em parceria com Joyce, Olívia, Edu Lobo, Paulo Pinheiro e Geraldinho Carneiro.

“Em suma, nesta comemoração homenageio nossos grandes cineastas, a habilidade única de nossos músicos e a força transformadora das palavras, sempre a partir do meu piano. Era o presente maior que eu podia me dar”, completa Francis Hime.

• REPERTÓRIO

Primeira parte

Tema hindú
A noiva da cidade
Choro no. 1 (Meu caro amigo )
Lição de amor (tema de abertura)
Marcados pra viver
Marilia e Marina
Namoro de Vadinho e Dona Flor (de Dona Flor e seus dois maridos )
A estrela sobe ( Último Retrato )
Todas as 8 faixas são de composição de Francis Hime, já as faixas 2 A noiva da cidade e 3 Choro n 1 (composição: Francis Hime/ Chico Buarque)

Segunda parte

Cinema Brasil (Francis Hime e Joyce)
Há Controvérsias ( Francis Hime/ Paulinho Moska)
Adrenalina ( Francis Hime/ Joyce Moreno)
Existe um céu (Francis Hime/ Geraldo Carneiro)
Jardim botânico Francis Hime
Anoiteceu (Francis Hime / Vinicius de Moraes)
O tempo das palavras (Francis Hime/ Geraldo Carneiro)
Trocando em miúdos (Chico Buarque / Francis Hime)
Amor barato (Francis Hime )
Maré ( Francis Hime/ Olivia Hime)
O sim pelo não ( Francis Hime/ Edu Lobo)
Embarcação (Francis Hime )
Pra Baden e Vinícius ( Francis Hime/ Paulo César Pinheiro)

• SOBRE FRANCIS HIME



Compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro. Representante da melhor geração de compositores surgida no Brasil, desde o fim da década de 1920 (quando foram lançados os jovens Noel Rosa, Ary Barroso, Lamartine Babo, João de Barro, Ismael Silva e tantos outros), Francis Hime assumiu o papel de um dos principais protagonistas da música popular brasileira a partir da primeira metade dos anos 60. Ninguém tem dúvida: seria impossível escrever a história da música brasileira nas últimas décadas sem dar a Francis Hime um destaque muito especial. Francis Hime estudou piano desde os 6 anos de idade, no Conservatório Brasileiro de Música. Em 1963, começa a sua parceria com Vinicius de Moraes, com quem compôs inúmeras canções, tais como: "Sem mais adeus", "Anoiteceu", "A dor a mais", "Tereza sabe sambar" e outras. Conhecido como um dos mais talentosos compositores do Brasil, Francis é especialmente dotado por uma versatilidade em compor sobre vários ritmos brasileiros, escrevendo sambas, frevos, modinhas, calangos, choros, etc. Para este repertório eclético, Francis conta com um não menos eclético e talentoso grupo de parceiros escrevendo letras para suas canções, tais como: Geraldo Carneiro, Milton Nascimento, Olivia Hime, Gilberto Gil, Paulo César Pinheiro, Cacaso, Capinam, Adriana Calcanhoto, Paulinho da Viola, Lenine, Joyce, Moraes Moreira, Georges Moustaki, Livingston & Evans, Sergio Bardotti (além dos já citados Chico Buarque, Vinicius de Moraes e Ruy Guerra). Ele também musicou poemas de Fernando Pessoa, Manoel Bandeira, Castro Alves. Como arranjador, Francis trabalhou para Milton Nascimento, Gilberto Gil, Gal Costa, Georges Moustaki, Caetano Veloso, Clara Nunes, Toquinho, Elba Ramalho, Vania Bastos, Fafá de Belém, Olivia Hime, MPB-4 e Chico Buarque (para o qual, ele fez a direção musical de 4 discos). Recentemente, Francis compôs um Concerto para violão e orquestra em 3 movimentos, dedicado a Rafael Rabello, que terá a sua "première" em Maio de 2008, na sala São Paulo, tocado por Fabio Zanon, com a OSESP sob a regência de John Neschling. Francis acabou de concluir a partitura da "Ópera do futebol", ópera em 4 atos, com "libretto" de Silvana Gontijo, cuja montagem está prevista para 2008. No campo da música popular, Francis lança em Agosto de 2007 um novo cd/dvd: "Francis Hime ao vivo", pela gravadora Biscoito Fino, além de continuar a apresentar shows solo ou com sua banda, pelo Brasil afora ou no exterior. Em Julho próximo, apresenta-se no Festival de Montreux juntamente com Maria Bethânia.

http://www.francishime.com.br



• SERVIÇO

FRANCIS HIME

Dias: 27 e 28 de fevereiro, sábado às 21h e domingo às 18h

Local: Teatro Paulo Autran – 1010 lugares

Duração: 1h30

Não recomendado para menores de 10 anos

Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.

R$ 20,00; R$ 10,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).



• SESC Pinheiros

Endereço: Rua Paes Leme, 195.

Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.

Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.

Tel: para informações: 11 3095.9400

Informações: 0800 118220

ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00

Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: http://www.sescsp.org.br/
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ZÉLIA DUNCAN APRESENTA O SHOW “PELO SABOR DO GESTO” - NO SESC PINHEIROS - ESGOTADO

Turnê da cantora e compositora estreou em Niterói e passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Salvador e agora volta a São Paulo. O disco é considerado pela crítica o melhor álbum da carreira da artista
Foto: Emanuelle Bernard



Depois de quatro anos sem lançar um álbum de inéditas, Zélia Duncan volta a São Paulo com seu novo CD “Pelo Sabor do Gesto”. Este é o nono trabalho da artista e é considerado um dos melhores de sua carreira, indicado, inclusive, como melhor álbum de MPB no Grammy Latino 2009. A cantora carioca fará curta temporada no Teatro Paulo Autran - SESC Pinheiros, sendo as primeiras apresentações em janeiro nos dias 29, 30 e 31, sexta e sábado, às 21h e domingo, às 18h e as seguintes em fevereiro nos dias 05, 06 e 07 nos mesmos horários.

O repertório do show apresenta influências que vão do pop brasileiro a versões de músicas francesas como “Pelo Sabor do Gesto” e “Boas Razões”, versões de músicas da trilha sonora do filme francês Chansons d'Amour, do diretor Christophe Honoré e a trilha assinada por Alex Beaupain. Além, das canções inéditas como “Tudo sobre você”, “Nem tudo” e “Aberto”, estão ainda no set list do show, músicas dos álbuns anteriores de Zélia, como “Flores”, “intimidade” e “Alma”.

Dividem o palco com Zélia nesta turnê Ézio Filho (direção musical e contrabaixo), Webster Santos (guitarra, violão e bandolim), Léo Brandão (teclado e acordeon) e Jadna Zimmermann (percussão e bateria). Por trás da cena, um time de primeira. O cenário do show é de Analu Prestes e Luiz Martins, o figurino de Luiza Marcier e a direção é da atriz Ana Beatriz Nogueira.

Em 28 anos de carreira, este é o trabalho mais intimista de Zélia Duncan. É também um dos mais próximos dos fãs, tanto que a artista optou por mesclar diversas composições a diferentes formas de expressão, como a que faz na canção “Todos os Verbos”, com uma performance em voz e Libras (Linguagem Brasileira de Sinais).


• REPERTÓRIO

BOAS RAZÕES
AMBIÇÃO
TELHADOS DE PARIS
SE UM DIA ME QUISERES
INTIMIDADE
TUDO SOBRE VOCE
FELICIDADE ESPORTE FINO CONFORTAVEL
ABERTO
SE EU FOSSE DUAS NAMORADAS
CEDO TARDAR
TODOS OS VERBOS PELO SABOR DO GESTO
DENTES BRANCOS
I LOVE YOU SINTO ENCANTO
FLORES
NEM TUDO

• FICHA TÉCNICA

Direção musical e contra baixo: Ézio Filho
Guitarra, violão e bandolim: Webster Santos
Teclado e acordeon: Léo Brandão
Bateria, percussão e flauta: Jadna Zimmermann

SOBRE ZÉLIA DUNCAN



Em maio de 1981, Zélia enviou uma fita à Sala Funarte de Brasília que, na época, concedia espaço, através de concursos, para apresentação de novos artistas. Foi classificada em primeiro lugar e apresentou um show que teve grande repercussão e é considerado o marco inicial de sua carreira. O evento ainda lhe rendeu a
oportunidade de representar Brasília no "Projeto Pixinguinha", cantando ao lado de nomes consagrados como Wagner Tiso e Cida Moreyra. Em 1987, de volta ao Rio de Janeiro, Zélia trabalha como locutora de rádio, fazendo jingles, e cursa teatro na Casa das Artes das Laranjeiras.

Paralelamente, monta sua primeira apresentação no Rio de Janeiro. Dois anos depois, no final de 1989 se apresenta com o show "Zélia Cristina no "Caos", dirigido por Ticiana Studart. Em 1991, a convite de Marcus Teixeira e Patrícia Lopes, um casal de músicos que conheceu em Brasília, Zélia partiu para os Emirados Árabes para cumprir um contrato de três meses, que acabaram se prolongando para cinco. Lá, Zélia se apresentava na Casa Brasil, dentro do Hotel Meridien. Seu público era constituído por gente de todo o mundo, principalmente árabes, europeus e australianos. Essa viagem foi, segundo a cantora, fundamental para deixar fluir sua veia de compositora. Durante essa viagem, Zélia escutou muita música oriental e músicos como Joni Mitchell, Joan Armatrading, Sam Cooke, Ry Cooder e Peter Gabriel, importantes influências em seu estilo. Nesse período escreveu também muitas letras que enviou para seus parceiros no Brasil.

Mais tarde essas músicas se tornariam o repertório do seu segundo disco. Em maio de 1992, já de volta ao Brasil, Zélia retoma seu trabalho, agora com um som mais acústico. Na bagagem, inúmeras composições próprias, fruto de suas vivências, ora feliz, ora solitária, ora saudosa, ora reflexiva nos Emirados Árabes. Montou banda, botou o pé na estrada e fez uma temporada na boate Torre de Babel, tão bem sucedida que acabou recebendo do produtor Guto Graça Mello, o convite, mesmo que sem compromisso, para fazer
algumas gravações em seu estúdio. Logo após, convidada por Almir Chediak e acompanhada pelo
músico Marco Pereira, no Estúdio Sinth, Zélia gravou "Sábado em Copacabana", uma das faixas do
songbook de Dorival Caymmi. Foi durante essa gravação que recebeu o convite da produtora Beth
Araújo (que mais tarde tornou-se sua empresária), para gravar, pela Warner, seu segundo disco. Zélia Cristina passou a chamar-se Zélia Duncan por sugestão de Beto Boaventura, presidente da Warner, e isto lhe deu a oportunidade de homenagear sua avó materna (já falecida). O disco "Zélia Duncan" foi lançado no
final de 94. A maioria das faixas foi composta em parceria com o amigo Christiaan Oyens, que também
tocou bateria, bandolim e violão. Em 1995, ‘Catedral’, versão de Zélia e Christiaan para a música Cathedral Song, de Tanita Tikaram, entrou na trilha sonora da novela "A próxima vítima" (TV Globo), projetando o trabalho da cantora para todo o Brasil. Catedral conquistou o primeiro lugar nas principais rádios do país. O disco foi indicado na parada anual da revista Billboard, como um dos melhores discos latinos de 1994, ao
lado de "Fina Estampa", de Caetano Veloso. 1996 - Zélia passa dois meses em estúdio, preparando o
terceiro disco. Durante esse período, compõe com Lucina as músicas ‘Fim’ e ‘Sem Suspiros’, para a
cantora Verônica Sabino, mas mantém sigilo absoluto a respeito de seu novo trabalho. A canção ‘Enquanto Durmo’, entra na trilha sonora da novela "Salsa & Merengue" (TV Globo), antes mesmo do lançamento do disco, que aconteceu em novembro no Tom Brasil, em São Paulo. Zélia optou por lançar "Intimidade" em São Paulo, pois, segundo ela, foi nessa cidade que sentiu que seu trabalho estava sendo reconhecido. Já no primeiro mês, o disco atingiu as 80 mil cópias vendidas.
Porém, faltava ainda a consagração perante a crítica, que veio no final de 96 com a divulgação da APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte - dos melhores de 96 em onze áreas da cultura, e Zélia Duncan foi escolhida como a Melhor Cantora, recebendo o respectivo prêmio no Teatro Municipal de São Paulo. O Disco de Platina, conquistado pela vendagem de 250 mil cópias do álbum ‘Zélia Duncan’, foi entregue pela
Warner Music durante a apresentação que fez logo depois no Parque do Ibirapuera , reunindo 60 mil
pessoas. Em 2001 Zélia assina com a gravadora Universal Music e no mês de abril todos os jornais das principais capitais destacaram o lançamento do disco ‘Sortimento’. A maioria dos críticos se referem ao CD como “um trabalho maduro e politizado”. Mais uma vez Zélia abre o CD com o velho amigo Itamar Assumpção na canção ‘Por que que eu não pensei nisso antes?’ – uma releitura, onde o próprio Itamar, disse ser totalmente diferente de tudo o que já fizeram, motivo pelo qual foi um admirador incondicional
da cantora. A turnê Sortimento passou pelos quatro cantos do Brasil e após um ano de apresentações bem sucedidas em palcos de todas as dimensões, Zélia decide registrá-lo em DVD. A gravação acontece no Sesc Vila Mariana, em quatro apresentações com lotação esgotada. Eu me transformo em outras (2004) é o título de seu sétimo disco e a veia de intérprete aflora com toda força. O repertório, pinçado de sua memória
musical, traz de Aracy de Almeida a Tom Zé. Zélia sabe das dificuldades de lançar um disco com o perfil em que a única lógica é cantar o que gosta, e para ter essa liberdade cria o selo Duncan Discos que lhe possibilita entregar o disco pronto para ser distribuído pela Universal Music, gravadora com a qual mantém contrato. Em 2004 foi o show de lançamento do CD ‘Isso vai dar repercussão’, de Naná Vasconcelos e Itamar Assumpção. Na época do lançamento Itamar já havia falecido e Zélia foi chamada como a
representante, mais do que legítima, do compositor. Em 2005, fortalecida e “transformada”, Zélia lança

Pré-pós-tudo-bossa-band. O caldeirão de sons e letras está fervendo novamente. Leque de parcerias ampliado. Samba, blues, rock, reggae... Som Pop no melhor sentido da definição. Lenine, Lulu Santos, Moska, Pedro Luís, Lucina, Itamar Assumpção e outros parceiros acompanham a intérprete e compositora em mais uma incursão pelo universo que tanto a atrai: a música, livre de rótulos e sem fronteiras. 2006 – 25 anos de carreira! Paralelamente à turnê do disco Pré-pós-tudo-bossa-band, Zélia parte para uma nova aventura musical... A cantora conhece Sérgio Dias (Mutantes) na gravação do DVD dos ‘Britos’, do qual os dois participam, e poucos meses depois é convidada por Sérgio a fazer os vocais de Rita Lee na volta dos Mutantes. Zélia costuma dizer que “foi como ter fugido de casa para cantar rock and roll”. Mas antes de responder ao convite, pede a benção à amiga e parceira Rita Lee.

Bênçãos dadas, começa o desafio de cantar o repertório da banda que não se reunia há 30 anos...no tom original! Enquanto estava nos EUA, Zélia recebe a notícia de que havia ganhado o Prêmio TIM 2006 na categoria ‘Melhor Disco’ (Pré-pós-tudo-bossa-band) e ‘Melhor Cantora’. Nos últimos anos, realizou vários projetos importantes, como por exemplo o CD, e depois o DVD ‘Eu Me Transformo em outras’, assim como fez parte da nova formação de Os Mutantes e gravou o DVD ‘Amigo é casa’, com a cantora Simone, lançado em abril de 2008. Zélia Duncan atualmente está em turnê com o show do recém lançado ‘Pelo Sabor do Gesto’, indicado ao Grammy Latino 2009.

SITE OFICIAL: http://www.zeliaduncan.com.br/
• SERVIÇO

ZÉLIA DUNCAN – SHOW PELO SABOR DO GESTO

Dias: 29,30 e 31 de janeiro – sexta e sábado, às 21h e domingo, às 18h
05, 06 e 07 de fevereiro - sexta e sábado, às 21h e domingo, às 18h
Local: Teatro Paulo Autran – 1010 lugares
Duração: 1h30
Não recomendado para menores de 10 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
R$ 30,00; R$ 15,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 7,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).

• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e
feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220

ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS
- Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00

Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: http://www.sescsp.org.br/
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"CANÇÕES DE TEATRO E O TEATRO DAS CANÇÕES" DIAS 15 E 16 DE JANEIRO

SESC PINHEIROS APRESENTA CANÇÕES DE TEATRO E O TEATRO DAS CANÇÕES

No show de Adriana Capparelli e Fabio Tagliaferi, o repertório são as mais bonitas e emocionantes canções feitas para teatro e as mais teatrais das canções.
Nos dias 15 e 16 de janeiro a cantora, compositora e atriz Adriana Capparelli, sobe ao palco do Auditório do SESC Pinheiros, para apresentar canções que musicaram parte do teatro brasileiro recente entremeadas com canções que, mesmo não sendo teatrais na origem, inspiram e respiram teatro.

No show, a intérprete conta com a participação dos músicos Fabio Tagliaferri, guitarra, viola erudita e violão, Jorginho da Silva, violão e contrabaixo e Thiago Henrique, percussão e cavaquinho.

No repertório composições feitas para teatro de Sinhô, Chico Buarque, Caetano Veloso, Zé Miguel Wisnik, Lou Reed, entre outros, além das próprias composições de Adriana Capparelli e do maestro e multiinstrumentista Fabio Tagliaferri, que assina a direção musical do show.


FICHA TÉCNICA
Intérprete Adriana Capparelli
Direção Musical e Arranjos Fábio Tagliaferri
Direção Geral Adriana Capparelli e Vadim Nikitin

MÚSICOS
Fabio Tagliaferri guitarra, viola erudita e violão.
Jorginho da Silva violão e contrabaixo.
Thiago Henrique percussão e cavaquinho


• REPERTÓRIO

Sabrina Fabio Tagliaferri
Merda! Caetano Veloso
Sympathy for the devil Mick Jagger/Keith Richards – vinheta
Tatuagem Guilherme de Brito/Nelson Cavaquinho
A pomba roxa ardente Plínio Marcos/Adriana Capparelli
Flores horizontais Oswald de Andrade/José Miguel Wisnik
The end of a love affair Eduard B. Reeding
Onde o sol bate e se firma Luiz Melodia
Primeiro fundamento José Miguel Wisnik/Guilherme Wisnik
Canção em modo menor Tom Jobim/Vinicius de Moraes
Quero ele Cazuza – vinheta
Walk on the wild side B Lou Reed
Cocaína Sinhô
Rubens Mário Manga
Silêncio Fabio Tagliaferri/Luiz Tatit
Palavra de mulher Chico Buarque
Cacilda! José Miguel Wisnik
Canção de despedida para Hamlet Péricles Cavalcanti – vinheta
The archaic lonely star blues Jards Macalé/Duda Machado

• SERVIÇO

Canções de Teatro e o Teatro das Canções
Com Adriana Capparelli, Fabio Tagliaferi, Jorginho da Silva e Thiago Henrique.
Dias: 15 e 16 de janeiro – sexta e sábado, às 20h.
Local: Auditório – 3º andar.
Duração: 1h30
Não recomendado para menores de 10 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
R$ 12,00; R$ 6,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).

• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ANDRÉ CRISTOVAM no SESC PINHEIROS > 18/12

O SESC PINHEIROS APRESENTA ANDRÉ CHRISTOVAM
NO SHOW MANDINGA REVISTO – 20 ANOS

Na apresentação o músico relembra o disco Mandinga, lançado em 1989, aclamado até hoje como o primeiro disco de Blues brasileiro com todas as letras em português.


No dia 18 de dezembro, o SESC Pinheiros recebe André Christovam no show Mandinga Revisto – 20 anos. O músico sobe ao palco do Teatro Paulo Autran acompanhado pelos amigos Mario Febre na bateria e Fábio Zaganin no baixo, para relembrar o primeiro disco de Blues brasileiro, Mandinga, lançado em 1989, com todas as letras em português. Este trabalho é um marco e uma grande referência para toda uma geração.

O show reconstitui as antigas canções com a verve de outros tempos e um novo vigor musical, revivendo a própria história.

O lançamento de Mandinga aconteceu em maio de 1989, no Festival Internacional de Blues de Ribeirão Preto, um evento inesquecível que pela primeira vez reuniu a nata do Blues mundial, entre eles Albert Collins, guitarrista Texano que foi uma de suas maiores influências.

“Re-visitar as canções que foram à trilha sonora da vida de tanta gente. Voltar às raízes do Blues verde e amarelo. Uma benção de fato! A todos os nossos amigos e fãs, obrigado pela carona!”, diz André Christovam.

REPERTÓRIO
Snowy Wood John Mayall & Mick Taylor
Dance With Me BB King
Help The Poor BB King
Early In The Morning Junior Wells
Sebo Nas Canelas André Christovam
Confortável André Christovam
Genuíno Pedaço do Cristo André Christovam
Dados Chumbados André Christovam
Duvido (Mas Tô Tentando) André Christovam
Sete Velas André Christovam)
Shoiti André Christovam)
Steppin' Out James Bracken)
Someday After Awhile Rice Miller)
Mandinga André Christovam)


SOBRE ANDRÉ CHRISTOVAM

André Christovam ser considerado o principal artista de blues do Brasil é uma possibilidade a ser discutida, mas ele foi sem dúvida o primeiro. É acima de tudo um músico exemplar que traz na bagagem mais de 29 anos de estrada. André descobre o músico dentro dele quando ouve no Natal de 1972 a canção Sunshine of Your Love do grupo inglês Cream e inicia um romance com a guitarra através do violão erudito poucos dias depois essa experiência. Seu momento de definição ocorre em 1974, quando ganha uma aposta que fez com o fotógrafo Sérgio Amaral em uma partida de futebol de botões. O pagamento foi o disco "The London Howlin' Wolf Session", que tinha a participação dos guitarristas Eric Clapton e Hubert Sumlin. Um disco tão especial que acabaria sendo a maior influência em sua decisão de seguir o caminho do blues. No início do ano de 1976 inicia com Nelson Brito e Paulo Zinner o Fickle Pickle, um trio com um som pesado, mas com um interessante tempero bluseiro. Percorre com esse time todas as agruras que os músicos noviços precisam percorrer: centenas de horas de ensaio e depois noites e mais noites tocando em todos os espaços imagináveis da cidade de São Paulo muitas vezes a troco de nada! Com doze anos de carreira musical e uma longa temporada de estudos no Guitar Institute of Technology na Califórnia seguida de uma outra mais curta com o Fickle Pickle pela Europa, além de uma bem sucedida carreira como “sideman” após ter gravado e excursionado com Kid Vinil e Os Heróis do Brasil, Rita Lee & Roberto de Carvalho, Raul Seixas e Marcelo Nova, André começa a gravar no final de 1988 o álbum "Mandinga", seu primeiro disco pelo selo Eldorado. Um trabalho que pelo ineditismo de ter todas as suas letras em português, torna-se um marco da discografia do blues nacional. O lançamento e o início da tour brasileira foram em maio do ano seguinte. E como de costume a primeira oportunidade apareceu por meio de um convite de Albert Collins para que André seguisse com ele rumo ao Texas para tocar no "Benson & Hedges Blues Festival", em Dallas, sendo assistido por mais de 12 mil pessoas. Esse evento foi uma autêntica congregação de estrelas que trouxe ao mesmo palco numa única noite além de Albert Collins, John Lee Hooker, Etta James, The Fabulous Thunderbirds e B.B. King. E a boa repercussão de sua passagem pelo Texas lhe proporcionou a participação na quarta edição do Free Jazz Festival, ao lado de John Lee Hooker e John Mayall no Rio de Janeiro. A estrada continuava chamando e os shows sucedendo-se.

.• SERVIÇO

ANDRÉ CHRISTOVAM – MANDINGA REVISTO – 20 ANOS
Dia: 18 de dezembro – sexta, às 21h. (ÚNICA APRESENTAÇÃO)
Local: Teatro Paulo Autran – 1010 lugares.
Duração: 1h40
Não recomendado para menores de 12 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
R$ 20,00; R$ 10,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).

• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

CANÇÕES DE UM OUTRO MUNDO no Sesc Pinheiros > 06 e 07/11

SESC PINHEIROS APRESENTA “CANÇÕES DE UM OUTRO MUNDO - UMA HOMENAGEM A SHOLEM ALEICHEM”

O espetáculo musical com repertório ídisch, conta com a participação dos músicos Sonia Goussinsky, Alexandre Travassos, Vicente Valek.

Direção e Roteiro de Samuel Belk.

O SESC Pinheiros apresenta nos dias 06 e 07 de novembro “Canções de Um Outro Mundo", espetáculo musical que faz homenagem aos 150 anos do literato e humorista judeu, Sholem Aleichem. O escritor expressava em suas obras as preocupações, as calamidades, os conflitos, a miséria, o trabalho e a vida difícil dos judeus oprimidos sempre com humor e esperança. As apresentações acontecem no Auditório – 3º andar, sexta-feira, às 20h e sábado, às 19h.

O espetáculo será composto por leituras de textos de Aleichem feitas pela atriz Silvia Lohn e as canções em ídisch interpretadas pela cantora Sonia Goussinsky, ambas estarão acompanhadas pelo clarinetista Alexandre Travassos (arranjos) e pelo pianista Vicente Falek. A concepção e direção do espetáculo são de Samuel Belk.

PROGRAMA

• Sara e Rebeca (Sore e Rifke) Mark Warshavsky
• Querida Rainha (Taiere malke) Mark Warshavsky
• No caminho há uma árvore (Oifn veg shteit a boim) Itzik Manger
• Oitenta ele e setenta ela (Achtzik er um zibetzik zi ) Mark Warshavsky
• As três filhas (Drai Techtelach) Mordco Gebirtig
• Divirtam-se crianças (Huliet, huliet kinderlach) Mordco Gebirtig
• Junto ao riacho (Baim taichele) Mordco Gebirtig
• Uma carta para a mãe (A brivele der mamen) Solomon Shmulewicz
• Nosso mestre TAM (RabeinuTam-) Itzik Manger
• Idl com seu violino (Idl mitn fidle) Itzik Manger

FICHA TÉCNICA

Roteiro Samuel Belk
Sonia Goussinsky canto
Alexandre Fracalanza Travassos clarinete
Vicente Falek Brauer piano
Sylvia Lohn narradora
Samuel Bynem Belk -Diretor Roteiro
Estela Gontow Goussinsky – Produtora Executiva


SOBRE SHOLEM ALEICHEM
Sholem Aleichem, o grande literato e humorista judeu nasceu em 1859 em Pereieslav, na província de Poltava, hoje pertencente à Ucrânia. Na época em que viveu, a Polônia e a Lituânia tinham sido incorporadas ao domínio Russo, por mais de 100 anos e conseqüentemente os judeus foram submetidos, durante todo este tempo, à regras opressivas pelos diversos governos tzaristas, da dinastia dos Romanov. Uma população, com mais de cinco milhões de pessoas, viveu sob um esquema rígido de leis impeditivas, punitivas e pogroms, confinada nos locais onde já morava, dentro do chamado “Distrito de Residência”, que foi somente abolido com a revolução russa de 1.917. Apesar da pobreza de vida no Distrito de Residência, houve um enorme crescimento das atividades literárias, cultural, política, educacional, periodista, religiosa e espiritual da coletividade judaica nesta região. Entre os escritores e poetas que se destacaram nesta época, alem de Sholem Aleichem, podemos citar Itzik Manger, Mark Warshavsky, Itzik Feffer, Mordco Gebirtig e outros.


SOBRE SAMUEL BELK
Engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de S.Paulo. Em 1975 fez um Curso de Higiene e Segurança Industrial, na Universidade de Nova York bem como diversos cursos ligados a área de Segurança do Trabalho, no Brasil. Em 1975 recebeu o título de Engenheiro de Segurança do Trabalho, pelo Ministério do Trabalho, na qualidade de precursor desta atividade no país. A partir de 1968 entrou para o funcionalismo público tendo trabalhado na Secretaria de Relações do Trabalho onde foi chefe do Setor de Engenharia, bem como Diretor da Divisão de Segurança, Medicina e Higiene do Trabalho, cargo em que se aposentou. Foi professor convidado de Faculdades de Engenharia e Medicina para os cursos de Engenharia de Segurança e Médico do Trabalho. É autor de diversos livros técnicos, e livretos como A Estória de Pedro Pedreiro (História em quadrinhos sobre segurança na construção civil), publicada pelo Governo do Estado de S.Paulo), Manual Técnico para Agentes de Inspeção do Trabalho, entre outros. Há quase dez anos vem se dedicando à pesquisa na área da música popular judaica. Dirigiu por muitos anos a biblioteca do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e o Núcleo de Folclore e Música, entidade onde continua colaborando. Possui trabalhos com o título geral de“O MUNDO MUSICAL JUDAICO” constituído de biografias de poetas; canções judaicas no original ídiche, transliteradas e traduzidas para o português, bem como as respectivas partituras. Estes trabalhos vem sendo publicados no Boletim Informativo do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e em várias outras revistas da coletividade. É Mestre em Letras pelo Centro de Estudos Judaicos da Faculdade de Filosofia da USP onde teve sua dissertação “A História e a Memória do Shteitl visto Através da Canção Popular Judaica”, aprovada. Fez parte do grupo de tradutores de contos de escritores judeus publicados sob o título“O Conto Ídish no Brasil”. Livro organizado pelas professoras Hadasa Cytrynovicz e Genia Migdal. Produziu e dirigiu um grande número de Programas Musicais junto a diversas entidades judaicas e especialmente para Grupos de Terceira Idade. O roteiro do Programa Musical “O Mundo de Sholem Aleichem”, realizado recentemente no Teatro Arthur Rubinstein, da Hebraica, foi baseado na dissertação de mestrado

SOBRE SÔNIA GOUSSINSKY
Após residir na Europa desde 1998, especializando, aperfeiçoando seus estudos de música e lecionando, retornou recentemente ao Brasil e ingressou no Curso de Doutorado na USP e realiza projeto de pesquisa sobre a “Canção Ídiche” no Brasil. Recebeu o título de Mestre em Canto do Trinity College of Music em Londres, em 2003, tendo-se diplomado também na Pós-Graduação em canto com especialização em Música Antiga na Guildhall School of Music and Drama em Londres .Concluiu o Bacharelado em Música com Habilitação em Canto no Instituto de Artes da UNESP em 1992, aluna de Martha Herr.Atualmente recebe orientação vocal de Vitória Kerbauy. Suas apresentações como cantora e atividades musicais mais recentes tem sido realizadas no Brasil, Inglaterra e França, através de recitais, cursos de canto e workshops por ela ministrados como na Escola Municipal de Música de São Paulo e na USP (2002: “Canto e Gestos Barrocos” / 2003: “Servas e Pastoras”). De 2004 a 2007, foi regente titular do Coral Rénanim (Centro Cultural Edmond Fleg de Marselha), além de integrante das Cenas de Óperas do Conservatório Nacional de Marselha através do qual se apresentou no papel de Serpina em trechos de “La Serva Padrona” de Pergolesi, entre outros recitais e participações. Integra o corpo docente do Musicalis-Núcleo de Música de São Paulo e é professora de canto e de expressão corporal na pós-graduação da Faculdade de Música Carlos Gomes, assim como no Conservatório Villa-Lobos e na Faculdade de Música da FITO, onde leciona Canto, História da Música, Prática de Música Antiga, e é preparadora vocal dos corais. Além da música antiga, atua como cantora especializada no cancioneiro judaico, pesquisando e interpretando canções principalmente no idioma ídiche.

SOBRE ALEXANDRE FRACALANZA TRAVASSOS
Clarinetista e compositor natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais na Escola Municipal de Música em São Paulo. Em 1988, ingressou no curso de Bacharelado em instrumento da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, se formando em 1992. Já foi clarinetista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e atualmente é monitor de clarinete da Orquestra Experimental de Repertório. Também exerce intensa carreira como compositor e arranjador tendo ganhado vários prêmios por suas obras em competições nacionais e internacionais como, por exemplo, o 1º Concurso de Composição para banda sinfônica da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, o Concurso de Composição para Banda Sinfônica da Penfield Music Comission Project (Penfield, NY), Concurso Sinfonia para Mario Covas, Concurso Gilberto Mendes e o 3º Prêmio Guerra-Peixe para composição orquestral. Desde 2004, trabalha como transcritor/compositor junto à Banda Sinfônica do Estado e vem se especializando nessa formaçã. É convidado frequentemente para a realização de encomendas de grupos de sopro no país e no exterior. Em 1994, após intensa pesquisa histórica sobre a música folclórica instrumental judaica do leste europeu, criou a Banda Klezmer Brasil (antigo Kuleme), que tem participado de vários concertos em São Paulo e gravou o seu primeiro CD: Mishmash à brasileira com composições e arranjos de sua autoria. É também constantemente chamado para produzir espetáculos de música judaica e como no show Yiddische Vaudeville com o tenor Mauro Wrona.

SOBRE VICENTE FALEK BRAUER
Formado em composição pela FASM em 2007. Desde 2002 é integrante do grupo Projeto B, com quem já lançou 2 discos ("Andarílho" e "Noite") e neste ano estreou um concerto em homenagem a Villa Lobos que estará disponível em disco em novembro pelo Selo SESC. Também em 2002 passou a integrar o grupo de Helio Ziskind, granvado o disco "Cantigas de Roda" além de participar de seus shows em diversas cidades do estado de São Paulo e outras cidades brasileiras. Desde 2008 integra o grupo do violonista e compositor Paulo Tine. Em Set/2008 participou do 1o Klezfiesta na cidade de Buenos Aires com o grupo Klezmer4, com quem gravou o disco "Zecher" em jul/2008. Desde julho de 2009 integra o grupo da cantora de tango argentina Cecília Aimé. Paralelamente ao trabalho de instrumentista, também atua como compositor de trilhas free-lancer junto às produtoras DOK e Confraria e ao estúdio RLMix. Em 2003 produziu a trilha do documentário "Mysterion" de Felippe Brauer. Em 2005 fez a trilha para o curta-metragem "Luz Vadia", em 2006 para o documetário "A Musa Impassível", ambos de Sylvio Rocha. Em 2007 fez a música do documentário "Entre Nós" de Felippe Brauer, que foi exibido no festival de Lorquin-França. Em 2008 participou como assistente de Hélio Ziskind da produção do espetáculo de dança "Pedrinho Sapopemba" baseado no balé "Petruchka" com direção de Célia Gouvêa. Atualmente leciona piano no Clube “A Hebraica” sob a coordenação de Gustavo Kurlat. No momento seu primeiro disco como compositor está em fase de pós-produção.

SOBRE SYLVIA LOHN
Contadora de Histórias, Atriz e Dramaturga é formada emLetras pela Universidade de São Paulo- Seminário de Dramaturgia do Teatro deArena com Chico de Assis. Tem participação constante em Seminários e Encontros de Contadores de Histórias: Seminário Internacional de Contadores de Histórias no SESC Vila Mariana de São Paulo, Oficina com a Narradora de Histórias Regina Machado na USP, Simpósio Internacional de Contadores de Histórias no SESC Copacabana do Rio de Janeiro, Oficina de Técnicas de Construção de Adivinhas com a Narradora de Histórias afro-inglesa Inno Sorsi, Boca do Céu – Encontro Internacional de Contadores de Histórias no SESC Pinheiros, Atua como Narradora de Histórias em escolas, centros culturais, bibliotecas, No circuito SESC já se apresentou em diversas unidades tanto para adultos como para crianças - SESC Santos – Histórias do Mar, Poesia de Mário Quintana e a Cyber Gata Comilona, SESC Sorocaba – Histórias de Mulheres Sábias, SESC Bertioga, SESC Consolação – oficina Os Avós Contam SESC -Ipiranga Dia Mundial da Alimentação- SESC Pinheiros – A Cybergata Comilona, Histórias de Mulheres Sábias e Poemas da Exclusão, Bienais do Livro de São Paulo. Na mais recente atuou no estande da Volkswagen, e também para a Energias do Brasil e para o Projeto São Paulo Estado de Leitores da Secretaria de Cultura de São Paulo. Criou o Projeto Concerto de Leituras apresentado na penúltima Bienal do Livro de São Paulo.


• SERVIÇO
“Canções de Um Outro Mundo” – Uma Homenagem a Sholem Aleichem – 150 anos
Dias: 06 e 07 de novembro
Local: Auditório – 101 lugares.
Horário: sexta às 20h e sábado às 19h30.
Duração: 90 minutos
Não recomendado para menores de 10 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
R$12,00; R$ 6,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes). Grátis para crianças até 3 anos.

• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br

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domingo, 18 de outubro de 2009

Max de Castro e Simoninha interpretam Simonal - 23, 24 e 25/10 no SESC Pinheiros

Max de Castro e Simoninha interpretam Simonal e debatem “Ninguém Sabe o duro que dei” no SESC Pinheiros Wilson Simonal será homenageado no SESC Pinheiros nos dias 23, 24 e 25 de outubro. A programação contará com a exibição do documentário sobre o cantor e com show de Max de Castro e Wilson Simoninha.
No dia 23, sexta-feira, às 20h será exibido no auditório o documentário “Ninguém sabe o duro que dei” dirigido por Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal. O filme traça a trajetória impressionante do ex-cabo de exército que se tornou o primeiro cantor negro a ganhar status de ídolo nacional, mas que acabou condenado ao ostracismo por um delito sobre o qual jurava inocência. Após a exibição do documentário Max de Castro e Wilson Simoninha participarão de um debate-papo com a platéia.
Nos dias 24 – sábado às 21h - e 25 de outubro – domingo às 18h- Max de Castro e Wilson Simoninha interpretam os grandes sucessos de Simonal no Teatro Paulo Autran. O repertório do show é composto por canções lançadas nos anos 1960, começo dos 70, como Sá Marina, Tributo a Martin Luther King, Na galha do cajueiro, Vesti azul, entre outras.
A banda que os acompanhará é formada por Samuel Fraga (bateria), Robinho Tavares (baixo), Marcelo Maita (teclado), Marcio Forte (percussão), Daniel de Alcântara (trompete), Will Bone (trombone) e Josué dos Santos (saxofone)
Serviço:

HOMENAGEM A WILSON SIMONAL
Show
Dias: 24 e 25 de outubro • sábado às 21h e domingo às 18h
Local: SESC Pinheiros - Teatro Paulo Autran
Endereço: Rua Paes Leme, 195
Duração: 1h30
Recomendado para maiores de 10 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
R$ 20,00; R$ 10,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes).

Filme - SIMONAL - NINGUÉM SABE O DURO QUE DEI
Dia: 23/10. Sexta, às 20h.
Duração: 86 minutos.
Local: Auditório - 3º Andar.
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo. Retirada de ingressos pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 10/10.
Não recomendado para menores de 12 anos Grátis.

Mais Informações: 11 3095.9400

• Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.

ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
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domingo, 23 de agosto de 2009

DIOGO POÇAS em Show inédito no Sesc Pinheiros > 27/08


* Foto: Marcos Lopes


O CANTOR E COMPOSITOR DIOGO POÇAS APRESENTA SHOW INÉDITO DIA 27 DE AGOSTO NO SESC PINHEIROS COMO LANÇAMENTO DO SEU PRIMEIRO CD "TEMPO"Com direção musical de Eugênia Thereza de Andrade o show traz músicas de "Tempo", álbum de estreia do cantor, recém lançado pela Warner Music

No dia 27 de agosto (quinta-feira), às 20 horas, o SESC Pinheiros recebe o show "Tempo", do cantor e compositor Diogo Poças. No repertório estão canções de autoria própria como "Pedacinho de vida" e outras se faz acompanhar do melhor entre os compositores brasileiros: Caymmi, Ary, Sidney Muller, Baden e Vinicius de Morais, Braguinha e Gilberto Gil.

O amor, a relatividade do tempo e o futebol são temas das composições do cantor e fala de coisas sérias com sensibilidade, leveza e poesia. Diogo chega com discrição no cenário artístico e na bagagem traz preciosidades.

Segundo Eugênia Thereza "Chega-nos agora Diogo Poças com voz cativante e expressiva. Sua afinação tem a delicadeza exata de quem conhece música e seu timbre melodioso revela sua identidade carinhosamente masculina e única".

Essa é a segunda vez que Diogo é dirigido por Eugênia Thereza de Andrade, Diretora de Teatro e que tem se destacado dirigindo shows como o "Soneto" de Mônica Salmaso no SESC Vila Mariana e "Ná Canta o Brasil" no SESC Pompéia.

Os músicos que o acompanham nessa apresentação são: Léo Mendes -Violão, Sergio Machado - Bateria, Thiago Alves - Baixo Acústico e Elétrico e os músicos cubanos Pepe Cisneros ao Piano e Luis Cabrera no Saxofone.

Diogo Poças estudou música desde criança, piano, violão e jazz. É filho de músico, o pesquisador musical Edgard Poças e irmão da cantora Céu. O cantor gravou seu disco "Tempo", produzido por ele próprio e pelo músico cubano Pepe Cisneros, agora lançado pela Warner Music.

"Diogo canta hoje com a bossa que não é velha, nem nova, mas a bossa nossa, brasileira, que tem no seu DNA a melancolia do fado português, a malícia sensual, lúdica do samba criado por um povo que diante das dificuldades, desenvolveu o humor e a criatividade na música e na vida", complementa Eugênia.

Repertório do show "Tempo"

Pedacinho de vida (Diogo Poças e Jessé Santo):
Carioquinha (Diogo e Edgard Poças):
Chumbo Quente (Diogo Poças)
A Linha e o Linho (Gilberto Gil):
Saudades do Brasil em Portugal (Vinicius e Homem Santo)
Nada que te diz respeito (Diogo e Jessé Santo)
Felicidade (Braguinha)
Maria Joana (Sidnei Miller)
A Vizinha de frente (Diogo e André Caccia Bava)
Astronauta (Baden e Vinicius):
Tempo (Diogo Poças)

Ficha técnica

Direção: Eugênia Thereza de Andrade
Cantor: Diogo Poças
Acompanhado dos músicos
Piano: Pepe Cisneros
Violão (cordas): Léo Mendes
Bateria: Sergio Carvalho
Sax: Luis Cabrera
Baixo Acústico e Elétrico: Thiago Alves
Produção: Jogo Estúdio - Messias Lima
Assessoria de imprensa: Marra Assessoria de Comunicação Ltda

SHOW - TEMPO, DE DIOGO POÇAS

Data: 27 de agosto de 2009 - Quinta-feira - às 20hs.
Local: SESC - Pinheiros -Auditório - 3º andar
Capacidade: 101 lugares
Endereço: Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo - SP - CEP 05424-150
Telefone: 11 3095-9400 - Fax: 11 3095-9402
Mais informações pelo e-mail: email@pinheiros.sescsp.org.br
Recomendação etária: Não recomendado para menores de 10 anos
Duração: 80 min
Preços: R$ 12,00 - [inteira]
R$ 6,00 - [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 3,00 - [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

Assessoria de Imprensa
Marra Assessoria de Comunicação Ltda.
Tel/fax: (11) 3258-4780
Paulo Marra - marra@paulomarra.com.br
Luciano Pereira - pereira@paulomarra.com.br
http://www.paulomarra.com.br/

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