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domingo, 9 de fevereiro de 2014

IGREJA DEFENDE TRABALHO DOS MÚSICOS

Pronunciamento do Pastor Linhares:


terça-feira, 4 de outubro de 2011

2012 É O ANO DA MÚSICA E DO SALÃO GOSPEL

A palavra "Gospel", derivada do inglês antigo "God-spell" que significa good tidings, ou good news, em português, "boas novas," aludindo ao Evangelho Bíblico que nos narra as "boas novas ao mundo" — ou seja, a vinda de Cristo ao Mundo —, pelos livros dos Evangelhos Canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Ainda que o termo, "Música Gospel", possa abranger um campo da Música muito vasto, seus estilos, embora com nomes variados, possuem todos uma mesma essência e raiz — a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez, um dos velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do Gospel, foi o Negro Spirituals (em Português, as canções harmoniosas dos "Espirituais dos Negros"). O foco desta breve história é a música que fluiu da igreja afro-americana e inspirou uma abundância de corais modernos, artistas do mercado Rhythm & Blues, e o atual Gospel contemporâneo, além de outros estilos musicais do gênero. Os primeiros registros da evolução da música Gospel acontece com Thomas A. Dorsey (1899-1993), compositor de sucessos como "There Will Be Peace in The Valley", que foi largamente versionada em Português pelos grandes expoentes da música Gospel contemporânea virando o famoso hit "Paz no Vale", e é considerado por muitos, "O Pai da Música Gospel". No início de sua carreira, ele era um importante pianista de Blues, conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933), numa convenção de músicos na Filadélfia, e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo de Jazz, tão parecido com o de Tindley. A Igreja, inicialmente, não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em 1994, após o seu falecimento, a revista norte-americana Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, "O Pai da Música Gospel"). Neste artigo, a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava "determinado para carregar a bandeira" a favor do Gospel. Assim ele fez. Investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (em português, "Se Você Ver o meu Salvador") e enviou para diversas igrejas do país. Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajuda de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras Sallie Martin (1896-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas, onde, por vários anos tinha sido proibida veementemente! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos EUA, em 1932.

Nessa época, muitos outros novos nomes apareceram. Talvez fossem "prisioneiros de uma velha corrente, mas agora estavam salvos" prontos para alimentar a nova corrente do Gospel, como Mahalia Jackson, Clara Ward e James Cleveland. Mahalia Jackson (1911-1972) foi convidada para cantar no televisionado Ed Sullivan Show, minutos antes do eternizado discurso pró-liberdade negra de Martin Luther King, em que ele disse as palavras certas na hora certa: I have a dream (em Português, "Eu tenho um sonho"). Mahalia acabou sendo a convidada para cantar durante a cerimônia do funeral do Reverendo King. Talvez, como num toque de mágica, ela escolheu uma canção de Dorsey: Take My Hand, Precious Lord (em Português, "Segure a minha mão, Amado Pai"). Clara Ward (1924-1973) junto ao The Ward Singers, foi uma artista com presença e substância. Sua canção Surely God is Able foi comentada como o primeiro disco de platina após a Segunda Guerra Mundial. Mas esta informação não pode ser confirmada pois a Recording Industry Association of America (RIAA, em português "Associação da Indústria de Gravação da América"), mantém que Edwin Hawkins Singers foi o primeiro vencedor do disco de ouro com um Gospel, em 1968, com o famoso sucesso, "Oh, Happy Day". Mas, Ward influenciou muitos artistas com seu estilo, incluindo nomes como Little Richard e Aretha Franklin, que mantém que Ward era seu ídolo. James Cleveland (1932-1991): se Dorsey foi aclamado, por muitos da indústria e seus seguidores, como o pai da música Gospel, o cantor Cleveland foi coroado, pelos seus admiradores, "The King of Gospel" (em Português, "O Rei do Gospel"). Ele recebeu nada menos do que quatro GRAMMYs, incluindo um póstumo pelo seu álbum "Having Church". Assim como Clara Ward, James Cleveland tinha muita presença com sua audiência. Ele não teve uma reputação de ter uma boa voz, mas conseguia agradar a todos que o ouviam. O seu grande feito foi fundar sua organização, em 1967, a "Gospel Music Workshop of America", considerada a maior convenção de Gospel do mundo, hoje, com mais de 185 escritórios de representações.

O Gospel Moderno, em sua forma original, era geralmente interpretado por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de Gospel nas igrejas. Foi o caso da já citada Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles e Solomon Burke. O Gospel foi também se influenciando, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos Gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas músicas gritadas, com danças e roupas extravagantes. Deste estilo foram influenciados grupos e cantores de Rock dos anos 1950, desde Bill Haley e seus Cometas, passando por Jerry Lee Lewis, até Elvis Presley na década de 1960. Nas décadas de 80 e 90, no exterior, o destaque é para os corais e solistas, como para Kirk Franklin e Fred Hammond.

No Brasil, nesta mesma época, acontece a popularização do estilo musical. Nomes como Actos 2, Banda Rara, Rebanhão, no rap DJ Alpiste e no rock Oficina G3 e Katsbarnéa, começam a quebrar tabus dentro dos templos evangélicos, provando que a adoração à Deus pode ser feita em vários estilos musicais.
Passado quase duas décadas da popularização do estilo no Brasil, a música Gospel brasileira hoje é um sucesso! Fatura bilhões e chama atenção de mídias, gravadoras, políticos e investidores dispostos a mergulhar nesse mar de ritmos, cheio de oportunidades e grandes peixes, é fato. Pesquisas recentes revelam que esse mercado é um dos mais rentáveis no país. Segundo dados da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), o estilo está presente entre os 20 CDs mais vendidos no Brasil. A Música Gospel que tinha espaço apenas dentro das igrejas no início do século XIX, hoje é executada em todos os cantos do mundo. No Brasil, espalhada em hipermercados, lojas de conveniência e lojas de discos, ela é um sucesso! Acha se tratar de um exagero na hora dos cálculos? Nada disso! A verdade é que atualmente esse mercado não para de crescer e se multiplicar, movimenta R$ 1,5 bilhão por ano e é o único segmento fonográfico que cresce em venda de discos no País. O termômetro de tudo isso é a popularização do estilo, notado nos últimos anos nas grandes mídias: em 2007, na novela "Duas Caras", da Rede Globo, a cantora evangélica Aline Barros teve sua música "Recomeçar" incluída na trilha sonora da novela. Em 2009, o sucesso "Faz um milagre em mim", do cantor Regis Danese, virou tema até dos gols do "Fantástico". Em 2010, anúncios do Ministério Diante do Trono, Irmão Lázaro, participações de Fernanda Brum, Aline Barros e Ana Paula Valadão no "Domingão do Faustão" e muitas premiações como o prêmio Hutúz onde Dj Alpiste, rapper gospel, foi um dos premiados e até o Grammy Latino, que em anos passados premiou a cantora Soraya Moraes e esse ano Marina de Oliveira na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, confirmam que o mercado do Senhor tem a força.

É fato que o destaque para a Música Gospel não está apenas nos números, que por sinal não faltam para quem conhece a fundo esse oceano Gospel e pretende navegar nele. Esse mercado tem se afirmado pela estética, mas também pelo poder econômico. A mesma ABPD, em entrevista à revista Isto É Dinheiro, chegou a dizer que "as gravadoras evangélicas não reportam o número de discos vendidos, mas que, na preferência do consumidor os cantores Gospel aparecem como os primeiros para 10% dos compradores". Essa opção do consumidor também é percebida no ramo de eventos, o que é o caso do grupo Chevrolet Hall, que passou a investir em eventos cristãos (Shows, Conferências e Congressos de Adoração). A revista Veja chegou a classificar o segmento como "um mercado que não conhece crise" por ser pouco afetado pela pirataria moderna e pelo compartilhamento de mp3 na internet.O que era antes um mercado pequeno, fechado em si, com produções de baixa qualidade, passou a ser um mercado forte com um poder econômico que movimenta de R$ 1,5 bilhão até R$ 3 bilhões anualmente.

Outro fenômeno bastante interessante ligado ao mercado fonográfico da música Gospel é o fã-clube e as comunidades. Apesar de ser um tema controverso para cristãos, que envolve às vezes fanatismo, tem sido bem aceito no meio. Não limita a criação do que o público tem chamado de "Clube de Admiradores" e "Rede de Amigos". Mas traz uma carga maior de interatividade, ao apontar para uma atividade ministerial: envolvendo intercessão, evangelização e trabalho social em conjunto com ministérios e igrejas.

Na esfera política, não faz muito tempo que foi discutido pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) o Projeto de Lei PLC 29/09, que garante à Música Gospel os benefícios previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura, também conhecida como Lei Roaunet (Lei 8.313/91). Contudo, para que eventos de Música Gospel recebam os benefícios de tal lei, não podem ser promovidos por igrejas. Em contraposição, pessoas físicas e jurídicas poderiam aplicar parte do Imposto de Renda devido em ações culturais de Música Gospel. No Estado do Rio de Janeiro, a Música Gospel já é reconhecida como manifestação cultural e está inclusa na Lei 5.826, de 20 de Setembro de 2010, de autoria do Deputado Edson Albertassi, sancionada pelo Governador Sérgio Cabral. A lei cria facilidades na obtenção de patrocínios de empresas privadas para os eventos, ampliando ações e estimulando o crescimento do segmento. A iniciativa, que foi comemorada por profissionais e interessados no mercado, não deixa dúvidas que o estilo musical chegou para ficar.


Tal realidade vem atraindo diversos empresários dispostos a investir no setor. Gravadoras antigas e reconhecidas mundialmente são exemplos desses investidores, que vêm se fixando no mercado e, com sua chegada, traz um grande acréscimo em qualidade de gravação, produção e distribuição ao mercado Gospel, além das grandes emissoras que têm investido pesado no segmento. Isso prova o reconhecimento do celeiro de talentos e oportunidades que existem nesse setor. Outra questão, que não deve ser esquecida, é que com a popularização da Música Gospel, começa a se formar um novo tipo de público consumidor: aquele que compra porque aprecia o estilo, sem maiores comprometimentos religiosos. Um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), revelou que a venda de música digital cresceu 12% no mundo em 2009, representando 27% da receita do setor. Em 2008, esse patamar era de 21%. No site Sonora, um dos principais portais de download legalizado da América Latina, que pertence ao grupo Terra, cantores evangélicos se mantêm na lista dos favoritos do site, destacando-se por várias semanas consecutivas.


Só no Brasil, segundo uma matéria publicada recentemente no site do Uol, o mercado evangélico, num todo, cresce 8% ao ano, sendo mais de 45 milhões de evangélicos e anualmente são abertos 14 mil templos, sendo que a expectativa é que, até o final de 2011, este número atinja a casa das 55 milhões de pessoas, incrementando ainda mais os negócios Gospel. Luís André Brunet, pesquisador da SEPAL, prevê que em 2020 os evangélicos chegarão à marca de 109,3 milhões (52%) num total de 209,3 milhões de brasileiros, isto obviamente se a taxa de crescimento se mantiver nos patamares anteriores, sendo metade da população brasileira formada por evangélicos o que consequentemente também reflete no segmento da Música Gospel. Estamos diante de uma revolução musical!

De um outro lado, os cantores do universo Gospel estão se profissionalizando mais e aprendendo a usar as mídias a seu favor, para divulgação dos seus trabalhos, explorando muito bem, por exemplo, a internet, com sites e espaços em redes sociais. O crescimento dos programas de tevê, jornais, revistas, portais, blogs e sites especializados, além de um grande número de rádios apenas tocando o segmento, somam a essa expansão do mercado de Música Gospel. Outro aspecto é a demanda pela procura de profissionais capacitados em assessoria de imprensa e de marketing substituindo de vez o antigo divulgador amador por profissionais gabaritados para trabalho de imagem com escritórios especializados. Essas iniciativas tornam o artista conhecido em outros segmentos. Tudo isso reverte em vendas.

Além disso, a diversidade cultural do nosso país propicia o crescimento de muitos estilos, como Rap, Funk, Pagode, Sertanejo, entre outros. O mais consumido continua sendo o estilo “Adoração”, mais ligado à pregação ou ao próprio culto. Também é muito forte o estilo “Pentecostal”, mais carregado de palavras proféticas. O "Pop Gospel" aparece em terceiro lugar e agrada muito ao público mais jovem.

Junto com esse mercado em expansão, chamado "Gospel", onde o céu parece ser o limite, outros crescimentos também são notados, como, por exemplo, o crescimento do mercado de instrumentos musicais. O Brasil importou, em 2009, cerca de US$ 170 milhões em instrumentos musicais e exportou US$ 10 milhões, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Grande parte desse crescimento é consequência da demanda gerada pela expansão do mercado musical Gospel nas últimas duas décadas.

Em entrevista para uma revista do segmento musical, o especialista e professor de produção de som e coordenador de audiovisual da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Luiz Cláudio, relatou que "antes dos anos 90, o mercado de instrumentos e equipamentos musicais brasileiro era muito fraco. Na mesma época que a indústria automobilística se aqueceu no Brasil, no fim do século XX, também observamos a entrada de produtos musicais" – comenta Luiz Claudio. Ele lembra que o crescimento da competitividade interna influenciou o nascimento de fortes marcas brasileiras, que hoje são reconhecidas mundialmente. Além disso, o professor acredita que está havendo um maior interesse dos jovens por música. Segundo recente pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Música - entidade que reúne os principais fabricantes, importadores e distribuidores do segmento - em cada dez consumidores de instrumentos musicais e acessórios, quatro são evangélicos. A entidade estima que 40% da indústria musical seja absorvida pelos evangélicos, transformando o meio cristão no principal representante e comprador destes produtos.

De olho neste filão de mercado e atentos ao potencial consumidor dos evangélicos, empresas buscam se aproximar deste público e movimentar ainda mais um mercado que vai de vento em popa. Diversas empresas do setor de instrumentos musicais, áudio, iluminação e acessórios afirmam que o poder de compra dos evangélicos vem aumentando de forma representativa a cada ano.


Diante desse universo de possibilidades e como todo segmento tem uma feira que o representa, chega no coração financeiro e cultural do país, em São Paulo, o primeiro SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL, realizado pela empresa MR1 Comunicação & Marketing em sociedade com empresários que estão no ramo de feiras e negócios há mais de 30 anos, que vai acontecer dos dias 12 a 14 de Abril de 2012, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Situado em local privilegiado, na Rodovia dos Imigrantes, a 1.200m da Avenida dos Bandeirantes, apenas 850m do Terminal Jabaquara do Metrô, 3 km do Aeroporto de Congonhas e 20 km do Aeroporto Internacional de Cumbica, 7 km do centro hoteleiro e financeiro da cidade, estando, inclusive, no centro de dois dos maiores polos econômicos brasileiros: a Cidade de São Paulo e o ABCD paulista. Com fácil acesso para todas as regiões da capital via metrô e para todo o litoral e interior por meio do Rodoanel Mário Covas, facilitando o deslocamento dos visitantes e expositores, desviando do trânsito das marginais. Serão corredores de pura adrenalina para quem visitar a feira. O evento terá duração de três dias, todos eles abertos ao público. Segundo a agência MR1 Comunicação & Marketing, o nome escolhido é diferente em relação aos eventos que já existem, único dirigido ao segmento musical gospel e moderno já que o crescimento da Música Gospel no Brasil é uma realidade dos dias atuais; direto, pois insinua que o participante terá grandes chances de sair do evento com um alto índice de venda e de institucionalização, gerando negócios e relacionamento direto com o público e com as mídias; e segmentado, já que despertará interesse quase que exclusivo dos interessados em Música Gospel.

As novidades confirmadas são: Já na Cerimônia de Abertura, a homenagem ao jornalista da Rede Globo, Cid Moreira, por ser o primeiro a gravar a Bíblia na íntegra no Brasil e os Salmos com imagens no mundo, depois, o "Prêmio MR1 de Música Gospel", que ocorre em paralelo à feira. Um evento de gala, segundo seus idealizadores à altura dos grandes nomes que existem no circuito da Música Gospel e com credibilidade, pois não está ligado a nenhuma gravadora. Julgado por um júri seleto, onde o que vai ser avaliado entre os muitos quesitos são a técnica e o profissionalismo, nomes de destaque da Música Gospel brasileira serão premiados, homenageados e reconhecidos. Nessa premiação única no universo Gospel, que tem como objetivo estimular a profissionalização do segmento e os investimentos técnicos na carreira dos artistas. Também vão ser lembrados os melhores profissionais e personalidades do ano que têm ligação direta e indireta com o mercado da Música Gospel, bem como por meio de uma categoria especial, "Projeto Social", onde é destacada a importância da responsabilidade que este segmento tem com a sociedade. São de Marcelo Rebello as palavras: "Melhoramos muitos detalhes pensando nos expositores, nos visitantes, na imprensa, nos músicos e nos líderes. Grandes sócios chegaram para somar esforços, experiências, ideias e prestígio na concepção desse novo formato de feira: o que era bom, ficou ainda melhor, mais confortável e dinâmico. Além da área de exposição dos estandes, agora temos também mais 6 auditórios, com palcos e iluminação profissional, onde vão se apresentar simultaneamente grandes nomes da música Gospel. Serão mais de 200 shows, teremos o Espaço Hip-Hop, que vai homenagear a cultura Hip-Hop com a presença dos 4 elementos, o Break (B-Boys): que representa o corpo através da dança; o MC (Mestre de Cerimônias): a consciência, o cérebro; o DJ (Disk-Jockey): a alma, essência e raiz; e o Graffitii: a expressão da arte, o meio de comunicação. No mesmo local vão acontecer batalhas de MC´s e DJ´s, e vai existir uma representação da Estação São Bento, para abrilhantar a festa por onde vão passar vários "poetas de rua" do Gospel e laico, além do público; Espaço Samba Gospel para quem gosta de swing, tem samba no pé e Jesus no coração; a Exposição Gospel Memórias - Dias Que Não Voltam Mais, que pretende levar o público à uma emocionante viagem ao tempo, grandes eventos, igrejas e estádios lotados, mídias que noticiaram o crescimento do estilo, músicas que marcaram gerações, conversões, nomes que escreveram a história da Música Gospel no passado vão ser lembrados e homenageados. A exposição vai poder ser visitada por todo o público presente na feira e vai ser liberado o uso de máquinas fotográficas e filmadoras; o Fórum Nacional de Música Gospel, discutindo tendências e o futuro do estilo musical, além da grande novidade, o SING FESTIVAL, 3 Festivais simultâneos de Bandas, Cantores e Dança, feitos especialmente para descobrir novos talentos e abrir uma inédita vitrine, unindo as igrejas e ministérios neste grande evento musical; a Exposição Música Para os Olhos, do fotógrafo Décio Figueiredo, entre outras novidades que ainda serão divulgadas pela assessoria do evento.


No SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL, o social também é assunto importante. O evento servirá como ponte para pontos de arrecadação de alimentos, brinquedos e agasalhos, que serão doados para entidades beneficentes.

Segundo a organização, o objetivo do Salão Internacional Gospel é oferecer ao mercado um evento jamais visto antes, com toda estrutura, transparência, seriedade e preocupação em atender às normas de qualidade total. A intenção é preencher lacunas que sempre existiram dentro do mercado Gospel. Criando um espaço totalmente dedicado à música, onde gravadoras, cantores independentes, indústrias de instrumentos musicais, lojistas, imprensa e, principalmente, o público serão muito bem-vindos. Aproximar os artistas do seu público, os lojistas dos seus consumidores diretos e a imprensa do evento, pois tem na imprensa que tem compromisso com a verdade e com a informação grandes parceiros. O evento tem uma proposta totalmente inovadora e o que o torna diferente é exatamente o comprometimento com todo o mercado musical cristão, independentemente de tamanho, raça, cor, denominação ou poder aquisitivo. Que todos venham, participem, tenham liberdade para adorar, que os expositores façam bons negócios, que a imprensa faça brilhante cobertura e visitantes saiam satisfeitos com tudo que ouviram, viram e participaram.

Maiores informações sobre a feira: www.salaointernacionalgospel.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

KIRK FRANKLIN VOLTA AO BRASIL PARA LANÇAR "HELLO FEAR"

"Deus é o poeta, eu sou a caneta e o coração das pessoas é o papel..."


Ele já esteve outras vezes no Brasil, em 2004 e 2008, impactando milhares de vidas através de suas músicas, que mais soam como melodias celestes e, na ocasião, declarou: "Desde a última vez que estive no Brasil, fui muito impactado e marcado pelo que vi e senti nesse lugar. Foram noites inesquecíveis. Acho que Deus tem grandes coisas para essa terra!", e ele tinha razão: jamais esqueceria o povo brasileiro e nós também jamais o esqueceríamos.

Resultado desse sentimento e dessa sinergia, que simboliza o amor entre irmãos, é que Kirk Franklin volta ao Brasil pela terceira vez, em São Paulo, nos dias 7 e 8 de Outubro de 2011, na Casa de Show Bola de Neve ,Olympia numa turnê magnífica, para lançar seu trabalho "Hello Fear", tradução "Oi Medo". Com realização da Igreja Apostólica Renovação Crista de Alphaville representada pelo Apostolo Agnaldo Campos e Pra Sandra Campos e Polaris Produções Artísticas empresa que está entre as maiores produtoras do meio secular, dona de duas casas do Show em São Paulo e no Espírito Santo e com produção executiva da Neal Logus Produções


Para quem desconhece a origem desse levita e artista completo, Kirk nasceu em Fort Worth, no Texas. Abandonado por sua mãe, foi criado pela tia, Gertrude, que coletava e vendia latas de alumínio para que Kirk pudesse começar suas primeiras aulas de piano, aos quatro anos de idade e, aos onze anos, já liderava o coral adulto da Mt. Rose Baptist Church. Recebeu sua primeira oferta de contrato aos 7 anos, mas sua tia declinou do convite. Apesar de sua forte ligação com a religião, Franklin se tornou rebelde em sua adolescência e, na tentativa de mantê-lo longe de problemas, sua tia conseguiu uma audição em uma conservatório profissional para jovens, onde foi aceito.

Após alguns anos, Franklin retornou à igreja, onde começou a dirigir um coral. Também fundou um grupo Gospel, The Humble Hearts, que gravou uma das composições de Franklin que chamou a atenção da lenda Gospel, Milton Bigham. Impressionado, Bigham o incumbiu de liderar o coral DFW Mass Choir na gravação da canção "Every Day With Jesus", composta por Franklin. Milton convidou Franklin (aos vinte anos de idade) à liderar o coral na convenção Gospel Music Workshop of America.

Mas, foi nos anos 90, que começou de fato a carreira musical de Kirk. Em 1990, ele organizou "The Family", um coral de dezessete vozes, formado com amigos e vizinhos. Em 1992, Vicki Mack-Lataillade, o co-fundador da gravadora GospoCentric, ouviu uma de suas "demo tapes" e ficou tão impressionado que imediamente contratou Kirk & The Family. Em 1993, o grupo, agora conhecido como Kirk Franklin & The Family, lançou seu álbum de estreia "Kirk Franklin and The Family". Passou quase dois anos nas paradas gospel e R&B, e conseguiu o disco de platina. Permaneceu em número 1 da parada Billboard Top Gospel Albums por 42 semanas. Foi também o primeiro grupo musical Gospel a vender mais de um milhão de cópias.

Dois anos mais tarde, após lançar em 1995 um álbum com canções de Natal, "Kirk Franklin & The Family Christmas", o grupo lançou "Whatcha Lookin'4", em 1996. O álbum foi certificado como platina dupla e Franklin ganhou seu primeiro Grammy Award na categoria Melhor Álbum Contemporâneo de Soul Gospel. Nesse mesmo ano, Kirk casou com sua amiga de longa data Tammy Collins. Juntos, tiveram dois filhos: Kennedy, nascida em 1997 e Caziah, nascido em 2000.

O ano de 1997 trouxe outro álbum, uma colaboração com o grupo God's Property, com o nome "God's Property from Kirk Franklin's Nu Nation". O primeiro single, "Stomp", apresentando Cheryl "Salt" James (do grupo feminino de hip-hop Salt-N-Pepa), foi um tremendo sucesso, cujo vídeo foi altamente veiculado na MTV e outros canais de música, alcançando número 1 na parada R&B de singles por 2 semanas, e chegando até mesmo a ficar entre os 40 primeiros da parada geral. "God's Property from Kirk Franklin's Nu Nation" foi certificado platina tripla. O disco fez com que Franklin levasse mais um Grammy na categoria Best Contemporary Soul Gospel Album, assim como outras três nomeações.

"The Nu Nation Project" foi lançado em 1998. O primeiro single, uma versão de uma canção de Bill Withers, "Lean On Me", teve participações, para alguns controversas, de artistas do mundo laico, incluindo R. Kelly, Mary J. Blige e Bono do U2. Juntos, com Crystal Lewis e The Family, "Lean On Me" e o segundo single "Revolution" (com participação de Rodney Jerkins) foram notáveis sucessos, além de "Lovely Day", outra versão de Bill Withers. "The Nu Nation Project" ficou no topo da parada Contemporary Christian Albums por 23 semanas e na parada Billboard Gospel Albums por 49 semanas, e trouxe o terceiro Grammy a Franklin. Em 2001, Franklin se aventurou em um novo território, produzindo a trilha sonora do filme "Kingdom Come". A trilha sonora tinha participações de artistas Gospel como Mary Mary e 1NC, assim como artistas laicos: Az Yet, Jill Scott, Shawn Stockman dos Boyz II Men e outros. Uma canção notável do álbum foi "Thank You" (Kirk Franklin Feat. Mary Mary).

O álbum de 2002, "The Rebirth of Kirk Franklin", ficou no topo da parada Gospel Albums por 29 semanas, e número 1 na parada Hot R&B/Hip-Hop Albums, sendo certificado Platina. O disco tinha participações de Bishop T.D. Jakes, Shirley Caesar, TobyMac, Crystal Lewis, Jaci Velasquez, Papa San, Alvin Slaughter e Yolanda Adams. Foi o primeiro álbum de Kirk a não ganhar o Grammy.

Em 2004, esteve pela primeira vez no Brasil no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde se apresentou no Credicard Hall. Na ocasião, concedeu várias entrevistas, entre elas, uma exclusiva à Revista O Levita, feita pela jornalista Luciana Mazza, da agência MR1, que hoje é a responsável pela assessoria de imprensa da nova turnê "Hello Fear" no Brasil.
Em 4 de Outubro de 2005, Hero foi lançado nos EUA. Foi certificado Ouro em 2 de Dezembro de 2005 e Platina em 14 de Dezembro de 2006. Foi número 1 tanto na parada Billboard Top Christian, como na Top Gospel Albums. O primeiro, "Looking For You", foi um sucesso, e também faz parte da trilha sonora de "Norbit", filme de 2007, estrelado por Eddie Murphy. Foi seguido por "Imagine Me", que também alcançou o primeiro lugar na parada R&B. Em Dezembro de 2006, Kirk Franklin ganhou dois Grammy Awards, por "Hero". Além disso, "Hero" também recebeu, em 2007, o prêmio Stellar Awards como CD do Ano.

O décimo disco de Kirk Franklin, "The Fight of My Life", foi lançado nos EUA em 18 de Dezembro de 2007. O álbum estreou na Billboard 200 no número 33 com 74.000 cópias vendidas na primeira semana. Atingiu número 1 das paradas Billboard Top Christian e Top Gospel Albums e número 7 na parada Top R&B/Hip-Hop Albums. O primeiro single, "Declaration (This is It)", foi lançado em 23 de Outubro de 2007 e ficou no número 35 na parada Billboard Hot R&B/Hip-Hop Songs. O disco teve participações de alguns convidados, entre eles: Rance Allen, Isaac Carree, TobyMac, Da' T.R.U.T.H., Doug Williams e Melvin Williams.
Em 2008, pela segunda vez, Kirk retona ao Brasil, para divulgar o seu nono trabalho "The Fight of my life" (A luta da minha vida), dessa vez através da produrota Neallogus e do Apóstolo Agnaldo Campos e Pastora Sandra Campos, da Igreja Apostólica Renovação Cristã de Alphaville, ambos responsáveis pela vinda do cantor, que mais uma vez emocionou o público brasileiro. Às 21:30 horas, Kirk Franklin pisava na Arena do Anhembi, declarando: "Desde que estive aqui vocês não saíram do meu coração! São Paulo, eu voltei!".

Em 2010, Franklin lança sua biografia "The Blueprint: A Plan for Living Above Life’s Storms", que em português significa "Um Plano para Viver Acima das Tempestades da Vida". Neste surpreendente livro, o cantor e maestro Kirk Franklin mostra como superou diversas dificuldades em sua vida, desde o uso de drogas, ausência paterna e até quando se tornou pai aos 15 anos. Relatando como Deus agiu em sua vida e apontou para o caminho que ele deveria seguir.

Agora, em 2011, depois de aparecer na final do American Idol ,ele volta mais uma vez ao Brasil, apresentando o show "Hello Fear". O espetáculo promete grandes emoções para Kirk e para todo o público brasileiro. Com a participação de nomes como o grande coral Renovation Mass Choir, Templo Soul, Total Praise, Neiva Dias e em especial o grupo Tribo de Louvor, que vão pisar no palco antes de Kirk Franklin. Certa vez, Kirk disse: "Deus é o poeta, eu sou a caneta e o coração das pessoas é o papel". Então, que essa caneta possa escrever o nome de Jesus Cristo no coração de muitas pessoas nessa turnê de 2011. "E eu vou me calar e diminuir para que o Espírito Santo apareça e fale!".

Senhoras e Senhores, no Palco do Olympia, com vocês: Kirk Franklin!


SERVIÇO :
KIRK FRANKLIN NO BOLA DE NEVE OLIMPIA -SP
DATA: 07 E 08 DE OUTUBRO DE 2011
HORARIO: 19:00 HS
INGRESSOS: de R$ 80,00 à R$ 250,00 nos postos de venda autorizados à
localizar pelo telefone 11-4688-0633
Ou compra on-line pelo site :
www.bencaopura.com.br:

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MARCELO REBELLO NO ÚLTIMO QUADRO DO "TEM UM CANTOR GOSPEL LÁ EM CASA"

ORGANIZADOR DA EXPO MUSIC GOSPEL PARTICIPA DA GRAVAÇÃO DO ÚLTIMO PROGRAMA DO QUADRO “TEM UM CANTOR GOSPEL LÁ EM CASA” DO PROGRAMA DA ELIANA NO SBT
Na última terça-feira (19) o empresário Marcelo Rebello participou da gravação do último programa do quadro “Tem um Cantor Gospel lá em casa”. Sobre o quadro e a repercussão na mídia da Expo Music Gospel, ele e a jornalista Luciana Mazza contaram: “Foram dois meses de divulgação intensa jamais vividos antes na história de grandes eventos e feiras evangélicas brasileiras. Todos os domingos em horário nobre! Que bom foi se preparar para ir à igreja ouvindo grandes nomes da música Gospel louvando à Deus em rede nacional! Glória à Deus! Essa oportunidade que mexeu com telespectadores, que deslocou candidatos de todos os cantos do Brasil atrás de um reconhecimento nacional, que emocionou apresentadores, maestros, músicos, jurados só foi possível porque Deus é Fiel e toda honra e glória dedicamos à Ele, autor de nossas vidas e o maior interessado de fazer dos nossos sonhos uma perfeita e abençoada realidade!”, declara Luciana Mazza, diretora de comunicação da Expo Music Gospel. Ela ainda falou: “Ficamos felizes de numa parceria exclusiva e inédita com o Programa Eliana, do SBT, poder viabilizar um grande concurso, além de abrir porta para que nomes consagrados como: Marina de Oliveira, Fernanda Brum, Oficina G3, Aline Barros, Irmão Lazaro, Bruna Karla, Damares, Fernandinho, Ana Paula Valadão, Cassiane e Regis Danese pudessem brilhar e mostrar o valor da nossa música! Agradecemos sinceramente à todos os artistas pela participação! Sabemos que depois desse grande avanço na divulgação da nossa música Gospel dentro de uma das maiores emissoras brasileiras, outras empresas, gravadoras e artistas serão encorajados a remar em mar aberto, investindo em novas mídias e, como consequência, novas oportunidades virão! E é essa a nossa intenção, que eventos cristãos invistam em divulgação tornando conhecido o potencial do nosso mercado! Abrindo portas de vez para que a música Gospel possa passar e se consolidar como mais um estilo respeitado dentro da música brasileira. Vemos esse momento não como um oba-oba, mas como uma oportunidade dada pelo nosso Pai Celestial para que o evangelho chegue em corações onde muitas pregações não entram. Ficamos felizes de Deus ter nos escolhido e nos capacitado para sermos os primeiros a construir uma grande ponte entre o Gospel e o laico. A gravação foi muito emocionante e com várias surpresas, agradecemos à Deus pela vida da apresentadora Eliana e de toda a produção do SBT e convidamos à todos para assistir o programa e se emocionar no próximo Domingo, dia 1º de Maio!”, conclui a jornalista.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

MUSEU DA MÚSICA GOSPEL BRASILEIRA

SÃO PAULO VAI GANHAR O PRIMEIRO MUSEU DA MÚSICA GOSPEL DO BRASIL

ORGANIZADORES DA EXPO MUSIC GOSPEL CRIAM O PRIMEIRO MUSEU DA MÚSICA GOSPEL EM SÃO PAULO


A palavra "Gospel", derivada do inglês antigo "God-spell" que significa good tidings, ou good news, em português, "boas novas," aludindo ao Evangelho Bíblico que nos narra as "boas novas ao mundo" — ou seja, a vinda de Cristo ao Mundo —, pelos livros dos Evangelhos Canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Ainda que o termo, "Música Gospel", possa abranger um campo da Música muito vasto, seus estilos, embora com nomes variados, possuem todos uma mesma essência e raiz — a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez, um dos velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do Gospel, foi o Negro Spirituals (em Português, as canções harmoniosas dos "Espirituais dos Negros"). O foco desta breve história é a música que fluiu da igreja afro-americana e inspirou uma abundância de corais modernos, artistas do mercado Rhythm & Blues, e o atual Gospel contemporâneo, além de outros estilos musicais do gênero. Os primeiros registros da evolução da música Gospel acontece com Thomas A. Dorsey (1899-1993), compositor de sucessos como "There Will Be Peace in The Valley", que foi largamente versionada em Português pelos grandes expoentes da música Gospel contemporânea virando o famoso hit "Paz no Vale", e é considerado por muitos, O Pai da Música Gospel. No início de sua carreira, ele era um importante pianista de Blues, conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933), numa convenção de músicos na Filadélfia, e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo de Jazz, tão parecido com o de Tindley. A Igreja, inicialmente, não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em 1994, após o seu falecimento, a revista norte-americana Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, "O Pai da Música Gospel"). Neste artigo, a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava "determinado para carregar a bandeira" a favor do Gospel. Assim ele fez. Investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (em português, "Se Você Ver o meu Salvador") e enviou para diversas igrejas do país. Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajuda de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras Sallie Martin (1896-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas, onde, por vários anos tinha sido proibida veementemente! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos EUA, em 1932.
Nessa época, muitos outros novos nomes apareceram. Talvez fossem "prisioneiros de uma velha corrente, mas agora estavam salvos" prontos para alimentar a nova corrente do Gospel, como Mahalia Jackson, Clara Ward e James Cleveland. Mahalia Jackson (1911-1972) foi convidada para cantar no televisionado Ed Sullivan Show, minutos antes do eternizado discurso pró-liberdade negra de Martin Luther King, em que ele disse as palavras certas na hora certa: I have a dream (em Português, "Eu tenho um sonho"). Mahalia acabou sendo a convidada para cantar durante a cerimônia do funeral do Reverendo King. Talvez, como num toque de mágica, ela escolheu uma canção de Dorsey: Take My Hand, Precious Lord (em Português, "Segure a minha mão, Amado Pai"). Clara Ward (1924-1973) junto ao The Ward Singers, foi uma artista com presença e substância. Sua canção Surely God is Able foi comentada como o primeiro disco de platina após a Segunda Guerra Mundial. Mas esta informação não pode ser confirmada pois a Recording Industry Association of America (RIAA, em português "Associação da Indústria de Gravação da América"), mantém que Edwin Hawkins Singers foi o primeiro vencedor do disco de ouro com um Gospel, em 1968, com o famoso sucesso, "Oh, Happy Day". Mas, Ward influenciou muitos artistas com seu estilo, incluindo nomes como Little Richard e Aretha Franklin, que mantém que Ward era seu ídolo. James Cleveland (1932-1991): se Dorsey foi aclamado, por muitos da indústria e seus seguidores, como o pai da música Gospel, o cantor Cleveland foi coroado, pelos seus admiradores, "The King of Gospel" (em Português, "O Rei do Gospel"). Ele recebeu nada menos do que quatro GRAMMYs, incluindo um póstumo pelo seu álbum "Having Church". Assim como Clara Ward, James Cleveland tinha muita presença com sua audiência. Ele não teve uma reputação de ter uma boa voz, mas conseguia agradar a todos que o ouviam. O seu grande feito foi fundar sua organização, em 1967, a "Gospel Music Workshop of America”, considerada a maior convenção de Gospel do mundo, hoje, com mais de 185 escritórios de representações.
O Gospel Moderno, em sua forma original, era geralmente interpretado por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de Gospel nas igrejas. Foi o caso da já citada Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles e Solomon Burke. O Gospel foi também se influenciando, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos Gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas músicas gritadas, com danças e roupas extravagantes. Deste estilo foram influenciados grupos e cantores de Rock dos anos 1950, desde Bill Haley e seus Cometas, passando por Jerry Lee Lewis, até Elvis Presley na década de 1960. Nas as décadas de 80 e 90, no exterior, o destaque é para os corais e solistas, como para Kirk Franklin e Fred Hammond.
No Brasil, nesta mesma época, acontece a popularização do estilo musical. Nomes como Actos 2, Kadoshi, Banda Rara, Rebanhão, no rap DJ Alpiste e no rock Oficina G3 e Katsbarnéa, começam a quebrar tabus dentro dos templos evangélicos, provando que a adoração à Deus pode ser feita em vários estilos musicais.
Passado quase duas décadas da popularização do estilo no Brasil, a música Gospel brasileira hoje é um sucesso! Que fatura bilhões e chama atenção de mídias, gravadoras, políticos e investidores dispostos a mergulhar nesse mar de ritmos, cheio de oportunidades e grandes peixes, é fato. Pesquisas recentes revelam que esse mercado é um dos mais rentáveis no país. Segundo dados da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), o estilo está presente entre os 20 CDs mais vendidos no Brasil. A Música Gospel que tinha espaço apenas dentro das igrejas no início do século XIX, hoje é executada em todos os cantos do mundo. No Brasil, espalhada em hipermercados, lojas de conveniência e lojas de discos, ela é um sucesso! Acha se tratar de um exagero na hora dos cálculos? Nada disso! A verdade é que atualmente esse mercado não pára de crescer e se multiplicar, movimenta R$ 1,5 bilhão por ano e é o único segmento fonográfico que cresce em venda de discos no País. O termômetro de tudo isso é a popularização do estilo, notado nos últimos anos nas grandes mídias: em 2007, na novela "Duas Caras", da Rede Globo, a cantora evangélica Aline Barros teve sua música "Recomeçar" incluída na trilha sonora da novela. Em 2009, o sucesso "Faz um milagre em mim", do cantor Regis Danese, virou tema até dos gols do "Fantástico". Em 2010, anúncios do Ministério Diante do Trono, Irmão Lázaro, participações de Fernanda Brum, Aline Barros e Ana Paula Valadão no "Domingão do Faustão" e muitas premiações como o prêmio Hutúz onde Dj Alpiste, rapper gospel, foi um dos premiados e até o Grammy Latino, que em anos passados premiou a cantora Soraya Moraes e esse ano Marina de Oliveira na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, confirmam que o mercado do Senhor tem a força.

É fato que o destaque para a Música Gospel não está apenas nos números. Não faz muito tempo que foi discutido pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) o Projeto de Lei PLC 29/09, que garante à Música Gospel os benefícios previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura, também conhecida como Lei Roaunet (Lei 8.313/91). Contudo, para que eventos de Música Gospel recebam os benefícios de tal lei, não podem ser promovidos por igrejas. Em contraposição, pessoas físicas e jurídicas poderiam aplicar parte do Imposto de Renda devido em ações culturais de Música Gospel. No Estado do Rio de Janeiro, a Música Gospel já é reconhecida como manifestação cultural e está inclusa na Lei 5.826, de 20 de Setembro de 2010, de autoria do Deputado Edson Albertassi, sancionada pelo Governador Sérgio Cabral. A lei cria facilidades na obtenção de patrocínios de empresas privadas para os eventos, ampliando ações e estimulando o crescimento do segmento. A iniciativa, que foi comemorada por profissionais e interessados no mercado, não deixa dúvidas que o estilo musical chegou para ficar.

Tal realidade vem atraindo diversos empresários dispostos a investir no setor. Velhas gravadoras do cenário musical estão criando selos gospel sendo exemplo desses investidores, que vêm se fixando no mercado e, com sua chegada, traz um grande acréscimo em qualidade de gravação, produção e distribuição ao mercado Gospel, além das grandes emissoras que aos poucos incluem em suas grades de programação artistas, pastores e produtos do mercado evangélico. Exemplo recente aconteceu dentro do Programa da Eliana no quadro "Tem um Cantor Gospel lá em casa". O quadro é um concurso que dará ao vencedor a produção e a divulgação de um CD no valor de R$ 60 mil e um prêmio de R$ 5 mil. Toda semana, um artista será jurado do quadro, que já estreou em segundo lugar no IBOPE, no horário nobre das tardes de Domingo. Isso prova o reconhecimento do celeiro de talentos e oportunidades que existem nesse setor. Outra questão, que não deve ser esquecida, é que com a popularização da Música Gospel, começa a se formar um novo tipo de público consumidor: aquele que compra porque aprecia o estilo, sem maiores comprometimentos religiosos. Um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), revelou que a venda de música digital cresceu 12% no mundo em 2009, representando 27% da receita do setor. Em 2008, esse patamar era de 21%. No site Sonora, um dos principais portais de download legalizado da América Latina, que pertence ao grupo Terra, cantores evangélicos se mantêm na lista dos favoritos do site, destacando-se por várias semanas consecutivas.

Só no Brasil, segundo uma matéria publicada recentemente no site do Uol, o mercado evangélico, num todo, cresce 8% ao ano, sendo mais de 45 milhões de evangélicos e anualmente são abertos 14 mil templos, sendo que a expectativa é que, até o final de 2011, este número atinja a casa das 55 milhões de pessoas, incrementando ainda mais os negócios Gospel. Luís André Brunet, pesquisador da SEPAL, prevê que em 2020 os evangélicos chegarão à marca de 109,3 milhões (52%) num total de 209,3 milhões de brasileiros, isto obviamente se a taxa de crescimento se mantiver nos patamares anteriores, sendo metade da população brasileira formada por evangélicos, o que consequentemente também reflete no segmento da Música Gospel. Estamos diante de uma revolução musical!

De um outro lado, os cantores do universo Gospel estão se profissionalizando mais e aprendendo a usar as mídias a seu favor, para divulgação dos seus trabalhos, explorando muito bem, por exemplo, a internet, com sites e espaços em redes sociais. O crescimento dos programas de tevê, jornais, revistas, portais e sites especializados, além de um grande número de rádios apenas tocando o segmento, somam a essa expansão do mercado de Música Gospel. Outro aspecto é a demanda pela procura de assessores de imprensa e de marketing para trabalho de imagem com escritórios especializados. Essas iniciativas tornam o artista conhecido em outros segmentos. Tudo isso reverte em vendas.

Além disso, a diversidade cultural do nosso país propicia o crescimento de muitos estilos, como Rap, Funk, Pagode, Sertanejo, entre outros. O mais consumido continua sendo o estilo “Adoração”, mais ligado à pregação ou ao próprio culto. Também é muito forte o estilo “Pentecostal”, mais carregado de palavras proféticas. O "Pop Gospel" aparece em terceiro lugar e agrada muito ao público mais jovem.

Junto com esse mercado em expansão, chamado "Gospel", onde o céu parece ser o limite, outros crescimentos também são notados, como, por exemplo, o crescimento do mercado de instrumentos musicais. O Brasil importou, em 2009, cerca de US$ 170 milhões em instrumentos musicais e exportou US$ 10 milhões, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Grande parte desse crescimento é consequência da demanda gerada pela expansão do mercado musical Gospel nas últimas duas décadas.

Em entrevista para uma revista do segmento musical, o especialista e professor de produção de som e coordenador de audiovisual da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Luiz Cláudio, relatou que "antes dos anos 90, o mercado de instrumentos e equipamentos musicais brasileiro era muito fraco. Na mesma época que a indústria automobilística se aqueceu no Brasil, no fim do século XX, também observamos a entrada de produtos musicais" – comenta Luiz Claudio. Ele lembra que o crescimento da competitividade interna influenciou o nascimento de fortes marcas brasileiras, que hoje são reconhecidas mundialmente. Além disso, o professor acredita que está havendo um maior interesse dos jovens por música. Segundo recente pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Música - entidade que reúne os principais fabricantes, importadores e distribuidores do segmento - em cada dez consumidores de instrumentos musicais e acessórios, quatro são evangélicos. A entidade estima que 40% da indústria musical seja absorvida pelos evangélicos, transformando o meio cristão no principal representante e comprador destes produtos.

De olho neste filão de mercado e atentos ao potencial consumidor dos evangélicos, empresas buscam se aproximar deste público e movimentar ainda mais um mercado que vai de vento em popa. Diversas empresas do setor de instrumentos musicais, áudio, iluminação e acessórios afirmam que o poder de compra dos evangélicos vem aumentando de forma representativa a cada ano.

Em recente matéria, a Diretora de Marketing Simone Sturino, da empresa Izzo, marca que investe pesado no segmento evangélico e que atua no mercado há 92 anos, sendo bem conhecida por sua excelência na fabricação e distribuição de grandes marcas de instrumentos e acessórios musicais, declarou: “Estimamos hoje que 60% dos compradores dos produtos da Izzo são evangélicos e a perspectiva de crescimento e aquecimento deste mercado é muito grande”. Outra estratégia usada pela Izzo para conquistar o público evangélico é apostar no endorsement de artistas cristãos. Atualmente, a empresa patrocina artistas como: David Fantazzini, Adilson Santos, Luis Fernando (baterista do Oficina G3) e o ministério Trazendo a Arca. Laura Bahia, gerente de marketing da Giannini, maior fabricante de instrumentos musicais da América Latina, com 110 anos de mercado, confirma os números passados por Simone e ainda acrescenta: "Todas as igrejas possuem pelo menos uma banda de música, por esse motivo estamos sempre buscando mais informações para nos adaptarmos às necessidades desse público", finaliza.

Diante desse universo de possibilidades e para eternizar toda essa história, a cidade de São Paulo foi escolhida para ser o berço e o lar do Primeiro Museu da Música Gospel Brasileira, dirigido pelos organizadores da "EXPO MUSIC GOSPEL - Feira Internacional de Artistas, Ministérios e Produtos Musicais Cristãos", maior feira Gospel da América Latina, que vai acontecer nos próximos dias, de 31 de Maio à 4 de Junho de 2011, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Sobre o museu, o acervo vai ser rico em detalhes, com discografia, fotos raras e muita história que jamais foram contadas. Vão ser citados músicos populares que tiveram influências das músicas tocadas dentro das igrejas. O Museu vai ser inaugurado no ano de 2012 e o local que já foi negociado está guardado em sigilo pela MR1, sendo divulgado apenas em 2012, segundo estratégias traçadas pelo departamento de marketing da agência. Mas, quem visitar esse ano a Expo Music Gospel vai poder conhecer e desfrutar um pouquinho de tudo que será exposto dentro do museu na Exposição "Gospel Memórias - Dias que não voltam mais".

Dentro da mesma feira, outro destaque vai ser o Espaço Hip-Hop, que vai homenagear a cultura Hip-Hop com a presença dos 4 elementos, o Break (B-Boys): que representa o corpo através da dança; o MC (Mestre de Cerimônias): a consciência, o cérebro; o DJ (Disk-Jockey): a alma, essência e raiz; e o Graffitii: a expressão da arte, o meio de comunicação. No mesmo local, vão acontecer batalhas de MC´s e DJ´s, e vai existir uma representação da Estação São Bento, para abrilhantar a festa por onde vão passar vários poetas-de-rua, além do público.

Segundo o organizador da feira e idealizador do Museu, o publicitário Marcelo Rebello, profissional reconhecido dentro e fora do Gospel, que tem em seu currículo passagem por vários eventos culturais e outras feiras, o objetivo da Expo Music Gospel é oferecer ao mercado um grande evento e um presente especial para todos os que gostam de Música Gospel, que é o Museu, ambos jamais vistos antes, com toda estrutura, transparência, seriedade e preocupação em atender às normas mundiais de qualidade total. São de Rebello as palavras: "Nossa intenção é preencher lacunas que sempre existiram dentro do mercado Gospel. Criamos um espaço totalmente dedicado à música, onde gravadoras, cantores independentes, indústrias de instrumentos musicais, lojistas, imprensa e, principalmente, o público serão muito bem-vindos. Vamos aproximar os artistas do seu público, os lojistas dos seus consumidores diretos e a imprensa da nossa feira, pois valorizamos a mídia como grandes parceiros. A Expo Music Gospel tem uma proposta totalmente inovadora e o que a torna diferente é exatamente o comprometimento com todo o mercado musical cristão, independentemente de tamanho, raça, cor, denominação ou poder aquisitivo. A feira é um grande sucesso de mídia, comercial e com certeza será de público, a marca do evento tem sido em apenas alguns meses conquistar um espaço que empreendimentos similares vêm tentando há anos sem êxito. Isto é fruto de muito profissionalismo, seriedade e, principalmente, de uma visão reta e centrada, onde a estrela maior é o Nosso Senhor Jesus Cristo. É um privilégio realizar a maior feira Gospel da América Latina e contar a história de tudo isso.", conclui.

Sobre a feira: http://www.expomusicgospel.com.br/

* Luciana Mazza

sábado, 19 de março de 2011

CARTÃO DE VANTAGENS VINCULADO À UMA FEIRA GOSPEL NO BRASIL

Que a Expo Music Gospel nasceu com a vocação empreendedora já não é mais nenhuma novidade. O termo “pioneirismo” tem sido a tônica do evento nos últimos meses. E seguindo esta tendência, a MR1 Comunicação & Marketing, agência líder no mercado Gospel, acaba de lançar o primeiro Cartão de Vantagens vinculado à uma feira no Brasil, o EXPO MUSIC GOSPEL CARD.

No mês de Março será distribuído o 1º lote do cartão, para 10.000 pessoas pré-selecionadas. Após o dia 20, já será possível fazer o cadastramento on-line para aquisição do cartão, que é GRÁTIS para o consumidor e sem nenhum tipo de comissionamento por parte da feira das vendas efetuadas nos estandes.
“A ideia com este cartão é o fomento de negócios e o aumento do relacionamento entre os expositores e o público, por meio de um Cartão de Vantagens gratuito que dá direito a benefícios e descontos especiais nas compras feitas nos dias de feira e também no site da Expo Music Gospel, que à partir da próxima semana já terá uma grade de produtos e serviços on-line à disposição de todos. Com isso, ao fechar um estande conosco, o expositor já tem à sua disposição uma loja virtual para vender seus produtos antes mesmo de começar a feira, bem como um grande público consumidor fidelizado. É uma estratégia inédita e inovadora de marketing no mercado da Música Gospel e, por que não dizer, do mercado cristão como um todo, afinal nunca houve nada parecido em outras feiras. Nossa visão mercadológica é pautada em criatividade e inovação com profissionalismo e planejamento das ações, focando sempre um maior resultado para todos os envolvidos. Já em Abril pretendemos chegar a 30.000 cartões, ampliando para 50.000 associados até o início da feira, no dia 31 de Maio. A Expo Music Gospel vai acontecer durante todo o ano, ainda vem muita coisa pela frente, aguardem! Nosso objetivo principal é que muitas vidas sejam abençoadas e que o nome de Jesus Cristo seja glorificado por meio de nosso trabalho e da mensagem musical Gospel.”, conclui Marcelo Rebello, publicitário idealizador da feira.

Quem visitar a feira e ainda não tiver o seu cartão, poderá fazer a sua solicitação nos terminais multimídia que estarão espalhados em alguns locais estratégicos da Expo Music Gospel e já poderá utilizá-lo instantaneamente, de forma ágil e sem burocracia. Na segunda fase do projeto, será implementada uma rede de serviços sociais e assistenciais gratuitos vinculados ao Cartão, bem como o desconto em eventos, shows, palestras, congressos e estabelecimentos comerciais. É a MR1 mais uma vez inovando, pensando no coletivo e presenteando o mercado!

10º FESTIVAL GOSPEL MUSIC CAFÉ

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

GIANNINI VAI EXPOR NA EXPO MUSIC GOSPEL

A Giannini, maior fabricante de instrumentos musicais da América Latina, com 110 anos de mercado, tendo participado ativamente da construção da cultura musical do país, já confirmou presença como expositor na Expo Music Gospel.
Laura Bahia, Gerente de Marketing da Giannini, declarou: "O mercado Gospel deve ser priorizado pelos fabricantes e distribuidores de instrumentos musicais. Todas as igrejas possuem pelo menos uma banda de música. Além de participar da cultura do país, a música também é uma forma de integração entre as pessoas. E a música Gospel é um tipo de socialização. Os números do mercado Gospel não mentem. Aproximadamente 60% dos clientes que compram instrumentos musicais estão envolvidos na cadeia de Música Gospel. Essa é a maior justificativa para se investir nesse mercado de constante crescimento. Apesar de ser um mercado fabuloso, estamos sempre buscando mais informações para nos adaptarmos às necessidades desse público. A Expo Music Gospel é a oportunidade que temos para nos aproximar desse público, fazer contatos, conhecer músicos, trocar informações e fortalecer a marca Giannini". finaliza.

Fonte: Informativo da Expo Music Gospel: http://www.expomusicgospel.com.br/

OMB-CRESP FECHA PARCERIA COM A EXPO MUSIC GOSPEL

Ribas Martins - Editor da Revista Músico!
É claro que na maior Feira de Música Gospel da América Latina não podia faltar o apoio da Ordem dos Músicos do Brasil, e foi exatamente isso que aconteceu. Na última quarta-feira (9), Marcelo Rebello, numa reunião com Ribas Martins, editor da Revista Músico, oficializaram parceria.
São de Ribas as palavras: "A Expo Music Gospel será mais um marco na história da música no Brasil, por valorizar o artista e o músico Gospel e revelar milhares de novos talentos. A participação da OMB na Expo Music Gospel, será de conscientização dos músicos credenciados ou não, mostrando a importância da sua profissionalização num mundo globalizado, incentivando a luta pelos seus direitos, e conscientizando que o Músico Profissional tem seu valor de mercado, como qualquer outra profissião, e que precisa ter seus rendimentos para sustentar sua família e investir na sua arte. A função da Expo Music Gospel é mostrar a grandiosidade que este mercado representa no Brasil e no mundo, e o resultado com certeza será a multiplicação desses números. Vamos ficar antenados, pois será um revolução como na internet, Facebook, Orkut, MSN e outros, virando tecnologia de ponta, quem for esperto e investir, verá... Visite os sites http://www.tribunadomusico.com.br/  e http://www.ombsp.org.br/ .”


Fonte: Informativo Expo Music Gospel - http://www.expomusicgospel.com.br/

NOITE DE LANÇAMENTO DA EXPO MUSIC GOSPEL

Aconteceu no dia 1º de Fevereiro de 2011, o lançamento da Expo Music Gospel, no Espaço Gourmet do Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Num clima de união e confraternização, a noite foi um marco na história da Música Gospel Brasileira.

Fonte e Fotos: Informativo Expo Music Gospel
O evento foi aberto pelo Pastor e Músico Silas Furtado, da lendária e respeitada Banda Kadoshi. Ele, depois da oração, falou à todos os presentes da importância daquele momento para a Música Gospel, com a chegada da Expo Music Gospel. Logo depois, foi a vez dos pockets shows. O primeiro a pisar no palco foi Manno Rah, revelação e representante do Hip Hop Gospel. Animando ainda mais a noite, o quarteto FLG fez os convidados do evento dançarem ao som do hit “Deus é mais”.
Em seguida, Rodrigo Mozart, com sua voz premiada, cantou duas músicas do seu CD "Simplesmente Servo" e Fernando Fé, recém chegado dos EUA, junto com sua banda, esquentou ainda mais o ambiente cantando músicas do seu novo DVD "EU Creio - Live in Flórida", que vai ser lançado na Expo Music Gospel.
Depois de Fernando, subiu ao palco Maurizio Sarcinella, representante do Centro de Exposições Imigrantes, que num breve discurso deu boas vindas à todos os presentes e falou da satisfação do local em receber a maior Feira de Música Gospel da América Latina, sendo a primeira feira gospel do Centro de Exposições. Declarou: "Sempre tivemos a vontade de ter uma feira Gospel aqui no nosso espaço e a Expo Music Gospel chegou justamente para realizar esse desejo.”, finalizou.
À convite da MR1, o apóstolo e empresário Agnaldo de Campos, da Igreja Renovação Cristã de Alphaville, levou uma palavra ao evento, falando sobre a necessidade de, quando Deus manda fazer algo, as pessoas entenderem e obedecerem. Falou sobre a Expo Music Gospel, da importância da feira e dos desafios que todo evento desse porte traz e consagrou a feira à Deus.
O publicitário e organizador da Expo Music Gospel, Marcelo Rebello, depois das orações subiu ao palco e apresentou dados sobre o mercado de Música Gospel, falou de como surgiu a ideia de fazer a feira e da necessidade desse evento no âmbito mercadológico e, principalmente, no espiritual. Ele declarou: “Essa feira não é nossa, foi um projeto que Deus colocou no nosso coração e que vem sendo abençoado por Ele”, disse Rebello em seu discurso de apresentação. O publicitário ainda contou detalhes da exposição Gospel Memórias - Dias que não voltam mais, que vai trazer toda a nostalgia dos anos dourados da Música Gospel brasileira, lançou o Espaço Hip Hop, que vai homenagear a cultura Hip Hop com a presença dos 4 elementos, o BREAK (B-Boys): que representa o corpo através da dança; o MC (Mestre de Cerimônias): a consciência, o cérebro; o DJ (Disk-Jockey): a alma, essência e raiz; e o GRAFFITI: a expressão da arte, o meio de comunicação. Revelou ainda que no mesmo local vão acontecer batalhas de MC´s, DJ´s e que vai existir uma reprodução da Estação São Bento, para abrilhantar a festa por onde vão passar vários Poetas-de-Rua do Gospel e secular, além do público.
Outra novidade divulgada foi a parceria do SBT com a Expo Music Gospel, na produção de um quadro, dentro do Programa Eliana, que vai ao ar todos os domingos em horário nobre, além de falar do Prêmio MR1 de Música Gospel, que vai acontecer paralelo à feira onde um júri técnico do secular e do Gospel vão julgar as obras recebidas de todos os artistas do segmento. Mazza acrescentou: "Nossa premiação vai avaliar a técnica dos artistas. Todas as obras vão ser avaliadas por este júri de pessoas que são consagradas na música brasileira e que, em breve, divulgaremos os nomes. O evento será de gala e fechado ao público. Nossa intenção é estimular a profissionalização do segmento e os investimentos técnicos na carreira dos artistas.”,concluiu a jornalista.
Prestigiaram ainda o coquetel, o jornalista e diretor de eventos da PUC-SP Jota Guido, o jornalista e músico Antonio Carlos Praxedes, o Editor da Revista da Ordem dos Músicos do Brasil Ribas Martins, Antoniel da Revista UP Gospel, o fotógrafo Décio Figueiredo, Marcos e Pollyana do Portal Guia-me, Samuel Dias do Portal Gospel Music Café, Mônica da Revista Show Gospel, DJ César da Rádio Rap Gospel, Valter da Rádio Pão da Vida, entre outras mídias que cobriram o coquetel, pastores e artistas.
Marcelo Rebello foi informado, através de sua assessoria de imprensa, no final do evento, sobre o falecimento do músico Sidney Cipriano, ex-vocalista do grupo Fat Family. Declarou: "Lamentamos profundamente o falecimento do Sidney, um talento ímpar da nossa música brasileira. Na Bíblia fala que devemos nos alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram. Nunca sabemos quando vamos ser chamados! Acreditamos que Deus escolheu hoje o Sidney para conhecê-lo face-a-face. E o que podemos fazer é oferecer nossos sentimentos e nossas orações à família e ao irmão Sidney dizer um "até breve’!"
Sobre a morte do artista, também conhecido como Sidney Sinay, Mazza declarou: “Estivemos juntos há alguns anos atrás, quando eu escrevia uma matéria para uma revista Gospel sobre a conversão do Fat Family. Lembro como o Sidney era simpático, talentoso e como amava à Jesus. Creio que hoje ele está junto do Pai. Cantando em outro palco! Descanse em paz, irmão Sidney!”, finaliza.

Mais informações: http://www.expomusicgospel.com.br/

TEM UM CANTOR GOSPEL LÁ EM CASA

EXPO MUSIC GOSPEL É NOTÍCIA NO SBT NO PROGRAMA DA ELIANA.
MR1 E SBT DIVULGAM PARCERIA NO QUADRO CHAMADO "TEM UM CANTOR GOSPEL LÁ EM CASA".
Em 15/2, o empresário Marcelo Rebello, diretor da agência MR1 e também idealizador da Expo Music Gospel, maior feira de Música Gospel da América Latina, gravou, juntamente com a cantora Marina de Oliveira da gravadora MK Publicitá, participação no Programa da Eliana, no novo quadro chamado "Tem um cantor Gospel lá em casa", que é um concurso para descobrir novos talentos da Música Gospel brasileira. O programa vai ao ar no próximo dia 27 de Fevereiro de 2011.
No dia da gravação, foi divulgada pela própria Eliana a parceria entre SBT e Expo Music Gospel, sendo a primeira vez que uma feira Gospel brasileira ganha visibilidade durante 2 meses seguidos numa TV aberta.
São de Mazza, diretora de comunicação da MR1 as palavras: “Fico feliz de mais uma vez ser a ponte entre o mercado Gospel e a mídia secular, e fazer parte desta história! Deus tem nos abençoado! Acredito que estamos vivendo um momento único no mercado de música Gospel brasileira e, também, na divulgação do mesmo. Se mostramos com profissionalismo para a imprensa secular o que temos de melhor no nosso mercado, a consequência são jornalistas das grandes redações e mídias abertas, bem munidos de informações e o desenrolar disso são boas matérias, que somam ao crescimento do nosso mercado valorizando-o e tornando-o mais conhecido e respeitado. Se temos bons jornalistas e assessores capacitados e bem relacionados dentro do segmento Gospel se torna bem menor a possibilidade de notícias errôneas ou deturpadas. O quadro Gospel dentro do Programa da Eliana mostra exatamente isso: uma sintonia entre o mercado Gospel e a mídia secular, onde todos são beneficiados. Com certeza é um marco! Agradeço à Deus pela vida dela e de toda a produção do Programa!”.
Quem desejar participar do novo quadro da Eliana, basta não ter ainda CD gravado, postar um vídeo de até 1 minuto no You Tube, cantando músicas de sucesso do circuito Gospel (composições próprias serão automaticamente desclassificadas) e, no final, salvar o arquivo com o nome "Tem um cantor Gospel lá em casa". As inscrições poderão ser feitas no site oficial do Programa, em www.sbt.com.br/eliana , à partir do dia 18 de Fevereiro. No final do concurso, o vencedor vai gravar um CD e receber mais um prêmio em dinheiro no valor de R$ 5.000,00.

Fonte: Expo Music Gospel News

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MUSICA GOSPEL MOVIMENTA R$ 1,5 BILHÃO

Anhembi recebe a primeira Expo Music Gospel do Brasil

Marina de Oliveira leva o Grammy Latino 2010
Melhor album de música cristã em lingua portuguesa
Que a Música Gospel fatura bilhões e chama atenção de mídias, gravadoras, políticos e investidores dispostos a mergulhar nesse mar de ritmos, cheio de oportunidades e grandes peixes, é fato. Pesquisas recentes revelam que esse mercado é um dos mais rentáveis no país. Segundo dados da Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD), o estilo está presente entre os 20 CDs mais vendidos no Brasil. A Música Gospel que tinha espaço apenas dentro das igrejas no início do século XIX, hoje é executada em todos os cantos do mundo. No Brasil, espalhada em hipermercados, lojas de conveniência e lojas de discos, ela é um sucesso! Acha se tratar de um exagero na hora dos cálculos? Nada disso! A verdade é que atualmente esse mercado não pára de crescer e se multiplicar, movimenta R$ 1,5 bilhão por ano e é o único segmento fonográfico que cresce em venda de discos no País. O termômetro de tudo isso é a popularização do estilo, notado nos últimos anos nas grandes mídias: em 2007, na novela "Duas Caras", da Rede Globo, a cantora evangélica Aline Barros teve sua música "Recomeçar" incluída na trilha sonora da novela. Em 2009, o sucesso "Faz um milagre em mim", do cantor Regis Danese, virou tema até dos gols do "Fantástico". Em 2010, anúncios do Ministério Diante do Trono, Irmão Lázaro, participações de Fernanda Brum, Aline Barros e Ana Paula Valadão no "Domingão do Faustão" e muitas premiações como o prêmio Hutúz onde Dj Alpiste, rapper gospel, foi um dos premiados e até o Grammy Latino, que em anos passados premiou a cantora Soraya Moraes e esse ano Marina de Oliveira na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, confirmam que o mercado do Senhor tem a força.

É fato que o destaque para a Música Gospel não está apenas nos números. Não faz muito tempo que foi discutido pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) o Projeto de Lei PLC 29/09, que garante à Música Gospel os benefícios previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura, também conhecida como Lei Roaunet (Lei 8.313/91). Contudo, para que eventos de Música Gospel recebam os benefícios de tal lei, não podem ser promovidos por igrejas. Em contraposição, pessoas físicas e jurídicas poderiam aplicar parte do Imposto de Renda devido em ações culturais de Música Gospel. No Estado do Rio de Janeiro, a Música Gospel já é reconhecida como manifestação cultural e está inclusa na Lei 5.826, de 20 de Setembro de 2010, de autoria do Deputado Edson Albertassi, sansionada pelo Governador Sérgio Cabral. A lei cria facilidades na obtenção de patrocínios de empresas privadas para os eventos, ampliando ações e estimulando o crescimento do segmento. A iniciativa, que foi comemorada por profissionais e interessados no mercado, não deixa dúvidas que o estilo musical chegou para ficar.


Tal realidade vem atraindo diversos empresários dispostos a investir no setor. As gravadoras Som Livre e a Sony Music são exemplos desses investidores, que vêm se fixando no mercado e, com sua chegada, trazem um grande acréscimo em qualidade de gravação, produção e distribuição ao mercado Gospel. Outra questão, que não deve ser esquecida, é que com a popularização da Música Gospel, começa a se formar um novo tipo de público consumidor: aquele que compra porque aprecia o estilo, sem maiores comprometimentos religiosos. Um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), revelou que a venda de música digital cresceu 12% no mundo em 2009, representando 27% da receita do setor. Em 2008, esse patamar era de 21%. No site Sonora, um dos principais portais de download legalizado da América Latina, que pertence ao grupo Terra, cantores evangélicos se mantêm na lista dos favoritos do site, destacando-se por várias semanas consecutivas.

Só no Brasil, segundo uma matéria publicada recentemente no site do Uol, o mercado evangélico, num todo, cresce 8% ao ano, sendo mais de 45 milhões de evangélicos e anualmente são abertos 14 mil templos, sendo que a expectativa é que, até 2011, este número atinja a casa das 55 milhões de pessoas, incrementando ainda mais os negócios Gospel, o que certamente também reflete no segmento da Música Gospel. Estamos diante de uma revolução musical!

De um outro lado, os cantores do universo Gospel estão se profissionalizando mais e aprendendo a usar as mídias a seu favor, para divulgação dos seus trabalhos, explorando muito bem, por exemplo, a internet, com sites e espaços em redes sociais. O crescimento dos programas de tevê, jornais, revistas, portais e sites especializados, além de um grande número de rádios apenas tocando o segmento, somam a essa expansão do mercado de Música Gospel. Outro aspecto é a demanda pela procura de assessores de imprensa e de marketing para trabalho de imagem com escritórios especializados. Essas iniciativas tornam o artista conhecido em outros segmentos. Tudo isso reverte em vendas.

Além disso, a diversidade cultural do nosso país propicia o crescimento de muitos estilos, como Rap, Funk, Pagode, Sertanejo, entre outros. O mais consumido continua sendo o estilo “Adoração”, mais ligado à pregação ou ao próprio culto. Também é muito forte o estilo “Pentecostal”, mais carregado de palavras proféticas. O "Pop Gospel" aparece em terceiro lugar e agrada muito ao público mais jovem.

Junto com esse mercado em expansão, chamado "Gospel", onde o céu parece ser o limite, outros crescimentos também são notados, como, por exemplo, o crescimento do mercado de instrumentos musicais. O Brasil importou, em 2009, cerca de US$ 170 milhões em instrumentos musicais e exportou US$ 10 milhões, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Grande parte desse crescimento é consequência da demanda gerada pela expansão do mercado musical Gospel nas últimas duas décadas.

Em recente entrevista para uma revista do segmento musical, o especialista e professor de produção de som e coordenador de audiovisual da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Luiz Cláudio, relatou que "antes dos anos 90, o mercado de instrumentos e equipamentos musicais brasileiro era muito fraco. Na mesma época que a indústria automobilística se aqueceu no Brasil, no fim do século XX, também observamos a entrada de produtos musicais" – comenta Luiz Claudio. Ele lembra que o crescimento da competitividade interna influenciou o nascimento de fortes marcas brasileiras, que hoje são reconhecidas mundialmente. Além disso, o professor acredita que está havendo um maior interesse dos jovens por música. Segundo recente pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Música - entidade que reúne os principais fabricantes, importadores e distribuidores do segmento - em cada dez consumidores de instrumentos musicais e acessórios, quatro são evangélicos. A entidade estima que 40% da indústria musical seja absorvida pelos evangélicos, transformando o meio cristão no principal representante e comprador destes produtos.

De olho neste filão de mercado e atentos ao potencial consumidor dos evangélicos, empresas buscam se aproximar deste público e movimentar ainda mais um mercado que vai de vento em popa.

Diversas empresas do setor de instrumentos musicais, áudio, iluminação e acessórios afirmam que o poder de compra dos evangélicos vem aumentando de forma representativa a cada ano.


Em recente entrevista ao Portal Guia-me, a Diretora de Marketing Simone Sturino, da empresa Izzo, marca que investe pesado no segmento evangélico e que atua no mercado há 92 anos, sendo bem conhecida por sua excelência na fabricação e distribuição de grandes marcas de instrumentos e acessórios musicais, declarou: “Estimamos hoje que 60% dos compradores dos produtos da Izzo são evangélicos e a perspectiva de crescimento e aquecimento deste mercado é muito grande”. Outra estratégia usada pela Izzo para conquistar o público evangélico é apostar no endorsement de artistas cristãos. Atualmente, a empresa patrocina artistas como: David Fantazzini, Adilson Santos, Luis Fernando (baterista do Oficina G3) e o ministério Trazendo a Arca.


Diante desse universo de possibilidades, e como todo segmento tem uma feira que o representa, nasce no coração financeiro e cultural do país, em São Paulo, a primeira edição da "EXPO MUSIC GOSPEL - Feira Internacional de Artistas, Ministérios e Produtos Musicais Cristãos", organizada pela empresa MR1 Comunicação & Marketing, que vai acontecer dos dias 12 à 16 de Abril de 2011, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. O evento terá duração de cinco dias, todos eles abertos ao público. Nos 3 primeiros dias, a feira terá dois momentos distintos: entre as 09:00 e 13:00 horas, o acesso será restrito a lojistas, músicos, pastores, mídia e profissionais ligados ao setor musical. Das 13:00 até as 21:00, o público em geral vai poder conhecer a feira e desfrutar do que ela tem de melhor. Nos dias 15 e 16 (sexta e sábado), vai ser antecipado a entrada do público, podendo a feira ser visitada por todos das 10:00 às 22:00 horas. Segundo a agência MR1 Comunicação & Marketing, o nome escolhido é atual, já que o crescimento da Música Gospel no Brasil é uma realidade dos dias atuais; inovador, pois é o único em sua categoria; direto, pois insinua que o participante terá grandes chances de sair do evento com um alto índice de venda e de institucionalização, gerando negócios e relacionamento direto com o público e com as mídias; e segmentado, já que despertará interesse quase que exclusivo dos interessados em Música Gospel.


Entrevistado na última semana, o Diretor de Marketing e Vendas do Anhembi, Milton Longobardi, faz coro junto à agencia e fala sobre o evento: "É com muito orgulho que o Anhembi Parque recebe a primeira edição da Expo Music Gospel. Um dos maiores espaços destinado a eventos da América Latina não poderia deixar de abrigar o segmento de Música Gospel, que hoje já ocupa o 2º lugar de gênero musical mais vendido no Brasil e movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano. Nosso Palácio tem toda a infra-estrutura e conta com a mais qualificada e dedicada equipe para fazer do evento Expo Music Gospel um grande sucesso. É com muita honra que o Anhembi Parque receberá a EXPO MUSIC GOSPEL como parte dos seus 40 anos de sucesso."

Outra novidade já confirmada é o chamado "Prêmio MR1 de Música Gospel", que vai acontecer em paralelo à feira, no dia 12 de Abril de 2011, às 20:00 horas, no Teatro Elis Regina, no Anhembi. Um evento de gala, segundo seus idealizadores à altura dos grandes nomes que existem no circuito da Música Gospel. Julgado por um júri seleto de entendidos do assunto, nomes de destaque da música brasileira. Serão premiados, homenageados e reconhecidos os melhores profissionais e personalidades do ano que têm ligação direta e indireta com o mercado da Música Gospel, bem como por meio de uma categoria especial "Projeto Social", onde é destacada a importância da responsabilidade que este segmento tem com a sociedade. Além disso, serão premiados também: melhor CD, DVD, Video Clipe, Site, Blog, Mídia, Performance de Palco, Banda, Cantor, Produtor, entre outros.

Na Expo Music Gospel, o espiritual e o social também são assuntos importantes. Será doado o dízimo do lucro líquido, distribuído em 100 igrejas que mais levarem membros para a feira. Doação de oferta missionária para auxiliar estas igrejas a cumprir seu papel de ajuda à sociedade por meio das obras sociais e filantrópicas. Sobre o social, o evento servirá como ponte para pontos de arrecadação de alimentos, brinquedos e agasalhos, que serão doados para 10 entidades beneficentes.

Segundo seus idealizadores, o publicitário Marcelo Rebello e a jornalista Luciana Mazza, ambos profissionais reconhecidos dentro e fora do Gospel, que têm em seu currículo passagem por outras feiras, o objetivo da Expo Music Gospel é presentear o mercado com mais uma oportunidade de fomentar relacionamentos, gerar negócios, aproximar o público dos artistas que gostam, unir gravadoras e seus artistas, cantores independentes, atrair mídias, comerciantes e público. Outro fator de interesse é a reunião, em um único local, de todos os profissionais que participam das etapas de concepção, produção, divulgação e articulação de estratégias do mercado musical Gospel. Será um local democrático, onde cada expositor terá total liberdade para definir o formato, estratégias e atrações para seu estande, sem restrições limitadoras, sendo os únicos fatores de limitação a criatividade, o bom-senso e a ética no relacionamento com o mercado, o público e demais expositores. O desejo é que a feira seja um grande palco de oportunidades para todos, sem preconceitos sociais ou raciais, pois a música é universal e não permite isso. São de Mazza as palavras: "Esperamos que a quilômetros de distância possamos ouvir o barulho dessa grande festa!"

Maiores informações no site oficial do evento: http://www.expomusicgospel.com.br/.

Fonte: Luciana Mazza

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Banda Petra finalmente em Curitiba

Curitiba vai receber no dia 14 agosto a maior banda de rock’n roll gospel do mundo

Emblemático. É o que promete ser o show da maior banda de rock n’roll gospel do mundo de todos os tempos. Depois de cinco anos, o Petra retorna ao Brasil e vai
fazer a alegria de milhares de fãs. Depois de uma apresentação em Goiânia, será a vez de Curitiba receber a banda, que vem pela primeira vez à cidade; e para uma única apresentação.
De acordo com Everaldo Borges, teólogo e pastor da igreja Fonte da Vida, o show promete ser um sucesso de público, e a quantidade de fãs que vão vir para a cidade certamente irá fomentar o turismo em Curitiba no fim de semana do dia 14 de agosto, dia que o evento será realizado. “Com esse show vai haver uma movimentação econômica, já que a banda tem um público fiel que não mede esforços para estar nesta apresentação”, diz.
Para o show de Curitiba, está prevista toda a capacidade do Masterhall, que comporta cerca de 4300 pessoas. Muitos dos fãs do Petra, segundo os organizadores, são de diversas localidades do Brasil e inclusive do exterior. É o que afirma o produtor do Show, Oswaldo Eustáquio Filho. “Já temos ingressos vendidos para fãs daqui da região Sul e de todas as regiões do país. Também temos fãs da Argentina e da Venezuela que já confirmaram presença”, destaca.
Para o pastor Pipe, da igreja Gólgota, conhecida por adotar o rock como estilo, tanto o público cristão como os fãs de rock em geral terão uma boa oportunidade para conferir a apresentação do grupo: “O Petra é uma banda muito conceituada de White Metal, tem um som característico, além de ser reconhecida musicalmente, prova disso são seus vários prêmios musicais como o Grammy”, comenta o pastor.
Caravanas
Muitas cidades estão mobilizando caravanas para este show. São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis, Londrina, são apenas alguns exemplos que podem ser seguidos por quem não é de Curitiba. A organização do evento está buscando parcerias com hotéis e restaurantes para atender bem quem vem de fora. O disk ingressos também atende caravanas e envia os ingressos para todo o Brasil. Não perca esta oportunidade!


Sobre a banda Petra
O Petra é uma banda norte-americana de rock cristão formada em 1972 pelos guitarristas e compositores Bob Hartman e Greg Hough. "Petra" significa "rocha" em grego, e é uma alusão tanto ao estilo musical da banda (rock é o termo em inglês para rocha) como também à crença cristã na Bíblia, pois os cristãos referem-se a Jesus Cristo como A Rocha, ou como diz a Bíblia, "a pedra angular rejeitada pelos construtores".
A banda tem grande sucesso no meio cristão, tendo ganhado muitos prêmios e vendido milhões de discos. Seu pioneirismo no estilo é aclamado por fãs até hoje. Muitas bandas que vieram depois se inspiraram no Petra. Os primeiros anos da banda no entanto foram de grande polêmica no meio cristão protestante dos EUA, pois o Rock era mal visto pelos cristãos conservadores norte-americanos na época. O Petra só ganhou o sucesso e a aceitação depois de quase oito anos no anonimato. Desde então a banda esteve constantemente na ativa até o ano 2005.
Apesar de já ter seguido muitos estilos de Rock, o Petra gravou mais álbuns em estilo Hard rock. Uma característica marcante da banda são suas letras abrangentes, que tratam tanto de crítica social e moral, como de exortação cristã e pregação da crença em Cristo.

O início
A banda foi fundada pelos guitarristas e compositores Bob Hartman e Greg Hough em 1972, enquanto estudavam no Christian Training Center em Fort Wayne, Indiana, EUA. A banda fazia parte do Jesus Movement, um movimento cristão de contrapartida ao movimento Hippie. O álbum de estréia que leva o nome da banda foi lançado em 1974.

Os anos 80 e o sucesso
Com o início da década de 80, o Petra grava o álbum Never Say Die, com um som mais pesado, no estilo Hard rock. A fórmula deu certo, e o Petra emplacou nas paradas de sucesso da música gospel, com músicas sendo tocadas extensivamente nas rádios. Os próximos dois álbuns seguiram o estilo Hard rock: More Power To Ya em 1982 e Not of This World em 1983.
Com o sucesso que vinha fazendo, o Petra gravou em 1985 um álbum ao vivo, o Captured In Time And Space. John Schlitt, ex-vocalista da banda Head East foi convidado para a banda. Com essa formação o Petra gravou Back To The Street em 1986 e This Means War em 1987. Estes álbuns possuem um estilo um pouco diferente do anterior. Os teclados estão mais presentes, lembrando o som de bandas de Glam metal, como Van Halen. A voz de John Schlitt também é um grande diferencial nesta fase da banda. O álbum On Fire foi um sucesso, levando a banda a ganhar seu primeiro Grammy, de melhor performance gospel. Em 1989 a banda gravou um álbum de hinos protestantes conhecidos, chamado Petra Praise: The Rock Cries Out.
Os anos 90
Com a formação da banda estável, Petra gravou em 1990 o álbum Beyond Belief, considerado pela maior parte dos fãs o melhor da banda. Este álbum é marcado por um som pesado e ritmado. Em 1991 veio Unseen Power, com mais teclados. Em 1992 o álbum Petra Praise foi regravado com os vocais em espanhol e lançado como Petra En Alabanza.
O ano de 1993 foi lançado o álbum Wake-Up Call. Este disco possui uma combinação de som pesado, músicas rápidas, baladas e uma ótima performance do vocalista John Schlitt. Estes três últimos trabalhos da banda, com exceção de Petra en Alabanza, foram os maiores sucessos de sua carreira, todos sendo premiados com o Grammy de melhor álbum de gospel rock do ano.
Após a turnê de Wake-Up Call, a banda teve uma mudança no seu time. Entram então o tecladista Jim Cooper, que era técnico de John Lawry, e o guitarrista David Lichens. A banda grava e lança em 1995 o álbum No Doubt.
Últimos trabalhos
Em 2000 o Petra lança Double Take, um álbum com os maiores sucessos da banda em versão acústica. O álbum levou a banda a ganhar seu último Grammy, de melhor álbum de Gospel rock do ano.
Em 2001 o Petra lançou o Revival, um outro álbum de hinos de louvor. Este álbum ganhou alguma atenção para a banda, que saiu para uma turnê com os novos membros Bryce Bell (teclados), Quinton Gibson (guitarra) e Greg Bailey (baixo). A turnê obteve um bom sucesso.
Em 2003 o grupo gravou Jekyll and Hyde, o álbum mais pesado já gravado pela banda, recebendo boas críticas.
Então Bob Hartman, não suportando mais os recentes altos e baixos e a pouca atenção que o grupo tinha nos Estados Unidos, decide encerrar a banda no fim de 2005.. Em 4 de outubro daquele ano, a banda grava um show em Franklin, Tennessee, junto com os antigos integrantes John Lawry e Greg Volz, e lança como seu segundo e último álbum ao vivo: Petra Farewell (farewell significa "adeus" em inglês), que também foi lançado em DVD.
O Petra está se reunindo em 2010 para algumas apresentações. No Brasil terá dois shows, o primeiro em Goiânia, no dia 13 de agosto e o segundo em Curitiba no dia 14 de agosto.

Serviço:
Show da Banda Petra em Curitiba
Data: 14 de agosto de 2010
Local: Curitiba MasterHall
Rua Itajubá, 143 - Portão - Curitiba - PR.
Fone: + 55 41 3248 1001

Classificação
16 anos. Menores entre 10 e 15 anos somente acompanhados dos pais.
É obrigatório a apresentação de documento com foto (rg, cnh ou carteira de trabalho) na entra
da (portaria) do evento.



Preços dos ingressos para o show do Petra em Curitiba
Camarote coletivo: R$ 55,00.
Pista meia entrada: R$ 33,00.
Mesas para 4 pessoas com ingresso incluso: R$ 300,00.
Pista promocional quilo de alimento: R$ 33,00.
Inteira: R$ 63,00.
Área vip frente ao palco: r$ 75,00.
Camiseta oficial: R$30,00

quinta-feira, 24 de junho de 2010

VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DA MÚSICA GOSPEL RECEBEM HOMENAGEM NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Eduardo Berzin Filho, presidente da EBF Comunicações, agradece homenagem recebida na Assembleia Legislativa de SP.

A notícia a serviço da Igreja brasileira. Com este propósito, que há mais de dez anos, norteia os produtos e serviços da EBF Comunicações, que publica as Revistas Igrejas, Consumidor Cristão, portal Creio, TV Cristã, e promove a EXPOCRISTÃ e a Rio Cristã, através de seu presidente Eduardo Berzin Filho, recebeu nesta segunda-feira, dia 21 de junho, no Plenário Juscelino Kubitschek , em comemoração ao dia da mídia.
Solicitada pelo deputado José Bruno (DEM), a sessão solene foi dividida em três categorias: veículos evangélicos, instituições ligadas à comunicação e profissionais de imprensa. Ao todo foram 22 agraciados, que representaram as mais diversas áreas da mídia e da comunicação. Eduardo Berzin Filho recebeu títulos ao lado do apresentador de TV, Éber Cocarelli; o comentarista da Rede Record, Percival de Souza e o diretor de comunicação da Sociedade Bíblica do Brasil, Erni Seibert; e representantes da Sepal, Amme e Portas Abertas.
Representando o grupo EBF Comunicações, Berzin agradeceu a iniciativa do deputado José Bruno. “A EBF Comunicações, através de seus veículos como as revistas Igreja, Consumidor Cristão, portal Creio, TV Cristã e a EXPOCRISTÃ fazem parte de um grande ministério, um chamado de Deus para servir à igreja brasileira através da notícia e de grandes mobilizações. Somos agradecidos por este reconhecimento”, enfatizou.
O evento contou ainda com números musicais com a líder do Ministério Diante do Trono, Ana Paula Valadão; Denyse Bittencourt, o instrumentista Rodrigo Soeiro, o saxofonista André Paganelli e o Coral Metropolitano Evangélico de São Paulo, com 15 vozes, participaram da solenidade. O apresentador da RIT Eber Cocarelli, também recebeu a congratulação e lembrou de como a Igreja, após resgatar áreas como a Educação Cristã, a Música, Literatura, agora precisa alcançar as comun icações. “Precisamos de credibilidade. Termos de desafio de falar para o mundo e não para os crentes.”. Após número de Denyse Bittencourt, Percival de Souza, o comentarista da Rede Record, lembrou que a pomba na Arca de Noé foi o primeiro repórter citado na Bíblia. “Servir a Deus através da notícia exige de nós conhecimento e determinação perante os ateus contemporâneos. Propagar o Evangelho é um serviço que Ele nos confiou”, finalizou.