sábado, 18 de setembro de 2010
REDUTO DO SAMBA - Por: Laércio de Jesus - ASESP
A ASESP é uma organização não governamental sem fins lucrativos, fundada em 29/06/1994 por pessoas vindas do segmento impar da sociedade com a missão de promover e preservar a música popular brasileira.
Tem como ponto forte a experiência de seus gestores preocupados em oferecer o melhor aos seus associados e parceiros.
A marca foi escolhida em referência a música popular brasileira e consolidou-se a partir da criação de estratégias de trabalho, com foco na música, educação, sustentabilidade e realização de eventos, integrando de forma eficiente os artistas independentes. Agregando maior valor aos serviços prestados, a sua sede, está sendo reformada para atender os seus associados e colaboradores. A infra-estrutura é composta de um ESPAÇO INTIMISTA PARA FESTAS E REUNIÕES COM CAPACIDADE PARA 120 PESSOAS, que abrigará festas de confraternização de empresas, aniversários, reuniões, casamentos etc. A entidade proporcionará aos interessados, toda a organização do evento, como serviços para café da manhã, open bar, reuniões e música ao vivo (MPB - bossa, samba, choro, Pop, Rock, Nova MPB, Pagode).
A SALA MULTIUSO, com uma acústica incomparável, receberá eventos como noites de autógrafos, lançamentos de Cds, gravações de vídeos, pocket shows, concertinos, saraus, recitais, entre outros.
Além disso, os associados usufruirão de mais benefícios como o Cartão Fidelidade ASESP; locação econômica do espaço; orientação jurídica; orientação artística; assessoria de imprensa; cursos de idiomas, música, e apoio institucional.
Tel: 11 2613-3296— 3486-8416
Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2871 – Jabaquara – SP - www.asesp.org.br
Diretoria:
Donizete Esteves de Jesus
Presidente
Eduardo Gonçalves Francisco
Dir. Financeiro
Ivan Gonçalves Francisco
Dir. Cultural
Laércio de Jesus
Embaixador Cultural
CHIQUINHO DOS SANTOS
Natural de Santana da Parnaíba – SP, o compositor, músico e intérprete, apareceu no cenário musical em 1989, quando teve sua primeira música gravada – Tributo à Paulicéia.
De lá para cá, são mais de 350 autorias gravadas e distribuídas em mais de 140 álbuns diferentes, além de vários sucessos. Já levou seu talento as melhores casas de shows desse país até no exterior. Em 1995, convidado por Biro do Cavaco, viajou para o Japão , onde por seis meses mostrou aos japoneses um pouco do bom samba e pagode.
Foi integrante do grupo Sob Medida (SOWETO) e artistas com: Leci Brandão, Exaltasamba, Neguinho da Beija Flor, Royce do Cavaco, Eliana de Lima, Grupo Revelação, Biro do Cavaco, Fat Family, Sem Compromisso, Marquinhos Sathã e outros, já tiveram o privilégio de interpretar obras de sua autoria. As suas músicas tiveram assinatura de produtores importantes do nosso cenário musical, como Biro do Cavaco, Bira Hawaí, Jota Moraes, Ivan Paulo, Rildo Hora,Leandro Lehart, Torcuato Mariano, Prateado, Maestro Jobam, Leandro Sapucaí, entre outros.
São vinte anos, aprimorando e contribuindo com seu talento singular para o melhor da nossa música. Agora seus fãs, finalmente poderão prestigiar suas músicas e sua voz em seu primeiro trabalho solo intitulado: “Sentimento e voz”- um CD totalmente autoral, com releitura de grande sucessos e que conta com participações especiais do ExaltaSamba, Pique Novo, Biro do Cavaco, Sem Compromisso, Helder Celso, Soweto, Redenção, Arte Popular e Katinguelê.
Contato: Biru´s Produções – 11 5011 5710 / Nextel ID: 86*235119
http://www.chiquinhodossantos.com/
KATINGUELÊ
Em comemoração aos 25 anos de carreira o grupo Katinguelê, lança o décimo CD intitulado Livre, Leve e Solto e apresenta seu novo vocalista e compositor “Diguinho” Rodrigo Gola. Essa mudança trás ao grupo uma inovação nas interpretações musicais. Prova disso é a musica de trabalho “Dança do Amor” executada nas rádios como uma das mais pedidas, chegando ao 1º lugar durante semanas seguidas. O que não falta ao grupo é motivo para comemorar, nesta trajetória, mais de 8 milhões de discos vendidos e um repertório de grandes sucessos, vem agora comprovar nesta comemoração de 25 anos de carreira que o que é bom permanece e mudança são favoráveis quando acrescentam talento, jovialidade, alegria e sucesso.
Historia
O primeiro sucesso do Katinguelê a ganhar espaço no cenário nacional, foi “Corpo Lúcido”, no inicio dos anos 90, quando assinou o primeiro contrato com uma expressiva gravadora. A partir daí varias músicas caíram no gosto popular, rendendo ao grupo muitos discos de ouro e platina. Tem na sua formação Diguinho (Vocal e Banjo), 1992-LP- Bem no Intimo ( Ouro), Breno (Vocal e Violão), Udi (Pandeiro e Coro), Téo (percussão e Coro), Nino (Percussão geral e Coro), Mário ( Percussão geral e Coro).
Contato: www.palcomp3.com.br/katinguele
Clovis Eduardo de Oliveira
NEXTEL-7858-9603 ID 3069*2—Vivo (11) 9918-9777
katinguele.ktg@hotmail.com
ZHAZUERHA
A partir de agora o mundo da música vai conhecer um dos melhores grupos de samba da atualidade: ZHAZUERHA.
O grupo é formado por Thiago Vianna(vocalista), André Pinheiro (compositor, produtor e baixista), Rodrigo Silva “Rodrigão” (cavaquinista e compositor) e Deley (percussionista).
Este time foi montado com o intuito de mostrar toda versatilidade de seus integrantes e de fazer todo mundo dançar ao som de suas músicas, aliás, o disco dessa rapaziada já está quase pronto e quem assina a produção é o melhor produtor de samba que o Brasil já conheceu: Bira Haway, o grande responsável pelo sucesso de grupos como Soweto, Molejo, Os Morenos, Boca Loka, Exaltasamba, entre outros. Foi Bira quem deu a idéia de alguns integrantes do Zhazuerha. O nome “Zhazuerha” já tinha sido usado por um grupo do qual fizeram parte três dos integrantes deste atual conjunto montado por Thiago Vianna e André Pinheiro.
O cd do grupo Zhazuerha traz composições de seus integrantes e todos os arranjos foram feitos por André Pinheiro. A música de trabalho "Tirando Onda” é assinada por Thiago Vianna e Lucas Moreira e vem para confirmar a qualidade desses rapazes que já têm suas trajetórias no samba paulista. A música contagiante disponível no site do grupo, mostra que o sucesso está garantido!
Contato para shows - http://www.zhazuerha.com.br/
Tel: 11 6381-0231
ID 100*26791
zhazuerha@zhazuerha.com.br
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
51 ANOS DA MORTE DE HEITOR VILLA LOBOS - Por:Claudia Souza
Seu nome está impresso nas fachadas de um Shopping, Escola de Música, Parque, Conservatório, Colégio e até Hospital.
Em 2010 comemora-se 51 anos de sua ascensão para um plano superior. Diga-se "ascensão" visto que os mestres não morrem jamais. Como bem definiu o Maestro Gil Jardim, em sua tese de doutorado intitulada "O que foi feito de Villa" sobre Heitor Villa Lobos, o autor descreve a falta de iniciativas em manter uma política institucional que reconheça e valorize toda a história da música clássica brasileira, do período colonial até os dias de hoje.
Quando se refere a Villa Lobos ele diz: ..."A riqueza de sua obra é plural, tanto quanto o seu espírito empreendedor". ... Lamentavelmente, após 50 anos de sua morte, constatamos que sequer, mantivemos vivas as suas conquistas...
Mas, quais teriam sido as conquistas de Heitor Villa Lobos?
Além das grandes óperas que compôs e regeu, dirigiu a SEMA - Superintendência de Educação Musical e Artística; ministrou o Curso de Pedagogia de Música e Canto Orfeônico; realizou uma demonstração pública de 13.000 vozes, constituída por alunos das escolas primárias, secundárias e do Instituto de Educação, além do Orfeão dos Professores. Esses espetáculos, corais ao ar livre, mais conhecidos como "concentrações orfeônicas", chegaram a reunir até 44.000 vozes; foi o primeiro a promover no Brasil, uma série de concertos didáticos, voltados para a juventude, realizados no Theatro Municipal do Rio de Janeiro sob a regência de Walter Burle - Marx. Organizou o "Guia Prático - 1º Volume", contendo 137 canções folclóricas por ele arranjadas, destinadas à iniciação musical nas escolas; foi diretor do Conservatório Nacional de Canto Orfeônico, criado em 1942 pelo Governo Federal; Fundou e presidiu a Academia Brasileira de Música.
Durante os seus anos de vida, dedicados à musica, Villa Lobos viveu todos eles intensamente. Fato comprovado pelos relatos disponíveis no seu museu na internet. Quem entrar no endereço www.museuvillalobos.org.br vai ficar sem fôlego quando começar a ler a Cronologia Ilustrada do Maestro.
Entre as homenagens e nomeações que recebeu, destacam-se: Foi eleito membro correspondente da Academia de Belas Artes do Institute de France (1948); recebeu o título de Doutor em Música na universidade de Miami, EUA (1954); recebeu do presidente da República, Café Filho, a Ordem do Mérito no grau de comendador (1955); foi congratulado com o Ano Villa Lobos, em 1957, determinado pelo Ministro da Educação e Cultura, Clóvis Salgado, que promoveu conferencias e concertos no Brasil; recebeu o título "Doutor Honoris Causa" da Universidade de Nova York (1958), meses antes da sua morte.
Descobriu que tinha câncer na bexiga em 1948. Villa Lobos, ao invés de desanimar-se, continuou com o seu incansável processo de criação, até o dia 12 de Julho de 1959, quando realizou seu último concerto em Nova York, no Empire State Music Festival.
Retornando ao Brasil, faleceu no Rio de Janeiro, aos 72 anos, no dia 17 de novembro, quatro meses depois; tempo em que talvez tenha tirado férias de uma longa vida repleta de realizações.
Teria ele durante os últimos meses de sua vida, escutado todas as suas obras? Isso não sabemos, mas de uma coisa devemos ter toda a certeza. Heitor Villa Lobos, prá nós, meros mortais, partiu para outra dimensão, deixando aqui no Brasil o seu dever cumprido.
Seu corpo foi velado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e enterrado no Cemitério São João Batista. Na lápide de seu túmulo lê-se: "Considero minhas obras como cartas que escrevi à Posteridade sem esperar resposta. H. Villa Lobos".
Para saber o que pensam os empresários que batizaram os seus empreendimentos com o nome Villa Lobos, escolhemos visitar o Hospital Villa Lobos (www.hospitalvillalobos.com.br), localizado no bairro da Mooca em São Paulo, que entre as várias especialidades, atende os principais órgãos de trabalho dos maestros, músicos e cantores: ouvidos, olhos e garganta.
O Hospital Villa Lobos, é um dos hospitais cadastrados do Notre Dame (www.voceclube.com.br/omb), o novo Plano de Assistência Médica incorporado aos benefícios da Ordem dos Músicos - Conselho Regional do Estado de São Paulo.
Heitor Villa Lobos deixou uma mensagem registrada em uma de suas entrevistas, onde disse uma frase que se encaixa perfeitamente na atualidade universal, após 51 anos de sua morte:
Assista o Vídeo com esta reportagem:
O som da palavra 'vila' lembra um conjunto de casas elegantes e caprichosas. Mas no caso de VILLA com dois "L's" presumimos que os adjetivos realmente tem a ver com o Maestro VILLA LOBOS, tamanha é a sua história de vida e realizações.
Em 2010 comemora-se 51 anos de sua ascensão para um plano superior. Diga-se "ascensão" visto que os mestres não morrem jamais. Como bem definiu o Maestro Gil Jardim, em sua tese de doutorado intitulada "O que foi feito de Villa" sobre Heitor Villa Lobos, o autor descreve a falta de iniciativas em manter uma política institucional que reconheça e valorize toda a história da música clássica brasileira, do período colonial até os dias de hoje.
Quando se refere a Villa Lobos ele diz: ..."A riqueza de sua obra é plural, tanto quanto o seu espírito empreendedor". ... Lamentavelmente, após 50 anos de sua morte, constatamos que sequer, mantivemos vivas as suas conquistas...
Mas, quais teriam sido as conquistas de Heitor Villa Lobos?
Além das grandes óperas que compôs e regeu, dirigiu a SEMA - Superintendência de Educação Musical e Artística; ministrou o Curso de Pedagogia de Música e Canto Orfeônico; realizou uma demonstração pública de 13.000 vozes, constituída por alunos das escolas primárias, secundárias e do Instituto de Educação, além do Orfeão dos Professores. Esses espetáculos, corais ao ar livre, mais conhecidos como "concentrações orfeônicas", chegaram a reunir até 44.000 vozes; foi o primeiro a promover no Brasil, uma série de concertos didáticos, voltados para a juventude, realizados no Theatro Municipal do Rio de Janeiro sob a regência de Walter Burle - Marx. Organizou o "Guia Prático - 1º Volume", contendo 137 canções folclóricas por ele arranjadas, destinadas à iniciação musical nas escolas; foi diretor do Conservatório Nacional de Canto Orfeônico, criado em 1942 pelo Governo Federal; Fundou e presidiu a Academia Brasileira de Música.
Durante os seus anos de vida, dedicados à musica, Villa Lobos viveu todos eles intensamente. Fato comprovado pelos relatos disponíveis no seu museu na internet. Quem entrar no endereço www.museuvillalobos.org.br vai ficar sem fôlego quando começar a ler a Cronologia Ilustrada do Maestro.
Entre as homenagens e nomeações que recebeu, destacam-se: Foi eleito membro correspondente da Academia de Belas Artes do Institute de France (1948); recebeu o título de Doutor em Música na universidade de Miami, EUA (1954); recebeu do presidente da República, Café Filho, a Ordem do Mérito no grau de comendador (1955); foi congratulado com o Ano Villa Lobos, em 1957, determinado pelo Ministro da Educação e Cultura, Clóvis Salgado, que promoveu conferencias e concertos no Brasil; recebeu o título "Doutor Honoris Causa" da Universidade de Nova York (1958), meses antes da sua morte.
Descobriu que tinha câncer na bexiga em 1948. Villa Lobos, ao invés de desanimar-se, continuou com o seu incansável processo de criação, até o dia 12 de Julho de 1959, quando realizou seu último concerto em Nova York, no Empire State Music Festival.
Retornando ao Brasil, faleceu no Rio de Janeiro, aos 72 anos, no dia 17 de novembro, quatro meses depois; tempo em que talvez tenha tirado férias de uma longa vida repleta de realizações.
Teria ele durante os últimos meses de sua vida, escutado todas as suas obras? Isso não sabemos, mas de uma coisa devemos ter toda a certeza. Heitor Villa Lobos, prá nós, meros mortais, partiu para outra dimensão, deixando aqui no Brasil o seu dever cumprido.
Seu corpo foi velado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e enterrado no Cemitério São João Batista. Na lápide de seu túmulo lê-se: "Considero minhas obras como cartas que escrevi à Posteridade sem esperar resposta. H. Villa Lobos".
Para saber o que pensam os empresários que batizaram os seus empreendimentos com o nome Villa Lobos, escolhemos visitar o Hospital Villa Lobos (www.hospitalvillalobos.com.br), localizado no bairro da Mooca em São Paulo, que entre as várias especialidades, atende os principais órgãos de trabalho dos maestros, músicos e cantores: ouvidos, olhos e garganta.
O Hospital Villa Lobos, é um dos hospitais cadastrados do Notre Dame (www.voceclube.com.br/omb), o novo Plano de Assistência Médica incorporado aos benefícios da Ordem dos Músicos - Conselho Regional do Estado de São Paulo.
"Temos tido um retorno positivo de pessoas, que além de gostarem do nosso Hospital, gostam do nome Villa Lobos. Colocamos o nome "Bachianas" em nossa lanchonete e instrumentos musicais como parte da decoração.
A nossa homenagem ao Maestro Heitor Villa Lobos, remete à idéia de que a medicina também é uma arte." Disse o gerente comercial do Hospital Villa Lobos, Ubiracy Alves.
Heitor Villa Lobos deixou uma mensagem registrada em uma de suas entrevistas, onde disse uma frase que se encaixa perfeitamente na atualidade universal, após 51 anos de sua morte:
Assista o Vídeo com esta reportagem:
A IMPORTÃNCIA DA SAÚDE DO MÚSICO - Por: NotreDame - Institucional
Os músicos profssionais formam um grupo vulnerável para certas doenças ocupacionais. Pelo menos é o que apontam algumas pesquisas realizadas com base no seu estilo de vida. Traumas por excesso de movimentos repetitivos, problemas nas cordas vocais, ouvidos expostos a altas taxas de decibéis e desconforto pela má postura que a condução do instrumento causa são os casos que mais interferem na saúde deles.
Uma pesquisa promovida por membros das Universidades Federais de Santa Catarina (UFSC), Paraná (UFPR) e de Santa Maria (UFSM) revelou que músicos, com medo de perderem oportunidades de trabalho num mercado tão restrito, intensificam a quantidade de horas trabalhadas e aceitam conviver com dor e desconforto. Com o tempo, esse desconforto simples, mas ignorado até então, pode desencadear num agravamento muito maior fazendo com que o profissional fique efetivamente impossibilitado de trabalhar.
Para a música Brasileirinho, de Waldir Azevedo, chegar à tamanha perfeição, por exemplo, se fez necessário muitas horas de dedos ágeis nas cordas do cavaquinho e muita prática para criar este que é o chorinho mais famoso do país. Consumindo articulações, músculos, ouvidos e cordas vocais do músico, a dedicação e a repetição exaustiva, em casos assim, provocam males que exigem uma preocupação maior com a saúde do profissional. O professor de canto, Rafael Barreiros, condena a falta de descanso da voz como um dos piores fatores que levam à rouquidão e à perda total dela. “Muitos músicos trabalham durante a noite e não dormem direito. Some a isto fatores como ambiente barulhento, ar seco (devido ao ar condicionado), poluição e maus hábitos, o cantor sentirá a necessidade de forçar suas cordas vocais para tentar alcançar o pouco que perdeu de um dia para o outro”. Segundo ele, dali um tempo, o artista ganhará calos, nódulos e cistos na garganta e precisará fazer tratamento ou até cirurgia, como é o caso de Gilberto Gil e Zezé de Camargo.
A audição dos músicos também é prejudicada. Quando se fazem úteis e necessários ouvidos extremamente apurados e sensíveis, como é o caso dos afinadores e regentes, nem sempre o próprio ambiente de trabalho ajuda. A taxa de decibéis gerada pelo uníssono de violinos, flautas, percussão e metais implica num sério risco de destruição gradativa do sentido. Tem ainda os cantores de rock e os artistas de trio-elétrico que ficam expostos a uma taxa de 116 decibéis, enquanto que o nível normal recomendado para se ter ouvidos saudáveis é de 20 decibéis. Este é um problema que só foi piorando ao longo do tempo com a tecnologia e a capacidade cada vez maior de se amplificar o som. Nos anos 60, a capacidade de potência era próximo a 100 watts, mas nos anos 90 esse número já subiu para 500 watts.
No Brasil, 88% dos músicos de corda reclamam de desconforto físico gerado por sua atividade. As queixas são principalmente de dores nas costas, pescoço e ombro esquerdo, segundo a pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já uma outra pesquisa, feita pela Universidade do Texas, nos EUA, apontou que 75% dos profissionais desta área sofrem de algum problema de saúde ocupacional.
Yumi Kaneko, médica do serviço de reabilitação física do Sesi, que tem um trabalho voltado para s músicos, em entrevista para a Folha de São Paulo, afirmou que “não existe nenhum instrumento musical que seja ergonomicamente adequado”. Alguns tipos de doenças, como problemas na coluna e lesões específicas, são comuns em pianistas e flautistas. Já tocadores de tumba, por exemplo, podem sofrer até de hipertensão graças à pressão que o fluxo de ar exigido pelo instrumento promove no organismo.
Foi observado também, durante a jornada de trabalho, que apenas 9,09% dos músicos realizam alongamentos antes e depois das atividades musicais. Além disso, muitos deles não têm condicionamento físico necessário para suportar atividades extramusicais estressantes e desconhecem atividades compensatórias para a musculatura.
“É comum músicos e musicistas não procurarem auxílio de profissionais da saúde, até porque não possuíam um produto específico para essa categoria com vantagens especiais, como a OMB está oferecendo agora”, comenta o professor Roberto Bueno, presidente da Ordem dos Músicos do Brasil.
Recentemente, a entidade firmou uma parceria com a seguradora NotreDame, que passou a oferecer um seguro saúde aos associados até 40% mais barato que os preços encontrados no mercado, considerando apólices com o mesmo perfil.
A cobertura envolve consultas, exames, internações clínicas, cirúrgicas e obstétricas. Cirurgia refrativa oftalmológica, assistência em viagens, acupuntura, fisioterapia, acidente de trabalho, além de descontos nas principais drogarias de São Paulo, também fazem parte dos planos.
O baterista Nenê, que integrava o grupo Os Incríveis, pagava o plano que a outra instituição oferece. Ele conta que considera o plano muito ruim, e reconhece que merecia algo melhor: “A gente é maltratado, é uma completa desorganização. Eu acho ótima essa oportunidade de ter agora um plano decente, porque esse que nós tínhamos disponíveis era, sem duvida, muito ruim.”
O plano de saúde oferecido pela NotreDame, terá preços a partir de R$ 93,95 mensais e envolve quatro modalidades diferentes de contratação: Plano Standart, Special, Executive ADI e Exclusive ADI. Para contratar o produto, basta apresentar um comprovante de associado da OMB-SP.
Uma pesquisa promovida por membros das Universidades Federais de Santa Catarina (UFSC), Paraná (UFPR) e de Santa Maria (UFSM) revelou que músicos, com medo de perderem oportunidades de trabalho num mercado tão restrito, intensificam a quantidade de horas trabalhadas e aceitam conviver com dor e desconforto. Com o tempo, esse desconforto simples, mas ignorado até então, pode desencadear num agravamento muito maior fazendo com que o profissional fique efetivamente impossibilitado de trabalhar.
Para a música Brasileirinho, de Waldir Azevedo, chegar à tamanha perfeição, por exemplo, se fez necessário muitas horas de dedos ágeis nas cordas do cavaquinho e muita prática para criar este que é o chorinho mais famoso do país. Consumindo articulações, músculos, ouvidos e cordas vocais do músico, a dedicação e a repetição exaustiva, em casos assim, provocam males que exigem uma preocupação maior com a saúde do profissional. O professor de canto, Rafael Barreiros, condena a falta de descanso da voz como um dos piores fatores que levam à rouquidão e à perda total dela. “Muitos músicos trabalham durante a noite e não dormem direito. Some a isto fatores como ambiente barulhento, ar seco (devido ao ar condicionado), poluição e maus hábitos, o cantor sentirá a necessidade de forçar suas cordas vocais para tentar alcançar o pouco que perdeu de um dia para o outro”. Segundo ele, dali um tempo, o artista ganhará calos, nódulos e cistos na garganta e precisará fazer tratamento ou até cirurgia, como é o caso de Gilberto Gil e Zezé de Camargo.
A audição dos músicos também é prejudicada. Quando se fazem úteis e necessários ouvidos extremamente apurados e sensíveis, como é o caso dos afinadores e regentes, nem sempre o próprio ambiente de trabalho ajuda. A taxa de decibéis gerada pelo uníssono de violinos, flautas, percussão e metais implica num sério risco de destruição gradativa do sentido. Tem ainda os cantores de rock e os artistas de trio-elétrico que ficam expostos a uma taxa de 116 decibéis, enquanto que o nível normal recomendado para se ter ouvidos saudáveis é de 20 decibéis. Este é um problema que só foi piorando ao longo do tempo com a tecnologia e a capacidade cada vez maior de se amplificar o som. Nos anos 60, a capacidade de potência era próximo a 100 watts, mas nos anos 90 esse número já subiu para 500 watts.
No Brasil, 88% dos músicos de corda reclamam de desconforto físico gerado por sua atividade. As queixas são principalmente de dores nas costas, pescoço e ombro esquerdo, segundo a pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já uma outra pesquisa, feita pela Universidade do Texas, nos EUA, apontou que 75% dos profissionais desta área sofrem de algum problema de saúde ocupacional.
Yumi Kaneko, médica do serviço de reabilitação física do Sesi, que tem um trabalho voltado para s músicos, em entrevista para a Folha de São Paulo, afirmou que “não existe nenhum instrumento musical que seja ergonomicamente adequado”. Alguns tipos de doenças, como problemas na coluna e lesões específicas, são comuns em pianistas e flautistas. Já tocadores de tumba, por exemplo, podem sofrer até de hipertensão graças à pressão que o fluxo de ar exigido pelo instrumento promove no organismo.
Foi observado também, durante a jornada de trabalho, que apenas 9,09% dos músicos realizam alongamentos antes e depois das atividades musicais. Além disso, muitos deles não têm condicionamento físico necessário para suportar atividades extramusicais estressantes e desconhecem atividades compensatórias para a musculatura.
“É comum músicos e musicistas não procurarem auxílio de profissionais da saúde, até porque não possuíam um produto específico para essa categoria com vantagens especiais, como a OMB está oferecendo agora”, comenta o professor Roberto Bueno, presidente da Ordem dos Músicos do Brasil.
Recentemente, a entidade firmou uma parceria com a seguradora NotreDame, que passou a oferecer um seguro saúde aos associados até 40% mais barato que os preços encontrados no mercado, considerando apólices com o mesmo perfil.
A cobertura envolve consultas, exames, internações clínicas, cirúrgicas e obstétricas. Cirurgia refrativa oftalmológica, assistência em viagens, acupuntura, fisioterapia, acidente de trabalho, além de descontos nas principais drogarias de São Paulo, também fazem parte dos planos.
O baterista Nenê, que integrava o grupo Os Incríveis, pagava o plano que a outra instituição oferece. Ele conta que considera o plano muito ruim, e reconhece que merecia algo melhor: “A gente é maltratado, é uma completa desorganização. Eu acho ótima essa oportunidade de ter agora um plano decente, porque esse que nós tínhamos disponíveis era, sem duvida, muito ruim.”
O plano de saúde oferecido pela NotreDame, terá preços a partir de R$ 93,95 mensais e envolve quatro modalidades diferentes de contratação: Plano Standart, Special, Executive ADI e Exclusive ADI. Para contratar o produto, basta apresentar um comprovante de associado da OMB-SP.
UNIVERSIDADE DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS DR DAISAKU IKEDA
A OMB/CRESP PRESTIGIOU O LANÇAMENTO DO PROJETO DA UNIVERSIDADE
A Prefeitura de Araraquara, em conjunto com a Associação do Núcleo de Música de Araraquara, realizaram a apresentação oficial do projeto arquitetônico da Universidade de Música e Artes Cênicas “Daisaku Ikeda”. O projeto foi elaborado pelo Escritório de Arquitetura e Urbanismo Oscar Niemeyer e assinado pelo próprio arquiteto.
O espaço, idealizado presidente da Associação do Núcleo de Música, Manoel Clemente Filho, surgiu das várias manifestações de músicos de Araraquara e região sobre as dificuldades de freqüentar aulas fora da cidade.
A construção da obra está orçada em cerca de R$ 38 milhões, com verba advinda da Lei Rouanet e do Programa de Ação Cultural - PROAC, por meio de incentivo fiscal do ICMS. A futura Universidade de Música da cidade teve sua pedra fundamental lançada em 2009, na área cedida pela Prefeitura Municipal, localizada no Parque São Paulo. Na ocasião, o prefeito Marcelo Barbieri assinou a Permissão de Uso, por parte do município à Associação, responsável pela construção e gestão do espaço, doando uma área de 50 mil m² destinada à edificação da Universidade.
O prefeito falou ainda sobre a emoção de ter na cidade uma obra idealizada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. “Sempre fui um grande admirador de Niemeyer e pude conviver com os projetos arquitetônicos criados por ele durante os 15 anos em que fui deputado federal em Brasília. Para mim é uma grande emoção ter na nossa cidade uma obra assinada por ele.”
Daisaku Ikeda
O homenageado, Daisaku Ikeda, (filósofo, escritor, compositor, fotógrafo, poeta e líder budista japonês), é reconhecido internacionalmente pelo seu intenso trabalho social e cultural, e já recebeu mais de 400 títulos honorários de Universidades ao redor do mundo pelo seu trabalho como líder pacifista.
Mais detalhes no site: www.araraquara.sp.gov.br/noticias
O evento contou com vários jornalistas, convidados e a equipe da OMB/SP e da região prestigiando o lançamento.
O projeto foi apresentado pelo representante do escritório de Arquitetura e Urbanismo Oscar Niemeyer, Jair Rojas Valera, que leu uma carta assinada por Niemeyer:
“Quando desenhei o primeiro croqui desta escola de música, eu não pensava apenas na escola, mas no enorme fascínio que a música exerce sobre todo o mundo através dos séculos, e a importância que eu dava ao monumento imaginando era tal que me permitiu pensar na beleza em primeiro lugar, e sem levar muito em conta as condições reais do terreno, passei a imaginar o projeto como duas grandes cúpulas que, ligadas por um caminho, descem até um extenso bloco que completa o conjunto.
A solução me agradava tanto que iria pouco a pouco adaptá-lo ao local de maneira conveniente, tendo um objetivo principal; a beleza procurada.
É claro que o assunto se presta às soluções mais variadas, algumas mais difíceis de atender, mas, como se trata de um monumento que eu imaginei, de uma obra que me agrada, decidi defendê-la, certo de que se trata de uma beleza incontestável.”
A Prefeitura de Araraquara, em conjunto com a Associação do Núcleo de Música de Araraquara, realizaram a apresentação oficial do projeto arquitetônico da Universidade de Música e Artes Cênicas “Daisaku Ikeda”. O projeto foi elaborado pelo Escritório de Arquitetura e Urbanismo Oscar Niemeyer e assinado pelo próprio arquiteto.
O espaço, idealizado presidente da Associação do Núcleo de Música, Manoel Clemente Filho, surgiu das várias manifestações de músicos de Araraquara e região sobre as dificuldades de freqüentar aulas fora da cidade.
A construção da obra está orçada em cerca de R$ 38 milhões, com verba advinda da Lei Rouanet e do Programa de Ação Cultural - PROAC, por meio de incentivo fiscal do ICMS. A futura Universidade de Música da cidade teve sua pedra fundamental lançada em 2009, na área cedida pela Prefeitura Municipal, localizada no Parque São Paulo. Na ocasião, o prefeito Marcelo Barbieri assinou a Permissão de Uso, por parte do município à Associação, responsável pela construção e gestão do espaço, doando uma área de 50 mil m² destinada à edificação da Universidade.
O prefeito falou ainda sobre a emoção de ter na cidade uma obra idealizada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. “Sempre fui um grande admirador de Niemeyer e pude conviver com os projetos arquitetônicos criados por ele durante os 15 anos em que fui deputado federal em Brasília. Para mim é uma grande emoção ter na nossa cidade uma obra assinada por ele.”
Daisaku Ikeda
O homenageado, Daisaku Ikeda, (filósofo, escritor, compositor, fotógrafo, poeta e líder budista japonês), é reconhecido internacionalmente pelo seu intenso trabalho social e cultural, e já recebeu mais de 400 títulos honorários de Universidades ao redor do mundo pelo seu trabalho como líder pacifista.
Mais detalhes no site: www.araraquara.sp.gov.br/noticias
O evento contou com vários jornalistas, convidados e a equipe da OMB/SP e da região prestigiando o lançamento.
O projeto foi apresentado pelo representante do escritório de Arquitetura e Urbanismo Oscar Niemeyer, Jair Rojas Valera, que leu uma carta assinada por Niemeyer:
“Quando desenhei o primeiro croqui desta escola de música, eu não pensava apenas na escola, mas no enorme fascínio que a música exerce sobre todo o mundo através dos séculos, e a importância que eu dava ao monumento imaginando era tal que me permitiu pensar na beleza em primeiro lugar, e sem levar muito em conta as condições reais do terreno, passei a imaginar o projeto como duas grandes cúpulas que, ligadas por um caminho, descem até um extenso bloco que completa o conjunto.
A solução me agradava tanto que iria pouco a pouco adaptá-lo ao local de maneira conveniente, tendo um objetivo principal; a beleza procurada.
É claro que o assunto se presta às soluções mais variadas, algumas mais difíceis de atender, mas, como se trata de um monumento que eu imaginei, de uma obra que me agrada, decidi defendê-la, certo de que se trata de uma beleza incontestável.”
EDER TRITON - MÚSICA LEVADA À SÉRIO
Considerado como um dos mais sérios empresários da noite paulistana, Eder Triton agencia mais de 120 artistas e movimenta 34 casas de espetáculos em São Paulo e interior.
Uma de suas empresas, a HIPERSHOW, é responsável pelo aluguel de equipamento de som, luz e imagem, com 27 anos de existência, atendendo clientes de renome como Santa Avenida, North Beer, Jambalaia, Aldeia da Villa, Escola de Samba X9 Paulistana, entre outros.
A PLAY MUSIC STUDIO, a outra empresa de que é sócio, já gravou grandes nomes do cenário musical paulistano e artistas de renome.
Triton leva o seu trabalho a sério e afirma que só contrata músicos regulamentados pela OMB e com nota contratual.
Para conferir a grande lista de agenciados vinculados às empresas de Eder Triton, acesse os sites e entre em contato, pois como bom empresário, ele está sempre de olho nas novas oportunidades.
HIPERSHOW
http://www.hipershow.com.br/
Eder Triton – 11 7881-5447 / 9194-6090
PLAY MUSIC STUDIO
http://www.playmusicstudio.com.br/
R. Conselheiro Moreira de Barros, 730 – Santana
Cep: 02018-012—SP
Fernando Marques-11 8475-9689 / 6688-3523
Marcello Ribeiro - 74674688
Carlos Conti - 78815449
Uma de suas empresas, a HIPERSHOW, é responsável pelo aluguel de equipamento de som, luz e imagem, com 27 anos de existência, atendendo clientes de renome como Santa Avenida, North Beer, Jambalaia, Aldeia da Villa, Escola de Samba X9 Paulistana, entre outros.
A PLAY MUSIC STUDIO, a outra empresa de que é sócio, já gravou grandes nomes do cenário musical paulistano e artistas de renome.
Triton leva o seu trabalho a sério e afirma que só contrata músicos regulamentados pela OMB e com nota contratual.
Para conferir a grande lista de agenciados vinculados às empresas de Eder Triton, acesse os sites e entre em contato, pois como bom empresário, ele está sempre de olho nas novas oportunidades.
HIPERSHOW
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Eder Triton – 11 7881-5447 / 9194-6090
PLAY MUSIC STUDIO
http://www.playmusicstudio.com.br/
R. Conselheiro Moreira de Barros, 730 – Santana
Cep: 02018-012—SP
Fernando Marques-11 8475-9689 / 6688-3523
Marcello Ribeiro - 74674688
Carlos Conti - 78815449
AUDIO ANALÓGICO x DIGITAL - Por: Fernando Marques
Em minha última coluna, fiz uma breve explicação sobre psicoacústica, e assim como nosso sistema auditivo é um transdutor, que transformam vibrações sonoras em impulsos nervosos, assim é o registro e reprodução de áudio, desde a captação até a último estágio, que é aonde chega aos nossos ouvidos. Definimos transdutor como, algo que, transforma algum tipo de energia em outra. Muitas são as discussões sobre o áudio analógico e digital, quais suas diferenças e características?! Qual seria o melhor?!Quais a vantagens e desvantagens de ambos?!
Tentarei ser imparcial sobre o assunto, a muitos que defendem o analógico, e outros que preferem a praticidade do digital. Na verdade diria, que são distintos, e não que um seria melhor que o outro, já que não podemos deixar o analógico de lado, pois ele é o início de tudo, e quase tudo do digital é uma mera simulação dele.
Breve Histórico de transição do analógico para o digital, e as formas distintas de processos entre eles.
Desde o final do século XVIII, onde começou a aparecer os primeiros equipamentos sonoros domésticos, até a década de 80, aonde temos os primeiros reprodutores de som digital como o cd e o dat, o sistema tanto de reprodução de áudio como o de gravação profissional, teve uma grande evolução. Em 1950 por exemplo, não se gravava mais do que 3 canais simultâneos, a partir da década de 90, começou a aparecer os primeiros softwares digitais em estúdios profissionais, o formato digital começava a ser adotado definitivamente á produção fonográfica, na verdade antes mesmo dos softwares, eram usados fitas digitais como o adat multipistas e o dat na finalização, porém, como no áudio analógico,que foram anos para se chegar em equipamentos como um gravador de rolo de 24 pistas, o mesmo se deu no digital, no começo o hardware suportava gravar poucos canais simultaneamente.
O analógico é um sistema que se faz, através de condução elétrica, por sinais de corrente alternada, já o digital se faz por um sistema conhecido por binário, aonde temos combinações numéricas entre 0 e 1, que definem o que deve ser realizado por determinada operação digital, chamamos essa codificação matemática de algoritmos, isso se dá não somente no áudio, mas em qualquer realização dessa natureza. O processo do áudio digital é reconstruir a onda sonora, e isso é feito através do que chamamos de sample rate(taxa de amostragem), 44.1 khz,significa que cada pedaço de uma onda é amostrado 44.100 vezes, hoje em dia temos até 192 khz de amostragem, e isso é transmitido, através dos bits, bit é a menor unidade de informação que pode ser transmitida, é formado por sistema binário de dois dígitos, uma combinação de 0 e 1 que formam entre si para decodificar uma informação, por analogia é como se fosse um negativo e um positivo, ou um falso e um verdadeiro, exemplo: 8 bits tem 256 valores possíveis de 0 a 255 combinados entre 0 e 1, 16 bits podem representar Valores de 0 a 65.535 aproximadamente, em 24 bits, valores de 0 a 167.772, e assim sucessivamente...quanto maior a taxa de amostragem e o bit, e essa diferença fica menor a partir do aumento dessas taxas, teoricamente é maior a fidelidade sonora, pois é difícil a reprodução, não só de uma onda fundamental, mas de todos os seu harmônicos, e isso é uma das explicações da perda do áudio real, quando convertido para o digital, o analógico ao contrário, tem a propriedade de gerar harmônicos para o som, principalmente em equipamentos valvulados.
A tentativa de copiar o som do passado
Várias tentativas são feitas para simular equipamentos analógicos caríssimos, através de plugins, porém, por ser um sistema tão distinto, a simulação sempre fica diferente do original, mais a vantagens são inúmeras do ponto de vista do custo-benefício, o que a maioria das pessoas não poderiam adquirir, hoje em dia se tem com fácil acesso, mas fica óbvio que apenas se simula o som desses equipamentos, e na verdade, atualmente, com uma grande aproximação ao real, principalmente aos ouvidos de leigos.
A conclusão que podemos chegar é que apesar de todo o desenvolvimento tecnológico, a busca pelo som analógico nos dias atuais é evidente, e até então, a discussão continua, e a aproximação entre eles começa a ficar cada vez menor, mas, por se tratar de formas diferentes de processo, eles sempre serão diferentes, e cabe a nós, decidirmos o caminho a escolher, cada tipo de trabalho requer um modo próprio de utilização, seja de apenas um desses sistemas, ou de forma integrada entre eles, portanto, tentar fugir do digital, não seria a solução, e abandonar nosso velho analógico seria pouco inteligente. Apesar de hoje em dia, estúdios possuírem suas plataformas digitais, sempre há o desejo de adquirir equipamentos analógicos, e trabalhar de forma conjunta nos dois sistemas. Portanto, o interessante é extrair o melhor de cada um deles, e a única coisa que não é discutível nisso tudo, é o conhecimento e a sensibilidade que devemos ter, para o melhor aproveitamento de todas as ferramentas disponíveis.
Envie suas dúvidas e sugestões de temas para a coluna para os seguintes e-mails:
fernandomarques@audiobrazil.com.br
nandomarques76@hotmail.com
Fernando Marques, 33, é profissional de áudio em estúdio e produtor musical, é um dos proprietários e fundadores do AudioBrazil, aonde ministra cursos e palestras, é também um dos proprietários do Play Music Studio.
http://www.audiobrazil.com.br/
http://www.playmusicstudio.com.br/
Tentarei ser imparcial sobre o assunto, a muitos que defendem o analógico, e outros que preferem a praticidade do digital. Na verdade diria, que são distintos, e não que um seria melhor que o outro, já que não podemos deixar o analógico de lado, pois ele é o início de tudo, e quase tudo do digital é uma mera simulação dele.
Breve Histórico de transição do analógico para o digital, e as formas distintas de processos entre eles.
Desde o final do século XVIII, onde começou a aparecer os primeiros equipamentos sonoros domésticos, até a década de 80, aonde temos os primeiros reprodutores de som digital como o cd e o dat, o sistema tanto de reprodução de áudio como o de gravação profissional, teve uma grande evolução. Em 1950 por exemplo, não se gravava mais do que 3 canais simultâneos, a partir da década de 90, começou a aparecer os primeiros softwares digitais em estúdios profissionais, o formato digital começava a ser adotado definitivamente á produção fonográfica, na verdade antes mesmo dos softwares, eram usados fitas digitais como o adat multipistas e o dat na finalização, porém, como no áudio analógico,que foram anos para se chegar em equipamentos como um gravador de rolo de 24 pistas, o mesmo se deu no digital, no começo o hardware suportava gravar poucos canais simultaneamente.
O analógico é um sistema que se faz, através de condução elétrica, por sinais de corrente alternada, já o digital se faz por um sistema conhecido por binário, aonde temos combinações numéricas entre 0 e 1, que definem o que deve ser realizado por determinada operação digital, chamamos essa codificação matemática de algoritmos, isso se dá não somente no áudio, mas em qualquer realização dessa natureza. O processo do áudio digital é reconstruir a onda sonora, e isso é feito através do que chamamos de sample rate(taxa de amostragem), 44.1 khz,significa que cada pedaço de uma onda é amostrado 44.100 vezes, hoje em dia temos até 192 khz de amostragem, e isso é transmitido, através dos bits, bit é a menor unidade de informação que pode ser transmitida, é formado por sistema binário de dois dígitos, uma combinação de 0 e 1 que formam entre si para decodificar uma informação, por analogia é como se fosse um negativo e um positivo, ou um falso e um verdadeiro, exemplo: 8 bits tem 256 valores possíveis de 0 a 255 combinados entre 0 e 1, 16 bits podem representar Valores de 0 a 65.535 aproximadamente, em 24 bits, valores de 0 a 167.772, e assim sucessivamente...quanto maior a taxa de amostragem e o bit, e essa diferença fica menor a partir do aumento dessas taxas, teoricamente é maior a fidelidade sonora, pois é difícil a reprodução, não só de uma onda fundamental, mas de todos os seu harmônicos, e isso é uma das explicações da perda do áudio real, quando convertido para o digital, o analógico ao contrário, tem a propriedade de gerar harmônicos para o som, principalmente em equipamentos valvulados.
A tentativa de copiar o som do passado
Várias tentativas são feitas para simular equipamentos analógicos caríssimos, através de plugins, porém, por ser um sistema tão distinto, a simulação sempre fica diferente do original, mais a vantagens são inúmeras do ponto de vista do custo-benefício, o que a maioria das pessoas não poderiam adquirir, hoje em dia se tem com fácil acesso, mas fica óbvio que apenas se simula o som desses equipamentos, e na verdade, atualmente, com uma grande aproximação ao real, principalmente aos ouvidos de leigos.
A conclusão que podemos chegar é que apesar de todo o desenvolvimento tecnológico, a busca pelo som analógico nos dias atuais é evidente, e até então, a discussão continua, e a aproximação entre eles começa a ficar cada vez menor, mas, por se tratar de formas diferentes de processo, eles sempre serão diferentes, e cabe a nós, decidirmos o caminho a escolher, cada tipo de trabalho requer um modo próprio de utilização, seja de apenas um desses sistemas, ou de forma integrada entre eles, portanto, tentar fugir do digital, não seria a solução, e abandonar nosso velho analógico seria pouco inteligente. Apesar de hoje em dia, estúdios possuírem suas plataformas digitais, sempre há o desejo de adquirir equipamentos analógicos, e trabalhar de forma conjunta nos dois sistemas. Portanto, o interessante é extrair o melhor de cada um deles, e a única coisa que não é discutível nisso tudo, é o conhecimento e a sensibilidade que devemos ter, para o melhor aproveitamento de todas as ferramentas disponíveis.
Envie suas dúvidas e sugestões de temas para a coluna para os seguintes e-mails:
fernandomarques@audiobrazil.com.br
nandomarques76@hotmail.com
Fernando Marques, 33, é profissional de áudio em estúdio e produtor musical, é um dos proprietários e fundadores do AudioBrazil, aonde ministra cursos e palestras, é também um dos proprietários do Play Music Studio.
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HIP-HOP NO BRASIL - Por: DJ DRI
Senhoras e senhores, se vocês acham que o HIP HOP nacional não tem história? hmmmmm!!! estão enganados!!! PRA QUEM NÃO SABE, O HIP HOP JÁ É ADULTO, TEMOS 26 ANOS!!!! O HIP HOP surgiu no Brasil na década de 80, entre 1983 e 1984. Diferente do início nos Estados Unidos com os DJ´S, o HIP HOP nacional começou com o elemento ¨BREAK¨, ou para os mais entendidos do assunto: B. BOYNG, POPPING E LOCKING.
Através do Break, o Brasil inteiro começou a conhecer os outros elementos da cultura, o DJ, o RAPPING OU MC ( MESTRE DE CERIMONIA ), e GRAFITTI, e o quinto elemento não artístico, mas é o complemento dos quatro elementos anteriores que é: conhecimento e sabedoria.
1984, foi o ano oficial da cultura HIP HOP com o surgimento dos B.Boyings, Poppings e Lockings, enfim, o BREAK, através dos jornais, revistas, comerciais de TV e filmes que propagou em massa a chegada da cultura.
Em alguns lugares, principalmente no centro de São Paulo, como a rua 24 DE MAIO, logo depois ESTAÇÃO SÃO BENTO, pessoas com roupas diferentes, óculos escuros, tênis de botinha, luvas, bonés e um BOX ( enorme rádio gravador ) mostravam os primeiros passos, tinham uma certa afinidade pela dança, sendo influenciados pelos filmes BEAT STREET, BREAK DANCE NA ONDA DO BREAK, WILD STYLE, entre outros.
NELSON TRIUNFO E FUNK e CIA foram os grandes pioneiros á divulgarem o movimento, mas a história de nelsão já havia começado na década de 70 nos bailes BLACK POWER, e está discograficamente registrado no lp: MIGUEL DE DEUS - BLACK SOUL BROTHERS, e inclusive fizeram à abertura da novela Partido Alto, na Rede Globo, participou de vários programas e comerciais de televisão, entrevistas de rádios, jornais e revistas. Na época existia um concurso nacional de Break, o inesquecível Programa de auditório Barros de Alencar, que apresentou os grandes nomes como: Os Cobras e as Buffalo Girls, Dragon’s Breaker’s, etc. Em 1985, surgiram nomes como: Back Spin, Jabaquaras Breakers, Red Crazy Crew, Street Warrior’s e Nação Zulu, e muitos outros.
No mesmo ano, vieram os BLACK JUNIORS, com a música: MAS QUE LINDA ESTÁS, que para muitos na época, assim como o MELÔ DO TAGARELA DE MIELI ( primeiro rap nacional, 1980 ) MÃO BRANCA com GERSON KING COMBO ( 1980, SERÁ ESTE OU MIELI? ), era chamado de FUNK FALADO, e não RAP.
Mas foi entre 1986 e 1988 que surgiram os primeiros registros de RAP em vinil como: BRASIL 2000 COM PEPEU E MIKE ( SONY MUSIC ), COLETÂNEA: OUSADIA DO RAP, COM MR. TÉO, DE REPENT ( KASKATAS ), HIP HOP CULTURA DE RUA, COM THAIDE E DJ HUM, MC JACK ( ELDORADO ) e O SOM DAS RUAS, COM OS METRALHAS, SAMPA CREW( CHIC SHOW-SONY MUSIC ). Em 1990, a ZIMBABWE lançou o CONSCIENCIA BLACK com RACIONAIS MC´S. Logo após vieram as POSSES, como: CONCEITO DE RUA, SINDICATO NEGRO, ALIANÇA NEGRA, ENTRE MUITOS OUTRAS, que deram continuidade contribuindo para o crescimento e desenvolvimento da cultura HIP HOP.
Bom, este é só o começo do começo. A parte 2, parte 3, etc., fica pra próxima, se DEUS assim permitir. VALEU!!!!
DJ DRI.
MC, DJ PRODUTOR.
BUDDY FLAKE
A julgar pela musicalidade da banda Buddy Flake, imagina-se que esses jovens músicos toquem juntos há alguns bons anos, tamanho o entrosamento apresentado nos palcos. Mas para surpresa de muitos, a união deles é tão recente quanto o sucesso obtido em sites de relacionamentos, vídeos e músicas, da internet.
Formada por cinco rapazes, quatro de Atibaia e um de Bragança Paulista, cidades do interior de São Paulo, Rick (vocal), Tico (guitarra), Frann (guitarra), Vih (baixo) e Dedê (bateria), têm em média 22 anos e definem o som que produzem como pop-rock.
O nome um tanto quanto inusitado e que instiga a curiosidade de quem o escuta pela primeira vez, surgiu depois de muitas pesquisas que ia de sites de carros a nomes de cachorros e cidades. Primeiro veio "Buddy", depois "Flake", que juntas remetem a algo como "amigos loucos". Daí em diante, foi misturar um pouco dos sons que os inspiram, como os das bandas: Fresno, NX Zero, All Time Low, Tokio Hotel, Finch, 30 Seconds To Mars e Hevo 84. Deste último viria uma "ajudinha"; o vocalista Renne Fernandes literalmente é "buddy" da banda e passaram a compor juntos, além disso Renne é responsável pela produção das primeiras músicas da Buddy Flake.
O primeiro fruto desta parceria é a música de trabalho "Nós dois", que já ultrapassou a marca de 225 mil acessos no MySpace da banda. Mais recentemente, Renne escreveu e produziu "Filme de verão", que gravada pela Buddy Flake, promete conquistar as primeiras posições nas rádios Brasil afora.
Contato para Shows: 11 2408-2186 / 7858-1819 Nextel ID 2*2926
contato@buddyflake.com.br - contato@g1prime.com.br - http://www.buddyflake.com.br/
Formada por cinco rapazes, quatro de Atibaia e um de Bragança Paulista, cidades do interior de São Paulo, Rick (vocal), Tico (guitarra), Frann (guitarra), Vih (baixo) e Dedê (bateria), têm em média 22 anos e definem o som que produzem como pop-rock.
O nome um tanto quanto inusitado e que instiga a curiosidade de quem o escuta pela primeira vez, surgiu depois de muitas pesquisas que ia de sites de carros a nomes de cachorros e cidades. Primeiro veio "Buddy", depois "Flake", que juntas remetem a algo como "amigos loucos". Daí em diante, foi misturar um pouco dos sons que os inspiram, como os das bandas: Fresno, NX Zero, All Time Low, Tokio Hotel, Finch, 30 Seconds To Mars e Hevo 84. Deste último viria uma "ajudinha"; o vocalista Renne Fernandes literalmente é "buddy" da banda e passaram a compor juntos, além disso Renne é responsável pela produção das primeiras músicas da Buddy Flake.
O primeiro fruto desta parceria é a música de trabalho "Nós dois", que já ultrapassou a marca de 225 mil acessos no MySpace da banda. Mais recentemente, Renne escreveu e produziu "Filme de verão", que gravada pela Buddy Flake, promete conquistar as primeiras posições nas rádios Brasil afora.
Contato para Shows: 11 2408-2186 / 7858-1819 Nextel ID 2*2926
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PRESIDENTE DA OMB/CRESP VISITA ESCOLA DE MÚSICA E TECNOLOGIA
Célio Ramos recebeu o Presidente da OMB/SP Professor Roberto Bueno, e juntos trocaram idéias em prol dos músicos e sobre a nova geração que almeja a profissão.
O grupo “Escolas de Música e Tecnologia - EMeT”, possui mais de 4 mil alunos, nas 5 unidades localizadas nos bairros do Jabaquara, Morumbi, Santos, Campinas e Vitória, tornou-se referencia no ensino musical com sua metodologia moderna e direcionada aos jovens que sonham em tocar um instrumento ou cantar em conjunto, com professores conceituados em cada área. Seu proprietário Célio Ramos também é integrante da Banda “Os Ontem” que tocam rock´n´roll dos anos 50.
A banda é formada por Kika Muller (Baixo e Backing vocal), Ari Garrido (Guitarra), Roberto Shinyashiki (Guitarra e Backing), Alaor Neves (Bateria e Backing), Joe Moghrabi (Guitarra) e Célio Ramos (voz).
A EMeT possui também um dos mais importantes portais de música da internet, que informa diariamente todas as noticias do universo musical, vale a pena conferir! http://www.territoriodamusica.com.br/
O grupo “Escolas de Música e Tecnologia - EMeT”, possui mais de 4 mil alunos, nas 5 unidades localizadas nos bairros do Jabaquara, Morumbi, Santos, Campinas e Vitória, tornou-se referencia no ensino musical com sua metodologia moderna e direcionada aos jovens que sonham em tocar um instrumento ou cantar em conjunto, com professores conceituados em cada área. Seu proprietário Célio Ramos também é integrante da Banda “Os Ontem” que tocam rock´n´roll dos anos 50.
A banda é formada por Kika Muller (Baixo e Backing vocal), Ari Garrido (Guitarra), Roberto Shinyashiki (Guitarra e Backing), Alaor Neves (Bateria e Backing), Joe Moghrabi (Guitarra) e Célio Ramos (voz).
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VEREADOR ADOLFO QUINTAS HOMENAGEA CARLOS DAFÉ
O vereador Adolfo Quintas, ao realizar a entrega de título de cidadão paulistano ao cantor, compositor e instrumentista Carlos Dafé, no último dia 27 de maio, não tinha ideia das grandes emoções que o evento causaria. Dafé, mais acostumado a emocionar com suas canções, por diversas vezes chorou ao ouvir os elogios dos convidados e aplausos dirigidos a ele por parte do público presente.
“Eu me lembro muito bem que um dos pontos altos dos meus bailes na juventude eram as músicas dele. Quem não dançou, ou chorou, ao som do refrão com a frase ”Não quero mais saber de ti?”, relembra saudoso Adolfo Quintas, referindo-se a um dos maiores sucessos do artista, a música “Pra que vou recordar o que chorei“.
O vereador disse que a lembrança do nome do músico é uma justa homenagem para alguém que tanto contribui com a cultura do Brasil. “Dafé é um dos maiores nomes da Black Music e da MPB. Sua obra, além de proporcionar momentos românticos, também trouxe a São Paulo e para o Brasil uma nova forma de olhar à nossa música. As pessoas que estão aqui representam a vontade de São Paulo em te homenagear”, afirmou o vereador, fixando o olhar em Carlos Dafé.
O cantor e compositor, Adilson Aragão, membro da mesa de autoridades, fez um discurso emocionado para homenagear o seu ídolo. “O meu maior sonho era conhecer Carlos Dafé. Esse sonho eu realizei quando eu fiz uma música “Copacabana” e pude contar com a participação especial dele. Dafé veio do Rio de Janeiro só para gravar comigo”, declarou Aragão com os olhos mareados de lagrimas.
Para Maria Aparecida de Laia, coordenadora da CONE (Coordenadoria dos Assuntos da População Negra), representando a Secretaria de Participação e Parceria do Município de São Paulo “Essa é uma noite importante para nós homens e mulheres. Parabéns, Adolfo. São Paulo estava precisando de alguém como Carlos Dafé para receber o titulo de Cidadão Paulistano”, falou Laia.
Histórico
Carlos Dafé, nasceu no Rio de Janeiro e cedo mostrou que a música seria seu caminho. O seu talento foi observado por seus pais, que o colocaram no Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Aos 14 já tocava acordeom e vibrafone em conjuntos e orquestras em bailes e festas e nos anos 60 cantava em boates do Rio e São Paulo.
Na década de 70, depois de tocar na banda dos Fuzileiros Navais pelo Brasil excursionando pelo Brasil, Antilhas e Caribe, ele consegui gravar um compacto simples. Nele estava um dos seus maiores sucessos “Venha matar Saudades”. Nesta época Tim Maia, após ouvir o primeiro disco de Dafé, o convidou para participar da sua banda como tecladista e vocalista, começando assim seu envolvimento com artistas do “MOVIMENTO BLACK RIO”, incorporando elementos da Soul Music em suas músicas.
Desta turma faziam parte nomes tão importantes como ele, além de Tim Maia, Dom Salvador, Sandra de Sá, Toni Tornado, entre muitos outros. Este tempo de “caldeirão musical” fez de Carlos Dafé, um dos maiores nomes da Black Music brasileira, ao lado de Cassiano e Gerson King Combo, por exemplo. Marco Dipreto
Na foto: Músicos e celebridades prestigiaram o artista
Assista uma entrevista de Carlos Dafé falando sobre a musica black
“Eu me lembro muito bem que um dos pontos altos dos meus bailes na juventude eram as músicas dele. Quem não dançou, ou chorou, ao som do refrão com a frase ”Não quero mais saber de ti?”, relembra saudoso Adolfo Quintas, referindo-se a um dos maiores sucessos do artista, a música “Pra que vou recordar o que chorei“.
O vereador disse que a lembrança do nome do músico é uma justa homenagem para alguém que tanto contribui com a cultura do Brasil. “Dafé é um dos maiores nomes da Black Music e da MPB. Sua obra, além de proporcionar momentos românticos, também trouxe a São Paulo e para o Brasil uma nova forma de olhar à nossa música. As pessoas que estão aqui representam a vontade de São Paulo em te homenagear”, afirmou o vereador, fixando o olhar em Carlos Dafé.
O cantor e compositor, Adilson Aragão, membro da mesa de autoridades, fez um discurso emocionado para homenagear o seu ídolo. “O meu maior sonho era conhecer Carlos Dafé. Esse sonho eu realizei quando eu fiz uma música “Copacabana” e pude contar com a participação especial dele. Dafé veio do Rio de Janeiro só para gravar comigo”, declarou Aragão com os olhos mareados de lagrimas.
Para Maria Aparecida de Laia, coordenadora da CONE (Coordenadoria dos Assuntos da População Negra), representando a Secretaria de Participação e Parceria do Município de São Paulo “Essa é uma noite importante para nós homens e mulheres. Parabéns, Adolfo. São Paulo estava precisando de alguém como Carlos Dafé para receber o titulo de Cidadão Paulistano”, falou Laia.
Histórico
Carlos Dafé, nasceu no Rio de Janeiro e cedo mostrou que a música seria seu caminho. O seu talento foi observado por seus pais, que o colocaram no Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Aos 14 já tocava acordeom e vibrafone em conjuntos e orquestras em bailes e festas e nos anos 60 cantava em boates do Rio e São Paulo.
Na década de 70, depois de tocar na banda dos Fuzileiros Navais pelo Brasil excursionando pelo Brasil, Antilhas e Caribe, ele consegui gravar um compacto simples. Nele estava um dos seus maiores sucessos “Venha matar Saudades”. Nesta época Tim Maia, após ouvir o primeiro disco de Dafé, o convidou para participar da sua banda como tecladista e vocalista, começando assim seu envolvimento com artistas do “MOVIMENTO BLACK RIO”, incorporando elementos da Soul Music em suas músicas.
Desta turma faziam parte nomes tão importantes como ele, além de Tim Maia, Dom Salvador, Sandra de Sá, Toni Tornado, entre muitos outros. Este tempo de “caldeirão musical” fez de Carlos Dafé, um dos maiores nomes da Black Music brasileira, ao lado de Cassiano e Gerson King Combo, por exemplo. Marco Dipreto
Na foto: Músicos e celebridades prestigiaram o artista
Assista uma entrevista de Carlos Dafé falando sobre a musica black
MONO STEREO LANÇA SEU PRIMEIRO CD
A banda Mono Stereo lança seu primeiro álbum no segundo semestre de 2010. O CD independente é resultado do trabalho de mais de um ano de pré-produção, produção, mixagem e masterização das músicas. Contém quinze faixas, sendo treze autorais e duas versões. O trabalho realizado pelos músicos resgata a magia e o encanto das grandes canções de amor. Com isso, pretendem alcançar o público de todas as idades, principalmente os jovens, retratando sentimentos e emoções. As faixas do CD são um retrato de uma mistura musical, nas quais se encontram elementos do rock, folk, pop, funk e soul. Outra marca musical da banda são os arranjos vocais e instrumentais bem elaborados. É essa sonoridade que deu origem ao nome Mono Stereo, que é o casamento do som do passado com temáticas românticas com as tendências musicais do presente.
O MS é uma banda pop e suas composições são o fruto da bagagem musical de cada um de seus integrantes, que já estão na estrada artística desde a infância. A banda pretende ser uma alternativa no cenário musical atual, pois as canções são o resultado da concisão da gama de influências musicais. Em cada letra e acorde é possível encontrar referencias da formação musical de cada um dos integrantes que vão desde Roberto Carlos e Beatles a Coldplay.
Composto por três integrantes Kinho (voz e violão), Doug (voz e baixo) e Nando (guitarra), há sete anos o Mono Stereo já se apresentou em programas de TV aberta (Alessandra Scatena e Nani Venâncio na Rede Brasil), já abriram shows para bandas como Tihuana, Língua de Trapo, Mestre Ambrósio, e participaram de eventos com Paulo Ricardo, Dinho Ouro Preto, Pepeu Gomes e Kiko Zambianchi.
Mas a maior escola desses músicos foi o palco, de shows realizados em casas noturnas do ABC e capital Paulista, além de cidades do interior de São Paulo e Minas.
Como tudo começou
Parcerias que nos acompanham por anos muitas vezes ocorrem de maneira totalmente desprentesiosa. E foi uma ocasião assim que juntou os já amigos Kinho, Doug e Nando em uma festa de aniversário em abril de 2002 para um show descontraído. Depois de uma noite de muita música, a dona do bar chamou os três amigos para serem a atração do bar em outras ocasiões.
O convite rendeu uma empolgação para os músicos, que passaram a fazer vários shows no local. Mas, nessa fase, tudo ainda era simples diversão, sem ensaios e sem compromisso, era apenas a satisfação de tocar e de ver as pessoas curtindo a música. Porém, no inicio de 2003, novas idéias surgem e eles resolvem dedicar-se mais à criação de uma banda com estilo próprio.
Além da definição de um estilo musical, os músicos sentem a necessidade de criar um repertório e apresentar suas músicas autorais. Nesse período, o baterista Sandro Navelli foi convidado para fazer parte da banda. A partir daí, a banda começa a ser convidada para fazer shows em várias casas do ABC Paulista.
Os anos se passaram e a banda – que se chamava Anima Jam – foi adquirindo experiência e foram surgindo novas oportunidades para se transformar em uma banda autoral. Em 2007, conheceram o empresário J.B. Bonadio, que em parceria com a gravadora Thurbo Music auxilia na gravação do primeiro EP com seis faixas, entre elas a música “Apague a luz”, que começou a ser executada em rádios no interior de São Paulo.
Com o EP pronto a ser lançado, surgiu um problema com o registro do nome da banda, até então Anima Jam. Após algumas reuniões e muitos nomes propostos, foi escolhido um novo nome: Mono Stereo. As questões burocráticas esfriaram um pouco o ânimo dos músicos, e assim decidiram não lançar o EP no mercado naquela época.
Doug propõe um projeto acústico, com uma releitura das faixas que compunham o EP, mas logo o projeto ganha força e o projeto se transforma no desejado álbum completo. Em 2009, depois de muitos ensaios no estúdio na casa de Doug e de Nando, surgiu a oportunidade de finalizarem as gravações em um estúdio em São Caetano do Sul. De forma totalmente independente, o Mono Stereo finaliza assim a produção de seu primeiro CD.
Além da finalização do primeiro álbum, a banda cria uma nova proposta para divulgação de seu trabalho autoral, através do site oficial, boletins com notícias atualizadas e dia-a-dia dos músicos. Além disso, a banda tem páginas no Twitter, Orkut e Facebook, e participam de programas de rádio e televisão. Tudo isso para poder cantar a todo mundo suas canções.
Para saber mais sobre o Mono Stereo, acesse http://www.monostereo.com.br/ e veja os links das páginas espalhadas pela rede.
DIÁRIO DE BORDO - Por: Marcio Vinicio - Auditor da OMB/CRESP
VISITA AO GABINETE DO MÚSICO E VICE-PREFEITO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO FRANK AGUIAR
Foto: Delegada Terezinha A.Passos(OMB), Vice-Prefeito Frank Aguiar (SBC) J.Gualberto (OMB) e o Presidente Prof. Roberto Bueno (OMB).
A OMB representada pelos Presidente Prof. Roberto Bueno, auditor Marcio Vinicio e dirigentes da subseção da cidade de Mauá, visitou o gabinete do Vice Prefeito e musico Frank Aguiar para propor parcerias que venham beneficiar os músicos da região do ABCD.
Em conversa com o Vice Prefeito, o Presidente da OMB, solicitou apoio da Prefeitura local, para o fortalecimento e assistência aos músicos de SBC. Solidário, Frank Aguiar se prontificou em ajudar a OMB em sua região, alegando saber das dificuldades vividas por ele no inicio de sua carreira.
A OMB apresentará um projeto à prefeitura de São Bernardo do Campo, sugerindo a implantação de uma subseção regional vinculada com a de Mauá, visto que os trabalhos desenvolvidos pela Inspetora Terezinha Passos estão sendo de grande utilidade e muito bem vistos pela categoria.
Reunião da OMB no Auditório do Centro Cultural Maristela de Oliveira, sede da FUNDACC em Caraguatatuba, com músicos e empresários do litoral norte e região.
A importância da FUNDACC no Município de Caraguatatuba
O desenvolvimento cultural da cidade se deu através da criação da FUNDACC – Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba, que é uma instituição destinada à pesquisa, difusão artística, literária e de educação profissional, com ações culturais em todos os bairros do município.
Presentes na reunião os representantes da OMB de São Paulo César Custódio (Inspetor Coordenador), Vitor Ferreira (Inspetor Regional), e Tiago Gonzaga (Inspetor Regional) onde foram esclarecidas todas as dúvidas dos presentes.
Na pauta da reunião foram abordados os seguintes assuntos: A nova administração da Ordem dos Músicos;
Dúvidas dos músicos e donos de casas noturnas e o que a OMB faz pelos músicos; Homenagens a autoridades e músicos da cidade.
Na ocasião foram homenageados: Eloíza Aparecida Andrade Antunes de Oliveira – Presidente da FUNDACC; Junior Magresco - Diretor Cultural da FUNDACC; Jefferson J. Amorim - Coordenador de Música da FUNDACC; os Maestros Alvaro Luiz Boaventura, José Benedito da Conceição, José Maria do Prado, Raimundo Antônio dos Santos, Jesus Salatiel - da Banda de Caraguatatuba e também apresentador de TV e a Maestrina Mayara Blanco.
A reunião da OMB também contou com a presença da Banda de Caraguatatuba e do coral Água Viva, que fizeram a abertura do evento com os Hinos Nacional e de Caraguatatuba.
Regional de MAUA – OMB
A Delegada Terezinha Aparecida Passos e J. Gualberto da regional, visitaram o Prefeito Oswaldo Dias e o Secretário da Cultura Estevam Gazinhato, que formalizaram parceria na valorização do músico nas escolas e na região. O encontro foi um sucesso!
MÚSICOS DE SANTA FÉ DO SUL COMEMORAM
A cidade de Santa Fé do Sul localizada a 624 Km da cidade de São Paulo realizou em parceria com a OMB -SP o I ENCONTRO REGIONAL DOS PROFISSIONAIS DA MÙSICA, o evento foi marcado por músicos, autoridades locais, produtores e do Coral Canto do Sol.
“A OMB entra em um novo rumo, com novas ideais e conceitos. Queremos realizar este evento em boa parte dos municípios do Estado, visando sempre uma parceria saudável com as Prefeituras e as Secretarias de Culturas dos Municípios, com o objetivo levar informações para músicos e contratantes e que as portas da OMB estão abertas, para todos que queiram participar de futuros projetos que envolvam Música e ideais em benefício da classe.” Disse o Presidente da OMB-CRESP Prof. Roberto Bueno.
Neste encontro foram agraciados com o Diploma de Honra ao Mérito alguns músicos da região bem como contratantes e autoridades pelos serviços prestados à Cultura e a Música Brasileira.
A mesa foi formada pela diretoria da OMB, pelo Vice Prefeito da cidade de Santa Fé do Sul o Dr. Gilberto Faidiga, pelo Secretario de Cultura, Turismo e Comercio e também músico o Dr. João Arcalá, e por integrantes da Prefeitura de Ilha Solteira.
O evento foi marcado pela satisfação dos músicos da região que entre os comentários diziam que agora a OMB esta em uma nova fase e que a classe musical tem que ajudar a transformar a instituição, pois uma profissão reconhecida e regulamentada já é uma grande vitória.
O Secretario de Cultura João Roberto Arcalá, relembrou emocionado o seu tempo de músico quanto tocava ‘noites adentro’, e agradeceu ao Maestro Roberto Bueno pela sua palestra esclarecedora sobre as idéias e objetivos da Nova OMB. Agradeceu ao Prefeito da Estância Turística de Santa Fé do Sul - Dr. Toninho Favaleça pelo apoio na realização do evento e pelos serviços prestados aos trabalhos voltados a Cultura e Educação da região.
“O meu coração está feliz, em poder ver gerações de músicos aqui presentes que fazem parte de nosso município, o Governo Municipal agradece a todos vocês que vivem da música e alegram as nossas vidas” - disse emocionado o Vice Prefeito Dr. Gilberto Faidiga.
Foto: Delegada Terezinha A.Passos(OMB), Vice-Prefeito Frank Aguiar (SBC) J.Gualberto (OMB) e o Presidente Prof. Roberto Bueno (OMB).
A OMB representada pelos Presidente Prof. Roberto Bueno, auditor Marcio Vinicio e dirigentes da subseção da cidade de Mauá, visitou o gabinete do Vice Prefeito e musico Frank Aguiar para propor parcerias que venham beneficiar os músicos da região do ABCD.
Em conversa com o Vice Prefeito, o Presidente da OMB, solicitou apoio da Prefeitura local, para o fortalecimento e assistência aos músicos de SBC. Solidário, Frank Aguiar se prontificou em ajudar a OMB em sua região, alegando saber das dificuldades vividas por ele no inicio de sua carreira.
A OMB apresentará um projeto à prefeitura de São Bernardo do Campo, sugerindo a implantação de uma subseção regional vinculada com a de Mauá, visto que os trabalhos desenvolvidos pela Inspetora Terezinha Passos estão sendo de grande utilidade e muito bem vistos pela categoria.
Reunião da OMB no Auditório do Centro Cultural Maristela de Oliveira, sede da FUNDACC em Caraguatatuba, com músicos e empresários do litoral norte e região.
A importância da FUNDACC no Município de Caraguatatuba
O desenvolvimento cultural da cidade se deu através da criação da FUNDACC – Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba, que é uma instituição destinada à pesquisa, difusão artística, literária e de educação profissional, com ações culturais em todos os bairros do município.
Presentes na reunião os representantes da OMB de São Paulo César Custódio (Inspetor Coordenador), Vitor Ferreira (Inspetor Regional), e Tiago Gonzaga (Inspetor Regional) onde foram esclarecidas todas as dúvidas dos presentes.
Na pauta da reunião foram abordados os seguintes assuntos: A nova administração da Ordem dos Músicos;
Dúvidas dos músicos e donos de casas noturnas e o que a OMB faz pelos músicos; Homenagens a autoridades e músicos da cidade.
Na ocasião foram homenageados: Eloíza Aparecida Andrade Antunes de Oliveira – Presidente da FUNDACC; Junior Magresco - Diretor Cultural da FUNDACC; Jefferson J. Amorim - Coordenador de Música da FUNDACC; os Maestros Alvaro Luiz Boaventura, José Benedito da Conceição, José Maria do Prado, Raimundo Antônio dos Santos, Jesus Salatiel - da Banda de Caraguatatuba e também apresentador de TV e a Maestrina Mayara Blanco.
A reunião da OMB também contou com a presença da Banda de Caraguatatuba e do coral Água Viva, que fizeram a abertura do evento com os Hinos Nacional e de Caraguatatuba.
Regional de MAUA – OMB
A Delegada Terezinha Aparecida Passos e J. Gualberto da regional, visitaram o Prefeito Oswaldo Dias e o Secretário da Cultura Estevam Gazinhato, que formalizaram parceria na valorização do músico nas escolas e na região. O encontro foi um sucesso!
MÚSICOS DE SANTA FÉ DO SUL COMEMORAM
A cidade de Santa Fé do Sul localizada a 624 Km da cidade de São Paulo realizou em parceria com a OMB -SP o I ENCONTRO REGIONAL DOS PROFISSIONAIS DA MÙSICA, o evento foi marcado por músicos, autoridades locais, produtores e do Coral Canto do Sol.
“A OMB entra em um novo rumo, com novas ideais e conceitos. Queremos realizar este evento em boa parte dos municípios do Estado, visando sempre uma parceria saudável com as Prefeituras e as Secretarias de Culturas dos Municípios, com o objetivo levar informações para músicos e contratantes e que as portas da OMB estão abertas, para todos que queiram participar de futuros projetos que envolvam Música e ideais em benefício da classe.” Disse o Presidente da OMB-CRESP Prof. Roberto Bueno.
Neste encontro foram agraciados com o Diploma de Honra ao Mérito alguns músicos da região bem como contratantes e autoridades pelos serviços prestados à Cultura e a Música Brasileira.
A mesa foi formada pela diretoria da OMB, pelo Vice Prefeito da cidade de Santa Fé do Sul o Dr. Gilberto Faidiga, pelo Secretario de Cultura, Turismo e Comercio e também músico o Dr. João Arcalá, e por integrantes da Prefeitura de Ilha Solteira.
O evento foi marcado pela satisfação dos músicos da região que entre os comentários diziam que agora a OMB esta em uma nova fase e que a classe musical tem que ajudar a transformar a instituição, pois uma profissão reconhecida e regulamentada já é uma grande vitória.
O Secretario de Cultura João Roberto Arcalá, relembrou emocionado o seu tempo de músico quanto tocava ‘noites adentro’, e agradeceu ao Maestro Roberto Bueno pela sua palestra esclarecedora sobre as idéias e objetivos da Nova OMB. Agradeceu ao Prefeito da Estância Turística de Santa Fé do Sul - Dr. Toninho Favaleça pelo apoio na realização do evento e pelos serviços prestados aos trabalhos voltados a Cultura e Educação da região.
“O meu coração está feliz, em poder ver gerações de músicos aqui presentes que fazem parte de nosso município, o Governo Municipal agradece a todos vocês que vivem da música e alegram as nossas vidas” - disse emocionado o Vice Prefeito Dr. Gilberto Faidiga.
PRESIDENTE DA OMB/CRESP FALA SOBRE OS ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS
ESTIMADOS MÚSICOS
“Quando tomamos uma decisão de forma consciente e livre, devemos preservá-la e jamais nos afastarmos dela. Saber querer é a base para vencer, é o princípio fundamental de toda e qualquer vitória.”
O autor da citação é um músico violinista, que toca nas ruas para obter o seu sustento e o da sua família. Trata-se do Sr. Sérgio, um exemplo de dignidade e trabalho que entoou essas sábias palavras e que eu tive o prazer de ouvir.
Estamos no segundo ano do nosso mandato, avançando na reestruturação da OMB-CRESP que tem por principal objetivo dar ao músico o respeito e a dignidade que lhe é devida. Algumas providências foram tomadas e, dentre elas, a aquisição de três veículos novos para o fim da prestação de serviços de orientação aos estabelecimentos que trabalham com música ao vivo.
Há que se falar da ação social que estamos promovendo desde o início de nossa gestão, são diversos cursos gratuitos onde centenas de pessoas estão tendo a oportunidade de aprender a nossa arte e, até se engajar na profissão, onde alguns já conseguiram emprego.
Estivemos presentes em diversas cidades, visto que o nosso lema é que a OMB esteja sempre presente na vida de todos os músicos, orientando e protegendo os seus interesses.
Foram celebradas diversas sessões solenes, promovidas por políticos, que resolveram homenagear o músico brasileiro. Políticos com o Deputado Rodolfo Costa e Silva, Deputado Edson Ferrarini que prestigiam o músico, inclusive dando iniciativa a projetos de leis que visam condições mais propícias para aquisição de instrumentos musicais, menor taxa de juros para financiamentos, etc.
São diversos os políticos que têm participado da nossa grande luta, dentre eles, os Deputados Vicente Cândido, Bruno Covas, Frank Aguiar, Dr. José Augusto, Dr. Fernando Capez, Geraldo Alckmim, Vereador Agnaldo Timóteo, estão sempre dispostos a atender aos anseios de nossa classe.
Na última solenidade todos os presentes se emocionaram, pois o Deputado Edson Ferrarini, além de promover, coordenar e comandar a homenagem se prontificou a ajudar a OMB em todos os possíveis sentidos e condições, inclusive apresentando o PL 666/2010 que valoriza os músicos em São Paulo, não permitindo que os mesmos sejam explorados pelos contratantes que, em grande maioria, se negam a concessão do mínimo necessário à contratação de muitos profissionais que trabalham de forma eventual.
Estivemos na residência do nosso colega de classe e político Frank Aguiar que, juntamente com sua esposa, muitos solícitos, agradaram-se enormemente dos nossos projetos sociais. Ele disse “Eu estou político, mas músico serei eternamente!” Essa frase me marcou profundamente.
Agnaldo Timóteo veio nos visitar e aproveitou para renovar a sua carteira e, ao tomar consciência das mudanças e dos novos projetos, se prontificou a ajudar a classe em tudo o que for necessário.
Parabéns ao delegado regional de Diadema, o Sr. Genivaldo, ao Eduardo Roz pela carta de agradecimento, a ASESP - Reduto do Samba, ao Bispo da Igreja Católica Romana Dom Fernando e ao Padre Marcelo Rossi, Ivanildo pelo recebimento de seu diploma Honoris Causa, a Valéria Forte promotora do belo evento 6º encontro Nacional das Escolas de Música no Brasil, ao Padre Juarez que nos recebeu em seu programa TV século 21, em Valinhos, a visita do Deputado Dr José Augusto e ao Deputado Rodovalho.
Estamos trabalhando no sentido de valorizar a nossa profissão. Muito em breve não teremos mais nossos colegas sendo explorados pelo capitalismo selvagem, que alguns políticos, sem escrúpulos, vêm apresentando. Abraços do menor dos menores, Professor Roberto Bueno
“Quando tomamos uma decisão de forma consciente e livre, devemos preservá-la e jamais nos afastarmos dela. Saber querer é a base para vencer, é o princípio fundamental de toda e qualquer vitória.”
O autor da citação é um músico violinista, que toca nas ruas para obter o seu sustento e o da sua família. Trata-se do Sr. Sérgio, um exemplo de dignidade e trabalho que entoou essas sábias palavras e que eu tive o prazer de ouvir.
Estamos no segundo ano do nosso mandato, avançando na reestruturação da OMB-CRESP que tem por principal objetivo dar ao músico o respeito e a dignidade que lhe é devida. Algumas providências foram tomadas e, dentre elas, a aquisição de três veículos novos para o fim da prestação de serviços de orientação aos estabelecimentos que trabalham com música ao vivo.
Há que se falar da ação social que estamos promovendo desde o início de nossa gestão, são diversos cursos gratuitos onde centenas de pessoas estão tendo a oportunidade de aprender a nossa arte e, até se engajar na profissão, onde alguns já conseguiram emprego.
Estivemos presentes em diversas cidades, visto que o nosso lema é que a OMB esteja sempre presente na vida de todos os músicos, orientando e protegendo os seus interesses.
Foram celebradas diversas sessões solenes, promovidas por políticos, que resolveram homenagear o músico brasileiro. Políticos com o Deputado Rodolfo Costa e Silva, Deputado Edson Ferrarini que prestigiam o músico, inclusive dando iniciativa a projetos de leis que visam condições mais propícias para aquisição de instrumentos musicais, menor taxa de juros para financiamentos, etc.
São diversos os políticos que têm participado da nossa grande luta, dentre eles, os Deputados Vicente Cândido, Bruno Covas, Frank Aguiar, Dr. José Augusto, Dr. Fernando Capez, Geraldo Alckmim, Vereador Agnaldo Timóteo, estão sempre dispostos a atender aos anseios de nossa classe.
Na última solenidade todos os presentes se emocionaram, pois o Deputado Edson Ferrarini, além de promover, coordenar e comandar a homenagem se prontificou a ajudar a OMB em todos os possíveis sentidos e condições, inclusive apresentando o PL 666/2010 que valoriza os músicos em São Paulo, não permitindo que os mesmos sejam explorados pelos contratantes que, em grande maioria, se negam a concessão do mínimo necessário à contratação de muitos profissionais que trabalham de forma eventual.
Estivemos na residência do nosso colega de classe e político Frank Aguiar que, juntamente com sua esposa, muitos solícitos, agradaram-se enormemente dos nossos projetos sociais. Ele disse “Eu estou político, mas músico serei eternamente!” Essa frase me marcou profundamente.
Agnaldo Timóteo veio nos visitar e aproveitou para renovar a sua carteira e, ao tomar consciência das mudanças e dos novos projetos, se prontificou a ajudar a classe em tudo o que for necessário.
Parabéns ao delegado regional de Diadema, o Sr. Genivaldo, ao Eduardo Roz pela carta de agradecimento, a ASESP - Reduto do Samba, ao Bispo da Igreja Católica Romana Dom Fernando e ao Padre Marcelo Rossi, Ivanildo pelo recebimento de seu diploma Honoris Causa, a Valéria Forte promotora do belo evento 6º encontro Nacional das Escolas de Música no Brasil, ao Padre Juarez que nos recebeu em seu programa TV século 21, em Valinhos, a visita do Deputado Dr José Augusto e ao Deputado Rodovalho.
Estamos trabalhando no sentido de valorizar a nossa profissão. Muito em breve não teremos mais nossos colegas sendo explorados pelo capitalismo selvagem, que alguns políticos, sem escrúpulos, vêm apresentando. Abraços do menor dos menores, Professor Roberto Bueno
O CAMINHO PARA A PROTEÇÃO E RESPEITO PROFISSIONAL - Por: Ribas Martins
Hoje o setor que mais absorve profissionais é o de entretenimento, indústria, cinema, internet, rádio, televisão, hospedagem, turismo, eventos, lazer, publicidade, transporte, comunicação e esportes, totalizando um dos mercados que mais fatura no mundo.
Interessante, que em todas as áreas, a música é o maior veiculo de comunicação em massa. É impossível imaginar cinema, radio televisão e outras mídias sem a música, o paradoxo dessa questão é: Como fazer o músico entender a sua importância no mercado? A maior de todas as conquistas seria o reconhecimento dessa profissão; pois bem, alguns músicos notáveis conseguiram essa proeza através da Lei Federal nº 3.857/60 que criou a Ordem dos Músicos do Brasil, que dá o direito de todo músico prático ou formado de ter sua Carteira da OMB, com validade internacional e respeitada em vários países. Acontece que no Brasil, houve uma ditadura de 20 anos, e o músico por ser um grande articulador junto à massa, formador de opinião, tornou-se uma ameaça aos detentores do poder. Sendo assim, a categoria profissional e todas as instituições artísticas vinculadas à música (OMB, Sindicatos, Associações, Orquestras, Bandas, compositores, instrumentistas, etc.) passaram a ser marginalizados na sociedade.
Os tempos mudaram, tem músico Senador, Deputado, Vereador, Prefeito e até Governador. A Ordem dos Músicos do Brasil, Sindicatos de Músicos, Sindicatos Artísticos, Associações de Direitos Autorais, ECAD, Associações de Gêneros Musicais, e Organizações não governamentais se organizam lapidando a imagem destes profissionais, valorizando sua arte através do reconhecimento profissional e conscientizando suas responsabilidades, em prol da cultura no país, gerando milhares de empregos.
Você que esta começando agora, tudo ficou mais fácil, então procure ser verdadeiramente um profissional da arte, um grande músico ou cantor regulamentado. Filie-se para a obtenção da sua Carteira Funcional, pois ela autentica a sua profissão. A Nova OMB existe para facilitar seu caminho. Lembre-se! Teu sucesso profissional é a razão da nossa existência! - Ribas Martins (Editor da Revista Músico!)
Assista a entrevista com Ribas Martins para a ASESPTV:
Interessante, que em todas as áreas, a música é o maior veiculo de comunicação em massa. É impossível imaginar cinema, radio televisão e outras mídias sem a música, o paradoxo dessa questão é: Como fazer o músico entender a sua importância no mercado? A maior de todas as conquistas seria o reconhecimento dessa profissão; pois bem, alguns músicos notáveis conseguiram essa proeza através da Lei Federal nº 3.857/60 que criou a Ordem dos Músicos do Brasil, que dá o direito de todo músico prático ou formado de ter sua Carteira da OMB, com validade internacional e respeitada em vários países. Acontece que no Brasil, houve uma ditadura de 20 anos, e o músico por ser um grande articulador junto à massa, formador de opinião, tornou-se uma ameaça aos detentores do poder. Sendo assim, a categoria profissional e todas as instituições artísticas vinculadas à música (OMB, Sindicatos, Associações, Orquestras, Bandas, compositores, instrumentistas, etc.) passaram a ser marginalizados na sociedade.
Os tempos mudaram, tem músico Senador, Deputado, Vereador, Prefeito e até Governador. A Ordem dos Músicos do Brasil, Sindicatos de Músicos, Sindicatos Artísticos, Associações de Direitos Autorais, ECAD, Associações de Gêneros Musicais, e Organizações não governamentais se organizam lapidando a imagem destes profissionais, valorizando sua arte através do reconhecimento profissional e conscientizando suas responsabilidades, em prol da cultura no país, gerando milhares de empregos.
Você que esta começando agora, tudo ficou mais fácil, então procure ser verdadeiramente um profissional da arte, um grande músico ou cantor regulamentado. Filie-se para a obtenção da sua Carteira Funcional, pois ela autentica a sua profissão. A Nova OMB existe para facilitar seu caminho. Lembre-se! Teu sucesso profissional é a razão da nossa existência! - Ribas Martins (Editor da Revista Músico!)
Assista a entrevista com Ribas Martins para a ASESPTV:
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