Balada entra no clima do verão
Janeiro é reconhecidamente mês de férias. Muitos aproveitam as festas de final de ano e emendam com o recesso escolar para descansar, viajar e recuperar as energias para mais uma temporada.
No entanto, para outros a festa não pode parar e é em clima de verão que o Projeto Autobahn abre as portas do Hotel Cambridge para o “Summer Nights anos 80”, no sábado, 15 de janeiro.
Inspirada no filme “Grease” estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John, a balada entra no clima descolado da década e ao som de Madonna, Cyndi Lauper e Devo convida os frequentadores a curtirem a noite durante as férias.
Referência no quesito flashback na capital paulista, a Autobahn reúne fãs e admiradores que buscam manter vivas as lembranças da década de 80, em um ambiente totalmente retrô.
Com um Atari à disposição para testar as habilidades dos mais aficionados, fotos de ídolos nas paredes e vídeos exibidos no telão, o lounge do Hotel Cambridge transforma-se em uma grande máquina do tempo e traz de volta grandes ícones pop que marcaram toda a geração.
SERVIÇO:
Projeto Autobahn – Summer Nights
Data – 15 de janeiro de 2011
Horário – A partir das 22h
Local – Hotel Cambridge
Endereço – Avenida Nove de Julho, 210 – São Paulo
Censura – 18 anos
Preço – Homem R$30,00 / Mulher R$30,00
Com nome na lista – Homem R$22,00 / Mulher R$17,00
Informações –3101 8826 // 7727 2264 // www.anos80.com.br
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
domingo, 18 de abril de 2010
"Nara" - espetáculo homenageia a musa da bossa nova
Nara, estrelado por Fernanda Couto, faz reverência à musa da bossa nova
A direção é de Márcio Araújo que também assina a dramaturgia, ao lado de Fernanda Couto. Pedro Paulo Bogossian é responsável pela direção musical do espetáculo, que tem cenografia de Valdy Lopes e figurino de Cássio Brasil. No elenco, além de Fernanda, estão em cena Rogério Romera, Sílvio Venosa e Rodrigo Sanches.
“Nara” é um espetáculo delicado e elegante como a bossa nova. Canta a trajetória musical de Nara Leão e desvenda suas várias facetas de mulher, seu envolvimento político e suas posições artísticas. Nara descobre e ajuda Chico Buarque, Maria Betânia, Fagner e tantos outros artistas. É a musa da bossa nova, mas se abre para o Tropicalismo, grava sambas do morro, Roberto & Erasmo e até versões de clássicos americanos.
“É um musical de câmara, genuinamente brasileiro, que não busca referências na Broadway, e sim encontra nosso próprio caminho; mostra a relevância de uma música que nasceu aqui e ganhou o mundo: a bossa nova”, afirma o diretor Márcio Araújo.
A atriz Fernanda Couto foge da caricatura de Nara Leão e constrói a sua Nara pela essência, calcada em uma pesquisa de mais de quatro anos. “Identifico-me com sua sonoridade. Apesar da diferença física, há um sentido na música de Nara que me deixa muito próxima dela”. Revela Fernanda que, acompanhada por três músicos-cantores-atores, representa os principais acontecimentos da vida da cantora, como a peça “Opinião”, o período da repressão e o auto-exílio, até ganhar o mundo com a sua força e doçura. Segundo o diretor, "Nara" é uma respeitosa homenagem a esta artista da maior importância para a música brasileira, que tanto ensinou com suas posturas perante o sucesso, os amigos e a luta pela vida.
A montagem “Nara” é dividida em momentos que sintetizam e pontuam as fases mais representativas da trajetória musical da artista. Textos sobre Nara Leão e depoimentos concedidos por ela à imprensa costuram, de forma sutil e delicada, o caminho que a cantora percorreu na história da música popular brasileira. O foco da montagem está na sua vida profissional e nas canções que interpretou: escolhas certeiras que refletiram na história da música brasileira.
O enredo de “Nara” relembra cerca de 20 canções inesquecíveis, imortalizadas pela musa: “Diz Que Fui Por Aí” (Zé Kéti e H. Rocha), “Opinião” (Zé Kéti), “Insensatez” (Jobim & Vinícius) “A Banda” e “Com Açúcar, Com Afeto” (Chico Buarque) e “João e Maria” (Chico Buarque e Sivuca), entre outras.
Fernanda Couto conta que, em 2007, iniciou uma pesquisa de repertório de músicas da MPB sem grandes pretensões. A figura de Nara apareceu nesse processo e, depois de ler a biografia da cantora escrita por Sergio Cabral, encantou-se e redescobriu Nara Leão: a artista e a personalidade brasileira. Elaborou, então, um roteiro para o espetáculo e convidou Márcio Araújo para dirigir e ajudar na dramaturgia do texto. “Não queria nada muito didático”, diz a atriz. “Pedro Paulo Bogossian é um diretor musical muito sensível; ele agregou elementos artísticos à bossa do nosso espetáculo”. Finaliza.
Espetáculo: Nara
Texto: Fernanda Couto e Márcio Araújo
Direção: Márcio Araújo
Direção musical Pedro Paulo Bogossian
Elenco: Fernanda Couto, Rogério Romera, Sílvio Venosa e Rodrigo Sanches.
Cenografia: Valdy Lopes
Design sonoro: Luciano Manson
Iluminação: André Boll
Figurino: Cássio Brasil
Direção de produção: Beti Antunes
Produção executiva: Renato Araújo
Estreia: 21 de abril – quarta-feira – às 21 horas
Local: Teatro Augusta – www.teatroaugusta.com.br
Rua Augusta, 943 – Cerqueira César/SP – Tel: (11) 3151-4141
Ingressos: R$ 30,00 (¹/2 entrada: R$ 15,00)
Temporada – quartas e quintas-feiras – às 21 horas – De 21/04 a 24/06
Duração: 60 min. – Gênero: Musical - Classificação etária: Livre - Capacidade: 302 lugares
Bilheteria: 4ª a 6ª (a partir de 14h); sab. e dom. (a partir de 15h) – Reservas por telefone: 4ª a sab. (15h às 19h) e dom. (15h às 17h) - Aceita cheque, dinheiro e cartões (MC, D, RS)
Ingresso Rápido 4003-1212 – www.ingressorapido.com.br.
Ar condicionado - Acesso universal.
Nara Leão
Tímida e reservada, Nara Leão é considerada por muitos uma antiestrela por ter sido uma pessoa simples e pouco vaidosa, mas, para surpresa da maioria, revelou-se uma cantora corajosa, ousada e intuitiva. Em 25 anos de carreira e 47 de vida, Nara enfrentou a ditadura, com sua voz lançou artistas como Chico Buarque, Martinho da Vila e Fagner, cantou a bossa de uma geração. Nara Leão nasceu em Vitória, ES, e com apenas um ano foi morar em Copacabana, RJ. Incentivada pelos pais, a cantora estudou balé, artes e violão, mas acabou se apaixonando mesmo, ainda garota, pela música. Adolescente precoce, aos 15 anos já recebia em sua casa, quase diariamente, músicos jovens e veteranos, inclusive Tom Jobim. Abandonou o cenário musical na manhã de 7 de junho de 1989, vítima de uma doença aos 47 anos. Seu último disco foi My Foolish Heart, lançado naquele mesmo ano, interpretando versões de clássicos americanos.
Fernanda Couto
Atriz formada, em 1994, pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD/ECA/USP). Entre 1984 e 1987 participou, em Florianópolis, do Grupo de Teatro de Repertório do SESI de Santa Catarina, dirigido por Margarida Bayard. Em São Paulo, desde 1990, ela já trabalhou com os diretores Naum Alves de Souza, Gianni Ratto, Iacov Hillel, Eliana Fonseca, Rodrigo Santiago, Johanna Albuquerque, Odavlas Petti e Mauro Baptista Vedia, entre outros. Entre 2007 e 2009, integrou o elenco da peça A Festa de Abigaiu, texto de Mike Leigh e direção de Mauro Baptista Vedia. A peça foi reconhecida pela crítica e pelo público como um dos melhores espetáculos dos últimos anos e ganhou o 11º Festival da Cultura Inglesa.
Na televisão, seu último trabalho foi na minissérie Som e Fúria (Rede Globo), do diretor Fernando Meirelles. No cinema, atuou nos filmes, de Marcelo Galvão, Bellini e o Demônio e Quarta B, premiado como melhor longa metragem de ficção brasileira na 29ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2005). No universo da música erudita participou de diversas vesperais líricas do Theatro Municipal de São Paulo ao lado de cantores do porte dos sopranos Graziela Sanches e Heloísa Junqueira e do baixo Carlos Eduardo Marcos, entre outros grandes nomes. Além de atuar como atriz e narradora nos recitais, assinou a direção cênica da ópera La Serva Padrona e da cantata cênica L’Enfant Prodigue.
Márcio Araújo
Márcio Araújo é autor, ator, diretor, produtor. Sua trajetória eclética passa pelo teatro, televisão e literatura. É responsável pelo texto e direção de várias montagens, entre elas: Carnaval dos Animais, da obra de Camille Sans-Saens com a orquestra do Teatro Municipal de São Paulo; Bagun SA, musical de circo com Carlos Moreno; Não Esqueça de Aguar as Plantas, com Ewerton de Castro e Flávia Pucci; e Guarda Roupa de Histórias, que obteve cinco indicações ao Prêmio Coca-Cola, na qual também atuou.
Na televisão, criou mais de 500 roteiros para o programa infantil Cocoricó, da TV Cultura, onde também dirigiu Profissão Professor. Assinou roteiro e direção de Ao Ponto Remix com Jairo Bouer, parceria da TV Cultura com o Canal Futura para o público adolescente. Outros destaques são: Brazil’s Next Top Model (Sony, roteirista), TV Xuxa (Rede Globo, autor), A hora é Agora (novela para Microlins) e Zapping Zone (Disney Channel, diretor de criação e roteirista). Márcio Araújo é autor dos livros Figurinha Carimbada (Ed. Girafinha), indicado ao Prêmio Jabuti 2009, O Sorriso de Alípio (Ed. Globo) e Não Esqueça de Aguar as Plantas (livro da peça teatral).
Pedro Paulo Bogossian
Compositor, diretor musical, preparador vocal, pianista, Pedro Paulo Bogossian é um dos fundadores e principais integrantes do grupo Circo Grafitti e colaborador constante do Grupo do TUSP. Formado em música, Bogossian estreou em teatro, em 1989, no musical Você Vai Ver o Que Você Vai Ver, de Raymond Queneau e direção de Gabriel Villela, realização que marca o surgimento do Circo Graffiti.
Em 1991, ganhou o Prêmio Apetesp de composição por Enq, o Gnomo, de Marcos Abreu, com direção de Marco Antônio Rodrigues. Pelo Almanaque Brasil, de Noemi Marinho, ganhou o Prêmio Apetesp (de composição e trilha sonora) e o Prêmio APCA (de direção musical), em 1993. No mesmo ano, foi premiado novamente pela composição de Ifigônia, de Mário Vianna, direção Roney Facchini, outra produção do Circo Grafitti. Em 1994, Bogossian concebeu a trilha e atuou em O Rei de Copas, de Rubens Rewald, direção de Cristiane Paoli-Quito. Em 1998, participou de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis com encenação de Regina Galdino, e dirigiu as composições e preparações vocais do Grupo do TUSP, dirigido por Abílio Tavares. Ainda com o Circo Grafitti, Bogossian foi premiado nos palcos europeus com Gato Preto.
Fotos: Lenise Pinheiro
O espetáculo musical “Nara” – estrelado por Fernanda Couto - estreia dia 21 de abril, quarta-feira, no Teatro Augusta, às 21 horas. A montagem retrata a trajetória da cantora Nara Leão, musa da bossa nova, reverenciando esta grande artista por meio de uma seleção musical, que ilustra mais de 25 anos de carreira.A direção é de Márcio Araújo que também assina a dramaturgia, ao lado de Fernanda Couto. Pedro Paulo Bogossian é responsável pela direção musical do espetáculo, que tem cenografia de Valdy Lopes e figurino de Cássio Brasil. No elenco, além de Fernanda, estão em cena Rogério Romera, Sílvio Venosa e Rodrigo Sanches.
“Nara” é um espetáculo delicado e elegante como a bossa nova. Canta a trajetória musical de Nara Leão e desvenda suas várias facetas de mulher, seu envolvimento político e suas posições artísticas. Nara descobre e ajuda Chico Buarque, Maria Betânia, Fagner e tantos outros artistas. É a musa da bossa nova, mas se abre para o Tropicalismo, grava sambas do morro, Roberto & Erasmo e até versões de clássicos americanos.
“É um musical de câmara, genuinamente brasileiro, que não busca referências na Broadway, e sim encontra nosso próprio caminho; mostra a relevância de uma música que nasceu aqui e ganhou o mundo: a bossa nova”, afirma o diretor Márcio Araújo.
A atriz Fernanda Couto foge da caricatura de Nara Leão e constrói a sua Nara pela essência, calcada em uma pesquisa de mais de quatro anos. “Identifico-me com sua sonoridade. Apesar da diferença física, há um sentido na música de Nara que me deixa muito próxima dela”. Revela Fernanda que, acompanhada por três músicos-cantores-atores, representa os principais acontecimentos da vida da cantora, como a peça “Opinião”, o período da repressão e o auto-exílio, até ganhar o mundo com a sua força e doçura. Segundo o diretor, "Nara" é uma respeitosa homenagem a esta artista da maior importância para a música brasileira, que tanto ensinou com suas posturas perante o sucesso, os amigos e a luta pela vida.
A montagem “Nara” é dividida em momentos que sintetizam e pontuam as fases mais representativas da trajetória musical da artista. Textos sobre Nara Leão e depoimentos concedidos por ela à imprensa costuram, de forma sutil e delicada, o caminho que a cantora percorreu na história da música popular brasileira. O foco da montagem está na sua vida profissional e nas canções que interpretou: escolhas certeiras que refletiram na história da música brasileira.
O enredo de “Nara” relembra cerca de 20 canções inesquecíveis, imortalizadas pela musa: “Diz Que Fui Por Aí” (Zé Kéti e H. Rocha), “Opinião” (Zé Kéti), “Insensatez” (Jobim & Vinícius) “A Banda” e “Com Açúcar, Com Afeto” (Chico Buarque) e “João e Maria” (Chico Buarque e Sivuca), entre outras.
Fernanda Couto conta que, em 2007, iniciou uma pesquisa de repertório de músicas da MPB sem grandes pretensões. A figura de Nara apareceu nesse processo e, depois de ler a biografia da cantora escrita por Sergio Cabral, encantou-se e redescobriu Nara Leão: a artista e a personalidade brasileira. Elaborou, então, um roteiro para o espetáculo e convidou Márcio Araújo para dirigir e ajudar na dramaturgia do texto. “Não queria nada muito didático”, diz a atriz. “Pedro Paulo Bogossian é um diretor musical muito sensível; ele agregou elementos artísticos à bossa do nosso espetáculo”. Finaliza.
Espetáculo: Nara
Texto: Fernanda Couto e Márcio Araújo
Direção: Márcio Araújo
Direção musical Pedro Paulo Bogossian
Elenco: Fernanda Couto, Rogério Romera, Sílvio Venosa e Rodrigo Sanches.
Cenografia: Valdy Lopes
Design sonoro: Luciano Manson
Iluminação: André Boll
Figurino: Cássio Brasil
Direção de produção: Beti Antunes
Produção executiva: Renato Araújo
Estreia: 21 de abril – quarta-feira – às 21 horas
Local: Teatro Augusta – www.teatroaugusta.com.br
Rua Augusta, 943 – Cerqueira César/SP – Tel: (11) 3151-4141
Ingressos: R$ 30,00 (¹/2 entrada: R$ 15,00)
Temporada – quartas e quintas-feiras – às 21 horas – De 21/04 a 24/06
Duração: 60 min. – Gênero: Musical - Classificação etária: Livre - Capacidade: 302 lugares
Bilheteria: 4ª a 6ª (a partir de 14h); sab. e dom. (a partir de 15h) – Reservas por telefone: 4ª a sab. (15h às 19h) e dom. (15h às 17h) - Aceita cheque, dinheiro e cartões (MC, D, RS)
Ingresso Rápido 4003-1212 – www.ingressorapido.com.br.
Ar condicionado - Acesso universal.
Nara Leão
Tímida e reservada, Nara Leão é considerada por muitos uma antiestrela por ter sido uma pessoa simples e pouco vaidosa, mas, para surpresa da maioria, revelou-se uma cantora corajosa, ousada e intuitiva. Em 25 anos de carreira e 47 de vida, Nara enfrentou a ditadura, com sua voz lançou artistas como Chico Buarque, Martinho da Vila e Fagner, cantou a bossa de uma geração. Nara Leão nasceu em Vitória, ES, e com apenas um ano foi morar em Copacabana, RJ. Incentivada pelos pais, a cantora estudou balé, artes e violão, mas acabou se apaixonando mesmo, ainda garota, pela música. Adolescente precoce, aos 15 anos já recebia em sua casa, quase diariamente, músicos jovens e veteranos, inclusive Tom Jobim. Abandonou o cenário musical na manhã de 7 de junho de 1989, vítima de uma doença aos 47 anos. Seu último disco foi My Foolish Heart, lançado naquele mesmo ano, interpretando versões de clássicos americanos.
Fernanda Couto
Atriz formada, em 1994, pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD/ECA/USP). Entre 1984 e 1987 participou, em Florianópolis, do Grupo de Teatro de Repertório do SESI de Santa Catarina, dirigido por Margarida Bayard. Em São Paulo, desde 1990, ela já trabalhou com os diretores Naum Alves de Souza, Gianni Ratto, Iacov Hillel, Eliana Fonseca, Rodrigo Santiago, Johanna Albuquerque, Odavlas Petti e Mauro Baptista Vedia, entre outros. Entre 2007 e 2009, integrou o elenco da peça A Festa de Abigaiu, texto de Mike Leigh e direção de Mauro Baptista Vedia. A peça foi reconhecida pela crítica e pelo público como um dos melhores espetáculos dos últimos anos e ganhou o 11º Festival da Cultura Inglesa.
Na televisão, seu último trabalho foi na minissérie Som e Fúria (Rede Globo), do diretor Fernando Meirelles. No cinema, atuou nos filmes, de Marcelo Galvão, Bellini e o Demônio e Quarta B, premiado como melhor longa metragem de ficção brasileira na 29ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2005). No universo da música erudita participou de diversas vesperais líricas do Theatro Municipal de São Paulo ao lado de cantores do porte dos sopranos Graziela Sanches e Heloísa Junqueira e do baixo Carlos Eduardo Marcos, entre outros grandes nomes. Além de atuar como atriz e narradora nos recitais, assinou a direção cênica da ópera La Serva Padrona e da cantata cênica L’Enfant Prodigue.
Márcio Araújo
Márcio Araújo é autor, ator, diretor, produtor. Sua trajetória eclética passa pelo teatro, televisão e literatura. É responsável pelo texto e direção de várias montagens, entre elas: Carnaval dos Animais, da obra de Camille Sans-Saens com a orquestra do Teatro Municipal de São Paulo; Bagun SA, musical de circo com Carlos Moreno; Não Esqueça de Aguar as Plantas, com Ewerton de Castro e Flávia Pucci; e Guarda Roupa de Histórias, que obteve cinco indicações ao Prêmio Coca-Cola, na qual também atuou.
Na televisão, criou mais de 500 roteiros para o programa infantil Cocoricó, da TV Cultura, onde também dirigiu Profissão Professor. Assinou roteiro e direção de Ao Ponto Remix com Jairo Bouer, parceria da TV Cultura com o Canal Futura para o público adolescente. Outros destaques são: Brazil’s Next Top Model (Sony, roteirista), TV Xuxa (Rede Globo, autor), A hora é Agora (novela para Microlins) e Zapping Zone (Disney Channel, diretor de criação e roteirista). Márcio Araújo é autor dos livros Figurinha Carimbada (Ed. Girafinha), indicado ao Prêmio Jabuti 2009, O Sorriso de Alípio (Ed. Globo) e Não Esqueça de Aguar as Plantas (livro da peça teatral).
Pedro Paulo Bogossian
Compositor, diretor musical, preparador vocal, pianista, Pedro Paulo Bogossian é um dos fundadores e principais integrantes do grupo Circo Grafitti e colaborador constante do Grupo do TUSP. Formado em música, Bogossian estreou em teatro, em 1989, no musical Você Vai Ver o Que Você Vai Ver, de Raymond Queneau e direção de Gabriel Villela, realização que marca o surgimento do Circo Graffiti.
Em 1991, ganhou o Prêmio Apetesp de composição por Enq, o Gnomo, de Marcos Abreu, com direção de Marco Antônio Rodrigues. Pelo Almanaque Brasil, de Noemi Marinho, ganhou o Prêmio Apetesp (de composição e trilha sonora) e o Prêmio APCA (de direção musical), em 1993. No mesmo ano, foi premiado novamente pela composição de Ifigônia, de Mário Vianna, direção Roney Facchini, outra produção do Circo Grafitti. Em 1994, Bogossian concebeu a trilha e atuou em O Rei de Copas, de Rubens Rewald, direção de Cristiane Paoli-Quito. Em 1998, participou de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis com encenação de Regina Galdino, e dirigiu as composições e preparações vocais do Grupo do TUSP, dirigido por Abílio Tavares. Ainda com o Circo Grafitti, Bogossian foi premiado nos palcos europeus com Gato Preto.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
“CANÇÕES DE UM OUTRO MUNDO - UMA HOMENAGEM A SHOLEM ALEICHEM” > 06 e 07/11
SESC PINHEIROS APRESENTA “CANÇÕES DE UM OUTRO MUNDO - UMA HOMENAGEM A SHOLEM ALEICHEM”
O espetáculo musical com repertório ídisch, conta com a participação dos músicos Sonia Goussinsky, Alexandre Travassos, Vicente Valek.
Direção e Roteiro de Samuel Belk.
O SESC Pinheiros apresenta nos dias 06 e 07 de novembro “Canções de Um Outro Mundo", espetáculo musical que faz homenagem aos 150 anos do literato e humorista judeu, Sholem Aleichem. O escritor expressava em suas obras as preocupações, as calamidades, os conflitos, a miséria, o trabalho e a vida difícil dos judeus oprimidos sempre com humor e esperança. As apresentações acontecem no Auditório – 3º andar, sexta-feira, às 20h e sábado, às 19h.
O espetáculo será composto por leituras de textos de Aleichem feitas pela atriz Silvia Lohn e as canções em ídisch interpretadas pela cantora Sonia Goussinsky, ambas estarão acompanhadas pelo clarinetista Alexandre Travassos (arranjos) e pelo pianista Vicente Falek. A concepção e direção do espetáculo são de Samuel Belk.
PROGRAMA
• Sara e Rebeca (Sore e Rifke) Mark Warshavsky
• Querida Rainha (Taiere malke) Mark Warshavsky
• No caminho há uma árvore (Oifn veg shteit a boim) Itzik Manger
• Oitenta ele e setenta ela (Achtzik er um zibetzik zi ) Mark Warshavsky
• As três filhas (Drai Techtelach) Mordco Gebirtig
• Divirtam-se crianças (Huliet, huliet kinderlach) Mordco Gebirtig
• Junto ao riacho (Baim taichele) Mordco Gebirtig
• Uma carta para a mãe (A brivele der mamen) Solomon Shmulewicz
• Nosso mestre TAM (RabeinuTam-) Itzik Manger
• Idl com seu violino (Idl mitn fidle) Itzik Manger
FICHA TÉCNICA
Roteiro Samuel Belk
Sonia Goussinsky canto
Alexandre Fracalanza Travassos clarinete
Vicente Falek Brauer piano
Sylvia Lohn narradora
Samuel Bynem Belk -Diretor Roteiro
Estela Gontow Goussinsky – Produtora Executiva
SOBRE SHOLEM ALEICHEM
Sholem Aleichem, o grande literato e humorista judeu nasceu em 1859 em Pereieslav, na província de Poltava, hoje pertencente à Ucrânia. Na época em que viveu, a Polônia e a Lituânia tinham sido incorporadas ao domínio Russo, por mais de 100 anos e conseqüentemente os judeus foram submetidos, durante todo este tempo, à regras opressivas pelos diversos governos tzaristas, da dinastia dos Romanov. Uma população, com mais de cinco milhões de pessoas, viveu sob um esquema rígido de leis impeditivas, punitivas e pogroms, confinada nos locais onde já morava, dentro do chamado “Distrito de Residência”, que foi somente abolido com a revolução russa de 1.917. Apesar da pobreza de vida no Distrito de Residência, houve um enorme crescimento das atividades literárias, cultural, política, educacional, periodista, religiosa e espiritual da coletividade judaica nesta região. Entre os escritores e poetas que se destacaram nesta época, alem de Sholem Aleichem, podemos citar Itzik Manger, Mark Warshavsky, Itzik Feffer, Mordco Gebirtig e outros.
SOBRE SAMUEL BELK
Engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de S.Paulo. Em 1975 fez um Curso de Higiene e Segurança Industrial, na Universidade de Nova York bem como diversos cursos ligados a área de Segurança do Trabalho, no Brasil. Em 1975 recebeu o título de Engenheiro de Segurança do Trabalho, pelo Ministério do Trabalho, na qualidade de precursor desta atividade no país. A partir de 1968 entrou para o funcionalismo público tendo trabalhado na Secretaria de Relações do Trabalho onde foi chefe do Setor de Engenharia, bem como Diretor da Divisão de Segurança, Medicina e Higiene do Trabalho, cargo em que se aposentou. Foi professor convidado de Faculdades de Engenharia e Medicina para os cursos de Engenharia de Segurança e Médico do Trabalho. É autor de diversos livros técnicos, e livretos como A Estória de Pedro Pedreiro (História em quadrinhos sobre segurança na construção civil), publicada pelo Governo do Estado de S.Paulo), Manual Técnico para Agentes de Inspeção do Trabalho, entre outros. Há quase dez anos vem se dedicando à pesquisa na área da música popular judaica. Dirigiu por muitos anos a biblioteca do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e o Núcleo de Folclore e Música, entidade onde continua colaborando. Possui trabalhos com o título geral de“O MUNDO MUSICAL JUDAICO” constituído de biografias de poetas; canções judaicas no original ídiche, transliteradas e traduzidas para o português, bem como as respectivas partituras. Estes trabalhos vem sendo publicados no Boletim Informativo do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e em várias outras revistas da coletividade. É Mestre em Letras pelo Centro de Estudos Judaicos da Faculdade de Filosofia da USP onde teve sua dissertação “A História e a Memória do Shteitl visto Através da Canção Popular Judaica”, aprovada. Fez parte do grupo de tradutores de contos de escritores judeus publicados sob o título“O Conto Ídish no Brasil”. Livro organizado pelas professoras Hadasa Cytrynovicz e Genia Migdal. Produziu e dirigiu um grande número de Programas Musicais junto a diversas entidades judaicas e especialmente para Grupos de Terceira Idade. O roteiro do Programa Musical “O Mundo de Sholem Aleichem”, realizado recentemente no Teatro Arthur Rubinstein, da Hebraica, foi baseado na dissertação de mestrado
SOBRE SÔNIA GOUSSINSKY
Após residir na Europa desde 1998, especializando, aperfeiçoando seus estudos de música e lecionando, retornou recentemente ao Brasil e ingressou no Curso de Doutorado na USP e realiza projeto de pesquisa sobre a “Canção Ídiche” no Brasil. Recebeu o título de Mestre em Canto do Trinity College of Music em Londres, em 2003, tendo-se diplomado também na Pós-Graduação em canto com especialização em Música Antiga na Guildhall School of Music and Drama em Londres .Concluiu o Bacharelado em Música com Habilitação em Canto no Instituto de Artes da UNESP em 1992, aluna de Martha Herr.Atualmente recebe orientação vocal de Vitória Kerbauy. Suas apresentações como cantora e atividades musicais mais recentes tem sido realizadas no Brasil, Inglaterra e França, através de recitais, cursos de canto e workshops por ela ministrados como na Escola Municipal de Música de São Paulo e na USP (2002: “Canto e Gestos Barrocos” / 2003: “Servas e Pastoras”). De 2004 a 2007, foi regente titular do Coral Rénanim (Centro Cultural Edmond Fleg de Marselha), além de integrante das Cenas de Óperas do Conservatório Nacional de Marselha através do qual se apresentou no papel de Serpina em trechos de “La Serva Padrona” de Pergolesi, entre outros recitais e participações. Integra o corpo docente do Musicalis-Núcleo de Música de São Paulo e é professora de canto e de expressão corporal na pós-graduação da Faculdade de Música Carlos Gomes, assim como no Conservatório Villa-Lobos e na Faculdade de Música da FITO, onde leciona Canto, História da Música, Prática de Música Antiga, e é preparadora vocal dos corais. Além da música antiga, atua como cantora especializada no cancioneiro judaico, pesquisando e interpretando canções principalmente no idioma ídiche.
SOBRE ALEXANDRE FRACALANZA TRAVASSOS
Clarinetista e compositor natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais na Escola Municipal de Música em São Paulo. Em 1988, ingressou no curso de Bacharelado em instrumento da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, se formando em 1992. Já foi clarinetista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e atualmente é monitor de clarinete da Orquestra Experimental de Repertório. Também exerce intensa carreira como compositor e arranjador tendo ganhado vários prêmios por suas obras em competições nacionais e internacionais como, por exemplo, o 1º Concurso de Composição para banda sinfônica da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, o Concurso de Composição para Banda Sinfônica da Penfield Music Comission Project (Penfield, NY), Concurso Sinfonia para Mario Covas, Concurso Gilberto Mendes e o 3º Prêmio Guerra-Peixe para composição orquestral. Desde 2004, trabalha como transcritor/compositor junto à Banda Sinfônica do Estado e vem se especializando nessa formaçã. É convidado frequentemente para a realização de encomendas de grupos de sopro no país e no exterior. Em 1994, após intensa pesquisa histórica sobre a música folclórica instrumental judaica do leste europeu, criou a Banda Klezmer Brasil (antigo Kuleme), que tem participado de vários concertos em São Paulo e gravou o seu primeiro CD: Mishmash à brasileira com composições e arranjos de sua autoria. É também constantemente chamado para produzir espetáculos de música judaica e como no show Yiddische Vaudeville com o tenor Mauro Wrona.
SOBRE VICENTE FALEK BRAUER
Formado em composição pela FASM em 2007. Desde 2002 é integrante do grupo Projeto B, com quem já lançou 2 discos ("Andarílho" e "Noite") e neste ano estreou um concerto em homenagem a Villa Lobos que estará disponível em disco em novembro pelo Selo SESC. Também em 2002 passou a integrar o grupo de Helio Ziskind, granvado o disco "Cantigas de Roda" além de participar de seus shows em diversas cidades do estado de São Paulo e outras cidades brasileiras. Desde 2008 integra o grupo do violonista e compositor Paulo Tine. Em Set/2008 participou do 1o Klezfiesta na cidade de Buenos Aires com o grupo Klezmer4, com quem gravou o disco "Zecher" em jul/2008. Desde julho de 2009 integra o grupo da cantora de tango argentina Cecília Aimé. Paralelamente ao trabalho de instrumentista, também atua como compositor de trilhas free-lancer junto às produtoras DOK e Confraria e ao estúdio RLMix. Em 2003 produziu a trilha do documentário "Mysterion" de Felippe Brauer. Em 2005 fez a trilha para o curta-metragem "Luz Vadia", em 2006 para o documetário "A Musa Impassível", ambos de Sylvio Rocha. Em 2007 fez a música do documentário "Entre Nós" de Felippe Brauer, que foi exibido no festival de Lorquin-França. Em 2008 participou como assistente de Hélio Ziskind da produção do espetáculo de dança "Pedrinho Sapopemba" baseado no balé "Petruchka" com direção de Célia Gouvêa. Atualmente leciona piano no Clube “A Hebraica” sob a coordenação de Gustavo Kurlat. No momento seu primeiro disco como compositor está em fase de pós-produção.
SOBRE SYLVIA LOHN
Contadora de Histórias, Atriz e Dramaturga é formada emLetras pela Universidade de São Paulo- Seminário de Dramaturgia do Teatro deArena com Chico de Assis. Tem participação constante em Seminários e Encontros de Contadores de Histórias: Seminário Internacional de Contadores de Histórias no SESC Vila Mariana de São Paulo, Oficina com a Narradora de Histórias Regina Machado na USP, Simpósio Internacional de Contadores de Histórias no SESC Copacabana do Rio de Janeiro, Oficina de Técnicas de Construção de Adivinhas com a Narradora de Histórias afro-inglesa Inno Sorsi, Boca do Céu – Encontro Internacional de Contadores de Histórias no SESC Pinheiros, Atua como Narradora de Histórias em escolas, centros culturais, bibliotecas, No circuito SESC já se apresentou em diversas unidades tanto para adultos como para crianças - SESC Santos – Histórias do Mar, Poesia de Mário Quintana e a Cyber Gata Comilona, SESC Sorocaba – Histórias de Mulheres Sábias, SESC Bertioga, SESC Consolação – oficina Os Avós Contam SESC -Ipiranga Dia Mundial da Alimentação- SESC Pinheiros – A Cybergata Comilona, Histórias de Mulheres Sábias e Poemas da Exclusão, Bienais do Livro de São Paulo. Na mais recente atuou no estande da Volkswagen, e também para a Energias do Brasil e para o Projeto São Paulo Estado de Leitores da Secretaria de Cultura de São Paulo. Criou o Projeto Concerto de Leituras apresentado na penúltima Bienal do Livro de São Paulo.
• SERVIÇO
“Canções de Um Outro Mundo” – Uma Homenagem a Sholem Aleichem – 150 anos
Dias: 06 e 07 de novembro
Local: Auditório – 101 lugares.
Horário: sexta às 20h e sábado às 19h.
Duração: 90 minutos
Não recomendado para menores de 10 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
R$12,00; R$ 6,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes). Grátis para crianças até 3 anos.
• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: http://www.sescsp.org.br/
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O espetáculo musical com repertório ídisch, conta com a participação dos músicos Sonia Goussinsky, Alexandre Travassos, Vicente Valek.
Direção e Roteiro de Samuel Belk.
O SESC Pinheiros apresenta nos dias 06 e 07 de novembro “Canções de Um Outro Mundo", espetáculo musical que faz homenagem aos 150 anos do literato e humorista judeu, Sholem Aleichem. O escritor expressava em suas obras as preocupações, as calamidades, os conflitos, a miséria, o trabalho e a vida difícil dos judeus oprimidos sempre com humor e esperança. As apresentações acontecem no Auditório – 3º andar, sexta-feira, às 20h e sábado, às 19h.
O espetáculo será composto por leituras de textos de Aleichem feitas pela atriz Silvia Lohn e as canções em ídisch interpretadas pela cantora Sonia Goussinsky, ambas estarão acompanhadas pelo clarinetista Alexandre Travassos (arranjos) e pelo pianista Vicente Falek. A concepção e direção do espetáculo são de Samuel Belk.
PROGRAMA
• Sara e Rebeca (Sore e Rifke) Mark Warshavsky
• Querida Rainha (Taiere malke) Mark Warshavsky
• No caminho há uma árvore (Oifn veg shteit a boim) Itzik Manger
• Oitenta ele e setenta ela (Achtzik er um zibetzik zi ) Mark Warshavsky
• As três filhas (Drai Techtelach) Mordco Gebirtig
• Divirtam-se crianças (Huliet, huliet kinderlach) Mordco Gebirtig
• Junto ao riacho (Baim taichele) Mordco Gebirtig
• Uma carta para a mãe (A brivele der mamen) Solomon Shmulewicz
• Nosso mestre TAM (RabeinuTam-) Itzik Manger
• Idl com seu violino (Idl mitn fidle) Itzik Manger
FICHA TÉCNICA
Roteiro Samuel Belk
Sonia Goussinsky canto
Alexandre Fracalanza Travassos clarinete
Vicente Falek Brauer piano
Sylvia Lohn narradora
Samuel Bynem Belk -Diretor Roteiro
Estela Gontow Goussinsky – Produtora Executiva
SOBRE SHOLEM ALEICHEM
Sholem Aleichem, o grande literato e humorista judeu nasceu em 1859 em Pereieslav, na província de Poltava, hoje pertencente à Ucrânia. Na época em que viveu, a Polônia e a Lituânia tinham sido incorporadas ao domínio Russo, por mais de 100 anos e conseqüentemente os judeus foram submetidos, durante todo este tempo, à regras opressivas pelos diversos governos tzaristas, da dinastia dos Romanov. Uma população, com mais de cinco milhões de pessoas, viveu sob um esquema rígido de leis impeditivas, punitivas e pogroms, confinada nos locais onde já morava, dentro do chamado “Distrito de Residência”, que foi somente abolido com a revolução russa de 1.917. Apesar da pobreza de vida no Distrito de Residência, houve um enorme crescimento das atividades literárias, cultural, política, educacional, periodista, religiosa e espiritual da coletividade judaica nesta região. Entre os escritores e poetas que se destacaram nesta época, alem de Sholem Aleichem, podemos citar Itzik Manger, Mark Warshavsky, Itzik Feffer, Mordco Gebirtig e outros.
SOBRE SAMUEL BELK
Engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de S.Paulo. Em 1975 fez um Curso de Higiene e Segurança Industrial, na Universidade de Nova York bem como diversos cursos ligados a área de Segurança do Trabalho, no Brasil. Em 1975 recebeu o título de Engenheiro de Segurança do Trabalho, pelo Ministério do Trabalho, na qualidade de precursor desta atividade no país. A partir de 1968 entrou para o funcionalismo público tendo trabalhado na Secretaria de Relações do Trabalho onde foi chefe do Setor de Engenharia, bem como Diretor da Divisão de Segurança, Medicina e Higiene do Trabalho, cargo em que se aposentou. Foi professor convidado de Faculdades de Engenharia e Medicina para os cursos de Engenharia de Segurança e Médico do Trabalho. É autor de diversos livros técnicos, e livretos como A Estória de Pedro Pedreiro (História em quadrinhos sobre segurança na construção civil), publicada pelo Governo do Estado de S.Paulo), Manual Técnico para Agentes de Inspeção do Trabalho, entre outros. Há quase dez anos vem se dedicando à pesquisa na área da música popular judaica. Dirigiu por muitos anos a biblioteca do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e o Núcleo de Folclore e Música, entidade onde continua colaborando. Possui trabalhos com o título geral de“O MUNDO MUSICAL JUDAICO” constituído de biografias de poetas; canções judaicas no original ídiche, transliteradas e traduzidas para o português, bem como as respectivas partituras. Estes trabalhos vem sendo publicados no Boletim Informativo do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e em várias outras revistas da coletividade. É Mestre em Letras pelo Centro de Estudos Judaicos da Faculdade de Filosofia da USP onde teve sua dissertação “A História e a Memória do Shteitl visto Através da Canção Popular Judaica”, aprovada. Fez parte do grupo de tradutores de contos de escritores judeus publicados sob o título“O Conto Ídish no Brasil”. Livro organizado pelas professoras Hadasa Cytrynovicz e Genia Migdal. Produziu e dirigiu um grande número de Programas Musicais junto a diversas entidades judaicas e especialmente para Grupos de Terceira Idade. O roteiro do Programa Musical “O Mundo de Sholem Aleichem”, realizado recentemente no Teatro Arthur Rubinstein, da Hebraica, foi baseado na dissertação de mestrado
SOBRE SÔNIA GOUSSINSKY
Após residir na Europa desde 1998, especializando, aperfeiçoando seus estudos de música e lecionando, retornou recentemente ao Brasil e ingressou no Curso de Doutorado na USP e realiza projeto de pesquisa sobre a “Canção Ídiche” no Brasil. Recebeu o título de Mestre em Canto do Trinity College of Music em Londres, em 2003, tendo-se diplomado também na Pós-Graduação em canto com especialização em Música Antiga na Guildhall School of Music and Drama em Londres .Concluiu o Bacharelado em Música com Habilitação em Canto no Instituto de Artes da UNESP em 1992, aluna de Martha Herr.Atualmente recebe orientação vocal de Vitória Kerbauy. Suas apresentações como cantora e atividades musicais mais recentes tem sido realizadas no Brasil, Inglaterra e França, através de recitais, cursos de canto e workshops por ela ministrados como na Escola Municipal de Música de São Paulo e na USP (2002: “Canto e Gestos Barrocos” / 2003: “Servas e Pastoras”). De 2004 a 2007, foi regente titular do Coral Rénanim (Centro Cultural Edmond Fleg de Marselha), além de integrante das Cenas de Óperas do Conservatório Nacional de Marselha através do qual se apresentou no papel de Serpina em trechos de “La Serva Padrona” de Pergolesi, entre outros recitais e participações. Integra o corpo docente do Musicalis-Núcleo de Música de São Paulo e é professora de canto e de expressão corporal na pós-graduação da Faculdade de Música Carlos Gomes, assim como no Conservatório Villa-Lobos e na Faculdade de Música da FITO, onde leciona Canto, História da Música, Prática de Música Antiga, e é preparadora vocal dos corais. Além da música antiga, atua como cantora especializada no cancioneiro judaico, pesquisando e interpretando canções principalmente no idioma ídiche.
SOBRE ALEXANDRE FRACALANZA TRAVASSOS
Clarinetista e compositor natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais na Escola Municipal de Música em São Paulo. Em 1988, ingressou no curso de Bacharelado em instrumento da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, se formando em 1992. Já foi clarinetista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e atualmente é monitor de clarinete da Orquestra Experimental de Repertório. Também exerce intensa carreira como compositor e arranjador tendo ganhado vários prêmios por suas obras em competições nacionais e internacionais como, por exemplo, o 1º Concurso de Composição para banda sinfônica da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, o Concurso de Composição para Banda Sinfônica da Penfield Music Comission Project (Penfield, NY), Concurso Sinfonia para Mario Covas, Concurso Gilberto Mendes e o 3º Prêmio Guerra-Peixe para composição orquestral. Desde 2004, trabalha como transcritor/compositor junto à Banda Sinfônica do Estado e vem se especializando nessa formaçã. É convidado frequentemente para a realização de encomendas de grupos de sopro no país e no exterior. Em 1994, após intensa pesquisa histórica sobre a música folclórica instrumental judaica do leste europeu, criou a Banda Klezmer Brasil (antigo Kuleme), que tem participado de vários concertos em São Paulo e gravou o seu primeiro CD: Mishmash à brasileira com composições e arranjos de sua autoria. É também constantemente chamado para produzir espetáculos de música judaica e como no show Yiddische Vaudeville com o tenor Mauro Wrona.
SOBRE VICENTE FALEK BRAUER
Formado em composição pela FASM em 2007. Desde 2002 é integrante do grupo Projeto B, com quem já lançou 2 discos ("Andarílho" e "Noite") e neste ano estreou um concerto em homenagem a Villa Lobos que estará disponível em disco em novembro pelo Selo SESC. Também em 2002 passou a integrar o grupo de Helio Ziskind, granvado o disco "Cantigas de Roda" além de participar de seus shows em diversas cidades do estado de São Paulo e outras cidades brasileiras. Desde 2008 integra o grupo do violonista e compositor Paulo Tine. Em Set/2008 participou do 1o Klezfiesta na cidade de Buenos Aires com o grupo Klezmer4, com quem gravou o disco "Zecher" em jul/2008. Desde julho de 2009 integra o grupo da cantora de tango argentina Cecília Aimé. Paralelamente ao trabalho de instrumentista, também atua como compositor de trilhas free-lancer junto às produtoras DOK e Confraria e ao estúdio RLMix. Em 2003 produziu a trilha do documentário "Mysterion" de Felippe Brauer. Em 2005 fez a trilha para o curta-metragem "Luz Vadia", em 2006 para o documetário "A Musa Impassível", ambos de Sylvio Rocha. Em 2007 fez a música do documentário "Entre Nós" de Felippe Brauer, que foi exibido no festival de Lorquin-França. Em 2008 participou como assistente de Hélio Ziskind da produção do espetáculo de dança "Pedrinho Sapopemba" baseado no balé "Petruchka" com direção de Célia Gouvêa. Atualmente leciona piano no Clube “A Hebraica” sob a coordenação de Gustavo Kurlat. No momento seu primeiro disco como compositor está em fase de pós-produção.
SOBRE SYLVIA LOHN
Contadora de Histórias, Atriz e Dramaturga é formada emLetras pela Universidade de São Paulo- Seminário de Dramaturgia do Teatro deArena com Chico de Assis. Tem participação constante em Seminários e Encontros de Contadores de Histórias: Seminário Internacional de Contadores de Histórias no SESC Vila Mariana de São Paulo, Oficina com a Narradora de Histórias Regina Machado na USP, Simpósio Internacional de Contadores de Histórias no SESC Copacabana do Rio de Janeiro, Oficina de Técnicas de Construção de Adivinhas com a Narradora de Histórias afro-inglesa Inno Sorsi, Boca do Céu – Encontro Internacional de Contadores de Histórias no SESC Pinheiros, Atua como Narradora de Histórias em escolas, centros culturais, bibliotecas, No circuito SESC já se apresentou em diversas unidades tanto para adultos como para crianças - SESC Santos – Histórias do Mar, Poesia de Mário Quintana e a Cyber Gata Comilona, SESC Sorocaba – Histórias de Mulheres Sábias, SESC Bertioga, SESC Consolação – oficina Os Avós Contam SESC -Ipiranga Dia Mundial da Alimentação- SESC Pinheiros – A Cybergata Comilona, Histórias de Mulheres Sábias e Poemas da Exclusão, Bienais do Livro de São Paulo. Na mais recente atuou no estande da Volkswagen, e também para a Energias do Brasil e para o Projeto São Paulo Estado de Leitores da Secretaria de Cultura de São Paulo. Criou o Projeto Concerto de Leituras apresentado na penúltima Bienal do Livro de São Paulo.
• SERVIÇO
“Canções de Um Outro Mundo” – Uma Homenagem a Sholem Aleichem – 150 anos
Dias: 06 e 07 de novembro
Local: Auditório – 101 lugares.
Horário: sexta às 20h e sábado às 19h.
Duração: 90 minutos
Não recomendado para menores de 10 anos
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
R$12,00; R$ 6,00 (usuário matriculado, aposentados e estudantes com carteirinha); R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes). Grátis para crianças até 3 anos.
• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Tel: para informações: 11 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: http://www.sescsp.org.br/
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