quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Show de Rock no Terminal São Mateus
A Secretaria de Participação e Parceria (SMPP), juntamente com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), promovem no próximo dia 16, às 18h, mais um show do Projeto Som Jovem com cantor e guitarrista Luiz Navarro no Terminal São Mateus, Zona Leste de São Paulo.
Após tocar com a banda Emplasto por cinco anos, Luiz Navarro, agora em carreira solo, apresenta suas músicas com repertório bem variado e pop, mas sempre com um bom toque do antigo rock.
Luiz Navarro tocou como guitarrista e segunda voz se apresentando em vários locais de São Paulo. A procura de novos desafios encara uma nova fase interpretando suas próprias canções e de parceiros que traduzem muito bem sua personalidade.
Administrado pela Coordenadoria da Juventude, o Projeto Som Jovem é fruto da parceria entre a SMPP e a São Paulo Transporte (SPTrans), que disponibiliza espaços onde diversos músicos emergentes tem a oportunidade de apresentar shows com os mais variados estilos musicais.
Os shows acontecem em pontos estratégicos da Cidade de São Paulo na hora do rush e já se tornou mais uma opção de entretenimento e diversão gratuita para toda a população.
Serviço:
Som Jovem - Terminal São Mateus
Quando: 16 de agosto
Horário: 18h
Endereço: Terminal São Mateus - Av. Adélia Chohfi
Videoclipe contra exploração sexual infanto-juvenil tem mais de 40 mil acessos
Gravação contou com a participação de 22 artistas da música brasileira. Juntos, eles cantaram, num gesto de carinho, em favor de milhares de crianças e adolescentes
Com apenas um mês desde o lançamento oficial, o videoclipe da música Carinho de Verdade já contabiliza 42 mil acessos no site YouTube. Luan Santana, Ivete Sangalo, Xuxa, Maria Gadú e outros 18 cantores, ícones de diversos estilos musicais, abraçaram a causa, voluntariamente, contra a exploração sexual de crianças e adolescentes.
A gravação também circula nas páginas do Twitter e Facebook, onde já alcançou aproximadamente 20 mil visualizações e compartilhamentos. O clipe foi lançado oficialmente durante o seminário de comemoração aos 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, no dia 13 de julho, em Brasília.
O videoclipe da Campanha Carinho de Verdade, foi desenvolvido pelo Conselho Nacional do SESI. Para a produção, a instituição reuniu um grande time: Luiza Possi, Luan Santana, Fafá de Belém, Sandra de Sá, Ivete Sangalo, Xuxa, Maria Gadú Zélia Duncan, Fagner, Vitor e Léo, Lenine, Jerry Adriani, Toni Garrido, Aline Barros, Léo Jaime, Daniel, Preta Gil, Saulo (Banda Eva), Buchecha, Beth Carvalho e padre Fábio de Melo. O clipe está disponível no portal da campanha: www.carinhodeverdade.org.br.
Além da canção, gravada no Rio de Janeiro, os artistas também deixaram vários depoimentos em favor da proteção aos direitos de crianças e adolescentes. O padre Fábio de Melo ressaltou a necessidade de uma nova postura da sociedade brasileira diante do problema da exploração: "Cuidar bem de uma criança é dar ao mundo a oportunidade de ser melhor. A gente muda o mundo mudando a nossa consciência, o nosso jeito de enxergar as coisas".
Já Fafá de Belém afirmou que é preciso falar abertamente sobre o tema e denunciar os casos de violência. "É fundamental falar, alertar amigos e familiares sobre a necessidade de denunciar casos de abuso e exploração sexual, pois muitas vezes o violador é um familiar ou alguém muito próximo e por isso a criança não o denuncia", destacou.
Carinho de Verdade – A campanha teve início no ano passado, com o objetivo de mobilizar a sociedade para o enfrentamento de questões, como o abuso e a exploração sexual infantojuvenil por meio de denúncias ao Disque 100. Seu lançamento foi realizado no Rio de Janeiro, junto a um dos maiores cartões postais do Brasil, onde foi feita uma simulação por meio de projetores do “maior abraço do mundo”, levando o Cristo Redentor a "abraçar" a causa.
Para assistir o videoclipe, acesse: http://www.carinhodeverdade.org.br
Com apenas um mês desde o lançamento oficial, o videoclipe da música Carinho de Verdade já contabiliza 42 mil acessos no site YouTube. Luan Santana, Ivete Sangalo, Xuxa, Maria Gadú e outros 18 cantores, ícones de diversos estilos musicais, abraçaram a causa, voluntariamente, contra a exploração sexual de crianças e adolescentes.
A gravação também circula nas páginas do Twitter e Facebook, onde já alcançou aproximadamente 20 mil visualizações e compartilhamentos. O clipe foi lançado oficialmente durante o seminário de comemoração aos 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, no dia 13 de julho, em Brasília.
O videoclipe da Campanha Carinho de Verdade, foi desenvolvido pelo Conselho Nacional do SESI. Para a produção, a instituição reuniu um grande time: Luiza Possi, Luan Santana, Fafá de Belém, Sandra de Sá, Ivete Sangalo, Xuxa, Maria Gadú Zélia Duncan, Fagner, Vitor e Léo, Lenine, Jerry Adriani, Toni Garrido, Aline Barros, Léo Jaime, Daniel, Preta Gil, Saulo (Banda Eva), Buchecha, Beth Carvalho e padre Fábio de Melo. O clipe está disponível no portal da campanha: www.carinhodeverdade.org.br.
Além da canção, gravada no Rio de Janeiro, os artistas também deixaram vários depoimentos em favor da proteção aos direitos de crianças e adolescentes. O padre Fábio de Melo ressaltou a necessidade de uma nova postura da sociedade brasileira diante do problema da exploração: "Cuidar bem de uma criança é dar ao mundo a oportunidade de ser melhor. A gente muda o mundo mudando a nossa consciência, o nosso jeito de enxergar as coisas".
Já Fafá de Belém afirmou que é preciso falar abertamente sobre o tema e denunciar os casos de violência. "É fundamental falar, alertar amigos e familiares sobre a necessidade de denunciar casos de abuso e exploração sexual, pois muitas vezes o violador é um familiar ou alguém muito próximo e por isso a criança não o denuncia", destacou.
Carinho de Verdade – A campanha teve início no ano passado, com o objetivo de mobilizar a sociedade para o enfrentamento de questões, como o abuso e a exploração sexual infantojuvenil por meio de denúncias ao Disque 100. Seu lançamento foi realizado no Rio de Janeiro, junto a um dos maiores cartões postais do Brasil, onde foi feita uma simulação por meio de projetores do “maior abraço do mundo”, levando o Cristo Redentor a "abraçar" a causa.
Para assistir o videoclipe, acesse: http://www.carinhodeverdade.org.br
SELO SESC LANÇA DVD “DE SPECTRIS SONORUM,” DE FLO MENEZES, EM CONCERTO NO SESC CONSOLAÇÃO
Autor apresenta obras eletroacústicas produzidas no período de 1986 a 2007, que integram DVD (surround 5.1) ilustrado por vídeos experimentais, em concerto com orquestra de alto-falantes da Unesp
O Selo SESC lança o DVD “De Spectris Sonorum”, que apresenta a produção criativa de Flo Menezes entre 1986 e 2007, em versão multi-espacial (surround 5.1). Um concerto do autor com a orquestra de alto-falantes da Unesp, no dia 17 de agosto, no Teatro Anchieta, no SESC Consolação marca o lançamento. As obras escolhidas para a produção abordam desde as primeiras experiências de Menezes no universo eletroacústico até obras mistas mais recentes, conjugando recursos eletroacústicos com solistas, quarteto de cordas ou grande orquestra.
Ao ouvir o DVD em home theater, é possível apreciar de maneira única o trabalho do autor, pois o espaço constitui um dos parâmetros mais fundamentais de poética musical de Menezes. Vídeos experimentais de artistas como Kiko Goifman, Jurandir Müller, Carmela Gross, Regina Johas, Alberto Lefèvre e Branca de Oliveira ilustram as peças. O DVD também traz o registro da estreia da obra “Traces” (2007) com o renomado Arditti String Quartet, gravado pela SESC TV no Teatro do Sesc Vila Mariana.
Inovações radicais do século XX, como a utilização de aparatos eletrônicos como matrizes sonoras para a música de concerto realizada por criadores como Pierre Schaeffer, Pierre Henry e Herbert Eimert tornaram necessária a elaboração de novas gramáticas para a composição e a escuta. Nomes fundamentais da arte musical dos últimos cem anos, como Karlheinz Stockhausen, Luciano Berio e Pierre Boulez dedicaram-se ao desenvolvimento e consolidação desse novo modelo estético.
As criações de Flo Menezes emergem inicialmente de sua relação com estes mestres, que figuram entre aqueles com os quais completou uma sólida formação iniciada no Brasil sob a tutela de Willy Corrêa de Oliveira. Seu reconhecimento internacional, comprovado pelos diversos e importantes prêmios e concertos coroam um trabalho de grande independência e criatividade artísticas, ao mesmo tempo em que permanece constantemente voltado à educação e à difusão da música eletroacústica no Brasil.
A vanguarda e a experimentação da obra de Flo Menezes faz do autor um expoente de grande relevância para essa linguagem que, embora tenha um histórico de mais de cinqüenta anos, ainda causa espanto, interesse e admiração pela sua complexa expressividade.
Sobre Flo Menezes - Estudou composição na Universidade de São Paulo (USP) e fez mestrado em música eletrônica em Colonia (Alemanha). Atuou como compositor convidado do Centro di Sonologia Computazionale, da Universidade de Pádua, Itália, onde se especializa em música computacional.Doutorou-se pela Universidade de Liège, na Bélgica, com tese premiada, no 1º Concurso Internacional de Musicologia, em Latina, Itália. Fez pós-doutorado na Fundação Paul Sacher, Basiléia (Suíça). Em 1997 recebeu um dos méritos acadêmicos mais valorizados no meio ao tornar-se o livre-docente mais jovem da história da Unesp. Menezes obteve os principais prêmios Internacionais de Composição Eletroacústica em países como Paris, Argentina, Áustria, Itália, entre outros. É autor de vários textos e de cinco livros, publicados no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Considerado pela crítica dentro e fora do Brasil como um dos principais compositores de sua geração, Flo Menezes é Professor de Composição e Música Eletroacústica da Unesp e Diretor do Studio PANaroma daUnesp.
SERVIÇO:
SELO SESC LANÇA DVD “DE SPECTRIS SONORUM”, DE FLO MENEZES, EM CONCERTO NO SESC CONSOLAÇÃO
Quarta-feira, 17 de Agosto, às 21h
SESC Consolação. Teatro Anchieta
Rua Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque
Telefone: 11 3234-3000
Não recomendado para menores de 14 anos
Ingressos: R$ 10,00 [inteira]; R$ R$ 5,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]; R$ R$ 2,50 [trabalhador no comércio e serviços matriculado noSESC e dependentes]
O Selo SESC lança o DVD “De Spectris Sonorum”, que apresenta a produção criativa de Flo Menezes entre 1986 e 2007, em versão multi-espacial (surround 5.1). Um concerto do autor com a orquestra de alto-falantes da Unesp, no dia 17 de agosto, no Teatro Anchieta, no SESC Consolação marca o lançamento. As obras escolhidas para a produção abordam desde as primeiras experiências de Menezes no universo eletroacústico até obras mistas mais recentes, conjugando recursos eletroacústicos com solistas, quarteto de cordas ou grande orquestra.
Ao ouvir o DVD em home theater, é possível apreciar de maneira única o trabalho do autor, pois o espaço constitui um dos parâmetros mais fundamentais de poética musical de Menezes. Vídeos experimentais de artistas como Kiko Goifman, Jurandir Müller, Carmela Gross, Regina Johas, Alberto Lefèvre e Branca de Oliveira ilustram as peças. O DVD também traz o registro da estreia da obra “Traces” (2007) com o renomado Arditti String Quartet, gravado pela SESC TV no Teatro do Sesc Vila Mariana.
Inovações radicais do século XX, como a utilização de aparatos eletrônicos como matrizes sonoras para a música de concerto realizada por criadores como Pierre Schaeffer, Pierre Henry e Herbert Eimert tornaram necessária a elaboração de novas gramáticas para a composição e a escuta. Nomes fundamentais da arte musical dos últimos cem anos, como Karlheinz Stockhausen, Luciano Berio e Pierre Boulez dedicaram-se ao desenvolvimento e consolidação desse novo modelo estético.
As criações de Flo Menezes emergem inicialmente de sua relação com estes mestres, que figuram entre aqueles com os quais completou uma sólida formação iniciada no Brasil sob a tutela de Willy Corrêa de Oliveira. Seu reconhecimento internacional, comprovado pelos diversos e importantes prêmios e concertos coroam um trabalho de grande independência e criatividade artísticas, ao mesmo tempo em que permanece constantemente voltado à educação e à difusão da música eletroacústica no Brasil.
A vanguarda e a experimentação da obra de Flo Menezes faz do autor um expoente de grande relevância para essa linguagem que, embora tenha um histórico de mais de cinqüenta anos, ainda causa espanto, interesse e admiração pela sua complexa expressividade.
Sobre Flo Menezes - Estudou composição na Universidade de São Paulo (USP) e fez mestrado em música eletrônica em Colonia (Alemanha). Atuou como compositor convidado do Centro di Sonologia Computazionale, da Universidade de Pádua, Itália, onde se especializa em música computacional.Doutorou-se pela Universidade de Liège, na Bélgica, com tese premiada, no 1º Concurso Internacional de Musicologia, em Latina, Itália. Fez pós-doutorado na Fundação Paul Sacher, Basiléia (Suíça). Em 1997 recebeu um dos méritos acadêmicos mais valorizados no meio ao tornar-se o livre-docente mais jovem da história da Unesp. Menezes obteve os principais prêmios Internacionais de Composição Eletroacústica em países como Paris, Argentina, Áustria, Itália, entre outros. É autor de vários textos e de cinco livros, publicados no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Considerado pela crítica dentro e fora do Brasil como um dos principais compositores de sua geração, Flo Menezes é Professor de Composição e Música Eletroacústica da Unesp e Diretor do Studio PANaroma daUnesp.
SERVIÇO:
SELO SESC LANÇA DVD “DE SPECTRIS SONORUM”, DE FLO MENEZES, EM CONCERTO NO SESC CONSOLAÇÃO
Quarta-feira, 17 de Agosto, às 21h
SESC Consolação. Teatro Anchieta
Rua Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque
Telefone: 11 3234-3000
Não recomendado para menores de 14 anos
Ingressos: R$ 10,00 [inteira]; R$ R$ 5,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]; R$ R$ 2,50 [trabalhador no comércio e serviços matriculado noSESC e dependentes]
terça-feira, 9 de agosto de 2011
ENTREVISTA COLETIVA OMB-CRESP SOBRE O FIM DA ANUIDADE
TRECHOS DO PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE DA ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL – CONSELHO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO, PROFESSOR ROBERTO BUENO em coletiva de imprensa realizada no dia 08/08/11 na sede localizada na Avenida Ipiranga, 318 – bl A – 6º andar.
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| Professor Roberto Bueno - Foto: Assessoria de Imprensa |
Assunto: DECISÃO DO STF EM FAVOR DE MÚSICOS DE SANTA CATARINA QUANTO A ISENÇÃO DE FILIAÇÃO À ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL.
Numa entrevista coletiva realizada em 08 de agosto de 2011 (terça-feira), o Presidente da Ordem dos Músicos – Conselho Regional do Estado de São Paulo, Professor Roberto Bueno deixou uma mensagem aos internautas. Através de um vídeo gravado, leu aos jornalistas um trecho de um livro que conta a história de um Maestro chamado Paganini, um violinista que mesmo tendo as cordas de seu instrumento quebradas durante um concerto, superou as adversidades e realizou uma belíssima apresentação sendo ovacionado pelo público.
O texto que segundo o professor, ganhara na mesma tarde da entrevista, serviu de exemplo para ilustrar o momento difícil pelo qual a autarquia federal que preside, vem passando com a desmotivação e opinião publica confusa, com as informações distorcidas, propagadas pelos comunicadores e formadores de opinião. Concluindo a dissertação do texto disse: -“Quando tudo lhe parece que está perdido, lembre-se que ainda é possível nós vencermos... essa é a mensagem que eu tenho que dar... para quem não sabe, a música é o segundo gerador financeiro do mundo depois do petróleo e o que existe por trás dessas liminares, são deputados que usam o músico para angariar votos, são os grandes empresários da área artística que querem ver o músico relegado em segundo plano... A lei de 1960 precisa ser reformulada. A culpa não é da Ordem dos Músicos, a culpa é dos políticos desse país que nunca valorizaram os músicos... Todas as vezes que me perguntam sobre a situação do músico brasileiro eu respondo que é a pior situação do mundo inteiro... Os músicos que ganham dinheiro no país são no máximo quinze por cento, sendo cinco por cento, os artistas que estão no topo (esses ganham o que querem e o quanto querem); o segundo grupo de cinco por cento, ganha no máximo o seu salário, entre eles estão os professores das orquestras sinfônicas, filarmônicas municipais, federais ou estaduais que tem os seus direitos assegurados por lei “Graças a Deus” e o restante dos cinco por cento é composto de proprietários de escolas de música, bandas estruturadas e que conseguem sobreviver na área da música... agora, oitenta e cinco por cento dos músicos brasileiros, não têm direito a nada e não ganha nada, porque esses vivem de tocar na noite e se por acaso ao saírem do trabalho lhes acontecer alguma coisa, eles não tem direito à nada porque o empresariado que usa a música não quer recolher os direitos trabalhistas desses músicos que trabalham a noite... Se com a Ordem dos Músicos está difícil, sem a Ordem vai ficar um milhão de vezes pior, porque nós iremos retroceder no tempo... Uma profissão regulamentada prova que o cidadão tem profissão definida. O Presidente Juscelino fez questão de assinar a Lei 3857 de 1960, porque o Maestro José Siqueira que elaborou o projeto de lei para entregar na mão do Juscelino para que fosse aprovado, fez isso de dó ao ver o Cartola e outros músicos serem presos... Os músicos eram equiparados às prostitutas, que tinham que ter um documento emitido pela polícia para poder trabalhar. Quem não conhece a história diz que a Ordem dos Músicos foi criada num momento ditatorial, isso é uma grande mentira... FOI A DITADURA QUE CALOU A ORDEM DOS MÚSICOS DURANTE QUARENTA E DOIS ANOS... Isso precisa ficar claro, porque o projeto de lei que o Maestro José Siqueira fez, foi há muito tempo antes da ditadura. “Ele foi o primeiro presidente do conselho federal, que era no Rio de Janeiro naquela época, e a ditadura mandou prendê-lo dizendo que ele era comunista porque defendia os direitos trabalhistas do músico.”
Revista Música & Mercado: Por que a OMB alega que a carteirinha continua obrigatória, baseada em quê? Como fica a situação do músico que não tiver a carteira ao tocar na noite?
Professor Roberto Bueno declarou: - “Tudo é o resultado de uma determinada situação criada pelo antecessor do atual presidente do Conselho Regional de Santa Catarina. Esse processo é muito antigo em que foi feito um recurso especial por parte do ex-presidente que não fez uma administração como deveria ser feita... Como o nosso departamento jurídico ainda não teve acesso ao acórdão, eu não tenho ainda condições de dizer qual foi a decisão na íntegra. O que eu sei é o que todos nós tivemos acesso na imprensa. Que fique claro que essa decisão foi feita para Santa Catarina especificamente para um músico ou um pequeno grupo de músicos que constam nesse processo. A única coisa que nós fazemos hoje em dia é orientar o músico para que ele saiba quais são os seus direitos, deveres e obrigações porque MÚSICO LEGALIZADO É MÚSICO CONFIÁVEL ... A carteira é obrigatória porque a lei continua em pleno vigor, só que hoje em dia a Ordem dos Músicos não pune músico nenhum... Se o músico está atrasado [5...6 anos aqui] nós o isentamos do pagamento... nós não estamos aqui para impedir ninguém de trabalhar, muito pelo contrário... eu isentei todos os músicos atrasados do pagamento da anuidade e fui denunciado no tribunal de contas da união por querer ajudar o músico e fui absolvido. Hoje em dia nós temos feito o possível pelo músico, temos aqui cinqüenta músicos cegos que estudam de graça e nós estamos arrumando emprego para eles; estamos atendendo juntamente com as freiras da irmandade Santa Terezinha, cento e sessenta crianças de famílias de baixa renda e trezentos e cinqüenta moradores de rua no bairro do Brás, ensinando música; prestamos curso teórico para mais de trezentos músicos que querem tirar a carteira profissional; fornecemos advogados para consultoria jurídica. O que existe por trás de tudo isso são ‘interesses’ para que o músico não tenha a sua profissão legalizada. A COOPERATIVA QUE É APOIADA PELO DEPUTADO GIANNAZI explora músico e falsifica nota contratual.”
- Se por acaso o músico for pego se apresentando sem a carteira, o que acontece com ele?
- Nós vamos notificar a casa, não o músico! Para ver se estão recolhendo os direitos trabalhistas dele.
Revista Músico!: O senhor fala a respeito de São Paulo ou do Brasil?
- Hoje em dia está existindo uma unificação de todos os conselhos para que todos trabalhem em uníssono – como nós músicos dizemos – e não na dissonância. Nós estamos procurando fazer com que todos os conselhos sigam a mesma regra para que não haja conflito.
- Existe uma confusão nos depoimentos da internet em que os músicos questionam os benefícios que a Ordem dos Músicos NÃO OFERECE. Qual é a diferença entre o Sindicato e a Ordem dos Músicos?
- Sindicato é uma associação de profissionais que se reúnem em benefício de uma categoria. Ordem dos Músicos é uma autarquia federal criada por lei, que teve que passar pelo Congresso Nacional, pelo Senado Federal e por último para a Presidência da República para sancioná-la ou não e para revogá-la terá que passar por todas essas esferas novamente.
Revista Música & Mercado: E no caso desses músicos que não vão mais precisar pagar a anuidade junto à OMB?
- Os músicos que o Supremo Tribunal Federal decidiu isentar estarão livres de pagar a anuidade, mas a lei continua em vigor.
- Quais benefícios que os músicos têm pagando a anuidade na OMB – mesmo os de outros estados?
- Além dos já citados, cada estado, de acordo com as suas possibilidades econômicas, mantém benefícios. No Espírito Santo, por exemplo, os músicos têm muitos benefícios. Aqui (em São Paulo), nós temos seguro saúde, seguro de vida em grupo, departamento jurídico gratuito, cursos de aperfeiçoamento e aprimoramento para o músico, workshops; enviamos no mês passado dez mil cadernos de partituras para escolas de música do nosso cadastro que estão dispostas a abraçar a causa de músicos carentes que não tem como comprar material; criamos informativos através da revista Músico!, com celebridades que não nos cobraram um centavo para sair na capa e estão apoiando a OMB, distribuímos o Manual do Músico... Esse negócio de dizer que a Ordem dos Músicos persegue o músico é uma grande mentira, isso é coisa ultrapassada, do tempo de ditadura. A mentalidade hoje aqui é JAMAIS, EM TEMPO ALGUM, PREJUDICAR O MÚSICO QUE FOR...
Revista Músico!: É verdade que o documento da Ordem permite ao músico abrir conta bancária e comprar instrumentos fora do Brasil?
- Com a carteira da Ordem dos Músicos, quando o músico vai se apresentar em outro país ele pode escolher o melhor instrumento de sua categoria musical e comprá-lo sem pagar nenhum imposto aqui no Brasil. A lei garante isenção de impostos na compra do instrumento musical para os músicos afiliados na OMB.
Revista Música & Mercado: Qual é a confusão com o Deputado Carlos Giannazi? Qual é a reivindicação dele?
- O objetivo do Deputado é conseguir votos. O único projeto que ele tinha do qual de vangloriava que era o de acabar com a nota contratual foi vetado... Ele se diz defensor de músico, mas não passa de um lobista que defende os interesses do empresariado que usa o estabelecimento sócio diversional para explorar músico.
Revista Músico!: E essa questão das cooperativas? O senhor pode falar o nome da cooperativa envolvida?
- Eu não tenho segredo nenhum, é a COOPERATIVA PAULISTA DE MÚSICA, o caso está no Ministério Público. O deputado diz que tudo o que ele fez foi baseado nesta cooperativa. Eu chamei todos eles na frente do Promotor Público de mentirosos e eles calaram a boca porque sabiam que eu estava falando a verdade. Eu tinha em mãos mais de cem processos contra essa cooperativa por fraude contra músicos. O abaixo assinado que ele promoveu com mil e novecentas assinaturas, quando fomos verifica-las na Ordem dos Músicos, não tem nem cinqüenta músicos.
- O senhor acha que os músicos estão mais preocupados com a história política da Ordem dos Músicos ou com os R$150 que eles têm que desembolsar todo ano para pagar a carteirinha?
- Eu não acho que seja pelos R$140 (corrigindo o valor), porque se o músico não tem todo esse dinheiro ele pode pagar por mês, do jeito que puder, porque eu não vou deixar músico sem trabalhar.
Nota da Assessoria de Imprensa: O vídeo disponível no Youtube com o título de “COLETIVA OMB-CRESP” publicado em 09/08/11 tem aproximadamente 40 minutos e está sem corte.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
MÚSICO GANHA CAUSA EM SANTA CATARINA E NÃO PRECISA MAIS DA CARTEIRA DA OMB
Texto Publicado no site do Ministério da Justiça
O exercício da profissão de músico não está condicionado a prévio registro ou licença de entidade de classe. Esse foi entendimento do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por unanimidade dos votos, desproveu o Recurso Extraordinário (RE) 414426, de autoria do Conselho Regional da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), em Santa Catarina.
O caso
O processo teve início com um mandado de segurança impetrado contra ato de fiscalização da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), que exigiu dos autores da ação o registro na entidade de classe como condição para exercer a profissão.
O RE questionava acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) que, com base no art. 5º, incisos IX e XIII, da Constituição Federal (CF), entendeu que a atividade de músico não depende de registro ou licença e que a sua livre expressão não pode ser impedida por interesses do órgão de classe.
Para o TRF, o músico dispõe de meios próprios para pagar anuidades devidas, sem vincular sua cobrança à proibição do exercício da profissão. No recurso, a OMB sustentava afronta aos artigos 5º, incisos IX e XIII, e 170, parágrafo único, da CF, alegando que o exercício de qualquer profissão ou trabalho está condicionado pelas referidas normas constitucionais às qualificações específicas de cada profissão e que, no caso dos músicos, a Lei 3.857/60 (que regulamenta a atuação da Ordem dos Músicos) estabelece essas restrições.
Em novembro de 2009, o processo foi remetido ao Plenário pela Segunda Turma da Corte, ao considerar que o assunto guarda analogia com a questão do diploma para jornalista. Em decisão Plenária ocorrida no RE 511961, em 17 de junho de 2009, os ministros julgaram inconstitucional a exigência de diploma de jornalista para o exercício profissional dessa categoria.
Voto da relatora
“A liberdade de exercício profissional – inciso XIII, do artigo 5º, da CF – é quase absoluta”, ressaltou a ministra, ao negar provimento ao recurso. Segundo ela, qualquer restrição a esta liberdade “só se justifica se houver necessidade de proteção do interesse público, por exemplo, pelo mau exercício de atividades para as quais seja necessário um conhecimento específico altamente técnico ou, ainda, alguma habilidade já demonstrada, como é o caso dos condutores de veículos”.
A ministra considerou que as restrições ao exercício de qualquer profissão ou atividade devem obedecer ao princípio da mínima intervenção, a qual deve ser baseada pelos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Em relação ao caso concreto, Ellen Gracie avaliou que não há qualquer risco de dano social. “Não se trata de uma atividade como o exercício da profissão médica ou da profissão de engenheiro ou de advogado”, disse.
“A música é uma arte em si, algo sublime, próximo da divindade, de modo que se tem talento para a música ou não se tem”, completou a relatora. Na hipótese, a ministra entendeu que a liberdade de expressão se sobrepõe, como ocorreu no julgamento do RE 511961, em que o Tribunal afastou a exigência de registro e diploma para o exercício da profissão de jornalista.
Totalitarismo
O voto da ministra Ellen Gracie, pelo desprovimento do RE, foi acompanhado integralmente pelos ministros da Corte. O ministro Ricardo Lewandowski lembrou que o artigo 215, da Constituição, garante a todos os brasileiros o acesso aos bens da cultura “e as manifestações artísticas, inegavelmente, integram este universo. De acordo com ele, uma das características dos regimes totalitários é exatamente este, “o de se imiscuir na produção artística”.
Nesse mesmo sentido, o ministro Celso de Mello afirmou que o excesso de regulamentação legislativa, muitas vezes, “denota de modo consciente ou não uma tendência totalitária no sentido de interferir no desempenho da atividade profissional”. Conforme ele, “é evidente que não tem sentido, no caso da liberdade artística em relação à atividade musical, impor-se essa intervenção do Estado que se mostra tão restritiva”.
Para o ministro Gilmar Mendes, a intervenção do Estado apenas pode ocorrer quando, de fato, se impuser algum tipo de tutela. “Não há risco para a sociedade que justifique a tutela ou a intervenção estatal”, disse.
Liberdade artística
O ministro Ayres Britto ressaltou que no inciso IX do artigo 5º, a Constituição Federal deixa claro que é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação. “E, no caso da música, sem dúvida estamos diante de arte pura talvez da mais sublime de todas as artes”, avaliou.
Segundo o ministro Marco Aurélio, a situação concreta está enquadrada no parágrafo único do artigo 170 da CF, que revela que é assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei. “A Ordem dos Músicos foi criada por lei, mas a lei não previu a obrigatoriedade de filiação, nem o ônus para os musicistas”, salientou.
Por sua vez, o ministro Cezar Peluso acentuou que só se justifica a intervenção do Estado para restringir ou condicionar o exercício de profissão quando haja algum risco à ordem pública ou a direitos individuais. Ele aproveitou a oportunidade para elogiar o magistrado de primeiro grau Carlos Alberto da Costa Dias que proferiu a decisão em 14 de maio de 2001, “cuja decisão é um primor”. “Esta é uma bela sentença”, disse o ministro, ao comentar que o TRF confirmou a decisão em uma folha.
Casos semelhantes
Ao final, ficou estabelecido que os ministros da Corte estão autorizados a decidir, monocraticamente, matérias idênticas com base nesse precedente.
EC/AD
NOTA PARA A IMPRENSA:
O Presidente da Ordem dos Músicos - Conselho Regional do Estado de São Paulo se pronunciará em coletiva de imprensa na segunda-feira, dia 08/08/11 às 14h00 no auditório da sede da OMB/CRESP, localizada à Av. Ipiranga, 318 - Bl A - 6º andar. Os jornalistas interessados em participar da coletiva, deverão credenciar-se até o dia 05/08/11 no email claudiasouza.assessoria@hotmail.com ou pelos telefones: 11 9803-3384 / 6218-9888 / 8168-3595 / 7737-5416 ID 11*23185.
NOTA DE ESCLARECIMENTO DO PRESIDENTE DA ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL - Conselho Regional do Estado de São Paulo
Nesse sentido, a presente Nota de Esclarecimento tem por objetivo contradizer as notícias veiculadas na internet, visto que não traduzem a real verdade dos fatos. Ademais, a Lei nº 3.857/60 que regulamenta a profissão de “Músico” continua em pleno vigor.
Outrossim, o assunto é polêmico e nos causa grande inconformismo, pois resta claro o prejuízo causado à categoria, que sofre, cada vez mais o descaso e desamparo das autoridades competentes.
O exercício da profissão de músico não está condicionado a prévio registro ou licença de entidade de classe. Esse foi entendimento do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por unanimidade dos votos, desproveu o Recurso Extraordinário (RE) 414426, de autoria do Conselho Regional da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), em Santa Catarina.
O caso
O processo teve início com um mandado de segurança impetrado contra ato de fiscalização da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), que exigiu dos autores da ação o registro na entidade de classe como condição para exercer a profissão.
O RE questionava acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) que, com base no art. 5º, incisos IX e XIII, da Constituição Federal (CF), entendeu que a atividade de músico não depende de registro ou licença e que a sua livre expressão não pode ser impedida por interesses do órgão de classe.
Para o TRF, o músico dispõe de meios próprios para pagar anuidades devidas, sem vincular sua cobrança à proibição do exercício da profissão. No recurso, a OMB sustentava afronta aos artigos 5º, incisos IX e XIII, e 170, parágrafo único, da CF, alegando que o exercício de qualquer profissão ou trabalho está condicionado pelas referidas normas constitucionais às qualificações específicas de cada profissão e que, no caso dos músicos, a Lei 3.857/60 (que regulamenta a atuação da Ordem dos Músicos) estabelece essas restrições.
Em novembro de 2009, o processo foi remetido ao Plenário pela Segunda Turma da Corte, ao considerar que o assunto guarda analogia com a questão do diploma para jornalista. Em decisão Plenária ocorrida no RE 511961, em 17 de junho de 2009, os ministros julgaram inconstitucional a exigência de diploma de jornalista para o exercício profissional dessa categoria.
Voto da relatora
“A liberdade de exercício profissional – inciso XIII, do artigo 5º, da CF – é quase absoluta”, ressaltou a ministra, ao negar provimento ao recurso. Segundo ela, qualquer restrição a esta liberdade “só se justifica se houver necessidade de proteção do interesse público, por exemplo, pelo mau exercício de atividades para as quais seja necessário um conhecimento específico altamente técnico ou, ainda, alguma habilidade já demonstrada, como é o caso dos condutores de veículos”.
A ministra considerou que as restrições ao exercício de qualquer profissão ou atividade devem obedecer ao princípio da mínima intervenção, a qual deve ser baseada pelos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Em relação ao caso concreto, Ellen Gracie avaliou que não há qualquer risco de dano social. “Não se trata de uma atividade como o exercício da profissão médica ou da profissão de engenheiro ou de advogado”, disse.
“A música é uma arte em si, algo sublime, próximo da divindade, de modo que se tem talento para a música ou não se tem”, completou a relatora. Na hipótese, a ministra entendeu que a liberdade de expressão se sobrepõe, como ocorreu no julgamento do RE 511961, em que o Tribunal afastou a exigência de registro e diploma para o exercício da profissão de jornalista.
Totalitarismo
O voto da ministra Ellen Gracie, pelo desprovimento do RE, foi acompanhado integralmente pelos ministros da Corte. O ministro Ricardo Lewandowski lembrou que o artigo 215, da Constituição, garante a todos os brasileiros o acesso aos bens da cultura “e as manifestações artísticas, inegavelmente, integram este universo. De acordo com ele, uma das características dos regimes totalitários é exatamente este, “o de se imiscuir na produção artística”.
Nesse mesmo sentido, o ministro Celso de Mello afirmou que o excesso de regulamentação legislativa, muitas vezes, “denota de modo consciente ou não uma tendência totalitária no sentido de interferir no desempenho da atividade profissional”. Conforme ele, “é evidente que não tem sentido, no caso da liberdade artística em relação à atividade musical, impor-se essa intervenção do Estado que se mostra tão restritiva”.
Para o ministro Gilmar Mendes, a intervenção do Estado apenas pode ocorrer quando, de fato, se impuser algum tipo de tutela. “Não há risco para a sociedade que justifique a tutela ou a intervenção estatal”, disse.
Liberdade artística
O ministro Ayres Britto ressaltou que no inciso IX do artigo 5º, a Constituição Federal deixa claro que é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação. “E, no caso da música, sem dúvida estamos diante de arte pura talvez da mais sublime de todas as artes”, avaliou.
Segundo o ministro Marco Aurélio, a situação concreta está enquadrada no parágrafo único do artigo 170 da CF, que revela que é assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei. “A Ordem dos Músicos foi criada por lei, mas a lei não previu a obrigatoriedade de filiação, nem o ônus para os musicistas”, salientou.
Por sua vez, o ministro Cezar Peluso acentuou que só se justifica a intervenção do Estado para restringir ou condicionar o exercício de profissão quando haja algum risco à ordem pública ou a direitos individuais. Ele aproveitou a oportunidade para elogiar o magistrado de primeiro grau Carlos Alberto da Costa Dias que proferiu a decisão em 14 de maio de 2001, “cuja decisão é um primor”. “Esta é uma bela sentença”, disse o ministro, ao comentar que o TRF confirmou a decisão em uma folha.
Casos semelhantes
Ao final, ficou estabelecido que os ministros da Corte estão autorizados a decidir, monocraticamente, matérias idênticas com base nesse precedente.
EC/AD
NOTA PARA A IMPRENSA:
O Presidente da Ordem dos Músicos - Conselho Regional do Estado de São Paulo se pronunciará em coletiva de imprensa na segunda-feira, dia 08/08/11 às 14h00 no auditório da sede da OMB/CRESP, localizada à Av. Ipiranga, 318 - Bl A - 6º andar. Os jornalistas interessados em participar da coletiva, deverão credenciar-se até o dia 05/08/11 no email claudiasouza.assessoria@hotmail.com ou pelos telefones: 11 9803-3384 / 6218-9888 / 8168-3595 / 7737-5416 ID 11*23185.
NOTA DE ESCLARECIMENTO DO PRESIDENTE DA ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL - Conselho Regional do Estado de São Paulo
A Ordem dos Músicos do Brasil – Conselho Regional do Estado de São Paulo vem a público esclarecer as dúvidas advindas da decisão do Supremo Tribunal Federal, em 1º de agosto de 2011, que negou provimento ao Recurso Extraordinário 414426.
A referida decisão teve como origem um Mandado de Segurança impetrado por músicos em Santa Catarina, em 2004, e os seus efeitos atingem somente as partes envolvidas no processo, não se estendendo aos demais músicos, conforme anunciado em diversos sites.
Nesse sentido, a presente Nota de Esclarecimento tem por objetivo contradizer as notícias veiculadas na internet, visto que não traduzem a real verdade dos fatos.
Outrossim, o assunto é polêmico e nos causa grande inconformismo, pois resta claro o prejuízo causado à categoria, que sofre, cada vez mais o descaso e desamparo das autoridades competentes.
São pessoas alheias à realidade dos músicos que decidem o destino trágico de muitos em prol da felicidade de poucos; que, em nome de uma falsa liberdade que beneficia somente o pólo mais forte da relação laboral, abandonam à própria sorte aqueles que trabalham em troca de miséria.
São Músicos que ficam cada vez mais a mercê dos contratantes que não recolhem os encargos devidos, sem aposentadoria, sem o respeito merecido, sem a tão sonhada dignidade, sem qualquer tipo de contrato escrito que possa valer seus direitos.
É lamentável!
Do menor dos menores,
PROFESSOR ROBERTO BUENO
Presidente da OMB-CRESP
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
MARIA CHRISTINA SE APRESENTA NA I VIRADA CULTURAL DA TATUAGEM
| Maria Christina na I Virada Cultural da Tatuagem - Foto: Claudia Souza |
A cantora Maria Christina vencedora do Programa Ídolos 2008 apresentou-se na I Virada Cultural da Tatuagem que aconteceu nos dias 30 e 31 de Julho na cidade de São Bernardo do Campo.
O evento aconteceu no estúdio Jhonny Tattoo que reuniu profissionais da área, adeptos da tatuagem e artistas. No local o público pode contar com diversos itens exclusivos de roupas, acessórios, bijous, piercings, alargadores e muita tatuagem. Jhonny, o proprietário do estúdio fundado há seis anos, ficou feliz com a nova experiência e prometeu realizar em breve a II Virada.
Maria Christina, dona de uma belíssima voz, que também gosta de tatuagens e piercings, entoou belas canções e emocionou o público.
Para saber mais:
MARIA CHRISTINA
www.mariachristina.com.br
11 7120-4704 / 7963-7179
JHONNY TATOO
www.jhonnytattoo.com.br
R. Casper Líbero, 768 - São Bernardo do Campo
Tel: 11 2677-0900
MAIS FOTOS:
CURIOSIDADES SOBRE A TATUAGEM
Tudo indica que bem antes da Era Cristã, a tatuagem já enfeitava o corpo das pessoas. Achados arqueológicos encontraram múmias com mais de 5600 anos com marcas de tatuagens pelo corpo.
Fotos da mão de uma múmia encontrada no Sul do Perú, mostra tatuagens nos dedos de alguém que viveu entre 900 a 1350 antes de Cristo.
Outra foto que circula na internet é do rosto de outra múmia do sexo feminino que seria Inca e apresenta também uma tatuagem no rosto.
Outros achados arqueológicos datados de 4000 a.C. também demonstram peças com representações de corpos tatuados.
Com o tempo a tatuagem virou marca de identificação de sacerdotisas, guerreiros, identificação para punir criminosos, símbolo de poder, expressão religiosa, adoração às divindades e homenagens. De acordo com cada expressão cultural, os tatuados eram ou não discriminados. Algumas religiões abominaram a tatuagem por acreditarem tratar-se de símbolos demoníacos, já os marinheiros antigos, adotavam a tatuagem como uma maneira de serem identificados ou para carregar consigo em alto mar a lembrança daquilo que gostavam em terra firme.
Fotos:
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| Fotos antigas de marinheiros se tatuando |
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| Mumia encontrada com o rosto tatuado |
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| Mão de múmia com 5 mil anos tatuada |
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| Pequenas ferramentas utilizadas para tatuagem |
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| Achado arqueológico que reproduz pessoa tatuada |
VÍDEO
sábado, 30 de julho de 2011
ROUPA NOVA NO 7 º FESTIVAL DO CHOCOLATE EM RIBEIRÃO PIRES
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| Grupo Roupa Nova no 7º Festival do Chocolate em Ribeirão Pires - Foto: Claudia Souza / Revista Músico! |
| Princesa do Chocolate Foto: Claudia Souza/Revista Músico! |
O tempo chuvoso na noite de 30/07, não impediu oito mil pessoas de comparecerem ao 7º Festival do Chocolate, na cidade de Ribeirão Pires. O principal motivo foi a apresentação dos inúmeros shows com o Recital de música instrumental, Banda Coletânea, Narradores do Cordel, Desfile de bonecos gigantes, Banda Lira de Mauá e para encerrar com chave de ouro, a grande apresentação do Grupo Roupa Nova.
Até o dia 14 de agosto, data do encerramento do evento, deverão pisar no grande palco Maria Rita, Nando Reis e Cesar Menotti e Fabiano.
Para assistir aos shows, o público deve trocar o ingresso por um quilo de alimento não perecível.
Mesmo quem não conseguir entrar no páteo do grande palco, poderá assistir aos shows no telão localizado na área onde ficam as 30 barracas com os deliciosos chocolates à venda.
Para acessar endereço, mapa e agenda: www.ribeiraopires.sp.org.br
MAIS FOTOS:
| Banda Julietas - Foto: Claudia Souza/ Revista Músico! |
| Banda Julietas - Foto: Claudia Souza / Revista Músico! |
| Estrutura do Palco próximo aos chalés dos chocolates |
| Mesa apresentada na data de abertura do 7º Festival de Chocolate de Ribeirão Pires Foto: Claudia Souza / Revista Músico! |
| Mesa apresentada na data de abertura do 7º Festival de Chocolate de Ribeirão Pires Foto: Claudia Souza / Revista Músico! |
VÍDEO - ROUPA NOVA - 30/07/2011
Reportagem: Revista Músico!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
RIBAS MARTINS NO AUDITÓRIO BEZERRA DE MENEZES
| Ribas Martins - Foto: Claudia Souza |
Domingo (17/7), RIBAS MARTINS, multinstrumentista, jornalista e editor da Revista Músico! apresentou-se para o seleto público da Federação Espírita do Estado de São Paulo, num pocket show de abertura da palestra de Marco Antonio Galindo, sobre “O Poder do Perdão”.
Acompanhado pelo guitarrista Alexandre Dias e da cantora Monica Alves, Ribas cantou músicas do seu novo CD. Emocionando os ouvintes com a canção inédita “Cynthia” que fez para sua filha e relembrando sucessos dos anos setenta, como “Preta Pretinha”, os artistas arrancaram aplausos entusiasmados e abrilhantaram a palestra que iniciou logo em seguida.
| Marco Antonio Galindo Palestrante Foto: Claudia Souza |
O palestrante Marco Antonio Galindo, durante sua palestra sobre “O PODER DO PERDÃO”, revelou os segredos do exercício contínuo em perdoar. “Podemos começar perdoando uma hora por dia e ir aumentando gradativamente”... “O perdão é mais importante para quem perdoa, do que para quem é perdoado”... Revelou em suas citações.
Auditório Bezerra de Menezes - 17/07/11 - Foto: Claudia Souza
MAIS FOTOS:
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Pitty leva "A Trupe Delirante" aos Estados Unidos
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| Pitty em sua primeira apresentação nos Estados Unidos |
Pela primeira vez tocando nos Estados Unidos, Pitty vai mostrar o repertório do seu novo trabalho, o CD, DVD e vinil “A Trupe Delirante no Circo Voador”.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
IV Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista 2011
Ministério da Cultura e Petrobras apresentam a programação do IV Festival Música das Esferas -
Festival Internacional de Bragança Paulista 2011
A cultura é a identidade de um povo. Um povo sem cultura é desprovido de alma, sem face.
Dia 21 de julho, às 19h, acontece a abertura do IV Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista 2011 com show do Zimbo Trio na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman. O festival terá apresentações gratuitas diárias de 21 a 31 de julho. Serão promovidos dois recitais Internacionais de piano com o búlgaro Miroslav Georgiev e com o americano Sergio Gallo. No dia 29 de julho haverá a apresentação da ópera Dido e Eneas de Henry Purcell sob regência de Laércio Muniz
com a Orquestra de Câmara Engenho Barroco, coro e solistas do festival. Entre os músicos que se apresentam estão o maestro João Carlos Martins, o quarteto de violões Quaternaglia e a Orquestra Sinfônica de Americana. Na praça central de Bragança Paulista se apresentam dois grupos de jazz. Os workshops também serão abertos ao público. Todos os eventos são gratuitos.
Durante todo o festival músicos terão aulas de vários instrumentos e se apresentarão nos concertos de encerramento onde concorrerão a três prêmios: Raphael Baker, ao melhor aluno do festival que ganhará uma bolsa de estudos integral para a edição seguinte e um prêmio de R$ 4.000,00, Demétrio Kipman, ao professor que se destacou nesta edição do festival e estará automaticamente confirmado na edição seguinte e um prêmio de R$ 1.000,00 e Antônio Pimentel, dado a uma personalidade de Bragança Paulista que tenha promovido o desenvolvimento cultural da cidade no ano corrente.
A Direção do festival é do pianista Paulo Gazzaneo e do maestro Sergio Chnee e de Leila Gazzaneo, que também assina a produção do festival. Realização da Retrato Brasileiro Interartes. O festival é incentivado pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e tem o patrocínio da Petrobras.
Parcerias culturais: Prefeitura da Estância Cultural de Bragança Paulista, George State University e Fritz Dobbert.
Programação musical do IV Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista 2011.
Os eventos acontecem na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica), no Pergolado da praça central e os workshops na FESB - Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista.
Dia 21, às 19h - Zimbo Trio - Luiz Chaves, baixo, Rubens Barsotti, bateria e Amilton Godoy, piano
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 22, às 20h - Bachiana Chamber Orchestra - João Carlos Martins, regente
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 23, às 20h - Quaternaglia - Quarteto de Violões - Crystian Dozza, Fabio
Ramazzina, Thiago Abdalla e Sidney Molina
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 24, às 20h - Trio Lumiere - Piano, violino e violoncelo - Maria José
Carrasqueira (piano), Eliane Tokeshi (violino) e Heloisa Meirelles (violoncelo)
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 25, às 20h - Miroslav Georgiev - Recital de Piano
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 26, às 20h - Orquestra Sinfônica de Americana - Laércio Diniz, regente
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 27, às 11h, SomBrass - Quinteto de Metais
Local: Pergolado na praça central
Dia 27, às 20h - Sergio Gallo - Recital de Piano
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 28, às 20h - Noite dos Professores do IV Festival Música das Esferas - Recital
de Música de Câmara
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 29, às 11h, TAKETrio - Paula Valente (saxofone e flauta transversal), Marco Prado (guitarra ou violão acústico) e Camila Bomfim (contrabaixo acústico) Show de Jazz e Música Brasileira
Local: Pergolado na praça central
Dia 29, às 14h - Aulus Trio - Paulo Brucoli, piano, Fábio Brucoli, violino e Mauro
Brucoli, violoncelo
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 29, às 20h - Ópera Dido e Eneas de Henry Purcell
Coro e solistas do IV Festival Música das Esferas
Orquestra de Câmara Engenho Barroco - Laércio Diniz, regente
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 30, às 20h, Ópera La Traviata de Verdi
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 31, às 18h - Orquestra Acadêmica do IV Festival Música das Esferas
Sergio Chnee, regente Saraí Sarmiento (Piano), solista
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Agenda Workshops:
Local: FESB - Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista.
Dia 21, às 14h, Workshop Zimbo Trio - Ensaio Aberto.
Dia 24, às 14h, Workshop: Miroslav Georgiev da Bulgária sobre o Virtuosismo Pianístico de Franz Liszt
Dia 25, às 14h: Workshop Maria José Carrasqueira sobre Performer - sua importância e atuação
Dia 26, às 14h: Workshop: Amanda Pepping dos Estados Unidos sobre Repertório Sinfônico para Trompete.
Dia 27, às 14h: Workshop: Laura Medisky dos Estados Unidos sobre Técnica Alexander para Músicos.
Os professores estrangeiros do festival são: Dos Estados Unidos: Kathryn Hartgrove (Canto), Amanda Pepping (Trompete), Josh Bynum (Trombone), Laura Medisky (Oboé), Sergio Gallo (Piano). De Cuba, Saraí Sarmiento (Piano). Da Finlândia: Ville Mankkinen (Viola).
Farão workshops Miroslav Georgiev da Bulgária sobre o Virtuosismo Pianístico de Franz Liszt, Amanda Pepping dos Estados Unidos sobre Repertório Sinfônico para Trompete e Laura Medisky dos Estados Unidos sobre Técnica Alexander para Músicos e do Brasil, Maria José Carrasqueira sobre Performer - sua importância e atuação e Zimbo Trio com um Ensaio Aberto.
Os professores brasileiros são: Mauricy Martin (Piano), Sergio Chnee (Regência), Laércio Diniz (Regente - Núcleo de Ópera), Paulo Ésper (Òpera), Aída Machado (História da Música e Apreciação Musical), Achille Picchi (Composição), Stella Almeida (Cravo), Alessandro Borgomanero, Cecília Guida e Claudio Micheletti (Violino), Emerson de Biaggi e Henrique Müller (Viola), Everton Gloeden (Violão), Ana Maria Chamorro e Watson Clis (Violoncelo), Alexandre Rosa (Contrabaixo), Marcelo
Barboza (Flauta), Gustavo Barbosa Lima (Clarineta), Paulo Andrade (Fagote), André Ficarelli (Trompa).
O Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista é de iniciativa e direção dos músicos Paulo Gazzaneo e Sergio Chnee. O primeiro aconteceu em 2007e promoveu uma nova etapa na cultura musical da região serrana de Bragança Paulista e no Estado de São Paulo.
Site: www.fmde.art.br .
Desde 2007, a cidade de Bragança Paulista figura como uma nova opção cultural, educacional e profissional dentro do crescente mercado de trabalho musical.
Eventos como o Festival Música das Esferas fomentam a geração de empregos e ampliam as atividades culturais em sua região.
Em julho, o Festival Música das Esferas realiza concertos, exibições, conferências que o público tem acesso gratuito. São realizadas oficinas para instrumentos de orquestra, piano, música de câmara, e regência, além de concertos diários de música erudita durante toda a realização do festival.
Site: www.fmde.art.br
Biografia dos diretores:
Paulo Gazzaneo vem conquistando uma sólida posição dentro do cenário musical brasileiro, tanto como intérprete ou pedagogo e, recentemente, na área da composição.
Discípulo de Amaral Vieira pela Faculdade Santa Marcelina de São Paulo no Brasil e István Lantos na Budapesti Liszt Ferenc Zenemüvészeti Föiskola na Hungria, vem se destacando por suas apresentações e gravações, principalmente de obras brasileiras, para piano solo e música de câmara, importantes registros de seu trabalho como solista e camerista.
Complementando seus estudos, recebeu a orientação de Osvaldo Lacerda, Almeida Prado, (Composição, Harmonia e Contraponto) no Brasil, Marta Gulyás, Ferenc Rados e Matte Hollos na Hungria e Hans Graff na Academia Superior de Música de Viena, além de sua participação em festivais de verão e inverno nas classes de Zoltán Kocsis, Peter Frankl e Bruno Leonardo Gelber.
É convidado com freqüência a ministrar aulas de piano e música de câmara bem como palestras e seminários em tradicionais festivais de inverno e verão, tanto no Brasil como em países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru).
Como recitalista e solista já se apresentou em todos os países da América do Sul e nos principais centros musicais europeus (Áustria, Alemanha, Bélgica, Hungria, Polônia, Espanha, Grécia, Bulgária, Inglaterra, Suíça), com destaque para a integral dos Concertos para piano de Mozart realizada em Budapeste em 1991 por ocasião do bicentenário de morte do compositor.
Desde o seu retorno ao Brasil em 1993, assumiu como principal premissa de seu trabalho a execução e registro fonográfico de obras de compositores brasileiros, preferencialmente ainda ativos, e, desde o ano de 2000, tem se dedicado de forma mais produtiva na área da criação.
Entre suas premiações destacam-se o Prêmio Lorenzo Fernandez 2004 outorgado pelo Femusica da cidade de Campos / RJ, e as indicações ao Prêmio Carlos Gomes 1996 (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo) e ao Grammy 2002 (melhor Cd de música erudita com a estampa "Duo Quanta").
Como intérprete já dispõe de oito títulos em sua discografia sete dos quais integralmente dedicados à música nacional. Como compositor já foi prestigiado pelo Harpyia Quartet (Grécia) em uma temporada de concertos pelos países da Europa Oriental e, uma gravação de suas seis miniaturas para piano solo pelo selo PMC / SP.
Na pedagogia, desenvolveu um importante trabalho de 1998 a 2004 no cargo de coordenador do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim de São Paulo, departamento da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Unindo-se ao violinista Laércio Diniz e à violoncelista Ana Maria Chamorro, firmaram oficialmente em 25 de abril de 2006 a fundação do São Paulo Arte Trio.
Gazzaneo foi membro ativo da American Liszt Society, Sociedade Brasileira de Musicologia e da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.
Sergio Chnee começou os estudos ao piano com seus avós Rina e Demétrio Kipman. Estudou canto com Caio Ferraz e Francisco Campos Neto e composição com Aylton Escobar, Osvaldo Lacerda e Almeida Prado. Graduou-se em 1991 na Fundação Getúlio Vargas em Administração de Empresas. Em 1993 mudou-se para a Rússia onde estudou regência com Mihail Kukúshkin e Iliá Mússin, no Conservatório Rimski-Kórsakov de São Petersburgo. No ano seguinte transferiu-se para a Sibéria onde se graduou Regente Sinfônico e de Ópera em 1996 sob orientação de Arnold Katz. Realizou turnês
internacionais acompanhando o soprano russo Etéri Gvazáva ao piano e dirigindo a Orquestra de Câmara Jovens Virtuoses da Sibéria. Desde então vem dirigindo concertos com as mais diversas formações no Brasil e no exterior como a Orquestra Filarmônica de Omsk e Orquestra Filarmônica de Câmara de Novossibirsk (Rússia), a Orquesta Sinfónica Juvenil (República Dominicana), a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, a Orquestra Sinfônica Municipal de Santo André, a Orquestra Antunes Câmara, e o Coral da Universidade Livre de Música entre outros grupos. Foi o regente responsável pelo lançamento do programa "Música nas Escolas" das Secretarias de Estado da Cultura e da Educação do Estado de São Paulo dirigindo a Sinfonia Cultura, orquestra da Rádio e TV Cultura, grupo do qual foi também Consultor Musical. Foi Curador e Regente do Festival de Cultura Brasileira no Leste Europeu e do Festival de Música Coral de Santo André.
É Principal Regente Convidado da Wasa Sinfonietta (Finlândia) e da Lira Padre José de Anchieta, Diretor Artístico do Festival Música das Esferas de Bragança Paulista e do Festival Ars Viva de Serra Negra.
Suas composições têm sido tocadas em várias cidades do Brasil, além de Rússia, Alemanha, Finlândia, Estônia, Bélgica, Colômbia, República Dominicana e Angola.
Desenvolve trabalho de música de câmara em duo a quatro mãos com Paulo Gazzaneo, com quem participou de gravações. Lançou três discos com obras de compositores brasileiros, incluindo obras suas. Ministrou aulas de regência, composição, música de câmara e história da música no Conservatório de Tatuí e no Centro Cultural São Paulo. Atualmente é professor da Universidade Livre de Música e do Mozarteum Brasileiro. Colabora com textos para a mídia especializada. Criador e apresentador dos programas "Vastók - A Música do Leste Europeu", e "Regência Russa - Uma Escola", ambos produzidos pela Rádio Cultura FM de São Paulo.
Tem assessorado projetos de qualidade de vida para os funcionários de empresas como Gradiente, Oracle, Pfizer, Sanofi-Aventis e Laboratórios Wyeth através de treinamento vocal, palestras e dinâmicas de grupo.
Leila Cristhiane Miranda Gazzaneo é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIP
- Universidade Paulista / SP, e atualmente dirige e promove as atividades artísticas administradas pela Retrato Brasileiro Interartes.
Sua diretriz comercial nas atividades culturais tem sido a valorização das parcerias culturais, o que tem lhe proporcionado a possibilidade de desenvolvimento de importantes projetos culturais de natureza musical ao lado de empresas do mesmo ramo, a exemplo da Allegro do maestro João Carlos Martins e artistas de renome internacional como Eudóxia de Barros, pianista Sergio Gallo da University of
Atlanta, Trio Apolo da Bolívia, o violista Ville Mankkinen da Finlândia.
Atual responsável pela produção do Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Música de Bragança Paulista, tem ampliado a carteira de artistas que solicitam seu agenciamento e, Conseqüentemente tem tornado a RBI Interartes uma empresa cultural com um leque de opções musicais bastante variado e qualitativo.
A Retrato Brasileiro Interartes tem se diferenciado desde a sua fundação por um trabalho artisticamente valioso, ao apoiar e produzir eventos com a participação integral de músicos brasileiros e priorizar a execução de obras de compositores brasileiros em suas apresentações.
Em quatro anos de atividades, a representação artística da RB Interartes já realizou eventos com músicos do porte dos pianistas Paulo Gazzaneo, Sérgio Gallo, Eudóxia de Barros, o violoncelista Raïff Dantas Barreto, o Trio Retrato Brasileiro, Duo Quanta, Duo Opus Brasiliae, Quarteto Aureus, Trio Images, Orquestra de Câmara Engenho Barroco, e o interesse de músicos e agrupações camerísticas por seu trabalho de produção e agenciamento, tem aumentado significativamente nos últimos meses.
Devido ao seu trabalho pioneiro, ao priorizar 100% de seu trabalho a artistas brasileiros ou residentes em território nacional e à qualidade de seus agenciados, sua Diretora Executiva, Leila Gazzaneo tem recebido convites para curadorias em tradicionais centros musicais. No ano de 2006 foi a representante
oficial em São Paulo do XV Femusica - Festival Internacional de Inverno de Campos dos Goytacazes / RJ. Sua atuação foi merecedora do Prêmio Lorenzo Fernández outorgado no ato de encerramento do Festival.
Desde o ano de 2007 assumiu a direção administrativa do Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Música de Bragança Paulista. Nesse mesmo ano foi contemplada em editais nas cidades de Curitiba e em São Paulo. No ano de 2009 firmou uma importante Parceria Cultural com a Cia Ópera São Paulo na produção e execução da aclamada série Grandes Vozes e na montagem e execução da ópera A Flauta Mágica de W. A. Mozart. No ano de 2010 desenvolveu juntamente
com a empresa "Pacto Musical" a série de concertos intitulada "Viagem Musical" sob a contemplação do Proac - Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Neste mesmo ano assumiu a gerência e representação artística da Orquestra Filarmônica do Brasil.
O trabalho de produção tem mostrado na figura da produtora Leila Cristhiane, uma profissional de visão mercadológica e sensível aos anseios da cultura nacional.
Biografia dos músicos da programação em ordem alfabética

Aulus Trio: Fábio Brucoli é violinista do Aulustrio e primeiro violino da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Ganhou por duas vezes o concurso "Jovens Solistas OSESP". Estudou com os professores alemães radicados no Brasil, Erich Lehninger e Uwe Kleber. Ganhador de bolsa de estudos pela Instituição VITAE, integrou-se na classe do Prof. Roman Nodel, na escola Superior de Música de Mannheim - Alemanha, onde concluiu o curso de "Kunstlerische Ausbildung". Como solista atuou com algumas das principais Orquestras Brasileiras como OSESP, OSUSP, Orquestra Filarmônica de
São Bernardo e Orquestra Solistas do Brasil na qual foi SPALLA nos anos de 1995 a 2002. Realizou gravações para emissoras de TV e de rádio "Rádio e TV Cultura de São Paulo", "Rádio Eldorado" e "TV Globo". Como camerista foi premiado por duas vezes em 1995 e novamente em 1997 com o "Premio APCA".
Mauro Brucoli é violoncelista do Aulustrio e primeiro violoncelo da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Foi monitor de violoncelos da Orquestra Experimental de Repertório, primeiro violoncelo da Amazonas Filarmônica e Orquestra de Câmara São Paulo. Venceu os concursos Jovens Solistas da OER e da OSESP. Foi aluno da professora Maria Cecília L.ombardi Brucoli. Mauro é bacharel em violoncelo e aperfeiçoou no instrumento com o professor Sigmund Kubala. Recebeu bolsa de estudos da instituição VITAE para estudar com o professor Antônio Del Claro e posteriormente na Academia Nacional de Sófia, na Bulgária, concluindo o curso de Especialização em Violoncelo com o professor Anatoli Krâstev e o Curso de Música de Câmara na classe do compositor e pianista Victor Schuchukov.
Paulo Brucoli é pianista do Aulustrio e cursa o quarto ano de bacharelado em instrumento no Instituto de Artes da UNESP. Destaca-se como uns dos principais jovens talentos do Brasil em recitais de piano solo e música de câmera. É pianista da orquestra de tango "De Puro Guapos" com a qual participa de gravações e shows pelo Brasil e Argentina. Foi aluno dos professores Homero Magalhães, Isabel Mourão, Antônio Bezzane e Diana Kacso. Fez cursos de interpretação com os professores Fernando Lopes, Flávio Varani David Witten e Serguei Dukachev. É contrabaixista, atuando nas principais orquestras sinfônicas da cidade de São Paulo.
Laércio Diniz é natural do Rio de Janeiro, foi aluno de Ludmila Vinecka em Brasília e Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois Concursos "Jovens Solistas" (Porto Alegre e Brasília) e em 1987 foi contemplado com bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Música de Aachen sob a orientação de Ingeborg Scheerer e um ano depois na Escola Superior de Música de Colônia sob a orientação de Saschko Gawriloff (spalla da Orquestra Filarmônica de Berlim), Susanne
Rabenschlag (primarius do Quarteto Verdi) e música de câmara com o Quarteto Amadeus.
Na Alemanha foi professor na Escola de Musica de Gumrnersbach e trabalhou com a Heidelberger Kammerorchester tendo atuado como spalla e solista e realizando concertos por mais de cinco anos por todos os países da Europa Ocidental.
De volta ao Brasil em 1995 fundou o Quarteto de Cordas Aureus especializado no repertório brasileiro com o qual gravou dois Cds , um pelo selo Som Puro com autores variados e o outro com a obra completa para quarteto de cordas de Alberto Nepomuceno pelo selo Paulus. Em 1997 fundou a Orquestra de Câmara Engenho Barroco da qual é spalla e diretor artístico e com a qual lançou um CD de música barroca pelo selo Som Puro com obras de autores do período Barroco e em 2001, 2002 e 2003, três CDs integrantes do projeto "Restauração e Difusão de Partituras" patrocinado pela
Petrobras interpretando obras de autores do período colonial brasileiro. Foi professor de violino do Festival de Inverno de Campos do Jordão de 1999, 2000, e 2003. Em 2001 junto ao Quarteto Aureus, professor do curso de inverno da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e em 2002, professor do Festival de Inverno de Londrina. Em 2007 foi o titular da cadeira de violino no Festival Música das Esferas de Bragança Paulista / SP. Desde 1998 é professor de violino da Faculdade de Artes Alcântara Machado. É também consultor musical da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, professor da Universidade Livre de Música, chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e spalla da Bachiana Chamber Orchestra, além de desenvolver uma intensa carreira como recitalista e solista.
Em 2005 inicia sua carreira como regente, e, atualmente é Maestro e Diretor Artístico da Orquestra do Pateo do Colégio em São Paulo e Regente adjunto da Bachiana Filarmônica e da Orquestra HSBC.
Além das múltiplas atividades citadas, Laércio Diniz desenvolve sua arte como camerista na posição de violinista do São Paulo Arte Trio.
Miroslav Georgiev nasceu em 1979 em Sofia, Bulgária. Formado em piano pela Escola Nacional de Música da Bulgária, cursou dois mestrados na Academia de Música "Pancho Vladigerov" Sofia (Bulgária): piano e regência orquestral. Em 2005 concluiu mais um mestrado em piano na Universidade do Sul da Flórida (EUA). O contato com professores e artistas de tradições eslava e ocidental lhe conferiu uma visão ampla da técnica e interpretação do piano. Além disso, a experiência por ele adquirida em muitas áreas da música - incluindo canto, regência, acompanhamento e música de câmara - capacita-o a ter uma abordagem universal e complexa que vai do estilo clássico ao popular. Miroslav Georgiev foi premiado em vários concursos nacionais e internacionais ("Albert Roussel" - Sofia, "Carl Filtch" - Sibiu, "Dimitar Nenov" - Razgrad); tocou com orquestras e regeu na Bulgaria e nos EUA, participou em festivais na Bulgária, na Austria e no Brasil ("Semanas musicais de Sofia, "Semanas festivais de Viena", o festival "Apolonia" em Sozopol, Festival de inverno de Campos
do Jordao). Com um repertório vasto que abrange todos os estilos e épocas da música, incluindo gêneros do pré-clássico ao contemporâneo (obras-primas como 'Gaspard de la nuit', 'Islamei' do M. Balakiriev, 'Quadros de uma exposição' de Mussorgsky e o Concerto para piano e orquestra no.1 do Tchaikovsky), Miroslav realizou inúmeros recitais na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil, destacando-se o recital no Museu Debussy em Paris. Suas apresentações em recitais solo, de câmara e em gravações lhe conferiram reconhecimento do público e de críticos na Europa e nos Estados Unidos.
Miroslav Georgiev fixou residência no Brasil em 2006 e atua como correpetidor das madeiras e da classe de regência orquestral na Escola musical do Estado de São Paulo (EMESP, antigo Centro Tom Jobim). Desde então, tem realizado vários recitais solo, concertos camerísticos com integrantes da OSESP e outros músicos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, inclusive com o renomado quarteto 'Guarnieri'. Também realizou gravações para os programas 'Rede Vida Musical' da Rede Vida e 'Pianíssimo' da rádio Cultura FM. Seus projetos mais recentes incluem a série de concertos 'O Impressionismo Francês', em comemoração pelo Ano da França no Brasil, realizados no Centro Cultural São Paulo.
Orquestra de Câmara Engenho Barroco - regente, Laércio Diniz. Violinos: Laércio Sinhorelli Diniz (Spalla), Cesar Miranda, Katia Spassova, Dorin Serban Tudoras e Nadilson Gama. Viola: Tania Kier. Violoncelo: Ana Maria C. Chamorro. Contrabaixo: Alexandre Rosa. Cravo: Stella Almeida.
Formada por integrantes das principais orquestras profissionais de São Paulo, a Orquestra de Câmara "Engenho Barroco" tem como proposta de trabalho a interpretação das obras do período barroco e clássico e como meta, a execução deste repertório da maneira mais próxima possível do estilo original. A finalidade precípua da utilização, pela orquestra, de instrumentos modernos e arcos de "'época" é unir as possibilidades destes instrumentos com a enorme gama de criação sonora que a interpretação de época nos permite.
A filosofia musical do barroco e o instrumental moderno, aliados a uma boa dose de sensibilidade artística, são, com bom gosto, destilados no "Engenho Barroco" para criar uma interpretação viva e inteligente.
Em 1999, a Orquestra "Engenho Barroco" gravou pelo selo "Som Puro", um CD com obras de Corelli, Bach, Geminiani e Telemann, em 2001, 2002 e 2003 lançou como parte do projeto de lei de incentivo a cultura, patrocinado pela Petrobras "Acervo da música Brasileira-Restauração e difusão de partituras" três CDs de compositores brasileiros sendo o primeiro e o terceiro com missas e ladainhas do século 18, junto a integrantes do Coral do Estado de São Paulo e a Maestrina Naomi Munakata e o segundo
com obras de natal dos séculos 18 e 19 junto ao coro Brasilessentia e o maestro Vitor Gabriel. Em 2006 a orquestra realizou seu primeiro concerto na Europa, estreando em Berlin (Alemanha) obtendo grande sucesso de critica e público.
Atualmente orquestra Engenho Barroco tem como cede o local histórico mais importante de São Paulo, o Páteo do Collegio, fundado pelos Jesuítas no ano de 1556.
A Orquestra Sinfônica de Americana, criada em 1987 como Orquestra de Câmara e alçada à condição de Orquestra Sinfônica em 1997, com a chegada de músicos para os naipes de corda, sopros de madeira e metal, atualmente conta com 44 músicos profissionais em sua formação.
A orquestra desenvolve projetos que visam à valorização e à aproximação do público com a música sinfônica. Entre os programas, destaca-se o "Encontro com a Sinfônica", em que crianças e jovens têm a oportunidade de conhecer o funcionamento de uma orquestra.
Contanto com músicas eruditas e populares em seu repertório, a Sinfônica de Americana gravou um CD com a dupla Sá & Guarabira - cuja vendagem já ultrapassou 30 mil unidades - e outro intitulado "Caipira Clássico", em parceria com os violinista Paulinho Nogueira e Laércio Ilhabela. Tem se apresentado no Theatro São Pedro em São Paulo nas óperas Don Pasquale.
O Quaternaglia Guitar Quartet (QGQ) tem sido aclamado como um dos mais importantes quartetos de violões da atualidade, tanto pelo alto nível de seu trabalho camerístico quanto por sua importante contribuição para a ampliação do repertório.
Em seus dezenove anos de atuação, o grupo - formado pelos violonistas Crystian Dozza, Fabio Ramazzina, Thiago Abdalla e Sidney Molina - vem estabelecendo um cânone de obras originais e arranjos audaciosos, o que inclui a colaboração com compositores brasileiros de diversas gerações, tais como Egberto Gismonti, Almeida Prado, Paulo Bellinati, Sérgio Molina, e Paulo Tiné.
Sua atuação começou a despertar o interesse da crítica internacional após a obtenção do "Ensemble Prize" no "Concurso Internacional de Violão de Havana" (Cuba) e da participação em importantes séries de violão e música de câmara dos Estados Unidos.
Segundo o jornal Los Angeles Times, "uma aura de pureza penetrou o concerto do quarteto de violões Quaternaglia, que preencheu todos os requisitos com serenidade e inteligência em sua estréia na Califórnia".
A discografia do Quaternaglia inclui os CDs Quaternaglia, Antique, Forrobodó, Presença e Estampas, além do DVD Quaternaglia, gravado ao vivo. Em 2008 o quarteto estreou no Brasil Gismontiana, concerto para quatro violões e orquestra de Leo Brouwer, sob a regência do próprio compositor em sua primeira viagem ao Brasil.
Os músicos do Quaternaglia utilizam três violões de seis cordas e um violão de sete cordas especialmente construídos pelo luthier brasileiro Sérgio Abreu.
Sergio Gallo é professor titular na Geórgia State University.
Sua formação pianística foi realizada por Ana Stella Schic, Elizabeth Prindonnoff e Falvai Sándor nas seguintes instituições: Conservatoire Européen de Musique em Paris (Diplôme d'Excellence), Academia Superior de Música Franz Liszt de Budapeste, Hungria, Cincinnati College (Master of Music and Artist Diploma) e University of California (DMA). Gallo é especialista em música francesa para piano.
O pianista mantém uma rigorosa agenda de concertos e já atuou como solista de orquestra pelas Américas e Turquia bem como, realizou gravações para a Radio France. Recentemente realizou uma turnê pela Ásia, Europa e pelos principais centros musicais americanos, e foi membro do júri em Taiwan no International Piano Performance Examinations.
O artista grava exclusivamente para o selo Eroica. O refinamento de suas interpretações é altamente elogiado pelas revistas especializadas Gramophone Magazine e American Record Guide. Sérgio Gallo é artista Bösendorfer.
Som Brass - o quinteto de metais foi idealizado no Master-class do Chestnut Brass Company, realizado durante o 32º Festival de Inverno de Campos do Jordão (jul/2001).
A partir deste evento o quinteto direcionou o trabalho ao aprimoramento da prática camerística, incorporando com a mesma sutileza a linguagem popular. Durante 9 (nove) anos o grupo realizou diversos concertos e oficinas didáticas em todo o Estado de São Paulo, o que contribuiu para a afinidade e a maturidade musical.
A formação: 2 (dois) trompetes, 1 (uma) trompa, 1 (um) trombone e 1 (uma) tuba, principais instrumentos de metal de uma orquestra sinfônica.
Um quinteto de metais proporciona uma flexibilidade de repertório adequando-se a cada tipo de evento, do Renacentismo passando por todo os períodos da música ocidental até os estilos mais contemporâneos como Jazz, MPB e Rock.
TAKEtrio - o grupo é formado por Paula Valente - saxofone e flauta transversal, Marco Prado - guitarra ou violão acústico e Camila Bomfim - contrabaixo acústico.
Seus integrantes têm sólida formação tanto em música erudita como em música popular, bem como larga atuação profissional no meio artístico.
O repertório do trio é composto de jazz, blues e música brasileira. Porém esse trabalho se destaca por também apresentar músicas pouco executadas, como Blue Monk e Well you needn't, de autores consagrados como Thelonius Monk, ou Paul Desmond.
Os arranjos são feitos pelo próprio grupo, o que faz com que a sonoridade se diferencie das formações comuns encontradas no cenário da música paulistana.
O Zimbo Trio é formado no início de 1964 em São Paulo por Luiz Chaves, baixo, Rubens Barsotti, bateria e Amilton Godoy, piano, foi um dos grupos que mais influenciaram outras músicos em relação à maneira de acompanhar música brasileira. O trio é expoente da ala paulista da bossa nova, apoiados no toque pianístico de formação erudita de Godoy. Depois da estréia, em um show de Norma Bengel produzido por Aloysio de Oilveira, viajaram na segunda metade da década de 60 pela América do Sul
e Europa. Em 1965 passaram a fazer o acompanhamento fixo do programa O Fino da Bossa, da TV Record, apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues, um dos mais importantes na divulgação de novos talentos musicais. Desde 1973 o trio dirige o Clam, Centro Livre de Aprendizagem Musical, em São Paulo, voltado para a formação musical ampla, sem separação entre erudito e popular. Com 35 anos de carreira e mais de 40 discos gravados, incluindo participações, o Zimbo Trio permanece hoje com a mesma formação original de 1964.
Bragança Paulista
A Estância Climática de Bragança Paulista tem posição estratégica dentro da região Sudeste do Brasil, na Serra da Mantiqueira. A população média da cidade é de 143.621 habitantes (2006). A cidade situa-se entre sete colinas, sombreando os vales e valorizando a expressão "cidade poesia". Em cada colina, uma paróquia: Santa Libânia, Santa Terezinha, Santa Luzia e São José; a Catedral e Rosário, no centro
(quinta colina); a paróquia da Vila Aparecida (sexta colina), e, por fim a sétima colina, onde fica o Cruzeiro, bairro de Vila Maria.
Serviço:
IV Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista 2011 - De 21 a 31 de julho
O festival foi contemplado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
Patrocínio da Petrobras
Diretores do festival: Paulo Gazzaneo, Sergio Chnee e Leila Gazzaneo
Locais das apresentações:
Pergolado
Praça Raul Leme, s/n
Centro - Bragança Paulista
FESB - Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista
Avenida Francisco Samuel Lucchesi Filho, 770 - Penha
Bragança Paulista
Fone: (11) 4035-7800
Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman - Sociedade Sinfônica
Rua Cel. Assis Gonçalves, 243
Bragança Paulista
Todos os eventos são abertos ao público e gratuitos
Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos
telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou
pelo site www.bemelmans.com.br
Festival Internacional de Bragança Paulista 2011
A cultura é a identidade de um povo. Um povo sem cultura é desprovido de alma, sem face.
Dia 21 de julho, às 19h, acontece a abertura do IV Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista 2011 com show do Zimbo Trio na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman. O festival terá apresentações gratuitas diárias de 21 a 31 de julho. Serão promovidos dois recitais Internacionais de piano com o búlgaro Miroslav Georgiev e com o americano Sergio Gallo. No dia 29 de julho haverá a apresentação da ópera Dido e Eneas de Henry Purcell sob regência de Laércio Muniz
com a Orquestra de Câmara Engenho Barroco, coro e solistas do festival. Entre os músicos que se apresentam estão o maestro João Carlos Martins, o quarteto de violões Quaternaglia e a Orquestra Sinfônica de Americana. Na praça central de Bragança Paulista se apresentam dois grupos de jazz. Os workshops também serão abertos ao público. Todos os eventos são gratuitos.
Durante todo o festival músicos terão aulas de vários instrumentos e se apresentarão nos concertos de encerramento onde concorrerão a três prêmios: Raphael Baker, ao melhor aluno do festival que ganhará uma bolsa de estudos integral para a edição seguinte e um prêmio de R$ 4.000,00, Demétrio Kipman, ao professor que se destacou nesta edição do festival e estará automaticamente confirmado na edição seguinte e um prêmio de R$ 1.000,00 e Antônio Pimentel, dado a uma personalidade de Bragança Paulista que tenha promovido o desenvolvimento cultural da cidade no ano corrente.
A Direção do festival é do pianista Paulo Gazzaneo e do maestro Sergio Chnee e de Leila Gazzaneo, que também assina a produção do festival. Realização da Retrato Brasileiro Interartes. O festival é incentivado pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e tem o patrocínio da Petrobras.
Parcerias culturais: Prefeitura da Estância Cultural de Bragança Paulista, George State University e Fritz Dobbert.
Programação musical do IV Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista 2011.
Os eventos acontecem na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica), no Pergolado da praça central e os workshops na FESB - Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista.
Dia 21, às 19h - Zimbo Trio - Luiz Chaves, baixo, Rubens Barsotti, bateria e Amilton Godoy, piano
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 22, às 20h - Bachiana Chamber Orchestra - João Carlos Martins, regente
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 23, às 20h - Quaternaglia - Quarteto de Violões - Crystian Dozza, Fabio
Ramazzina, Thiago Abdalla e Sidney Molina
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 24, às 20h - Trio Lumiere - Piano, violino e violoncelo - Maria José
Carrasqueira (piano), Eliane Tokeshi (violino) e Heloisa Meirelles (violoncelo)
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 25, às 20h - Miroslav Georgiev - Recital de Piano
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 26, às 20h - Orquestra Sinfônica de Americana - Laércio Diniz, regente
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 27, às 11h, SomBrass - Quinteto de Metais
Local: Pergolado na praça central
Dia 27, às 20h - Sergio Gallo - Recital de Piano
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 28, às 20h - Noite dos Professores do IV Festival Música das Esferas - Recital
de Música de Câmara
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 29, às 11h, TAKETrio - Paula Valente (saxofone e flauta transversal), Marco Prado (guitarra ou violão acústico) e Camila Bomfim (contrabaixo acústico) Show de Jazz e Música Brasileira
Local: Pergolado na praça central
Dia 29, às 14h - Aulus Trio - Paulo Brucoli, piano, Fábio Brucoli, violino e Mauro
Brucoli, violoncelo
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 29, às 20h - Ópera Dido e Eneas de Henry Purcell
Coro e solistas do IV Festival Música das Esferas
Orquestra de Câmara Engenho Barroco - Laércio Diniz, regente
Local: Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 30, às 20h, Ópera La Traviata de Verdi
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Dia 31, às 18h - Orquestra Acadêmica do IV Festival Música das Esferas
Sergio Chnee, regente Saraí Sarmiento (Piano), solista
Local: na Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman (Sociedade Sinfônica)
Agenda Workshops:
Local: FESB - Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista.
Dia 21, às 14h, Workshop Zimbo Trio - Ensaio Aberto.
Dia 24, às 14h, Workshop: Miroslav Georgiev da Bulgária sobre o Virtuosismo Pianístico de Franz Liszt
Dia 25, às 14h: Workshop Maria José Carrasqueira sobre Performer - sua importância e atuação
Dia 26, às 14h: Workshop: Amanda Pepping dos Estados Unidos sobre Repertório Sinfônico para Trompete.
Dia 27, às 14h: Workshop: Laura Medisky dos Estados Unidos sobre Técnica Alexander para Músicos.
Os professores estrangeiros do festival são: Dos Estados Unidos: Kathryn Hartgrove (Canto), Amanda Pepping (Trompete), Josh Bynum (Trombone), Laura Medisky (Oboé), Sergio Gallo (Piano). De Cuba, Saraí Sarmiento (Piano). Da Finlândia: Ville Mankkinen (Viola).
Farão workshops Miroslav Georgiev da Bulgária sobre o Virtuosismo Pianístico de Franz Liszt, Amanda Pepping dos Estados Unidos sobre Repertório Sinfônico para Trompete e Laura Medisky dos Estados Unidos sobre Técnica Alexander para Músicos e do Brasil, Maria José Carrasqueira sobre Performer - sua importância e atuação e Zimbo Trio com um Ensaio Aberto.
Os professores brasileiros são: Mauricy Martin (Piano), Sergio Chnee (Regência), Laércio Diniz (Regente - Núcleo de Ópera), Paulo Ésper (Òpera), Aída Machado (História da Música e Apreciação Musical), Achille Picchi (Composição), Stella Almeida (Cravo), Alessandro Borgomanero, Cecília Guida e Claudio Micheletti (Violino), Emerson de Biaggi e Henrique Müller (Viola), Everton Gloeden (Violão), Ana Maria Chamorro e Watson Clis (Violoncelo), Alexandre Rosa (Contrabaixo), Marcelo
Barboza (Flauta), Gustavo Barbosa Lima (Clarineta), Paulo Andrade (Fagote), André Ficarelli (Trompa).
O Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista é de iniciativa e direção dos músicos Paulo Gazzaneo e Sergio Chnee. O primeiro aconteceu em 2007e promoveu uma nova etapa na cultura musical da região serrana de Bragança Paulista e no Estado de São Paulo.
Site: www.fmde.art.br .
Desde 2007, a cidade de Bragança Paulista figura como uma nova opção cultural, educacional e profissional dentro do crescente mercado de trabalho musical.
Eventos como o Festival Música das Esferas fomentam a geração de empregos e ampliam as atividades culturais em sua região.
Em julho, o Festival Música das Esferas realiza concertos, exibições, conferências que o público tem acesso gratuito. São realizadas oficinas para instrumentos de orquestra, piano, música de câmara, e regência, além de concertos diários de música erudita durante toda a realização do festival.
Site: www.fmde.art.br
Biografia dos diretores:
Paulo Gazzaneo vem conquistando uma sólida posição dentro do cenário musical brasileiro, tanto como intérprete ou pedagogo e, recentemente, na área da composição.
Discípulo de Amaral Vieira pela Faculdade Santa Marcelina de São Paulo no Brasil e István Lantos na Budapesti Liszt Ferenc Zenemüvészeti Föiskola na Hungria, vem se destacando por suas apresentações e gravações, principalmente de obras brasileiras, para piano solo e música de câmara, importantes registros de seu trabalho como solista e camerista.
Complementando seus estudos, recebeu a orientação de Osvaldo Lacerda, Almeida Prado, (Composição, Harmonia e Contraponto) no Brasil, Marta Gulyás, Ferenc Rados e Matte Hollos na Hungria e Hans Graff na Academia Superior de Música de Viena, além de sua participação em festivais de verão e inverno nas classes de Zoltán Kocsis, Peter Frankl e Bruno Leonardo Gelber.
É convidado com freqüência a ministrar aulas de piano e música de câmara bem como palestras e seminários em tradicionais festivais de inverno e verão, tanto no Brasil como em países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru).
Como recitalista e solista já se apresentou em todos os países da América do Sul e nos principais centros musicais europeus (Áustria, Alemanha, Bélgica, Hungria, Polônia, Espanha, Grécia, Bulgária, Inglaterra, Suíça), com destaque para a integral dos Concertos para piano de Mozart realizada em Budapeste em 1991 por ocasião do bicentenário de morte do compositor.
Desde o seu retorno ao Brasil em 1993, assumiu como principal premissa de seu trabalho a execução e registro fonográfico de obras de compositores brasileiros, preferencialmente ainda ativos, e, desde o ano de 2000, tem se dedicado de forma mais produtiva na área da criação.
Entre suas premiações destacam-se o Prêmio Lorenzo Fernandez 2004 outorgado pelo Femusica da cidade de Campos / RJ, e as indicações ao Prêmio Carlos Gomes 1996 (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo) e ao Grammy 2002 (melhor Cd de música erudita com a estampa "Duo Quanta").
Como intérprete já dispõe de oito títulos em sua discografia sete dos quais integralmente dedicados à música nacional. Como compositor já foi prestigiado pelo Harpyia Quartet (Grécia) em uma temporada de concertos pelos países da Europa Oriental e, uma gravação de suas seis miniaturas para piano solo pelo selo PMC / SP.
Na pedagogia, desenvolveu um importante trabalho de 1998 a 2004 no cargo de coordenador do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim de São Paulo, departamento da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Unindo-se ao violinista Laércio Diniz e à violoncelista Ana Maria Chamorro, firmaram oficialmente em 25 de abril de 2006 a fundação do São Paulo Arte Trio.
Gazzaneo foi membro ativo da American Liszt Society, Sociedade Brasileira de Musicologia e da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.
Sergio Chnee começou os estudos ao piano com seus avós Rina e Demétrio Kipman. Estudou canto com Caio Ferraz e Francisco Campos Neto e composição com Aylton Escobar, Osvaldo Lacerda e Almeida Prado. Graduou-se em 1991 na Fundação Getúlio Vargas em Administração de Empresas. Em 1993 mudou-se para a Rússia onde estudou regência com Mihail Kukúshkin e Iliá Mússin, no Conservatório Rimski-Kórsakov de São Petersburgo. No ano seguinte transferiu-se para a Sibéria onde se graduou Regente Sinfônico e de Ópera em 1996 sob orientação de Arnold Katz. Realizou turnês
internacionais acompanhando o soprano russo Etéri Gvazáva ao piano e dirigindo a Orquestra de Câmara Jovens Virtuoses da Sibéria. Desde então vem dirigindo concertos com as mais diversas formações no Brasil e no exterior como a Orquestra Filarmônica de Omsk e Orquestra Filarmônica de Câmara de Novossibirsk (Rússia), a Orquesta Sinfónica Juvenil (República Dominicana), a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, a Orquestra Sinfônica Municipal de Santo André, a Orquestra Antunes Câmara, e o Coral da Universidade Livre de Música entre outros grupos. Foi o regente responsável pelo lançamento do programa "Música nas Escolas" das Secretarias de Estado da Cultura e da Educação do Estado de São Paulo dirigindo a Sinfonia Cultura, orquestra da Rádio e TV Cultura, grupo do qual foi também Consultor Musical. Foi Curador e Regente do Festival de Cultura Brasileira no Leste Europeu e do Festival de Música Coral de Santo André.
É Principal Regente Convidado da Wasa Sinfonietta (Finlândia) e da Lira Padre José de Anchieta, Diretor Artístico do Festival Música das Esferas de Bragança Paulista e do Festival Ars Viva de Serra Negra.
Suas composições têm sido tocadas em várias cidades do Brasil, além de Rússia, Alemanha, Finlândia, Estônia, Bélgica, Colômbia, República Dominicana e Angola.
Desenvolve trabalho de música de câmara em duo a quatro mãos com Paulo Gazzaneo, com quem participou de gravações. Lançou três discos com obras de compositores brasileiros, incluindo obras suas. Ministrou aulas de regência, composição, música de câmara e história da música no Conservatório de Tatuí e no Centro Cultural São Paulo. Atualmente é professor da Universidade Livre de Música e do Mozarteum Brasileiro. Colabora com textos para a mídia especializada. Criador e apresentador dos programas "Vastók - A Música do Leste Europeu", e "Regência Russa - Uma Escola", ambos produzidos pela Rádio Cultura FM de São Paulo.
Tem assessorado projetos de qualidade de vida para os funcionários de empresas como Gradiente, Oracle, Pfizer, Sanofi-Aventis e Laboratórios Wyeth através de treinamento vocal, palestras e dinâmicas de grupo.
Leila Cristhiane Miranda Gazzaneo é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIP
- Universidade Paulista / SP, e atualmente dirige e promove as atividades artísticas administradas pela Retrato Brasileiro Interartes.
Sua diretriz comercial nas atividades culturais tem sido a valorização das parcerias culturais, o que tem lhe proporcionado a possibilidade de desenvolvimento de importantes projetos culturais de natureza musical ao lado de empresas do mesmo ramo, a exemplo da Allegro do maestro João Carlos Martins e artistas de renome internacional como Eudóxia de Barros, pianista Sergio Gallo da University of
Atlanta, Trio Apolo da Bolívia, o violista Ville Mankkinen da Finlândia.
Atual responsável pela produção do Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Música de Bragança Paulista, tem ampliado a carteira de artistas que solicitam seu agenciamento e, Conseqüentemente tem tornado a RBI Interartes uma empresa cultural com um leque de opções musicais bastante variado e qualitativo.
A Retrato Brasileiro Interartes tem se diferenciado desde a sua fundação por um trabalho artisticamente valioso, ao apoiar e produzir eventos com a participação integral de músicos brasileiros e priorizar a execução de obras de compositores brasileiros em suas apresentações.
Em quatro anos de atividades, a representação artística da RB Interartes já realizou eventos com músicos do porte dos pianistas Paulo Gazzaneo, Sérgio Gallo, Eudóxia de Barros, o violoncelista Raïff Dantas Barreto, o Trio Retrato Brasileiro, Duo Quanta, Duo Opus Brasiliae, Quarteto Aureus, Trio Images, Orquestra de Câmara Engenho Barroco, e o interesse de músicos e agrupações camerísticas por seu trabalho de produção e agenciamento, tem aumentado significativamente nos últimos meses.
Devido ao seu trabalho pioneiro, ao priorizar 100% de seu trabalho a artistas brasileiros ou residentes em território nacional e à qualidade de seus agenciados, sua Diretora Executiva, Leila Gazzaneo tem recebido convites para curadorias em tradicionais centros musicais. No ano de 2006 foi a representante
oficial em São Paulo do XV Femusica - Festival Internacional de Inverno de Campos dos Goytacazes / RJ. Sua atuação foi merecedora do Prêmio Lorenzo Fernández outorgado no ato de encerramento do Festival.
Desde o ano de 2007 assumiu a direção administrativa do Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Música de Bragança Paulista. Nesse mesmo ano foi contemplada em editais nas cidades de Curitiba e em São Paulo. No ano de 2009 firmou uma importante Parceria Cultural com a Cia Ópera São Paulo na produção e execução da aclamada série Grandes Vozes e na montagem e execução da ópera A Flauta Mágica de W. A. Mozart. No ano de 2010 desenvolveu juntamente
com a empresa "Pacto Musical" a série de concertos intitulada "Viagem Musical" sob a contemplação do Proac - Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Neste mesmo ano assumiu a gerência e representação artística da Orquestra Filarmônica do Brasil.
O trabalho de produção tem mostrado na figura da produtora Leila Cristhiane, uma profissional de visão mercadológica e sensível aos anseios da cultura nacional.
Biografia dos músicos da programação em ordem alfabética

Aulus Trio: Fábio Brucoli é violinista do Aulustrio e primeiro violino da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Ganhou por duas vezes o concurso "Jovens Solistas OSESP". Estudou com os professores alemães radicados no Brasil, Erich Lehninger e Uwe Kleber. Ganhador de bolsa de estudos pela Instituição VITAE, integrou-se na classe do Prof. Roman Nodel, na escola Superior de Música de Mannheim - Alemanha, onde concluiu o curso de "Kunstlerische Ausbildung". Como solista atuou com algumas das principais Orquestras Brasileiras como OSESP, OSUSP, Orquestra Filarmônica de
São Bernardo e Orquestra Solistas do Brasil na qual foi SPALLA nos anos de 1995 a 2002. Realizou gravações para emissoras de TV e de rádio "Rádio e TV Cultura de São Paulo", "Rádio Eldorado" e "TV Globo". Como camerista foi premiado por duas vezes em 1995 e novamente em 1997 com o "Premio APCA".
Mauro Brucoli é violoncelista do Aulustrio e primeiro violoncelo da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Foi monitor de violoncelos da Orquestra Experimental de Repertório, primeiro violoncelo da Amazonas Filarmônica e Orquestra de Câmara São Paulo. Venceu os concursos Jovens Solistas da OER e da OSESP. Foi aluno da professora Maria Cecília L.ombardi Brucoli. Mauro é bacharel em violoncelo e aperfeiçoou no instrumento com o professor Sigmund Kubala. Recebeu bolsa de estudos da instituição VITAE para estudar com o professor Antônio Del Claro e posteriormente na Academia Nacional de Sófia, na Bulgária, concluindo o curso de Especialização em Violoncelo com o professor Anatoli Krâstev e o Curso de Música de Câmara na classe do compositor e pianista Victor Schuchukov.
Paulo Brucoli é pianista do Aulustrio e cursa o quarto ano de bacharelado em instrumento no Instituto de Artes da UNESP. Destaca-se como uns dos principais jovens talentos do Brasil em recitais de piano solo e música de câmera. É pianista da orquestra de tango "De Puro Guapos" com a qual participa de gravações e shows pelo Brasil e Argentina. Foi aluno dos professores Homero Magalhães, Isabel Mourão, Antônio Bezzane e Diana Kacso. Fez cursos de interpretação com os professores Fernando Lopes, Flávio Varani David Witten e Serguei Dukachev. É contrabaixista, atuando nas principais orquestras sinfônicas da cidade de São Paulo.
Laércio Diniz é natural do Rio de Janeiro, foi aluno de Ludmila Vinecka em Brasília e Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois Concursos "Jovens Solistas" (Porto Alegre e Brasília) e em 1987 foi contemplado com bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Música de Aachen sob a orientação de Ingeborg Scheerer e um ano depois na Escola Superior de Música de Colônia sob a orientação de Saschko Gawriloff (spalla da Orquestra Filarmônica de Berlim), Susanne
Rabenschlag (primarius do Quarteto Verdi) e música de câmara com o Quarteto Amadeus.
Na Alemanha foi professor na Escola de Musica de Gumrnersbach e trabalhou com a Heidelberger Kammerorchester tendo atuado como spalla e solista e realizando concertos por mais de cinco anos por todos os países da Europa Ocidental.
De volta ao Brasil em 1995 fundou o Quarteto de Cordas Aureus especializado no repertório brasileiro com o qual gravou dois Cds , um pelo selo Som Puro com autores variados e o outro com a obra completa para quarteto de cordas de Alberto Nepomuceno pelo selo Paulus. Em 1997 fundou a Orquestra de Câmara Engenho Barroco da qual é spalla e diretor artístico e com a qual lançou um CD de música barroca pelo selo Som Puro com obras de autores do período Barroco e em 2001, 2002 e 2003, três CDs integrantes do projeto "Restauração e Difusão de Partituras" patrocinado pela
Petrobras interpretando obras de autores do período colonial brasileiro. Foi professor de violino do Festival de Inverno de Campos do Jordão de 1999, 2000, e 2003. Em 2001 junto ao Quarteto Aureus, professor do curso de inverno da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e em 2002, professor do Festival de Inverno de Londrina. Em 2007 foi o titular da cadeira de violino no Festival Música das Esferas de Bragança Paulista / SP. Desde 1998 é professor de violino da Faculdade de Artes Alcântara Machado. É também consultor musical da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, professor da Universidade Livre de Música, chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e spalla da Bachiana Chamber Orchestra, além de desenvolver uma intensa carreira como recitalista e solista.
Em 2005 inicia sua carreira como regente, e, atualmente é Maestro e Diretor Artístico da Orquestra do Pateo do Colégio em São Paulo e Regente adjunto da Bachiana Filarmônica e da Orquestra HSBC.
Além das múltiplas atividades citadas, Laércio Diniz desenvolve sua arte como camerista na posição de violinista do São Paulo Arte Trio.
Miroslav Georgiev nasceu em 1979 em Sofia, Bulgária. Formado em piano pela Escola Nacional de Música da Bulgária, cursou dois mestrados na Academia de Música "Pancho Vladigerov" Sofia (Bulgária): piano e regência orquestral. Em 2005 concluiu mais um mestrado em piano na Universidade do Sul da Flórida (EUA). O contato com professores e artistas de tradições eslava e ocidental lhe conferiu uma visão ampla da técnica e interpretação do piano. Além disso, a experiência por ele adquirida em muitas áreas da música - incluindo canto, regência, acompanhamento e música de câmara - capacita-o a ter uma abordagem universal e complexa que vai do estilo clássico ao popular. Miroslav Georgiev foi premiado em vários concursos nacionais e internacionais ("Albert Roussel" - Sofia, "Carl Filtch" - Sibiu, "Dimitar Nenov" - Razgrad); tocou com orquestras e regeu na Bulgaria e nos EUA, participou em festivais na Bulgária, na Austria e no Brasil ("Semanas musicais de Sofia, "Semanas festivais de Viena", o festival "Apolonia" em Sozopol, Festival de inverno de Campos
do Jordao). Com um repertório vasto que abrange todos os estilos e épocas da música, incluindo gêneros do pré-clássico ao contemporâneo (obras-primas como 'Gaspard de la nuit', 'Islamei' do M. Balakiriev, 'Quadros de uma exposição' de Mussorgsky e o Concerto para piano e orquestra no.1 do Tchaikovsky), Miroslav realizou inúmeros recitais na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil, destacando-se o recital no Museu Debussy em Paris. Suas apresentações em recitais solo, de câmara e em gravações lhe conferiram reconhecimento do público e de críticos na Europa e nos Estados Unidos.
Miroslav Georgiev fixou residência no Brasil em 2006 e atua como correpetidor das madeiras e da classe de regência orquestral na Escola musical do Estado de São Paulo (EMESP, antigo Centro Tom Jobim). Desde então, tem realizado vários recitais solo, concertos camerísticos com integrantes da OSESP e outros músicos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, inclusive com o renomado quarteto 'Guarnieri'. Também realizou gravações para os programas 'Rede Vida Musical' da Rede Vida e 'Pianíssimo' da rádio Cultura FM. Seus projetos mais recentes incluem a série de concertos 'O Impressionismo Francês', em comemoração pelo Ano da França no Brasil, realizados no Centro Cultural São Paulo.
Orquestra de Câmara Engenho Barroco - regente, Laércio Diniz. Violinos: Laércio Sinhorelli Diniz (Spalla), Cesar Miranda, Katia Spassova, Dorin Serban Tudoras e Nadilson Gama. Viola: Tania Kier. Violoncelo: Ana Maria C. Chamorro. Contrabaixo: Alexandre Rosa. Cravo: Stella Almeida.
Formada por integrantes das principais orquestras profissionais de São Paulo, a Orquestra de Câmara "Engenho Barroco" tem como proposta de trabalho a interpretação das obras do período barroco e clássico e como meta, a execução deste repertório da maneira mais próxima possível do estilo original. A finalidade precípua da utilização, pela orquestra, de instrumentos modernos e arcos de "'época" é unir as possibilidades destes instrumentos com a enorme gama de criação sonora que a interpretação de época nos permite.
A filosofia musical do barroco e o instrumental moderno, aliados a uma boa dose de sensibilidade artística, são, com bom gosto, destilados no "Engenho Barroco" para criar uma interpretação viva e inteligente.
Em 1999, a Orquestra "Engenho Barroco" gravou pelo selo "Som Puro", um CD com obras de Corelli, Bach, Geminiani e Telemann, em 2001, 2002 e 2003 lançou como parte do projeto de lei de incentivo a cultura, patrocinado pela Petrobras "Acervo da música Brasileira-Restauração e difusão de partituras" três CDs de compositores brasileiros sendo o primeiro e o terceiro com missas e ladainhas do século 18, junto a integrantes do Coral do Estado de São Paulo e a Maestrina Naomi Munakata e o segundo
com obras de natal dos séculos 18 e 19 junto ao coro Brasilessentia e o maestro Vitor Gabriel. Em 2006 a orquestra realizou seu primeiro concerto na Europa, estreando em Berlin (Alemanha) obtendo grande sucesso de critica e público.
Atualmente orquestra Engenho Barroco tem como cede o local histórico mais importante de São Paulo, o Páteo do Collegio, fundado pelos Jesuítas no ano de 1556.
A Orquestra Sinfônica de Americana, criada em 1987 como Orquestra de Câmara e alçada à condição de Orquestra Sinfônica em 1997, com a chegada de músicos para os naipes de corda, sopros de madeira e metal, atualmente conta com 44 músicos profissionais em sua formação.
A orquestra desenvolve projetos que visam à valorização e à aproximação do público com a música sinfônica. Entre os programas, destaca-se o "Encontro com a Sinfônica", em que crianças e jovens têm a oportunidade de conhecer o funcionamento de uma orquestra.
Contanto com músicas eruditas e populares em seu repertório, a Sinfônica de Americana gravou um CD com a dupla Sá & Guarabira - cuja vendagem já ultrapassou 30 mil unidades - e outro intitulado "Caipira Clássico", em parceria com os violinista Paulinho Nogueira e Laércio Ilhabela. Tem se apresentado no Theatro São Pedro em São Paulo nas óperas Don Pasquale.
O Quaternaglia Guitar Quartet (QGQ) tem sido aclamado como um dos mais importantes quartetos de violões da atualidade, tanto pelo alto nível de seu trabalho camerístico quanto por sua importante contribuição para a ampliação do repertório.
Em seus dezenove anos de atuação, o grupo - formado pelos violonistas Crystian Dozza, Fabio Ramazzina, Thiago Abdalla e Sidney Molina - vem estabelecendo um cânone de obras originais e arranjos audaciosos, o que inclui a colaboração com compositores brasileiros de diversas gerações, tais como Egberto Gismonti, Almeida Prado, Paulo Bellinati, Sérgio Molina, e Paulo Tiné.
Sua atuação começou a despertar o interesse da crítica internacional após a obtenção do "Ensemble Prize" no "Concurso Internacional de Violão de Havana" (Cuba) e da participação em importantes séries de violão e música de câmara dos Estados Unidos.
Segundo o jornal Los Angeles Times, "uma aura de pureza penetrou o concerto do quarteto de violões Quaternaglia, que preencheu todos os requisitos com serenidade e inteligência em sua estréia na Califórnia".
A discografia do Quaternaglia inclui os CDs Quaternaglia, Antique, Forrobodó, Presença e Estampas, além do DVD Quaternaglia, gravado ao vivo. Em 2008 o quarteto estreou no Brasil Gismontiana, concerto para quatro violões e orquestra de Leo Brouwer, sob a regência do próprio compositor em sua primeira viagem ao Brasil.
Os músicos do Quaternaglia utilizam três violões de seis cordas e um violão de sete cordas especialmente construídos pelo luthier brasileiro Sérgio Abreu.
Sergio Gallo é professor titular na Geórgia State University.
Sua formação pianística foi realizada por Ana Stella Schic, Elizabeth Prindonnoff e Falvai Sándor nas seguintes instituições: Conservatoire Européen de Musique em Paris (Diplôme d'Excellence), Academia Superior de Música Franz Liszt de Budapeste, Hungria, Cincinnati College (Master of Music and Artist Diploma) e University of California (DMA). Gallo é especialista em música francesa para piano.
O pianista mantém uma rigorosa agenda de concertos e já atuou como solista de orquestra pelas Américas e Turquia bem como, realizou gravações para a Radio France. Recentemente realizou uma turnê pela Ásia, Europa e pelos principais centros musicais americanos, e foi membro do júri em Taiwan no International Piano Performance Examinations.
O artista grava exclusivamente para o selo Eroica. O refinamento de suas interpretações é altamente elogiado pelas revistas especializadas Gramophone Magazine e American Record Guide. Sérgio Gallo é artista Bösendorfer.
Som Brass - o quinteto de metais foi idealizado no Master-class do Chestnut Brass Company, realizado durante o 32º Festival de Inverno de Campos do Jordão (jul/2001).
A partir deste evento o quinteto direcionou o trabalho ao aprimoramento da prática camerística, incorporando com a mesma sutileza a linguagem popular. Durante 9 (nove) anos o grupo realizou diversos concertos e oficinas didáticas em todo o Estado de São Paulo, o que contribuiu para a afinidade e a maturidade musical.
A formação: 2 (dois) trompetes, 1 (uma) trompa, 1 (um) trombone e 1 (uma) tuba, principais instrumentos de metal de uma orquestra sinfônica.
Um quinteto de metais proporciona uma flexibilidade de repertório adequando-se a cada tipo de evento, do Renacentismo passando por todo os períodos da música ocidental até os estilos mais contemporâneos como Jazz, MPB e Rock.
TAKEtrio - o grupo é formado por Paula Valente - saxofone e flauta transversal, Marco Prado - guitarra ou violão acústico e Camila Bomfim - contrabaixo acústico.
Seus integrantes têm sólida formação tanto em música erudita como em música popular, bem como larga atuação profissional no meio artístico.
O repertório do trio é composto de jazz, blues e música brasileira. Porém esse trabalho se destaca por também apresentar músicas pouco executadas, como Blue Monk e Well you needn't, de autores consagrados como Thelonius Monk, ou Paul Desmond.
Os arranjos são feitos pelo próprio grupo, o que faz com que a sonoridade se diferencie das formações comuns encontradas no cenário da música paulistana.
O Zimbo Trio é formado no início de 1964 em São Paulo por Luiz Chaves, baixo, Rubens Barsotti, bateria e Amilton Godoy, piano, foi um dos grupos que mais influenciaram outras músicos em relação à maneira de acompanhar música brasileira. O trio é expoente da ala paulista da bossa nova, apoiados no toque pianístico de formação erudita de Godoy. Depois da estréia, em um show de Norma Bengel produzido por Aloysio de Oilveira, viajaram na segunda metade da década de 60 pela América do Sul
e Europa. Em 1965 passaram a fazer o acompanhamento fixo do programa O Fino da Bossa, da TV Record, apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues, um dos mais importantes na divulgação de novos talentos musicais. Desde 1973 o trio dirige o Clam, Centro Livre de Aprendizagem Musical, em São Paulo, voltado para a formação musical ampla, sem separação entre erudito e popular. Com 35 anos de carreira e mais de 40 discos gravados, incluindo participações, o Zimbo Trio permanece hoje com a mesma formação original de 1964.
Bragança Paulista
A Estância Climática de Bragança Paulista tem posição estratégica dentro da região Sudeste do Brasil, na Serra da Mantiqueira. A população média da cidade é de 143.621 habitantes (2006). A cidade situa-se entre sete colinas, sombreando os vales e valorizando a expressão "cidade poesia". Em cada colina, uma paróquia: Santa Libânia, Santa Terezinha, Santa Luzia e São José; a Catedral e Rosário, no centro
(quinta colina); a paróquia da Vila Aparecida (sexta colina), e, por fim a sétima colina, onde fica o Cruzeiro, bairro de Vila Maria.
Serviço:
IV Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Bragança Paulista 2011 - De 21 a 31 de julho
O festival foi contemplado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
Patrocínio da Petrobras
Diretores do festival: Paulo Gazzaneo, Sergio Chnee e Leila Gazzaneo
Locais das apresentações:
Pergolado
Praça Raul Leme, s/n
Centro - Bragança Paulista
FESB - Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista
Avenida Francisco Samuel Lucchesi Filho, 770 - Penha
Bragança Paulista
Fone: (11) 4035-7800
Casa de Cultura Maestro Demétrio Kipman - Sociedade Sinfônica
Rua Cel. Assis Gonçalves, 243
Bragança Paulista
Todos os eventos são abertos ao público e gratuitos
Mais informações sobre a divulgação com Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos
telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou
pelo site www.bemelmans.com.br
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