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segunda-feira, 26 de julho de 2010

VIVA SEU SONHO: Estude música- Cresce o mercado

A música tem papel importante na vida de quase todas as pessoas. Atualmente, é comum ver o lançamento de bandas, jovens tenores, orquestras mirins etc. Em algumas pessoas, o amor por essa arte torna inevitável a escolha por uma carreira musical. Porém, alguns que se deparam com a vocação e paixão temem a falta de trabalho e de retorno financeiro. Mas, para aqueles que têm a coragem de seguir na carreira, um alívio: é possível sim viver de música.

Não é só de talento que vive um músico. Cursar escola superior na área é muito importante para quem quer se aprofundar e adquirir maiores conhecimentos. Não importa qual é o seu estilo, a universidade oferece uma formação que vincula a atividade musical com áreas afins essenciais para o desenvolvimento do músico. A Faculdade Cantareira coloca no mercado músicos versáteis e sem preconceitos quanto aos gêneros musicais. O profissional de música deve ter um preparo amplo e completo em sua área, precisa saber tratar com todas as questões teóricas que envolvem a linguagem musical, afirma Aída Machado, Coordenadora do curso de Música da Faculdade Cantareira.

O mercado é bastante competitivo, mas com inúmeras opções. Essa dúvida em relação ao mercado de trabalho não se justifica. Apresentações de orquestras e bandas costumam estar sempre lotadas de espectadores. Além de se apresentar em shows e concertos, o profissional da área também pode dar aulas e, se for compositor, escrever trilhas para filmes, teatro, criar jingles publicitários ou ainda optar pela carreira acadêmica. É preciso dedicação para tudo dar certo e, quando dá, a paixão dos músicos por seu trabalho é entusiástica. Outro caminho a seguir é atuar como regente ou instrumentista nas orquestras brasileiras. O salário gira em torno de R$ 6 mil. Para participar das orquestras é necessário fazer uma prova, quando houver vaga para músicos, diz Aída.

Segundo ela, é fundamental gostar de estudar. É preciso ter disciplina, dedicação e disponibilidade para investir no estudo. A Faculdade aborda as disciplinas relacionadas aos parâmetros teóricos, história da música universal do jazz e da música popular brasileira, preparando a percepção dos alunos para os vários estilos e gêneros musicais.

Para quem deseja conquistar o público internacional, uma boa dica é trabalhar no exterior. A boa música brasileira já conquistou muitos estrangeiros, portanto a fama do Brasil é vantajosa para quem quer atuar em outros países.

É importante lembrar aos interessados que para o curso superior de música é necessário já saber tocar um instrumento ou cantar, pois o vestibulando passará por uma prova de desempenho e conhecimentos teóricos de música.

A Faculdade Cantareira está entre os melhores cursos de música do país, com aulas práticas individuais desde o primeiro semestre. O corpo docente de excelência da Faculdade Cantareira tem reconhecimento internacional, segundo a Revista Notes/Boston – EUA. Possui a infraestrutura completa para o ensino e a prática musical, com salas de estudo acusticamente preparadas, 25 salas para estudo individual, salas com tratamento acústico para bateria, música de câmara e prática de conjunto, além de ter uma das mais bem equipadas salas de percussão do país. Isso sem falar no Estúdio Cantareira, com tecnologia de ponta em instrumentos e recursos.

Nas palavras de Aída Machado, o objetivo geral do curso de Música da Cantareira é preparar profissionais com um profundo conhecimento musical, por meio do equilíbrio entre as disciplinas teóricas e práticas, possibilitando ao aluno vivenciar todos os processos de formação do músico, seja como intérprete, compositor, regente ou arranjador. Busca a formação de um músico integrado em seu momento histórico, aliando a criação artística à pesquisa, interagindo assim no desenvolvimento dos processos intuitivos. Acima de tudo, o curso da Cantareira busca conscientizar seus alunos da missão que cada um, enquanto músico, pode desempenhar na sociedade.

Onde cursar:
Faculdade Cantareira
Bolsas especiais para o Curso de Música:
50% para os integrantes da Camerata de Cordas Cantareira e Quinteto de Metais.
Rua Marcos Arruda, 729 – Bairro do Belém
Tel. (11) 2790-5900
http://www.cantareira.br

segunda-feira, 1 de junho de 2009

OLIVIA BYINGTON no Teatro Fecap > 6 e 7/06

Cantora e compositora faz duas únicas apresentações do elogiado show A VIDA É PERTO

A intimidade de uma sala onde a cantora Olívia Byington e seu violão, seus livros, um computador, compartilha com o público um momento de extrema sensibilidade artística acontece no espetáculo A Vida é Perto, título sugerido por Millor Fernandes, que será apresentado no Teatro FECAP em São Paulo, nos dias 6 e 7 de junho, onde os dois shows no FECAP marcam o lançamento do CD, com grande parte do repertório do espetáculo

Um musical intimista que comoveu o público e a crítica com canções da carreira da intérprete dedicada e sutil, novidades autorais e histórias contadas em clima confessional. Trata-se de um verdadeiro "monólogo musical", em que a cantora confortavelmente expõe sua música alinhavada às histórias de sua vida e experiências - vida e arte em plena consonância. Olívia se encontra no palco enquanto a platéia entra. Acende as velas que se espalham pelo palco, cercada por alguns de seus livros preferidos, senta-se diante de um notebook, conversa com o público, sim, rompendo com uma quarta parede de modo espontâneo, prenunciando o que virá pela frente.
Ao todo, apresenta 19 canções, desde clássicos de Tom Jobim (Fotografia, Modinha), um samba antigo de Assis Valente (Uva de Caminhão), sutilezas de Caetano Veloso (Muito Romântico, Alguém Cantando) e Gilberto Gil (Mãe da Manhã), a imortal canção francesa de Joseph Kosma e Jaques Prévert Les Feuilles Mortes, na qual interage virtualmente com a voz de Yves Montand; e de Pablo Milanés e Nicolas Guillén, De que Callada Manera, que relembra seu flerte com a música cubana no início dos anos 80.
Olivia também passeia por algumas canções que compuseram sua história, como Lady Jane (Nando Carneiro/Geraldo Carneiro), seu primeiro sucesso, Mais Clara, Mais Crua (Egberto Gismonti/Geraldo Carneiro), Anjo Vadio (da própria Olivia com Geraldo Carneiro), e Clarão, antiga parceria da cantora com Cacaso. Às composições históricas se agregam e se apresentam as novíssimas parcerias com o poeta português Tiago Torres da Silva, uma bela safra de novas parcerias que firma definitivamente Olívia Byington como compositora de primeiro time - Por Dentro das Canções, Areias do Leblon, Guarda Minha Alma e Na Ponta dos Pés, com a qual costuma encerrar o espetáculo, numa parceria virtual com Seu Jorge.

"O show da Olívia é um dos melhores, mais simples, íntimos e sofisticados shows que vi nos últimos tempos. Ela reinventou o pocket show." Sergio Augusto

Ficha técnica da produção do show: Produção e direção artística: Heron Coelho / Roteiro e concepção: Olivia Byington /Desenho de luz: João Nunes / Diretor de palco: Renato Jabor /Produção associada: Eduardo Celestino e Hevelyn Coelho.

"Uma maravilhosa incrível surpresa, um show de um virtuosismo impressionante." Marília Gabriela

OLIVIA BYINGTON

Olivia Byington iniciou a sua carreira como vocalista no final da década de setenta na banda de rock Antena Coletiva, ao lado de Jacques Morelembaum. Foi, de imediato, considerada pelo crítico Sérgio Cabral como "a melhor cantora da sua geração".

O primeiro disco em nome próprio – "Corra o Risco" foi gravado em 1978 com a "Barca do Sol". No ano seguinte Olívia chegou ao topo das músicas mais tocadas na rádio com "Lady Jane".

O terceiro disco, gravado em Cuba a convite de Sílvio Rodriguez, veio ampliar-lhe os horizontes internacionais que aterram em Lisboa em 1994, depois de muitos discos, muitos shows, muita música… Nessa altura, apresenta-se em concertos memoráveis no Teatro Maria Matos onde um público, na altura pouco conhecedor da sua obra, se rende à sua impressionante extensão vocal e ao seu canto, que de tão popular se torna impressionantemente sofisticado, que de tão erudito chega com facilidade ao coração de todos.

Foi tão grande a surpresa do público e da crítica que, no ano seguinte, Olívia se apresentava no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, tendo ainda vindo a Portugal para atuar na Expo 98, em Évora, Monsaraz, Aveiro, e, mais recentemente, à Aula Magna de Lisboa e Coliseu do Porto ao lado do grande Egberto Gismonti. Aliás, a cantora sempre se soube rodear de grandes artistas e é assim que cantou ao lado de nomes como Tom Jobim, Chico Buarque, Edu Lobo, Djavan, Wagner Tiso, Radamés Gnattali ou João Carlos Assis Brasil.

Ao longo de sua carreira, lançou os discos "Anjo vadio" (1980), "Identidad" (1981), "Para Viver um Grande Amor" (1983), "Música" (1984), "Encontro" (1984) (Troféu Chiquinha Gonzaga), "Melodia Sentimental" (1986), "Olivia Byington e João Carlos Assis Brasil" (1990) e "A Dama do Encantado" (1997), este último em homenagem a Aracy de Almeida. Em 2003, lançou "Canção do Amor Demais", em que regravou o antológico disco gravado em 1958 por Elizeth Cardoso com canções de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Veio em seguida, “A Dama do Encantado” (2004),

Em 2005, um encontro com o poeta português Tiago Torres da Silva no Rio de Janeiro, fê-la regressar à composição de que sentia grandes saudades. Familiarizada com o violão desde os oito anos, foi com facilidade que Olívia pegou nas palavras de "Areias do Leblon" e trouxe para a canção a sensualidade, a poesia, a musicalidade das praias da orla carioca. A essa canção seguiram-se outras, muitas com palavras do escritor português, mas também com a de outros poetas como Geraldo Carneiro, Cacaso e Marcelo Pires. Estas canções tão autorais, acabaram por gerar o disco mais confessional da sua carreira, um disco onde Olívia se assume não só como a grande cantora que crítica e público seguem com atenção no Brasil, mas como uma compositora de mão cheia, capaz de criar canções harmonicamente ricas, com melodias extraordinariamente originais.

Os últimos discos de Olívia Byington são: “Olívia Byington” (2006) e o novíssimo “Perto” (2009), além do dvd “A Vida é Perto” (2009).

O TEATRO FECAP

O Teatro FECAP entra em seu terceiro ano de atividades como o espaço da música brasileira em São Paulo. Desde a sua inauguração em setembro de 2006, com quatro semanas de shows de Paulinho da Viola, o Teatro FECAP vem apresentando o melhor da música brasileira em seus diversos gêneros, quase sempre com espetáculos especialmente concebidos, que se beneficiam de sua extraordinária acústica e aparelhagem sonora.

Entre os artistas que passaram por seu palco estão: João Bosco, Martinho da Vila, Arnaldo Antunes, Quinteto Violado, Sërgio Ricardo, Ceumar, Roberta Sá, Tânia Maria, Eduardo Gudin & Leila Pinheiro, Raul de Souza, Roberto Menescal & Andy Summers, Mônica Salmaso & Pau Brasil, Toninho Ferragutti, Proveta, Moraes Moreira, Cristina Buarque & Terreiro Grande, Toquinho & MPB 4, Germano Mathias, Mario Adnet, Boca Livre, Chico César, Toninho Horta, Ângela Ro Rô, Wilson das Neves, Teresa Cristina, Pife Muderno, Leny Andrade, Zé Renato, Wagner Tiso, Dominguinhos, Alaíde Costa, Fátima Guedes, Elba Ramalho, Altamiro Carrilho, Na Ozzetti, Nana Vasconcellos e Yamandu Costa.

OLÍVIA BYINGTON em A VIDA É PERTO no TEATRO FECAP

Serviço
Local: Teatro Fecap (Av. Liberdade, 532, tel. 2198–7719 - http://www.teatrofecap.com.br/)
Datas e horários: 6 de junho, sábado, 21h – 7 de junho, domingo, 19h
Lotação: 400 lugares
Duração: 90 minutos
Preços: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 21h; domingo, das 14h às 19h, no próprio teatro.
Internet: http://www.teatrofecap.com.br/

Central de Ingressos: através do telefone (11) 2198–7719. De segunda a domingo das 9h às 21h.
(Cartão de Crédito: Master, Visa e Dinners).
Estacionamento c/ manobrista: R$ 12,00
Recomendado para maiores de 12 anos
Acesso para deficientes físicos
Teatro: Ar condicionado e wine bar

Assista Olivia Byington cantando "Na batucada da Vida"

http://www.youtube.com/watch?v=I9iDXXDhsRo
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Mural:
Chaveiros

terça-feira, 21 de abril de 2009

1º. INSTRUMENTAL FECAP

As próximas atrações, que encerram o projeto: Sujeito a Guincho (25 de abril) e Homenagem a Mozar Terra, com Octeto Gafieira Chic (26 de abril)
Com dois anos e meio de atividades – foi inaugurado em setembro de 2006 – o Teatro FECAP já apresentou mais de 40 espetáculos diferentes com alguns dos principais artistas da melhor música popular brasileira dos mais diversos gêneros e estilos.

Agora, em abril de 2009, com o 1º. Instrumental FECAP se inicia uma série voltada exclusivamente para a valorização do trabalho do instrumentista brasileiro, um dos mais renomados no mundo da música. O Instrumental FECAP será realizado em dois meses do ano, um em cada semestre, sempre com um tema específico. O primeiro é Arranjadores. Com seis espetáculos em abril, a série destaca o trabalho de Radamés Gnattali, Nailor Proveta, Laércio de Freitas, Cristóvão Bastos, Luca Raele e Mozar Terra.

O conceito é simples: tirando partido de sua acústica excepcional, dos equipamentos de gravação lá instalados, que o tornam um verdadeiro teatro/estúdio e do princípio de ceder aos artistas os masters das gravações e a totalidade dos direitos sobre as mesmas, o Teatro FECAP decidiu apoiar com vigor a música instrumental brasileira, criando uma série permanente de mostras (a princípio duas ao ano), que pretendem levar ao público alguns dos inúmeros trabalhos da música instrumental brasileira, que tem encantado público e crítica pelo mundo afora e que tão pouco espaço merecem no Brasil.

A programação do terceiro fim de semana é a seguinte:
- 25 de abril de 2009 sábado 21 horas
Sujeito a Guincho - Quinteto de Clarinetes
A formação mais que original, a performance, o repertório e especialmente os arranjos que surpreenderam a cena musical desde o aparecimento deste quinteto. Arranjos de Luca Raele, um dos fundadores do grupo, e de Nelson Ayres, Sérgio Burgani, Diogo Maia e Mauricio Carrilho.

Formado em 1991 por alguns dos principais clarinetistas de São Paulo, tem como objetivo levar ao conhecimento do público a riqueza de timbre, expressividade e versatilidade da clarineta através de obras originais ou adaptadas.

Seus integrantes possuem larga experiência como solistas e cameristas atuando tanto no gênero erudito como no popular, tendo obtido importantes premiações individuais no meio artístico nacional, tais como: Concurso Sul América, Prêmio Eldorado de Música, Funarte, EPTV, Associação Paulista dos Críticos de Artes, etc.

ProgramaIntermezzo op 118, n.2 (J. Brahms); Clarinet Machine (Luca Raele); Ouro Sobre Azul (E. Nazareth); A Vida Curta Mas Interessante das Moscas (André Mehmari); Cabo Pitanga (Laércio de Freitas, arr. de Diogo Maia); Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva); Quinteto para 2 clarinetas e meia (Luca Raele); Vila Ipojuca (Léa Freire); Lullaby (André Mehmari); Chiclete com Banana (Gordurinha, arr de Maurício Carrilho); Choro Negro (Paulinho da Viola, arr de Nelson Aires); O Ovo (Hermeto Pascoal, arr de Sérgio Burgani)

[arranjos de Luca Raele, exceto quando indicado o arranjador]

- 26 de abril de 2009 domingo 19 horas
Homenagem a Mozar Terra, com Octeto Gafieira CHic
Músico de músicos, o precocemente desaparecido pianista, compositor e, principalmente, arranjador Mozar Terra terá seus arranjos lembrados e executados por seus grandes amigos e admiradores, parceiros na mesma banda, músicos da elite do instrumental paulista contemporâneo: Lea Freire, Teco Cardoso, Sizão Machado, Edu Ribeiro, Sidney p, Jorginho Trombone, Rubinho Antunes e Mané Silveira, que formam o Octeto Gafieira Chic que tocava com Terra.

Repertório: Ascensão; Braços Abertos; Flor da Serra; Mirante; Luzes de Vênus; Entre o Céu e a Serra; Mestiça; E O Palhaço Chorou; A Sereia Voou; Subterrânea; Fantasia para Lívia (todas de Mozar Terra) e Ícaro (Antenor Bogea). Todas em arranjos originais de Mozar Terra.


Sobre Mozar Terra
Pianista, compositor e arranjador, nasceu em Lavras em 1950 e faleceu em 2006. Os primeiros contatos com a música vieram do ambiente familiar. A partir dos quatorze anos, iniciou-se profissionalmente tocando nos bailes da cidade. Em mais de trinta anos de carreira, conquistou o respeito do público especializado em música instrumental, bem como de músicos brasileiros e internacionais, por sua originalidade como compositor e sua linguagem marcadamente brasileira.
Viveu na França durante mais de dez anos, morou na Dinamarca por um período de cinco anos, realizou uma série de concertos nos Estados Unidos, sempre ao lado de artistas de renome no cenário musical.
Trabalhou como pianista e arranjador ao lado dos bateristas Milton Banana, Edison Machado e Nenê, acompanhou músicos como Caetano Veloso, Lúcio Alves, Emílio Santiago e Joyce.
Teve característica mais forte seu trabalho pessoal como compositor e arranjador, aliados ao seu talento de pianista.
Experiente na arte de ensinar, fez parte do corpo docente do Danish Jazz Center, na Dinamarca e do Rotterdam Conservatorium, na Holanda; foi responsável por masterclass de Piano Popular Brasileiro no Festival de Inverno de Campos do Jordão em 1995 e 1996; entre 1998 e 2000 foi professor no Depto de Música da Fundação Anglo-Brasileira.
Ao longo de 1995 integrou o Quarteto Livre ao lado de Sizão Machado, Teco Cardoso e Tutty Moreno, lançando o Cd “Pra Que Mentir?” e acompanhando a cantora e compositora Joyce em inúmeras turnês pelo Brasil, Japão e Europa; no mesmo período, gravou como pianista e arranjador, diversos dos songbooks de Almir Chediak.
Seu último registro musical foi em 6 de dezembro de 2005, no Theatro São Pedro, em São Paulo, ao lado de alguns dos mais célebres músicos brasileiros.

O TEATRO FECAP
O Teatro FECAP é o espaço da música brasileira em São Paulo. Desde a sua inauguração em setembro de 2006, com quatro semanas de shows de Paulinho da Viola, o Teatro FECAP vem apresentando o melhor da música brasileira em seus diversos gêneros, quase sempre com espetáculos especialmente concebidos, que se beneficiam de sua extraordinária acústica e aparelhagem sonora.

Entre os artistas que passaram por seu palco estão: Rosa Passos, João Bosco, Martinho da Vila, Arnaldo Antunes, Roberta Sá, Tânia Maria, Eduardo Gudin & Leila Pinheiro, Raul de Souza, Roberto Menescal & Andy Summers, Mônica Salmaso & Pau Brasil, Toninho Ferragutti, Joyce, Ângela RoRo, Quarteto Maogani, Proveta, Cristina Buarque & Terreiro Grande, Germano Mathias, Mario Adnet, Proveta, Ângela Ro Ro, Boca Livre, Chico César, Teresa Cristina & Grupo Semente, Toninho Horta, Pife Muderno, Leny Andrade, Quinteto Violado, Nana Vasconcelos & Yamandú Costa, Altamiro Carrilho, Dominguinhos, Zé Renato e Moraes Moreira.

Ficha técnica do Teatro FECAP: Homero Ferreira (Direção artística), Américo Marques da Costa (Direção de produção), Thyago Bráulio (Produção executiva), David Alexandre e Camila Speciali (Produção executiva), Alberto Ranellucci (som), Carlos Rocha (som), Rafael Valim (som), Silvestre J. R. e equipe (iluminação), Valéria Marchesoni (design gráfico).


1º. Instrumental FECAP – Arranjadores – Serviço:

Local: Teatro Fecap (Av. Liberdade, 532, tel. 2198.7719 - http://www.fecap.br/)

Datas: 25 de abril, sábado, 21h – Sujeito a Guincho
26 de abril, domingo, 19h – Homenagem a Mozar Terra

Lotação: 400 lugares

Duração: 80 minutos

Preços: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)

Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 21h; domingo, das 14h às 19h, no próprio teatro.

Internet: basta acessar o portal da FECAP (http://www.fecap.br/) e entrar a página do Teatro.

Central de Ingressos: através do telefone (11) 2198.7719. De segunda a domingo das 9h às 21h.
(Cartão de Crédito: Master, Visa e Dinners).

Estacionamento c/ manobrista: R$ 12,00

Acesso para deficientes físicos
Teatro: Ar condicionado, wine bar, jardim anexo e centro permanente de exposições de imagens da MPB.

RECOMENDADO PARA MAIORES DE 12 ANOS
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